Will & Will

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Resenhas - Will Grayson, Will Grayson


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Sabrina Inserra 31/08/2011

Entre Páginas - Will Grayson, Will Grayson
“Oi, tudo bem? Por acaso vocês têm algum livro do John Green”? Uma frase = perdição total! Por quê? Bem, quem já teve contato com alguma obra do autor sabe que é impossível ficar em um livro só. Isso porque ele tem o dom de discutir assuntos polêmicos, profundos e até mesmo um pouco “desconfortáveis”, de uma forma que ninguém mais é capaz. Green caminha na linha tênue entre drama e comédia, sem se desvirtuar nenhuma vez. Ele é capaz de te fazer rir, chorar, suspirar… Tudo de uma só vez!

No caso de Will Grayson, Will Grayson (sim, repetido!), o autor conta ainda com um parceiro de escrita: David Levithan, que capta perfeitamente a ironia “Greeniana”. Os dois se revezam ao longo dos capítulos, assim como o Will Grayson que está contando a história (são dois!). E aí surge a pergunta: como diferenciar um personagem do outro se eles têm o mesmo nome? Simples: mudando completamente a forma de narração! Enquanto o relato do primeiro Grayson se dá na forma clássica, com diálogos entre aspas (mais comum na língua inglesa do que o travessão) e narrativa linear, a escrita para o outro Will é toda com letras minúsculas (inclusive os nomes) e repleta de diálogos em forma de MSN (até porque o personagem se comunica bastante através de mensagens instantâneas). Confesso que isso me incomodou um pouco no começo, mas como esse formato reflete tão bem a personalidade dele, acaba ficando natural depois de algum tempo.

O primeiro Will a quem somos apresentados é um garoto como qualquer outro. Tímido, sua “longa” lista de amizades se resume a um grande amigo (grande mesmo!): Tiny Cooper. Gay assumido, Tiny tem como principal objetivo no momento tirar do papel um musical escrito, dirigido e estrelado por ele, cujo tema principal é, bem, a sua própria história!

já do outro lado, temos um will greyson pouco sociável, depressivo e com um gênio bem ácido. porém, sua vida começa a mudar no dia em que ele conhece, por acaso e de uma forma bem bizarra, o o.w.g. (outro will grayson) e começa a repensar seus atos.

O livro é divertidíssimo! É impossível conter os risos durante a leitura (se você costuma ler no ônibus, prepare-se para olhares atravessados por causa das risadas)! Ele ainda não foi publicado no Brasil, mas achei o nível de inglês tranquilo para quem já está acostumado a ler nessa língua.

Resenha publicada no blog Café com Blá Blá Blá: http://cafecomblablabla.wordpress.com/2011/05/09/entre-paginas-%E2%80%93-will-grayson-will-grayson/
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Ariel 14/09/2012

My name is not Will Grayson, but I appreciate you, Tiny Cooper!
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Vania 25/04/2011

Para ler e reler!
Após terminar de ler Will Grayson, Will Grayson eu não sabia se ria, chorava ou se subia na mesa e começava a cantar alguma música de Wicked ou Grease. Porque foi assim que me senti durante toda a leitura desse livro. Os Will Graysons dessa história não têm muita coisa em comum: eles dividem o nome e a tentativa de saber quem eles realmente são, e não é isso que ser adolescente significa? Tentar descobrir-se, entender o mundo, entender a si mesmo?

Escrito de maneira irreverente (eu perdi a conta de quantas vezes bateram na minha porta pra saber qual era a piada, de tão alto que eu ria), crua e completamente honesta, Will Grayson, Will Grayson é um livro para se ter na estante, para ser lido e relido e compartilhado com o máximo de pessoas possível.

