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    Doze Horas de Terror (Série Vaga-lume) -

    Marcos Rey, Marcos Rey, Marcos Rey

    Ática
    1995
    128 páginas
    4h 16m
    ISBN-10: 8508044445
    Português Brasileiro
    3.9
    1923 avaliações
    Leram4269Lendo71Querem471Relendo13Abandonos26Resenhas71
    Favoritos157Desejados471Avaliaram1923

    Júlio chega na casa do irmão Miguel, encontra o apartamento todo revirado e o telefone toca. Uma voz feminina e desconhecida o alerta para que saia imediatamente. É Ruth, a namorada de Miguel. Ele não conhece ninguém na cidade a não ser o irmão. Ir para onde? A partir daí Júlio e a cunhada vivem doze longas horas de terror pois eles passam a ser perseguidos por perigosos traficantes de drogas por causa de Miguel que se envolveu com o tráfico de drogas. A cada minuto, qualquer cochilo pode ser fatal.

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    Mateus Calazans picture
    Mateus Calazans05/04/2009Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Alguns livros entram em nossas vidas e logo depois são esquecidos. Outros, porém, são extremamente marcantes, e nunca mais os esquecemos. Doze Horas de Terror foi super marcante em minha vida por causa de três grandes motivos: 1º)Foi o melhor livro da coleção vaga-lume que li; 2º)Foi o primeiro livro policial que li na vida, e o que me levou a gostar tanto desse gênero; 3º)Foi um dos último livros que li da coleção, coleção na qual marcou imensamente minha infância. Diferentemente de todos os outros livros da coleção vaga-lume, Doze Horas de Terror tem o diferencial de ser um dos únicos realmente tensos, em que a ação e a agilidade ficam no topo o tempo todo. Como o próprio título já diz, a história se passa durante 12 horas, 12 horas passadas lentamente e na maior tensão. Os personagens são excelentes, como se possuíssem vida própria. Devo tudo a este livro, e me lembro com saudades das deliciosas horas que passei junto dele. Depois que o li, Marcos Rey se tornou um dos meus escritores favoritos, e não a toa li todos os seus livros. Não é apenas um marco em minha vida, mas um marco também na coleção vaga-lume. Fugiu totalmente dos outros livros da coleção. Quem o leu sabe o que estou dizendo. Mesmo sendo infanto-juvenil, recomendo a todos os amantes do gênero.

    36 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.9 / 1923
    • 5 estrelas34%
    • 4 estrelas28%
    • 3 estrelas29%
    • 2 estrelas8%
    • 1 estrelas2%
    Edmundo Donato profile picture

    Edmundo Donato

    Autor de vários livros, entre eles romances policiais ambientados em São Paulo. Edmundo Nonato, seu nome verdadeiro, nasceu no bairro do Brás em 17 de fevereiro de 1925, filho caçula de um empresário gráfico de formação presbiteriana. Entrou em contato com a literatura pela obra de Monteiro Lobato, impressa na gráfica do pai. Terminou o curso clássico aos 18 anos e, quando se preparava para ingressar na Faculdade de Direito, foi acometido por lepra e recolhido no Sanatório Padre Bento, em Guarulhos, em regime de prisão. Em 1946 fugiu a pé para o Rio de Janeiro, onde viveu entre o subúrbio e a zona de prostituição da Lapa. A experiência serviu de subsídio para obras como "O enterro da cafetina" (1967) e "Memórias de um gigolô" (1968). Sobreviveu de traduções de livros infantis e de cartas que escrevia para prostitutas analfabetas. Voltou para São Paulo, curado da lepra, e em 1953 publicou seu primeiro livro, "Um gato no triângulo". Assinou 30 roteiros de cinema, entre eles várias pornochanchadas. Em 1967 fez sua primeira telenovela, "O grande segredo". Escreveu capítulos para o programa infantil "Vila Sésamo' e é um dos responsáveis pela adaptação do "Sítio do Picapau Amarelo" para a televisão. Na década de 80 iniciou sua obra infantojuvenil a pedido da Editora Ática, pela qual publicou sucessos de venda como "O mistério do Cinco Estrelas" e "O rapto do Garoto de Ouro". Morreu em São Paulo, no dia 01 de abril de 1999, de câncer no fígado. Suas cinzas foram lançadas de um helicóptero pela sua esposa sobre São Paulo.

    50 Livros
    340 Seguidores
    São Paulo, Brasil

    Edmundo Donato