Will Grayson, Will Grayson

John Green...



Resenhas - Will Grayson, Will Grayson


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Sabrina Inserra 31/08/2011

Entre Páginas - Will Grayson, Will Grayson
“Oi, tudo bem? Por acaso vocês têm algum livro do John Green”? Uma frase = perdição total! Por quê? Bem, quem já teve contato com alguma obra do autor sabe que é impossível ficar em um livro só. Isso porque ele tem o dom de discutir assuntos polêmicos, profundos e até mesmo um pouco “desconfortáveis”, de uma forma que ninguém mais é capaz. Green caminha na linha tênue entre drama e comédia, sem se desvirtuar nenhuma vez. Ele é capaz de te fazer rir, chorar, suspirar… Tudo de uma só vez!

No caso de Will Grayson, Will Grayson (sim, repetido!), o autor conta ainda com um parceiro de escrita: David Levithan, que capta perfeitamente a ironia “Greeniana”. Os dois se revezam ao longo dos capítulos, assim como o Will Grayson que está contando a história (são dois!). E aí surge a pergunta: como diferenciar um personagem do outro se eles têm o mesmo nome? Simples: mudando completamente a forma de narração! Enquanto o relato do primeiro Grayson se dá na forma clássica, com diálogos entre aspas (mais comum na língua inglesa do que o travessão) e narrativa linear, a escrita para o outro Will é toda com letras minúsculas (inclusive os nomes) e repleta de diálogos em forma de MSN (até porque o personagem se comunica bastante através de mensagens instantâneas). Confesso que isso me incomodou um pouco no começo, mas como esse formato reflete tão bem a personalidade dele, acaba ficando natural depois de algum tempo.

O primeiro Will a quem somos apresentados é um garoto como qualquer outro. Tímido, sua “longa” lista de amizades se resume a um grande amigo (grande mesmo!): Tiny Cooper. Gay assumido, Tiny tem como principal objetivo no momento tirar do papel um musical escrito, dirigido e estrelado por ele, cujo tema principal é, bem, a sua própria história!

já do outro lado, temos um will greyson pouco sociável, depressivo e com um gênio bem ácido. porém, sua vida começa a mudar no dia em que ele conhece, por acaso e de uma forma bem bizarra, o o.w.g. (outro will grayson) e começa a repensar seus atos.

O livro é divertidíssimo! É impossível conter os risos durante a leitura (se você costuma ler no ônibus, prepare-se para olhares atravessados por causa das risadas)! Ele ainda não foi publicado no Brasil, mas achei o nível de inglês tranquilo para quem já está acostumado a ler nessa língua.

Resenha publicada no blog Café com Blá Blá Blá: http://cafecomblablabla.wordpress.com/2011/05/09/entre-paginas-%E2%80%93-will-grayson-will-grayson/
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Ariel 14/09/2012

My name is not Will Grayson, but I appreciate you, Tiny Cooper!
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Vania 25/04/2011

Para ler e reler!
Após terminar de ler Will Grayson, Will Grayson eu não sabia se ria, chorava ou se subia na mesa e começava a cantar alguma música de Wicked ou Grease. Porque foi assim que me senti durante toda a leitura desse livro. Os Will Graysons dessa história não têm muita coisa em comum: eles dividem o nome e a tentativa de saber quem eles realmente são, e não é isso que ser adolescente significa? Tentar descobrir-se, entender o mundo, entender a si mesmo?

Escrito de maneira irreverente (eu perdi a conta de quantas vezes bateram na minha porta pra saber qual era a piada, de tão alto que eu ria), crua e completamente honesta, Will Grayson, Will Grayson é um livro para se ter na estante, para ser lido e relido e compartilhado com o máximo de pessoas possível.

Mais Resenhas: http://poressaspaginas.wordpress.com/
Ugery Abner 01/05/2012minha estante
Hey, moça, adorei sua resenha! XD Dá mesmo mó vontade de assistir The Rocky Horror Picture Show ou de sair dançando na cozinha. LOL! Tiny Cooper é uma figura malignamente hilária. Achei que meu diafragma ia estourar, de tanto rir, sério. Queria mais livros YA tão bons assim. y.y'




Amandha 12/01/2011

Uma pequena admissão. Eu só gostei de metade do livro. A parte do John é claro. Na verdade, o Will do John. O David é um excelente autor, não me entendam mal, o problema foi o Will dele. Esse Will era gay, mas não era nem isso. Ele só era depressivo DEMAIS. Ele só queria fugir, escapar da vida dele. Em relação ao Will do John, eu amei ele. Na verdade amei toda a história relacionada à ele, a Jane, e o Tiny Cooper! Tão extravagante, oh my. Mas quando as histórias se misturam, bom, daí fica inteiramente bom.

