Quem Mexeu no Meu Queijo?

Quem Mexeu no Meu Queijo?
3.46924 12582



Resenhas - Quem Mexeu no Meu Queijo?


220 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |


lele 14/03/2015

Para refletir !
A história é dividida em três partes; A reunião, A história e O debate. O livro "Quem mexeu no meu Queijo?" é uma boa leitura para pessoas que tem dificuldade para lidar com mudanças, sejam elas profissionais quanto pessoais. A história mostra que cada pessoa tem seu "Queijo" e que cada um reage de uma maneira quando ele é tirado de você. No decorrer da parábola ele nos faz refletir sobre nossas atitudes, e nos ensina a tirar proveito das mudanças que nos cercam no dia a dia. Basicamente trata-se de uma reflexão sobre atitudes humanas diante de problemas, mostrando que as mudanças são inevitáveis e quanto antes nos adaptarmos a ela, melhor.
comentários(0)comente



Tati T 09/03/2015

A parábola da infantilidade aplicada à vida
Achei o livro tosco e infantil. Por mais que a moral da historinha dos ratinhos e homenzinhos seja boa, não justifica um texto pueril e uma narrativa de livro bobo de autoajuda. A metáfora do queijo é boa, mas o autor é tão insistente e apela tanto para o óbvio que a leitura acaba irritando. E o que é o papo daqueles amigos de escola? Que coisa mais boçal... Pior que filme americano da década de 80 reprisado na sessão da tarde.
O livro se perdeu na simplicidade e ficou simplório, bobalhão. Eu riscaria também a definição "uma maneira fantástica de lidar com as mudanças" que consta na capa do livro, porque se antecipar a mudanças ou encará-las de frente realmente não são um método extraordinário... isso é tão velho que tem até na Bíblia!
Marcela 12/03/2015minha estante
Também achei o livro SUPER tosco. Perdi meu tempo e meu dinheiro!




Michael Chagas 07/03/2015

Se você não mudar, você morre
O mundo evolui assim como a cultura, a moda, a língua e o modo de pensar. Apesar de estarmos envolvidos nessa mudança quase que sem querer, será que estamos preparados? Não digo apenas da mudança da sociedade, mas de mudanças do dia a dia que nos obrigam de algum modo a tomar uma decisão.
Muitas vezes escolhemos o caminho mais fácil porque como de costume temos o mau-hábito de se acomodar na zona de conforto. É comum, não é arriscado, mas também não existe nenhuma evolução. Como o Ditado: “Quem arrisca não petisca” que se refere às pessoas que tem medo de fazer algo, mas conseguem vencer o medo e se arriscam, adaptando-se a mudança obtendo-se o sucesso.
O livro trata-se da história de quatro personagens que têm como objetivo principal encontrar o queijo que o satisfaz, alimentar-se dele e permanecer desfrutando-o. Os personagens são divididos em duplas, de um lado, dois ratinhos Sniff e Scurry e do outro, os duendes Hem e Haw. O livro é dividido em três partes: a Reunião, a História e o Debate. A Reunião começa com um grupo de estudantes que se veem numa conversa informal de escola até que um dos colegas conta a história e/ou parábola apresentando uma nova forma de enfrentar as mudanças. A História é contada com várias frases de efeito que se unem para representar, passo a passo, a situação da história como reflexo da vida real. Na busca pelo seu queijo favorito os ratinhos utilizam alguns métodos que aos poucos visto pelos duendes não eram eficazes, pois eles eram superiores e imaginavam que chegariam mais rapidamente até o principal objetivo.