Mais Resenhas: http://poressaspaginas.wordpress.com/
Ugery Abner 01/05/2012minha estante
Hey, moça, adorei sua resenha! XD Dá mesmo mó vontade de assistir The Rocky Horror Picture Show ou de sair dançando na cozinha. LOL! Tiny Cooper é uma figura malignamente hilária. Achei que meu diafragma ia estourar, de tanto rir, sério. Queria mais livros YA tão bons assim. y.y'




Marcos 06/05/2015

Resenha - Will & Will - Um nome, um destino
Will Grayson e Will Grayson são dois adolescente que dividem o mesmo nome. Mesmo aparentemente não possuindo nada em comum, os dois estão passando por problemas pessoais que variam entre amizade escolar, amor incompreendido e conflitos familiares.

Tudo parece ruim, até se encontrarem numa noite em uma improvável esquina de Chicago, mudando completamente suas vidas.

David Levithan ficou responsável por escrever as partes do Will Grayson homossexual e John Green ficou, portanto, responsável pelo Will Grayson heterossexual. Amo o modo como o David escreve, mas me identifiquei muito mais com a forma do Will heterossexual de ver as coisas, as suas regras pessoais, seu modo de pensar sobre amizade e de como elas foram narradas perfeitamente pelo John Green. srry David =x

A forma usada para narrar a história é naquele conhecido esquema de intercalação de personagens: um capítulo de cada, começando pelo Will heterossexual e terminando com o Will homossexual. Odeio só poder diferenciá-los pela opção sexual. O nome do meio deles são diferentes, mas não é contado em momento nenhum do livro, fico me perguntando se isso tem uma intenção mais séria ou se é só pelo divertimento dos autores.

Apesar de ter incontáveis relacionamentos de amor no livro, para mim essa foi uma história sobre amizade. O essencial foi poder acompanhar como os personagens ficaram diferentes e mais maduros conforme foram passando pelas dificuldades e ganhando experiência com elas. Como é importante ser esclarecido com tudo aquilo que você ama, mesmo tento todos os motivos para estar errado. Como eles aceitaram o fato de não possuírem amizades perfeitas, mas sim as amizades necessárias,que nem sempre o que você precisa é o que você quer.

Não dá para deixar de comentar sobre Tiny Cooper, por mais que não seja meu personagem favorito, não tem como negar que seja o personagem mais importante, talvez até mesmo o principal dessa história. Seus dramas e sua personalidade trazem a quantidade de comédia e humor certa que o livro precisa, junto com os outros personagens. O livro todo é vendido com o foco no encontro dos dois Will, mas é incrível como a relação entre os dois é o que menos importa.

O livro teve duas edições em português, achei a capa da primeira edição mais bonita que a segunda, infelizmente as livrarias não estão mais recebendo a primeira edição. O livro em inglês também tem várias capas, todas são muito lindas.

Esse, definitivamente, é o melhor livro do David que li até agora e provavelmente o melhor que vou ler do John Green. Vai ser difícil ganhar desse.

Gostei da história, gostei dos personagens, gostei das pérolas de sabedoria. Amei que tenha sido escrita.

site: http://nuncadesnorteados.blogspot.com.br/2015/05/resenha-will-will-um-nome-um-destino.html#more
Danilo 14/05/2015minha estante
Não gostei desse livro...


Thila 16/05/2015minha estante
Gosto muito desse livro!! Tiny Cooper




Amandha 12/01/2011

Uma pequena admissão. Eu só gostei de metade do livro. A parte do John é claro. Na verdade, o Will do John. O David é um excelente autor, não me entendam mal, o problema foi o Will dele. Esse Will era gay, mas não era nem isso. Ele só era depressivo DEMAIS. Ele só queria fugir, escapar da vida dele. Em relação ao Will do John, eu amei ele. Na verdade amei toda a história relacionada à ele, a Jane, e o Tiny Cooper! Tão extravagante, oh my. Mas quando as histórias se misturam, bom, daí fica inteiramente bom.

“Não faço idéia do porque alguém se tornaria professor. Eu quero dizer, você tem que passar o dia com um grupo de jovens que te odeia ou te bajula para conseguir boas notas. Isso deve saturar depois de um tempo, estar cercado de pessoas que nunca gostarão de você por alguma reazão verdadeira.”