“Não faço idéia do porque alguém se tornaria professor. Eu quero dizer, você tem que passar o dia com um grupo de jovens que te odeia ou te bajula para conseguir boas notas. Isso deve saturar depois de um tempo, estar cercado de pessoas que nunca gostarão de você por alguma reazão verdadeira.”

+ livros e resenhas aqui:
www.shelfjunkies.tumblr.com
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Gabs 16/11/2013

Will Grayson, Will Grayson [Resenha]

Resenha postada no blog Equalize da Leitura.

Como tem sido costume nos últimos livros que tenho lido, eu não sabia o que esperar dessa história. A sinopse não é muito reveladora e eu comecei a ler ainda muito no escuro.

O Will Grayson escrito pelo John Green, o dos capítulos de número ímpar, é um rapaz que não consegui traçar um perfil na realidade, ele é quieto e procura ser o mais invisível possível, embora seja uma tarefa difícil tendo um amigo tão espalhafatoso como Tiny Cooper.

O will grayson – e ele é descrito assim em letra minúscula no livro, o que de fato tem muito a ver com sua história – escrito por David Levithan, o dos capítulos de número par, foi meu favorito – o que me surpreendeu, amando tanto o John Green como amo – e ele é um adolescente que sofre de depressão, sendo a única coisa que o trazia felicidade a sua relação com Isaac, alguém que conheceu pela internet e com quem mantinha contato diário. O encontro dos dois Wills se dá quando o will resolve ter seu primeiro encontro com Isaac e Will decide ir a um show com os amigos e acaba sendo barrado na entrada: nada do que esperavam acontece e trombando um no outro de maneira inusitada.

Eu não sei se o que direi a seguir pode ser considerado spoiller, mas eu preciso dizer mesmo assim porque foi algo que me chamou muito atenção, considerando a premissa da história. Eu descobri há pouco tempo a minha paixão por livros de romance gay e lendo a sinopse deste livro, pensei que o relacionamento central do livro seria entre os Wills. Pois bem, não é. A verdade é que os Wills não tem um relacionamento, mas sim é como se tivessem sido um amuleto do destino um para o outro: depois que se encontram, as vidas deles dão uma guinada. Mas o contato direto entre os dois é bem restrito.


"Eu não entendo realmente a relevância de chorar. E também, eu sinto que chorar é quase – com exceção de mortes de parentes ou algo do tipo – totalmente evitável se você seguir duas regras simples: 1. Não se importar muito. 2. Calar a boca."


Eu gostei do livro, este foi o 4° livro do John Green que li e acredito que, até quando não amo o livro como todo mundo, eu sempre tenho uma experiência incrível: as histórias dele para mim são singulares, ainda que algumas digam que os personagens dele são muito parecidos – e tirando o Gus de A Culpa é das Estrelas, eu realmente entendo o ponto.

O Will do John tinha um sério problema para se abrir com as pessoas e se aproximar delas, boa parte do livro trata de seus sentimentos por Jane, de quem em um momento ele gosta e no outro simplesmente não acha que vale a pena todo o estresse que um namoro causa. É engraçado, na verdade, porque consegui compreender a sua confusão de pensamentos e me peguei refletindo como sou parecida com ele nesse sentido, e questionando até onde essa postura é eficiente. Ele e Jane são fofos de um jeito bem estranho, sendo ela uma sabe-tudo um tanto arrogante que por alguma razão entendia exatamente quem ele era e gostava dele por isso.


"Namorar você seria como uma série de canais dentários desnecessários entremeados com ocasionais sessões de amasso."

"Ela beijava como um suave devorar, e eu não sabia onde toca-la porque queria tudo dela. Queria tocar seus joelhos e quadris e estômago e costas e tudo, mas estávamos presos em todas aquelas camadas de roupas, então éramos apenas dois marshmallows roçando um contra o outro, e ela sorri para mim no meio do beijo porque também sabia como aquilo estava ridículo."


