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Agridoce

Simone O. Marques
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Susana Weiss 23/05/2012

Ao terminar a leitura de Agridoce, da Simone Marques, a vontade de ler mais de saber e tudo mais, me deixou absurdamente ansiosa. Ai comi um chocolate e passou um pouco (rs).
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A trama é muito bem elaborada e envolvente; a gente acaba se sentindo inserido e duvidando se realmente não é possível algo assim existir. Simone foi muito inteligente ao elaborar a obra e também em nos manter sempre no “pique” da leitura, pois quando ela começa a dar uma diminuída de ritmo, algo bombástico acontece e o leitor precisa ler “só mais um capítulo” para conseguir se sentir satisfeito.
...

Cada leitor acaba adquirindo carinho por um personagem diferente e a história é tão bem construída que futuramente, numa continuação, a autora pode dar a Anya o destino que quiser: fazê-la amar Rafael, Daniel, Dante, Léo (irmão de Dante) ou Alex. Acompanhar a “estranha” organização de caçadores de vampiros que, ao terem matado os vampiros que os fizeram despertar como caçadores, ainda querem matar TODOS os vampiros é a parte mais thriller do livro.
Portanto, convido a todos para comprarem sua boa barra de chocolate e curtir Agridoce, pois essa incrível experiência olfativa e gustativa vai conquistá-los do inicio ao fim e ainda vai deixar o sabor de quero mais, tão normal no chocolate.


Leia na integra no link http://ladyweiss.blogspot.com.br/2012/05/resenha-de-agridoce-po-susana-weiss.html


Pamela Chris 19/05/2012

www.pamelachris.blogspot.com
O livro é escrito em terceira pessoa, intercalando entre um personagem e outro. O que é bom, pois nos faz saber de coisas que a protagonista nem faz ideia. E talvez, justamente por causa disso, o começo é bastante confuso, já que algumas coisas acontecem paralelamente à história, e não sabemos o que fazer com aquelas informações. Felizmente essa sensação dura apenas pelas primeiras páginas, pois logo muitas coisas são explicadas e podemos relacionar um personagem e situação à outra.
As emoções são bem repassadas ao leitor, assim como os personagens. Mesmo que eles não tenham sido tão aprofundados (ainda), conseguimos odiar (sim, Rafael, falo de você) e amar (suspiro longo e profundo ao relembrar Daniel). Compreensível a proteção de uns, como o pai de Anya e o Ivan, assim como a necessidade de outros (sim, novamente o Daniel. Mas, o que eu posso fazer citando tanto ele? Me arrebatou). Nos surpreendemos, suspiramos, sorrimos e nos espantamos.
Os mistérios alcançam o leitor aos poucos, nos deixando ficar presos no livro e ávidos por mais, muito mais. O que eu quero dizer? Que eu ainda estava na metade do livro e sentindo a necessidade que a história não poderia acabar naquelas 316 páginas. Talvez não possa acabar nem em mil...
O final não deixa de nos surpreender, pondo situações novas e completamente inesperadas assim como outras desafiadoras. O que nos faz pensar “droga, agora ferrou”. Gosto de livros que terminam assim, pois é inevitável o gosto de “quero mais”.
Sobre as outras qualidades do livro... A capa é linda e as margens das páginas fabulosas, num desenho muito fofo. Infelizmente, a capa parece frágil, do tipo que permanece numa curva com pouco tempo de leitura. É claro que nada como um peso para resolver o problema. Não vi muitos erros gramaticais, o que torna a leitura mais agradável ainda.
Essa é uma história sexy, como uma temática inovadora para o mito dos vampiros e que nos arrebata da primeira página até o fim da história (que, é claro, ainda não acabou).


