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A Escola Com Que Sempre Sonhei Sem Imaginar Que Pudesse Existir

Rubem Alves
Resenhas
Recentes
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Rev. Peterson 20/08/2014

A ideia é favorita
A ideia e a exposição que o livro traz é muito maior que o livro em si, que não favoritei porque não tem, sobre si, nada demais. É básico, simples, um apunhado pequeno de textos... Portanto enquanto livro não tem nada de extraordinário - extraordinária é a ideia maravilhosa, magnífica, absolutamente brilhante e inspiradora a que ele dá acesso. Leitura recomendadíssima. Necessária. Norteadora.
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Thábata 18/08/2014

Resenha do livro: “A ESCOLA QUE EU SEMPRE SONHEI SEM IMAGINAR QUE PUDESSE EXISTIR”
O livro titulado “A escola que eu sempre sonhei sem imaginar que pudesse existir” do autor Rubens Alves fala sobre a experiência da Escola da ponte, desenvolvida em Portugal na qual conta com mais de trinta anos de existência.
O autor do livro e educador Rubens Alves ao entrar em contato com a Escola da Ponte pôde presenciar a realização de todos os seus anseios educacionais. De forma com que a Escola da Ponte apresenta uma prática pedagógica focada totalmente no aluno e em suas necessidades. Fazendo da escola um verdadeiro laboratório de novas experiências e aprendizado. Na qual a relação entre educador e educando é repensada e trabalhada de forma bilateral, ou seja, os dois lados são beneficiados.
Neste modelo escolar não existe o pensamento de “eu professor sou o detentor do saber”, mas existe sim uma relação dialógica, no qual saberes são trocados e através de experiências reais e do exercício da responsabilidade os educandos tornam-se personagens principais e com isso sentem-se motivados a aprender, participar ativamente deste processo e realizar novas descobertas.
Após o autor passar alguns dias em contato com esta escola e conversar com toda a equipe pedagógica, relatou essas experiências através de artigos publicados em jornal, artigos estes que foram reunidos neste livro e que relatam e mostram todo o encantamento do autor pelas práticas educacionais vivenciadas na Escola da Ponte.
A Escola da Ponte possui uma equipe sólida na qual atua a mais de vinte anos na escola totalizando cento e vinte e cinco alunos. Passaram por um processo de construção incessante de forma coletiva e através de um estudo bem desenvolvido e de erros, seus educadores juntamente com a comunidade criaram as bases de uma proposta pedagógica focada e comprometida com o aluno e com o desenvolvimento de sua criatividade. Partindo da ideia de que o aprendizado pode acontecer de forma prazerosa.
Assim, a Escola da Ponte não apresenta a clássica divisão de salas e aulas, não existe um único espaço partilhado por todos e desta forma a lição social é “todos partilhamos de um mesmo mundo”. Os espaços são amplos, as salas são multisseriadas e o que determina a ação pedagógica são os temas escolhidos que possibilitam o agrupamento dos alunos de acordo com seus interesses em determinados projetos. Um modelo de escola onde todos se ajudam, não existe competição e sim a cooperação.
Rubens Alves avaliando essas experiências relata que a escola da ponte não almeja que a cidadania seja um alvo a ser atingido, mas sim que a escola da ponte permita que seus alunos vivam efetivamente a cidadania.
O encanto do autor por essa experiência dá-se pelo fato de o mesmo ser um severo crítico de forma como a escola está organizada. E por isso o mesmo vê a escola da ponte como uma autêntica experiência na qual estimula a inclusão de todos os alunos, agrega valores que permite a vivência real da cidadania. E que forma o aluno considerando a sua totalidade e não apenas o fragmento como normalmente fazem as escolas que seguem modelos tradicionais.
Este livro diz respeito, portanto, a uma tentativa do autor motivar os educadores para que promovam mudanças, transformações que gerem um aprendizado mais claro, prazeroso e voltado para a vivência da cidadania, não como uma utopia, mas sim como algo real que pode e deve ser desenvolvido nas escolas.
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Vinicius 29/10/2012

Um livro "inanarrável"
Ler crônicas é uma coisa maravilhosa. O autor lhe faz ver com seus olhos. Ler crônicas do Rubem ALves é... Inanarrável ("Essa palavra não está no Aurélio", uma amiga tentou falar outra coisa e saiu isso, desde então usamos essa palavra como sinônimo de indescritível, mas por algum motivo ela tem mais impacto (talvez por sempre dar uma grande pausa, representada no texto pelas reticências)antes de a falarmos). Ele retrata a Escola da Ponte com tanta paixão que não te deixa outra opção a não ser querer conhecê-la! Sensível, e consequentemente excelente, análise da escola, mesmo tendo passado apenas um dia nela. Parabéns Rubem Alves! Você foi capaz de restaurar minha esperança no sistema educacional e de me dar forças para tentar mudar a situação atual! Por tudo isso lhe sou grato! :)
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Su 21/01/2012

RUBEM, Alves. A escola com que sempre sonhei sem imaginar que pudesse existir. 9 ed. Campinas SP: Papiros Editora, 2003,120p.