Este foi o 1° livro do David Levithan que li e com certeza não será o último: gostei muito da escrita dele, como já disse, o seu will foi mais interessante para mim porque eu me identifiquei com seus pensamentos – e tratando-se de um personagem depressivo, suponho que isso deva me preocupar – e eu gostei muito da pessoa dele, dos seus comentários sarcásticos e humor negro. De fato, eu ri muito, mas muito mesmo com esse livro. Parece que apenas esse tipo de humor me faz rolar na cama de tanto gargalhar. E uma curiosidade que talvez alguém possa sanar: como eu leio os livros em inglês, desconheço a edição traduzida, e este é um livro que traz muitas tiradas engraçadas brincando com as palavras do idioma inglês e satirizando alguns termos, fiquei interessada em saber como eles traduziriam estas tiradas: visto que, é basicamente impossível manter o humor, considerando que os idiomas possuem palavras bem diferentes.

Quem já leu algumas coisas a respeito do livro, talvez já deva saber: este will é gay, e embora não haja partes que possam ser ofensivas para quem não gosta da temática homossexual – ao menos não ao meu ver -, quem é totalmente irredutível a respeito do assunto talvez devesse repensar a ideia de ler esse livro. Tem cenas românticas gays? Sim, tem, mas em minha opinião elas não são tão descritivas, apenas algo do tipo ‘Eles se beijaram’. E assim, eu sou suspeita para falar porque gosto do gênero, mas foi a primeira vez que li – ainda que bem superficialmente – sobre romance gay YA, e achei muito fofo: uma ternura que só cabe quando se é jovem.


"Eu dando conselhos amorosos a minha mãe é como um peixe aconselhando uma lesma a como voar."

"Eu estou mais atrasado do que a menstruação de uma garota grávida."


Uma presença muito importante no livro: Tiny Cooper. Tiny é o melhor amigo do Will, mas ele vai protagonizar um espaço muito grande nas vidas dos dois Wills. Ouso dizer até que, as relações centrais no livro são: Tiny-Will e Tiny-will. Não direi por que nem como, isso seria realmente estragar um ponto importante. Tiny é um rapaz grande – literalmente -, gay assumido, e completamente extrovertido. Beira o exibicionismo, na verdade, mas esconde o desejo que tem de ser valorizado pelo que é e pelo o que tenta fazer como contribuição à humanidade. Tem a ideia de elaborar uma peça de teatro falando sobre a história de sua vida, os percalços da ideia até a apresentação da peça são mostradas durante o livro. Eu tenho um sentimento contraditório em relação ao Tiny: eu não gosto do comportamento dele com o Will, mas absolutamente amo a atitude dele com o will. Então o resultado é 50% de aprovação.


"Você sabe qual é uma ótima metáfora para ‘amor’? A bela adormecida. Porque você tem que atravessar espinhos incrivelmente grandes para conseguir alcançar à beleza, e ainda assim, quando você chega lá, ainda precisa acorda-la."


O livro foi bacana, mas não extraordinário. A história do Will foi de certo modo fraca para mim, e mesmo a história do will, o meu personagem favorito do livro, me pareceu que não foi exatamente concluída – eu adoraria ler mais sobre ele. Mas eu realmente, realmente, realmente adorei o final: sério mesmo, foi emocionante! Quem leu, deve saber por que digo isso. Refiro-me à cena final, não necessariamente o final da história – como eu disse, senti que ficou faltando algo. Para quem gosta do John Green, ou ama como eu, eu recomendo porque eu cheguei à conclusão de que até quando o livro dele é mais ou menos é maravilhoso – e não, eu não tenho uma explicação lógica para isso. E também indico pelo David Levithan, para quem quer conhecer um novo autor que me pareceu ter um grande potencial: principalmente se você, como eu, também gosta do gênero LGBT, o autor tem bastantes livros nessa categoria, e acredito que também tenha escrito livros de romance heterossexual.

Fora que, é dispensável comentar as reflexões apresentadas no livro. Ai, ai, sério, um dia, quem sabe, eu terei o talento de saber usar as palavras desse jeito. Enquanto este dia não chega, eu vou me aconchegar em um canto com um desses ótimos exemplos de talento e aproveitar.