MODO 18/04/2012

Resenha de Lançamento - Bia Machado
Título: Agridoce
Autora: Simone O. Marques
ISBN: 978.85.65588.07-2
Capa: André Siqueira
Projeto Gráfico: Marina Avila
Revisão: Bianca Machado
Linha Literária: Romance Sobrenatural
Formato: 16 x 23 – 320 páginas
Link à venda: http://modoeditora.com.br/loja/agridoce




Sinopse:
Agridoce não é apenas mais um livro de vampiros, é uma obra repleta de aromas, sabores e sensualidade, que transcorre em ritmo viciante e irresistível, mantendo os leitores presos até a última página. Os personagens fazem parte de uma trama que envolve: Portadores de uma necessidade especial (Vampiros) que despertam para a condição determinada por uma predisposição genética (a necessidade de sangue), Escravos (doadores), pessoas que despertam fisicamente dependentes dos Portadores (doar o sangue é uma condição vital para eles) e Antagonistas (caçadores) que, assim como os outros dois elementos da trama, despertam, mas para a necessidade de eliminar o Portador, mesmo que não tenham consciência disso. São elementos de um triângulo dependente de sangue e a história do que são capazes de fazer por ele. É uma incursão pelo mundo dos vampiros que respeita o mito, mas que foge de clichês. Tudo isso temperado com muito suspense, ação e terror.

Impressões da Resenhista:

Essa é a segunda vez que leio o livro. Na primeira, há mais de um ano, antes de iniciar a leitura me peguntei: “Será mais uma história de vampiros?” Resolvi arriscar por já conhecer a escrita de Simone dos contos dela que já tinha lido. Resultado: não me arrependi, em momento algum. Comecei o livro em uma tarde chuvosa de janeiro e terminei no dia seguinte. Não sosseguei enquanto não cheguei ao final. Fiquei encantada, diante da reconstrução desse mito que atrai a tantos, feita de forma tão competente por Simone. No livro, os vampiros são, na verdade, pessoas portadoras de uma necessidade especial, a necessidade do sangue para se alimentarem, para sobreviverem, que despertam, em algum momento de sua vida, para uma situação que pode ser fatal. Como se não bastasse isso, também despertam o escravo, aquele que tem o sangue ideal para o portador se alimentar; e o caçador, o antagonista, que não descansará enquanto não eliminar o portador. É nessa estranha realidade que Anya se encontra após ceder aos encantos de um mensageiro (o responsável por despertar o portador) que cruza seu caminho de forma devastadora, fazendo sua vida se tornar mais estranha do que já era: até aquele dia, o pai a impedia de sair ao sol, afirmando que ela tinha dermatite solar severa, tentando protegê-la ao máximo. Depois desse encontro, Anya se vê desesperada para sentir novamente o cheiro agridoce e, quando isso acontece, não consegue frear seus instintos, desencadeando uma transformação total jamais imaginada.

Relendo o livro no mês passado, tive uma sensação muito boa, de poder estar em contato novamente com personagens aos quais gostei demais: Edgar, o pai protetor e dedicado; Ivan, que seria capaz de tudo para que Anya não tivesse o mesmo destino de Bete, a mãe dela; Rafael, o enigmático tutor que não consegue esconder o fascínio que a moça exerce sobre ele; Daniel, o escravo com sangue sabor de chocolate, dono de uma sensualidade que faz a jovem ficar totalmente desconcertada. E Dante, o médico promissor, desesperado com tudo o que acontece a partir do momento em que Anya cruza o seu caminho, além de Leo, irmão dele, alguém que poderíamos chamar de “cara legal”, aquele que está ali para ser o amigo de todas as horas. Viviane, a escrava de Rafael, é um exemplo de dedicação e desprendimento, alguém capaz de se doar, ainda que isso venha a lhe causar alguma mágoa. Dante, Ivan e Vivi têm lugar cativo no meu coração!

Essas personagens, além de outras igualmente interessantes, fazem com que o leitor se veja acompanhando tudo em um ritmo frenético, tantos são os acontecimentos que ocorrem após o despertar de Anya. Numa verdadeira luta do Bem contra o Mal, as personagens desvelam suas histórias, causando os mais diversos sentimentos: amor, paixão, ódio, até mesmo compaixão e simpatia.

Trecho do livro:
“O impulso foi maior do que a vergonha ou a razão e a jovem, sem dizer uma palavra sequer, passou a mão pelo belo corpo dele e encostou o nariz em sua pele... Era o aroma que a atormentava! Como em filmes a que assistira, Anya colou seu corpo ao rapaz, que a puxou para a água... O cheiro da pele dele se acentuou e o sal estava na medida certa... A sensação olfativa era maravilhosa, mas ela tinha que experimentar... Beijou-o no peito e no pescoço, sentindo o sal em sua língua... E então o mordeu, até sentir que a pele rasgava sob seus dentes...
Estava ali o sabor que tanto procurara, o doce sangue que a fizera pensar em frutas flambadas, temperado com o sal da água do mar, a perfeição... O sabor agridoce...”