+ livros e resenhas aqui:
www.shelfjunkies.tumblr.com
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Gabs 16/11/2013

Will Grayson, Will Grayson [Resenha]

Resenha postada no blog Equalize da Leitura.

Como tem sido costume nos últimos livros que tenho lido, eu não sabia o que esperar dessa história. A sinopse não é muito reveladora e eu comecei a ler ainda muito no escuro.

O Will Grayson escrito pelo John Green, o dos capítulos de número ímpar, é um rapaz que não consegui traçar um perfil na realidade, ele é quieto e procura ser o mais invisível possível, embora seja uma tarefa difícil tendo um amigo tão espalhafatoso como Tiny Cooper.

O will grayson – e ele é descrito assim em letra minúscula no livro, o que de fato tem muito a ver com sua história – escrito por David Levithan, o dos capítulos de número par, foi meu favorito – o que me surpreendeu, amando tanto o John Green como amo – e ele é um adolescente que sofre de depressão, sendo a única coisa que o trazia felicidade a sua relação com Isaac, alguém que conheceu pela internet e com quem mantinha contato diário. O encontro dos dois Wills se dá quando o will resolve ter seu primeiro encontro com Isaac e Will decide ir a um show com os amigos e acaba sendo barrado na entrada: nada do que esperavam acontece e trombando um no outro de maneira inusitada.

Eu não sei se o que direi a seguir pode ser considerado spoiller, mas eu preciso dizer mesmo assim porque foi algo que me chamou muito atenção, considerando a premissa da história. Eu descobri há pouco tempo a minha paixão por livros de romance gay e lendo a sinopse deste livro, pensei que o relacionamento central do livro seria entre os Wills. Pois bem, não é. A verdade é que os Wills não tem um relacionamento, mas sim é como se tivessem sido um amuleto do destino um para o outro: depois que se encontram, as vidas deles dão uma guinada. Mas o contato direto entre os dois é bem restrito.


"Eu não entendo realmente a relevância de chorar. E também, eu sinto que chorar é quase – com exceção de mortes de parentes ou algo do tipo – totalmente evitável se você seguir duas regras simples: 1. Não se importar muito. 2. Calar a boca."


Eu gostei do livro, este foi o 4° livro do John Green que li e acredito que, até quando não amo o livro como todo mundo, eu sempre tenho uma experiência incrível: as histórias dele para mim são singulares, ainda que algumas digam que os personagens dele são muito parecidos – e tirando o Gus de A Culpa é das Estrelas, eu realmente entendo o ponto.

O Will do John tinha um sério problema para se abrir com as pessoas e se aproximar delas, boa parte do livro trata de seus sentimentos por Jane, de quem em um momento ele gosta e no outro simplesmente não acha que vale a pena todo o estresse que um namoro causa. É engraçado, na verdade, porque consegui compreender a sua confusão de pensamentos e me peguei refletindo como sou parecida com ele nesse sentido, e questionando até onde essa postura é eficiente. Ele e Jane são fofos de um jeito bem estranho, sendo ela uma sabe-tudo um tanto arrogante que por alguma razão entendia exatamente quem ele era e gostava dele por isso.


"Namorar você seria como uma série de canais dentários desnecessários entremeados com ocasionais sessões de amasso."

"Ela beijava como um suave devorar, e eu não sabia onde toca-la porque queria tudo dela. Queria tocar seus joelhos e quadris e estômago e costas e tudo, mas estávamos presos em todas aquelas camadas de roupas, então éramos apenas dois marshmallows roçando um contra o outro, e ela sorri para mim no meio do beijo porque também sabia como aquilo estava ridículo."


