A Ilha Perdida

Maria José Dupré



A Ilha Perdida


Coleção Vaga-lume




Na fazenda do padrinho, perto de Taubaté, onde Vera e Lúcia gostavam de passar férias, corre o rio Paraíba. Rio imenso, silencioso e de águas barrentas. Ao atravessar a fazenda ele fazia uma grande curva para a direita e desaparecia atrás da mata, mas subindo-se ao morro mais alto da fazenda, tornava-se a avistá-lo a uns dois quilômetros de distância e nesse lugar, bem no meio do rio, via-se uma ilha que na fazenda chamavam de "Ilha Perdida". Solitária e verdejante, parecia mesmo perdida entre as águas volumosas.

Quico e Oscar, os dois filhos do padrinho, ficavam horas inteiras sentados no alto do morro e conversando a respeito da ilha.Quem viveria lá? Seria habitada? Teria algum bicho escondido na mata? Isto é um inicio de uma aventura escrito por Maria José Dupré. Henrique e Eduardo resolveram ir à ilha perdida, encontraram uma canoa, uma corda meio velha, eles iriam passar um dia na ilha, mas eles não podiam ir sem ninguém saber nada então eles inventaram uma mentira falando que no dia seguinte iriam visitar o fazendeiro vizinho; era um velho que morava a alguns quilômetros de distância. Então o padrinho e a madrinha falaram com a Eufrosina para preparar um almoço bem reforçado. De madrugada eles acordaram, pegaram o almoço e a canoa com a corda e foram direto para à ilha. Henrique e Eduardo enfrentaram muitos desafios no rio, mas conseguiram chegar até lá. Quando eles chegaram, logo começaram a andar pela mata e se perderam, quando começaram a se cansar, almoçaram o que tinha e voltaram a andar mais, porque queriam encontrar a canoa. Como estava anoitecendo, resolveram andar só mais um pouco, quando chegaram finalmente as margens do Rio Paraíba, mas não encontraram a canoa, estavam tão cansados que resolveram ficar ali mesmo. Quando acordaram, viram que o rio tinha crescido muito, começaram a andar pela margem do rio, ficaram uma hora andando até que avistaram a canoa que estava presa só por um fio, tentaram puxar a canoa para a terra mas não conseguiram, de repente a enchente começou a trazer tanta coisa que trouxe um tronco enorme que passou por cima da canoa. Agora Henrique e Eduardo estavam abandonados e Henrique teve a idéia de fazer uma jangada, começaram a caminhar para encontrar cipós e paus, de repente chegaram em uma prainha e resolveram ficar morando na prainha. Para não perderem tempo, começaram a trabalhar na jangada, quando perceberam que o dia estava declinando. Eduardo propôs ir até o outro lado da ilha sozinho para buscar os ovos e a corda que havia ficado lá.

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"Uma ferramenta como essa pode certamente ser usada por professores para incentivar a leitura."

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