Os duendes também possuem seus métodos, mas isso no inicio não chega a afetar o resultado principal que é alcançar o tal queijo. Finalmente depois de longo tempo e pesquisa haw e Hem encontram o Queijo no Posto C. A principio existe uma rotina diferente entre os ratinhos e os Duendes. Enquanto os ratinhos depois de correr pelo labirinto e chegar ao Posto C, guardavam consigo os tênis pendurados em seus pescoços; os Duendes quando chegavam ao destino largavam seus tênis e roupas imaginando que não precisaria mais deles. Isso reflete claramente o fato de se acomodar em uma situação e não se preparar para algo que possa acontecer. Os ratinhos mesmo sabendo que estavam alimentados, não pararam de guardar seu tênis caso precisassem dele. Estavam preparados para o pior se algo acontecesse. Além disso, mantinham a rotina de verificar o estoque de queijo e acordavam mais cedo.
Quando o inesperado aconteceu, o queijo desapareceu do Posto C, os ratinhos já estavam prontos, retiraram os tênis entrelaçados no pescoço e partiram a procura do Novo Queijo. Nesse caso, os ratinhos fizeram uma decisão arriscada, mais eficaz para quem estava se preparando para mudança que ocorreu tão rapidamente. A partir desse momento a história torna-se mais clara para quem se percebe na “pele” de haw e Hem que acomodados na zona de conforto não percebem a mudança que vem acontecendo. O enredo se desenrola a partir desse momento onde haw e Hem se veem perdidos, sem saber o que fazer.
E isso se reflete muito em tudo que passamos na vida tanto amorosa como profissional. Se existe acomodo em tudo que fazemos e ocorre uma mudança como no livro a perda do queijo, somos introduzimos em dois dilemas: Permanecer acomodado e talvez nunca desfrutar do Queijo que seria uma oportunidade de trabalho, ou oportunidade de mudar; ou Sair da Zona de Conforto, vencer o medo e procurar um Novo Queijo, se arriscar para alcançar o sucesso. A mudança nunca é bem-vinda, mas o que de fato acontece é permanecer no mesmo “estado” e talvez nunca desfrutar do Novo Queijo (Hem) ou brincar com seus obstáculos, tornando seus medos como “personagens” coadjuvantes e sua coragem como personagem principal, o protagonista (Haw).
Então depois da conclusão da história temos a Terceira Parte, O Debate que serve como base de aplicação na vida pessoal e profissional. Os estudantes debatem sobre como essa história pode influenciar na forma de pensarmos e de reagirmos à mudança. O debate fecha didaticamente o que escritor quis representar em uma curta história: como a mudança pode ajudar as pessoas a se libertarem de medos e tomarem novos rumos, alcançarem o seu “Novo Queijo”.
“Quem mexeu no meu queijo?” representa uma expressão quando não percebemos a mudança acontecer. É uma simples história que se torna bastante eficaz e didática. Quem você quer se tornar? Uma pessoa que se acomoda e não percebe as mudanças aconteceram como Hem ou uma pessoa que vence os medos, arrisca, investiga, procura para alcançar o sucesso? Não fique esperando algo acontecer para depois perguntar “Quem mexeu no meu Queijo?”. Talvez a pergunta seja outra: “O que eu fiz para deixar que meu queijo se perdesse?”
comentários(0)comente