Este foi o 1° livro do David Levithan que li e com certeza não será o último: gostei muito da escrita dele, como já disse, o seu will foi mais interessante para mim porque eu me identifiquei com seus pensamentos – e tratando-se de um personagem depressivo, suponho que isso deva me preocupar – e eu gostei muito da pessoa dele, dos seus comentários sarcásticos e humor negro. De fato, eu ri muito, mas muito mesmo com esse livro. Parece que apenas esse tipo de humor me faz rolar na cama de tanto gargalhar. E uma curiosidade que talvez alguém possa sanar: como eu leio os livros em inglês, desconheço a edição traduzida, e este é um livro que traz muitas tiradas engraçadas brincando com as palavras do idioma inglês e satirizando alguns termos, fiquei interessada em saber como eles traduziriam estas tiradas: visto que, é basicamente impossível manter o humor, considerando que os idiomas possuem palavras bem diferentes.

Quem já leu algumas coisas a respeito do livro, talvez já deva saber: este will é gay, e embora não haja partes que possam ser ofensivas para quem não gosta da temática homossexual – ao menos não ao meu ver -, quem é totalmente irredutível a respeito do assunto talvez devesse repensar a ideia de ler esse livro. Tem cenas românticas gays? Sim, tem, mas em minha opinião elas não são tão descritivas, apenas algo do tipo ‘Eles se beijaram’. E assim, eu sou suspeita para falar porque gosto do gênero, mas foi a primeira vez que li – ainda que bem superficialmente – sobre romance gay YA, e achei muito fofo: uma ternura que só cabe quando se é jovem.


"Eu dando conselhos amorosos a minha mãe é como um peixe aconselhando uma lesma a como voar."

"Eu estou mais atrasado do que a menstruação de uma garota grávida."


Uma presença muito importante no livro: Tiny Cooper. Tiny é o melhor amigo do Will, mas ele vai protagonizar um espaço muito grande nas vidas dos dois Wills. Ouso dizer até que, as relações centrais no livro são: Tiny-Will e Tiny-will. Não direi por que nem como, isso seria realmente estragar um ponto importante. Tiny é um rapaz grande – literalmente -, gay assumido, e completamente extrovertido. Beira o exibicionismo, na verdade, mas esconde o desejo que tem de ser valorizado pelo que é e pelo o que tenta fazer como contribuição à humanidade. Tem a ideia de elaborar uma peça de teatro falando sobre a história de sua vida, os percalços da ideia até a apresentação da peça são mostradas durante o livro. Eu tenho um sentimento contraditório em relação ao Tiny: eu não gosto do comportamento dele com o Will, mas absolutamente amo a atitude dele com o will. Então o resultado é 50% de aprovação.


"Você sabe qual é uma ótima metáfora para ‘amor’? A bela adormecida. Porque você tem que atravessar espinhos incrivelmente grandes para conseguir alcançar à beleza, e ainda assim, quando você chega lá, ainda precisa acorda-la."


O livro foi bacana, mas não extraordinário. A história do Will foi de certo modo fraca para mim, e mesmo a história do will, o meu personagem favorito do livro, me pareceu que não foi exatamente concluída – eu adoraria ler mais sobre ele. Mas eu realmente, realmente, realmente adorei o final: sério mesmo, foi emocionante! Quem leu, deve saber por que digo isso. Refiro-me à cena final, não necessariamente o final da história – como eu disse, senti que ficou faltando algo. Para quem gosta do John Green, ou ama como eu, eu recomendo porque eu cheguei à conclusão de que até quando o livro dele é mais ou menos é maravilhoso – e não, eu não tenho uma explicação lógica para isso. E também indico pelo David Levithan, para quem quer conhecer um novo autor que me pareceu ter um grande potencial: principalmente se você, como eu, também gosta do gênero LGBT, o autor tem bastantes livros nessa categoria, e acredito que também tenha escrito livros de romance heterossexual.

Fora que, é dispensável comentar as reflexões apresentadas no livro. Ai, ai, sério, um dia, quem sabe, eu terei o talento de saber usar as palavras desse jeito. Enquanto este dia não chega, eu vou me aconchegar em um canto com um desses ótimos exemplos de talento e aproveitar.