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Gabriela 23/06/2013

Resenha Will Grayson, Will Grayson no blog
Por algum motivo eu não consigo postar a resenha completa aqui, e isso me irritou profundamente ao ponto de eu DECIDIR que postaria, de qualquer maneira. Então vou deixar o link direto para a resenha, caso interesse alguém.

http://www.maisumcapitulo.com/2013/02/resenha-will-grayson-will-grayson.html

Obrigada. (HA, CONSEGUI)
Augusto 01/03/2014minha estante
Adorei a sua resenha, e o seu blog, no geral. Ganhou um fã =)




Pablo 23/04/2014

Will & Will foi uma história diferente de tudo que já li, é algo inovador e engraçado, te prende completamente do começo ao fim, tanto que eu li em apenas um dia

O final foi realmente incrivel e a diferença dos Will faz com que vc tenha um preferido

Vc se sente o personagem e as descrições dos lugares e personagens são fáceis de entender, nada que seja muito complexo

Merece muito mais que 5 estrelas
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Felipe 19/03/2014

Uma parceria interessante. Sendo ambos autores de sucesso na área adolescente, constroem situações bastante rotineiras (ou não). O desenvolvimento em si, é convincente. Confesso ter achado o livro um tanto monótono no início, mas a estória toma um rumo interessante, e acabei me vendo capturado pelos personagens, principalmente pelo Will do Levithan. É um livro divertido.
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Marezinha 10/11/2012

Eu estava prestes a dar 2 ou 3 estrelas. Não é o melhor livro do John Green e não li nada além de Every day do David Levithan, então, não tenho como opinar muito... Acontece que o capítulo final me encantou!

O livro não tem muita história, não existem grandes reviravoltas e pela primeira vez John Green não me arrancou lágrimas. Ironicamente, foi Levithan que acabou fazendo isso comigo. E fico grata por isso.

Os melhores personagens são do Green, mas o desfecho do Will Grayson de Levithan foi simplesmente perfeito.

Porque meu nome não é Will Grayson, mas eu amo você, Tiny Cooper!
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Lola 17/05/2014

Parabéns para você, caso não seja ignorante...
Na metade do livro. Para pessoas que acham que são super criativas e se acham reis da leitura e da inovação, mas não conseguem admitir que são tolas quando o assunto é a imaginação de quem vive no mesmo mundo que você: não é o tipo de livro para você. É complicado... Se queixam de dúvidas que podem ser esclarecidas apenas lendo a sinopse (que tem apenas cinco linhas e meia) e reclamam dizendo que foi falta de noção do autor. Sugiro que reveja o que é "legal" para você. O tanto de literatura que há, sem pontuação, sem regras de estética na escrita... Só posso dizer que estão perdendo muito. Se querem fazer alguma crítica, é bom focar na história, em seu conteúdo, e não no modo como o autor achou para expressar um personagem que ele mesmo criou com sua própria imaginação. Adoro vocês
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Vitor 05/10/2013

Emocionante e hilário
Melhor que A culpa é das estrelas? Sim, bem melhor.

A colaboração entre John Green e David Levithan para esse livro foi excelente. Somos apresentados a dois personagens diferentes, porém com o mesmo nome. Um encontro entre dois Will Graysons que mudará suas vidas.

Cada escritor criou um Will, e confesso que me identifiquei mais com o Will de Levithan, pensando que ocorreria isso com o de John.
Will Grayson (de John Green) é um jovem inteligente, tímido e que segue algumas regras para não se meter em nada constrangedor. Ele, infelizmente, não apresenta nada de tão inovador ou diferente. É aquele mesmo adolescente de YA que já estamos acostumados.
will grayson de Levithan já é mais único. É um adolescente homossexual, depressivo e não possui muitos amigos. E muitas de suas reclamações se devem ao fato de julgar que nada de bom aconteça em sua vida. Exceto, talvez, Isaac, seu namorado virtual.

E a história dos dois se entrelaçarão quando will parte para um encontro com Isaac. E muitas das mudanças que acontecerão são devido a presença de Tiny Cooper que, parafraseando o que Will(J.G) disse, é um adolescente gay muito grande e um adolescente grande que é muito, muito gay.

John Green, como sempre, me agradou com sua escrita e David Levithan não ficou para trás. Os diálogos são repletos de boas sacadas e sagacidade de ambos escritores, que fizeram ótimos personagens. Destaque especial para Tiny. É impossível não rir com esse cara. E a história acaba que gira em torno dele e do musical que escreve (baseado em sua vida), e todo esse processo desencadeia momentos e emoções diferentes na trajetória de cada Will.

Além de bem-humorado, o livro obtém um ar mais triste (perto já do final) se tornando, posteriormente, bastante emocionante.