Diante de tudo o que expus, nem preciso dizer que recomendo fortemente o livro de Simone O. Marques, o primeiro de uma trilogia vampiresca de tirar o fôlego!

Resenha de Bianca Machado

Garanta agora seu exemplar pelo preço promocional de pré-venda.
http://modoeditora.com.br/loja/agridoce


Literatura 15/12/2011

Sinestesia em alta
Simone é mestra e algoz, detêm a chave da masmorra que me mantém cativo, preso de forma irremediável a suas personagens. Ela tem o poder de descrever em pouquíssimas linhas tudo o que precisamos saber sobre elas e não abre mão de nos colocar a par de toda a gama sinestésica que é Agridoce (Spectrum, 378 páginas) – um título, por si só, imerso no sensorial, gustativo, impactante:

“Um aroma diferente chamou sua atenção naquela noite. Anya era uma apreciadora de aromas, tinha um olfato sensível e algo diferente mexeu com ela àquela hora. Seu sangue se agitou ao sentir uma mistura deliciosa de perfumes doces e azedos, um toque de açúcar e sal... Algumas pessoas caminhavam pela areia naquele início de noite de lua cheia, mas nenhuma delas emanava aquele perfume...”

O sobrenatural na obra de Simone O. Marques é tão perturbador que chego a pensar que nasceu com sua linguagem. O real e o imaginário, partes de um mesmo universo, siameses, inseparáveis, confundindo-se e confundindo-nos a ponto de nos fazer questionar sobre o que seja “realidade”. Não digo isso pelo enredo, pelo alto grau de criatividade, mas por sua ficção sempre tocando as bordas do real.

Veja o restante da resenha em Literatura de cabeça
http://www.literaturadecabeca.com.br/2011/11/resenha-sinestesia-em-alta.html


Renata G. S. 29/06/2011

Anya é uma garota comum, estudante de gastronomia, e que mora em Florianópolis. Só aparentemente, na verdade, ela não pode sair na luz do sol, pois tem uma doença de pele (igual sua mãe tinha), e por isso só sai a noite.
Uma noite Anya está caminhando pela praia quando sente um aroma diferente e estranho que parecia atraí-la, um aroma agridoce. Que provinha de um homem jovem e lindo que estava saindo do mar. Anya não resiste e morde seu pescoço. Depois disso só lembra de acordar no hospital, e as pessoas acharem que ela estava tentando se suicidar por afogamento.
Anya não sabe que acaba de despertar como uma “Portadora” (vampira) de uma necessidade especial, sangue. E ainda que junto á ela, em qualquer lugar, desperta um “Antagonista” (caçadores), uma pessoa com a necessidade de matar o Portador; e um “Escravo” (doador) que desperta fisicamente dependente do Portador, pois doar o sangue é uma condição vital.
Agora a vida de Anya muda totalmente... ela fica dependente de sangue, e entra em um mundo novo para ela.
Seu pai, Edgar; Ivan, antigo amigo de seu pai; Rafael, tutor dela; e Daniel, seu escravo, irão a ajudar a passar por essa situação. Além disso, um doutor que cuidou de Anya no hospital, ficou obcecado por ela e tenta á encontrar de qualquer jeito.
A primeira coisa á fazer é achar o antagonista e o eliminar. A questão é: onde ele está?... as vezes ele está mais perto do que possa imaginar...
Não é só mais um livro de vampiros, e sim um livro cheio de aromas, sabores e muito sensual.

Um livro ótimo! Li rapidinho! Ele me impediu até de dormir... ficava pensando no livro e tinha que levantar para ler o resto da história =P Impossível parar de ler ^^
Uma história bem diferente dos vampiros que conhecemos, a Simone criou um novo tipo de pessoas que bebem sangue, por isso foi bem original!
Queria falar muito mais coisas sobre este livro, mas tenho medo de colocar muito spoiler, então... é melhor deixar vocês lerem!
Agradeço á Simone que cedeu o livro, adorei ter conhecido essa saga, e a autora ^^ Que é uma das melhores, com certeza.
Agora é só esperar pela continuação, que se chama “Cítrico”.

Leia a resenha em: http://leiturasdokokoro2.blogspot.com/2011/06/resenha-agridoce-de-simone-o-marques.html


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