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    O lobo da estepe -

    Hermann Hesse

    Record
    2019
    240 páginas
    8h 0m
    ISBN-13: 9788501020284
    Português Brasileiro
    4.3
    8403 avaliações
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    Harry Haller é um homem de 50 anos que acredita que sua integridade depende da vida solitária que leva em meio às palavras de Goethe e as partituras de Mozart; um intelectual tentando equilibrar-se à beira do abismo dos problemas sociais e individuais, ante os quais a sua personalidade se torna cada vez mais ambivalente e, por fim, estilhaçada. A primeira parte do livro é o pesadelo do lobo Haller, sua depressão e sua incapacidade de se comunicar que está na base da crueldade e da autodestruição. Na segunda o lobo se humaniza, através da entrada em cena de Hermínia, que tenta reaproximá-lo do mundo, no caso uma comunidade simplória, com salas de baile poeirentas e bares pobres.

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    Bookster Pedro Pacifico21/01/2021Resenhou um livro
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    O lobo da estepe, de Herman Hesse

    A primeira leitura de 2021 já começou muito marcante para mim. Como comentei com vocês, fazia algum tempo que não me identificava tanto com um livro. Já era um grande fã de Hesse depois de ter lido “Sidarta” e “Knulp” e, depois de “O lobo da estepe”, talvez possa falar que o autor está no meu top 10 de escritores favoritos. Nessa obra, Hesse apresenta ao leitor a história de Harry Haller, um homem na faixa dos 50 anos que vive crises existenciais, e é por meio dos diálogos internos do protagonista que o autor, influenciado pela psicanálise, traz reflexões interessantíssimas sobre a condição humana. No começo da narrativa, nos deparamos com um Harry cansado da vida e que, constantemente, é acometido por pensamentos suicidas. Esse estado psicológico do personagem deixa o começo da leitura até mesmo mais parada_ talvez tenha sido algo intencional, a fim de refletir a melancolia de Harry_, mas um acontecimento pouco inusitado em sua vida coloca o personagem de frente com “O tratado do lobo da estepe” e com novas amizades que trarão uma vontade de viver a Harry. É a partir desse momento que a narrativa se desenrola de forma extraordinária! Há, também, uma crítica constante à hipocrisia que recai muitas vezes sobre a classe burguesa. Isso porque o protagonista tece diversos comentários contra a burguesia, esquecendo, por sua vez, que ele mesmo se enquadra como uma luva nessa faixa social. Achei interessante que, no posfácio da obra, o autor avisa que leitores mais próximos da meia idade tendem a se identificar ainda mais com os pensamentos do personagem. Se eu já me identifiquei muito, fiquei com vontade de fazer uma releitura daqui a 20 anos. Com certeza as reflexões serão diferentes e mais profundas! Recomendo muitíssimo! Nota: 10/10

    473 curtidas

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    Hermann Hesse

    Hermann Hesse foi um escritor alemão, que em 1923 naturalizou-se suíço. Nascido no seio de uma família muito religiosa, filho de pais missionários protestantes (pietistas, como é típico da Suábia) que tinham pregado o cristianismo na Índia. Estudou no seminário de Maulbronn, mas não seguiu a carreira de pastor como era da vontade de seus pais. Tendo recusado a religião, ainda adolescente, rompeu com a família e emigrou para a Suíça em 1912, trabalhando como livreiro e operário. Acumula então sólida cultura autodidata e resolve dedicar-se à literatura. Travou contato com a espiritualidade oriental a partir de uma viagem à índia em 1911 e com a psicanálise por meio de um discípulo de Carl Gustav Jung, em decorrência de uma crise emocional causada pela eclosão da Primeira Guerra Mundia

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    Baden-Württemberg, Alemanha

    Hermann Hesse