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Princess Alien 19/03/2015

Fabuloso!
Um livro perfeito, abordando temas muito imortantes, como a depressão e a homosexualidade, a amizade duradora e problemas da adolescencia, com uma final surpreendente. O mundo precisa ler!
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Feh 03/05/2015

10/10
Acho que eu nunca ri tanto de um livro como ri desse, não conseguo nem lembrar o numero de vezes que minha mãe me chamou a atenção por estar rindo alto demais, eu comprei o Will e Will depois que um amigo meu comprou e descobriu que era um romance Queer e Eu sei pouco sobre o gênero mas acho que é basicamente um gênero que trata sobre amor homossexual ( Sinta se livre pra me corrigir se eu estiver errada ), então eu fiquei bem interessada no livro, e outro motivo que me levou a ler foi porque um dos autores era o John Green e eu estava afim de ler algum livro dele já que sempre ouvi minha amigas dizerem que ele era um ótimo escritor ( e elas estavam certas ) sem contar também que a capa do livro é um azul lindo ♥.

O livro fala sobre dois garotos que tem o mesmo nome Will Grayson e Will Grayson e é só isso que une eles dois já que os dois são totalmente opostos, o livro é narrado em primeira pessoa e os capitulos são alternados entre os dois Wills, (eu vou me referir a eles como o Will-hétero e o Will-gay), os dois se conhecem de uma forma não muito convencional nada convencional na verdade , o Will-Hétero é barrado em um balada e o Will-gay tem o seu coração quebrado e então, eles acabam se encontrando em uma sex shop super normal . O livro foi tão bom que eu terminei ele em piscar de olhos,e mesmo o livro falando sobre um assunto tão polemico ele tem uma escrita contagiante que não dá pra parar ler. No começo eu achei que as partes do Will-gay eram escritas pelo o David Levithan e as partes do Will-hétero escritas pelo Johh Green já que pelo o que minha amigas falaram ele se encaixava nesse tipo de narração e também pelo jeito que ele fala nos videos que eu vi, mas é exatamente o contrario e eu achei o John bem incrível por isso, Já que ele é tão bom a ponto de se envolver tanto com o personagem que ele escreve que nem os próprios leitores dele o reconhecem por de trás das palavras.

Os personagens

Esse livro tem os melhores personagens do mundo,alguns você ama outros você odeia e um deles é Tiny Cooper um cara grande que é muito,muito gay e é o melhor amigo do Will-hétero,esse personagem em questão eu não sei bem o que sinto por ele as vezes eu amo ele e seu jeito ”diva” e as vezes eu odeio ele por ser o tipo de pessoa convencida que não liga pros outros, bem Tiny vive arrumando namorados e terminando namoros e o Will-Hétero se sente “escurecido” por tiny já que ele esta sempre roubando a cena, o Will-hétero é um cara que tenta ao máximo seguir suas duas regras de vivencia 1- não se importar com nada e 2- manter a boca fechada.

“…você pode escolher a dedo seus amigos e pode meter o dedo no próprio nariz, mas não pode meter o dedo no nariz do seu amigo.” – pág 9.”

Já o outro Will é um garoto gay ainda não assumido que sofre com a sua depressão, o abandono do pai e o fato de não conseguir contar pra sua mãe que é gay, ele espera pelo momento certo de matar todos ou morrer ou os dois ele tem como ”Melhor amiga” uma garota chamada Maura e ele até gosta da companhia dela já que Wiil-gay pode falar palavrão o quanto quiser e conversar sobre quantas pessoas ele quer matar, mas pra o Will-gay é so isso e nada mais, e digamos que a maura não se sente bem assim… e assim ela acaba magoando ele de um jeito que me faz sentir uma raiva tão grande que eu gostaria que ela fosse real pra eu poder dar um tapa nela, Mas é graça a isso que ele encontra o outro will e se você quer saber o que ela fez vai ter que ler o livro.