Além de uma ótima fonte de diversão, ''Will Grayson, Will Grayson'' é repleto de passagens e diálogos interessantes e os autores me proporcionaram diversos momentos de reflexão. Indicadíssimo para quem é fã do John Green e uma motivação para conhecer mais o trabalho de Levithan!
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Marina 10/01/2014

Wills, I will always love your story
Você já conheceu alguém que tivesse o mesmo nome que o seu, ou ao menos muito parecido( e me refiro a ele completo - nome e sobrenome)?E por acaso essa experiência foi tão inesquecível, que você começou a imaginar outras pessoas passando por uma situação semelhante? Bom, acontece que David Levithan não só se perguntou, ou imaginou. Ele resolveu botar no papel,e para isso chamou um dos meus autores prediletos: John Green.E é a parir desta união que nasce nossos Wills Grayson,suas histórias, e um lindo e engraçadíssimo livro.

Como qualquer adolescente, cada Will tem seus respectivos problemas para se enquadrarem no mundo, e principalmente amorosos. Um é todo tímido, o outro tem problemas de depressão; um tem dificuldades de entender seus sentimentos por uma garota, o outro tem dificuldades de dizer a uma garota que não joga no seu time... enfim, a princípio a única coisa que possuem em comum é aquilo que todos já sabemos: o nome.

Até que em um daqueles belos dias de mer*a, que você faria de tudo para que ele fosse apagado,e reescrito de uma maneira totalmente diferente, o inacreditável acontece. Duas pessoas completamente diferentes, que vivem em cidades diferentes se encontram por motivos diferentes em uma sex shop, e acabam mudando completamente a vida de cada um.

SUPER MEGA RECOMENDO :D
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Nicole 25/06/2014

Simplesmente, um dos melhores livros que eu já li!
Primeiramente eu comprei esse livro em inglês, porque vi algumas resenhas e parecia um livrinho engraçado e divertido para ser minha primeira leitura em inglês. Fiquei tão apegada na história, que li ele em um pouco mais de 24 horas, só parando pra dormir, e comer.
Conta a história de dois meninos que tem o nome em comum - Will Grayson - porém tem vidas bem diferentes. Em um ponto da história a vida deles se cruza, e tudo começa a tomar um rumo diferente. Cada um dos Will Graysons é escrito por um dos autores, o dos capítulos ímpares tem a escrita correta, com letras maísculas e minúsculas é escrito pelo John Green. Já os capítulos pares escritos pelo David Levithan, tem uma escrita bem mais informal, e com todas as letras minúsculas. Porém, isso tudo é só estética. O livro me impressionou muito, me deixou presa querendo saber o que iria acontecer. Tem vários pontos engraçados, e algumas piadas que não sei como ficaram na tradução, porque pra mim parece que só fazem sentido em inglês. O livro também traz algumas reflexões, e aqui vou colocar a minha quote preferida do livro:
"When you date someone, you have the markers along the way, right: You kiss, you have The Talk, you say the Three Little Words, you sit on a swing set and break up. You can plot the points on a graph. And you check up with each other along the way: Can I do this? If I say this, will you say it back?
But with friendship, there's nothing like that. Being in a relationship, that's something you choose. Being friends, that's just something you are."
Super recomendo esse livro, simplesmente AMEI.
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Luana_Corazza 02/04/2014

Um livro que me fez chorar de alegria, mil estrelas. Nos ensina que nunca, NUNCA, devemos desistir.

Tiny é tão, tão ele mesmo, ele sabe o que quer, e mesmo o livro se chamando "Will & Will", Tiny com certeza é o protagonista, praticamente tudo gira em torno dele.

Foi bem legal os autores darem um jeito de diferenciar um Will do outro, mas, ainda não qual autor é quem, realmente gostei mais do Will que escreve errado! Ele tem uma personalidade forte, diferente do outro Will (que eu penso ser do John Green), esse Will com a personalidade forte, lembra bem os personagens de David Levithan.
O livro é ótimo! Merece cada uma das 5 estrelas!
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amandorinha 07/12/2012

Um ótimo livro, o meu favorito até agora. As histórias dos dois garotos se cruzam em um momento que eles precisam e muda tudo. Cheio de palavras verdadeiras sobre o amor, nada idealizado. E Tiny Cooper (que de "tiny" não tem nada) rouba a cena o tempo todo e se torna muitas vezes o personagem principal.
Vale a pena ler!
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