Este livro, A escola com que sempre sonhei sem imaginar que pudesse existir, relata uma visita contada pelo escritor Rubem Alves que ele próprio fez a escola da ponte em Portugal. Segundo o autor uma visita que dificilmente sairá de sua mente. A Escola surgiu do desejo de se fazer uma escola que respeitasse as diferenças individuais e tratasse os alunos com amor, Um modelo pedagógico que começa finalmente a servir de inspiração a outras escolas. Situada ao norte de Portugal, numa simpática vila que se chama “Vila das Aves”, diferente, ousada, inovadora, onde os alunos não estão distribuídos por turmas nem anos de escolaridade, não há lugares fixos ou salas de aula, todos os alunos trabalham com todos, todos os professores trabalham com todos os alunos. Onde se trabalha o educando para ter autonomia, valores como a solidariedade e responsabilidade. Com a finalidade de uma educação inclusa, trabalha com a participação e cooperação de todos, pais, alunos, educadores. Os alunos decidem o que querem aprender e quando querem ser avaliados, bem como o método de avaliação estabelecida. A cada ano, os alunos decidem democraticamente na Assembleia de Escola os direitos e deveres que consideram fundamentais para aquele ano. Onde os métodos pedagógicos são diversos como: Definição dos Direitos e Deveres, Assembléia de Escolas, Comissão de Ajuda, Debate, Caixinha dos Segredos, Caixinha dos Textos Inventados, Eu Já Sei, Eu Preciso de Ajuda...
O livro de Rubem Alves, traz uma visão diferente para se alcançar o aprendizado. Desaprendendo, retrocedendo e retratando o interior da criança, seu reflexo, assinando o que se faz. Um recomeçar a aprender com liberdade. Um livro que desperta a reflexão crítica de revolucionar o ensino por meio da extensão dos resultados de pesquisas na educação. Rubem Alves, escritor renomado, mineiro de Boa Esperança, foi pastor, teólogo, atualmente escritor de crônicas, livros infantis, descobridor de experiências fascinantes como esta “A escola com que sempre sonhei sem imaginar que pudesse existir”, desperta no leitor e em profissionais da área da educação que se sentem desmotivados com a educação atual, a quererem algo novo, inovador, criativo aos seus alunos, fazendo com que eles também sintam o mesmo, com a arte do saber. Uma experiência fantástica a vivida pelo escritor. Esta obra literária de fato é inspiradora, com vocabulário simples, indicado a leitores de todas as idades, profissionais da área da educação, aos pais. Trabalhar a coletividade, convivência democrática, cooperação, partilha, de forma divertida e sem regras estabelecidas, sistematizadas é um sonho que deveria ser de todos nós brasileiros. Só que dificilmente na minha opinião uma escola dessas tería espaço aqui em nosso pais. Faltaria apoio e confiança de muitas pessoas, autoridades, pais. O Brasil é muito tradicional em se tratando de educação, ao modelo escolar e a pedagogia aplicada nas escolas. Quem se atreveria à uma transformação tão drástica? Mas os profissionais da àrea de ensino, professores, pedagogos cabe sim ser mais criativo, participativo em suas aulas, trabalhando em conjunto com a escola , comunidade , alunos em prol de um ensino de qualidade, tornando seus alunos críticos e mais preparados para enfrentar os problemas futuros. Vivemos em um mundo onde as pessoas querem sempre mais, não se preocupando com o próximo, e não queremos que nossas crianças sigam esse exemplo de vida, queremos ensinar e aprender com elas a ser cooperativo, justo, a trabalhar em conjunto e sentir prazer em ensinar e aprender. Esse livro é uma lição à todos nós que nos preocupamos com o futuro da educação. Nota 1000.





Nome: Rubem Alves
Nascimento: 15-09-1933
Natural: Boa Esperança MG
È um psicanalista, educador, teólogo e escritor brasileiro, è autor de livros e artigos abordando temas religiosos, educacionais e existenciais, além de uma série de livros infantis. Durante sua infância, enfrentou os problemas comuns ocasionados pelas freqüentes mudanças de estados e de escolas. Tais mudanças influenciaram sua atitude de introspecção que o levou à companhia dos livros e ao apoio da religião, base de sua educação.
Presbiteriano, tornou-se pastor. Teve três filhos, e entrou numa crise de fé decorrente de um problema de saúde na família, tendo assim de abandonar o pastorado. Apóstata do cristianismo, tornou-se crítico da religião organizada. É considerado persona non grata na Igreja Presbiteriana, pelas suas posições liberais e anticlericais.
De volta ao mundo secular, tornou-se escritor e acadêmico, de onde vem sua fama.
Bacharel e Mestre em Teologia, Doutor em Filosofia (Ph.D.) pelo Seminário Teológico de Princeton (EUA) e psicanalista. Lecionou no Seminário Presbiteriano de Campinas, na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Rio Claro e na UNICAMP, onde recebeu o título de Professor Emérito. Tem um grande número de publicações, tais como crônicas, ensaios e contos, além de ser ele mesmo o tema de diversas teses, Dissertações e monografias. Muitos de seus livros foram publicados em outros idiomas, como inglês, francês, italiano, espanhol, alemão e romeno.




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Nati 30/03/2011

Muito interessante..
O que me chamou a atenção neste livro foi o fato de não existir um programa específico de ensino que é caracterizado por ser um cardápio de saberes organizados em sequência lógica. Os alunos e professores aprendem de acordo com suas limitações e que desejam sempre que os programas sejam retrógrados, pois os consideram inúteis e finalizam que programa cumprido não é programa aprendido.
É interessante ver que não há competição entre os alunos e que acabam cooperando uns com os outros, pois aquele que sabe ensina para o que não sabe e assim a Escola da Ponte vira um espaço em que todos compartilham conhecimentos.
Se levarmos para essa maneira de educar aqui no Brasil, poderíamos certamente ter um quadro totalmente diferente do que temos hoje. Criar essa parceria entre os alunos, seria fundamental para o crescimento de cidadãos participativos e conscientes.
Ler esse livro me trouxe a esperança de que toda essa realidade dura de nossas escolas, pode mudar.
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"Uma ferramenta como essa pode certamente ser usada por professores para incentivar a leitura"

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