Conclusão

Will e Will é um livro ótimo! 10/10 e deve ser lido não só uma vez mas varias, a escrita é contagiante,Sarcástica,irreverente,honesta e engraçada. É simplesmente muito bom de ser ler e o final deixa um gosto de quero mais e pra falar a verdade gostaria muito que tivesse uma sequencia… Eu recomendo pra qualquer um que esteja querendo uma boa dose de risadas. Se você ficou com vontade de ler esse livro ou já planejava ler, pode ir lendo porquê pra mim ele vale a pena

site: https://ourbooktrack.wordpress.com/
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Gabriela 23/06/2013

Resenha Will Grayson, Will Grayson no blog
Por algum motivo eu não consigo postar a resenha completa aqui, e isso me irritou profundamente ao ponto de eu DECIDIR que postaria, de qualquer maneira. Então vou deixar o link direto para a resenha, caso interesse alguém.

http://www.maisumcapitulo.com/2013/02/resenha-will-grayson-will-grayson.html

Obrigada. (HA, CONSEGUI)
Augusto 01/03/2014minha estante
Adorei a sua resenha, e o seu blog, no geral. Ganhou um fã =)




Pablo 23/04/2014

Will & Will foi uma história diferente de tudo que já li, é algo inovador e engraçado, te prende completamente do começo ao fim, tanto que eu li em apenas um dia

O final foi realmente incrivel e a diferença dos Will faz com que vc tenha um preferido

Vc se sente o personagem e as descrições dos lugares e personagens são fáceis de entender, nada que seja muito complexo

Merece muito mais que 5 estrelas
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Tatii 13/03/2015

O amor está ligado à verdade.
A história começa com Will Grayson em um dia normal da escola. Will não é o tipo de cara popular, longe disso! Ele tem somente um amigo, Tiny Cooper, um grande e fabuloso gay (literalmente), que tem um club na escola - Aliança Gay-Hetero - e, pelo club, pretende fazer um musical, que inicialmente se chama Tiny Dancer, que basicamente conta a história de Tiny. Quem também sempre anda com eles é Jane, uma roqueira bem na dela, não fala muito sobre sua vida e geralmente faz coisas bem normais, mas que não perde tempo quando sabe o que quer.

Depois vemos a história de will grayson, um menino meio emo e depressivo, que não se importa muito com as coisas, só com seguir com seu cotidiano e "sobreviver" a cada dia. Ele tem somente duas preocupações, que são o que dão um sentido aos seus dias: sua mãe e isaac. Ele tem alguns amigos, mas também não tem. Bem, como assim? Ele tem pessoas com as quais ele conversa e que se importam com ele, mas ele não confia em nenhum deles. A amiga que mais vemos é Marta, mas tudo o que podemos ver da personalidade dela é que ela faz de tudo para "entrar" no íntimo de will, para que ele confie nela e para ela saber seus segredos, para ajudá-lo e tal.

Isaac é um cara que will conheceu na internet, é alguém que o entende e a única pessoa que ele confia. Ele é engraçado, atencioso e parece ser a pessoa perfeita para will, por isso mesmo que will está apaixonado pelo cara. Eles decidem se encontrar e é isso que leva will a "viajar", e é lá que ele encontra o outro Will, dando uma direção à história.

Você não quer mais largar o livro depois que os dois se encontram! É demais, a leitura flui super bem e é muito contagiante. Porém, se você for muito nova (Tamires, isso serve a você também irmãzinha), aconselho que não leia, porque tem palavrões e discussões bem explícitas, o que não é legal para uma criança ler.

Mas a coisa toda é tratada com muito humor, dei várias risadas com a história e acho que um filme desse livro seria sensacional! Tiny é demais, fabuloso mesmo, como o descrevem, e super contagiante, embora ele tenha me irritado algumas vezes.

Continue lendo...

site: http://inspiration-tatis.blogspot.com.br/2014/09/resenha-will-will.html
J.P Archanjo 28/03/2015minha estante
Você realmente conseguiu captar o espírito do livro! John Green - na minha opinião - é um escritor bem mediano, mas a parceria com o David fez que nascesse um livro divertido desde os "reconhecimentos". Incrível como eles conseguem mostrar que amor é amor, independente se gay ou hétero, como os problemas da adolescência, as dificuldades no relacionamento e como ficar com a "pessoa certa" pode causar uma confusão incrível... Simplesmente lindo e, sim, Tiny é fa-bu-lo-so! rs




Felipe 19/03/2014

Uma parceria interessante. Sendo ambos autores de sucesso na área adolescente, constroem situações bastante rotineiras (ou não). O desenvolvimento em si, é convincente. Confesso ter achado o livro um tanto monótono no início, mas a estória toma um rumo interessante, e acabei me vendo capturado pelos personagens, principalmente pelo Will do Levithan. É um livro divertido.
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Marezinha 10/11/2012

Eu estava prestes a dar 2 ou 3 estrelas. Não é o melhor livro do John Green e não li nada além de Every day do David Levithan, então, não tenho como opinar muito... Acontece que o capítulo final me encantou!

O livro não tem muita história, não existem grandes reviravoltas e pela primeira vez John Green não me arrancou lágrimas. Ironicamente, foi Levithan que acabou fazendo isso comigo. E fico grata por isso.

Os melhores personagens são do Green, mas o desfecho do Will Grayson de Levithan foi simplesmente perfeito.

Porque meu nome não é Will Grayson, mas eu amo você, Tiny Cooper!
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BlackIsaBird 09/07/2015

Will & Will
Duas pessoas, dois destinos, uma pessoa em comum, duas histórias que se cruzam. Will & Will é uma história sobre amizade, amor, destino e acaso... Escrito por John Green e David Levithan, o romance pode ser descrito com apenas uma palavra: fabuloso! Apesar do nome, a história conta com outro personagem que disputa acirradamente o cargo de principal, Tiny Cooper. É impossível falar desse livro sem ao menos citá-lo!! Mas... Sem spoilers!!! Uma ótima leitura, surpreendente! "Mas assim é a vida. Nós crescemos. Planetas como Tiny ganham novas luas. Luas como eu ganham novos planetas." -Will & Will
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Kamila 18/02/2015

Will & Will - Um Nome, Um Destino # Resenha (completa no blog)
Há muito eu não lia um livro que me fez chorar de felicidade no final. Não posso deixar de dizer que me surpreendi com este livro, foi totalmente o oposto do que esperava.
É evidente que eu tinha expectativas maravilhosas, uma vez que, até então, John Green nunca me desapontou com seus livros; e embora tenha correspondido no quesito ser um ótimo livro, me surpreendi com o que senti no final. Isso pode soar um pouco estranho mas me senti mais leve, mais feliz. A mensagem que é passada no decorrer de Will & Will tem um impacto maior nas últimas palavras impressas.
Além de tratar do "Universo Gay" com clareza e sem rodeios, o livro traz consigo muitas risadas e suspiros nos momentos fofos.
Para diferenciar a vida de um Will do outro Will, a escrita é diferente. Um tem todos os parágrafos iniciados com letras maiúsculas, assim como depois dos pontos finais; enquanto o outro é mais desorganizado, sendo escrito tudo com letras minúsculas, incluindo nomes próprios.
Acreditem se quiserem, mas eu só fui conseguir começar a entender o livro no capítulo cinco. Até então eu confundia a vida dos Wills (na verdade eu achava que só tinha um Will, haha).
É um livro bem diferente de todos que já li até hoje, primeiro por conta de tratar sobre um amor gay e segundo pela maneira descontraída como foi escrito. Tem um quê de John Green, claro, ele sempre aborta a escrita mais "livre" em seus livros, mas neste achei ainda mais livre e leve. Culpo David Levithan por isso!
Will & Will entrou entre os meus livros favoritos e que merecem releitura.

site: http://bibliotecacolorida.blogspot.com.br/2015/02/resenha-27-will-will-um-nome-um-destino.html
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