Michel Chagas 07/03/2015

“O que eu fiz para deixar que meu queijo se perdesse?"
O mundo evolui assim como a cultura, a moda, a língua e o modo de pensar. Apesar de estarmos envolvidos nessa mudança quase que sem querer, será que estamos preparados? Não digo apenas da mudança da sociedade, mas de mudanças do dia a dia que nos obrigam de algum modo a tomar uma decisão.
Muitas vezes escolhemos o caminho mais fácil porque como de costume temos o mau-hábito de se acomodar na zona de conforto. É comum, não é arriscado, mas também não existe nenhuma evolução. Como o Ditado: “Quem arrisca não petisca” que se refere às pessoas que tem medo de fazer algo, mas conseguem vencer o medo e se arriscam, adaptando-se a mudança obtendo-se o sucesso.
O livro trata-se da história de quatro personagens que têm como objetivo principal encontrar o queijo que o satisfaz, alimentar-se dele e permanecer desfrutando-o. Os personagens são divididos em duplas, de um lado, dois ratinhos Sniff e Scurry e do outro, os duendes Hem e Haw. O livro é dividido em três partes: a Reunião, a História e o Debate. A Reunião começa com um grupo de estudantes que se veem numa conversa informal de escola até que um dos colegas conta a história e/ou parábola apresentando uma nova forma de enfrentar as mudanças. A História é contada com várias frases de efeito que se unem para representar, passo a passo, a situação da história como reflexo da vida real. Na busca pelo seu queijo favorito os ratinhos utilizam alguns métodos que aos poucos visto pelos duendes não eram eficazes, pois eles eram superiores e imaginavam que chegariam mais rapidamente até o principal objetivo.
Os duendes também possuem seus métodos, mas isso no inicio não chega a afetar o resultado principal que é alcançar o tal queijo. Finalmente depois de longo tempo e pesquisa haw e Hem encontram o Queijo no Posto C. A principio existe uma rotina diferente entre os ratinhos e os Duendes. Enquanto os ratinhos depois de correr pelo labirinto e chegar ao Posto C, guardavam consigo os tênis pendurados em seus pescoços; os Duendes quando chegavam ao destino largavam seus tênis e roupas imaginando que não precisaria mais deles. Isso reflete claramente o fato de se acomodar em uma situação e não se preparar para algo que possa acontecer. Os ratinhos mesmo sabendo que estavam alimentados, não pararam de guardar seu tênis caso precisassem dele. Estavam preparados para o pior se algo acontecesse. Além disso, mantinham a rotina de verificar o estoque de queijo e acordavam mais cedo.
Quando o inesperado aconteceu, o queijo desapareceu do Posto C, os ratinhos já estavam prontos, retiraram os tênis entrelaçados no pescoço e partiram a procura do Novo Queijo. Nesse caso, os ratinhos fizeram uma decisão arriscada, mais eficaz para quem estava se preparando para mudança que ocorreu tão rapidamente. A partir desse momento a história torna-se mais clara para quem se percebe na “pele” de haw e Hem que acomodados na zona de conforto não percebem a mudança que vem acontecendo. O enredo se desenrola a partir desse momento onde haw e Hem se veem perdidos, sem saber o que fazer.
E isso se reflete muito em tudo que passamos na vida tanto amorosa como profissional. Se existe acomodo em tudo que fazemos e ocorre uma mudança como no livro a perda do queijo, somos introduzimos em dois dilemas: Permanecer acomodado e talvez nunca desfrutar do Queijo que seria uma oportunidade de trabalho, ou oportunidade de mudar; ou Sair da Zona de Conforto, vencer o medo e procurar um Novo Queijo, se arriscar para alcançar o sucesso. A mudança nunca é bem-vinda, mas o que de fato acontece é permanecer no mesmo “estado” e talvez nunca desfrutar do Novo Queijo (Hem) ou brincar com seus obstáculos, tornando seus medos como “personagens” coadjuvantes e sua coragem como personagem principal, o protagonista (Haw).
Então depois da conclusão da história temos a Terceira Parte, O Debate que serve como base de aplicação na vida pessoal e profissional. Os estudantes debatem sobre como essa história pode influenciar na forma de pensarmos e de reagirmos à mudança. O debate fecha didaticamente o que escritor quis representar em uma curta história: como a mudança pode ajudar as pessoas a se libertarem de medos e tomarem novos rumos, alcançarem o seu “Novo Queijo”.
“Quem mexeu no meu queijo?” representa uma expressão quando não percebemos a mudança acontecer. É uma simples história que se torna bastante eficaz e didática. Quem você quer se tornar? Uma pessoa que se acomoda e não percebe as mudanças aconteceram como Hem ou uma pessoa que vence os medos, arrisca, investiga, procura para alcançar o sucesso? Não fique esperando algo acontecer para depois perguntar “Quem mexeu no meu Queijo?”. Talvez a pergunta seja outra: “O que eu fiz para deixar que meu queijo se perdesse?”

Michel Chagas
comentários(0)comente



Márcio Martinele 26/01/2015

Muito ruim.
Chato, tedioso, fraco. Não que eu seja o Papa no assunto, mas o conteúdo dele é óbvio. Tentou através de metáforas e outras linguagens ensinar o arroz e feijão, e no fim ainda saiu todo papado, queimado e salgado; ensinar o óbvio com eufemismos e historinhas é um saco. Sinto-me orgulhoso em não precisar disso.
comentários(0)comente



Clarice 15/01/2015

Livros mudam pessoas. Essa frase descreve todo o poder desse livro de poucas páginas e história curta. "Quem mexeu no meu queijo" muda o nosso seu jeito de encarar as mudanças forçadas das nossas vidas. Nos dá adrenalina. Nos faz querer mudar assim que terminamos de lê-lo. Você vai se identificar com um dos quatro personagens, ou com os quatro, dependendo da situação. O importante é você decidir qual você quer ser no fim da leitura. Li o livro nos primeiros dias de 2015, e isso me fez começar o ano muito bem. "Quem mexeu no meu queijo" é brilhante. Um livro para vários momentos da vida. Uma joia para presentear alguém especial. Se você quiser saber qual é a sensação de ser tocado na alma por um livro ou como é ter um livro como amigo, leia " Quem mexeu no meu queijo".
comentários(0)comente



Izabel 19/12/2014

Leitura fácil e rápida
Parece que o livro ensina o óbvio, mas apenas parece. São nas coisas, aparentemente, mais simples de nossas vidas que não sabemos agir (ou reagir). Recomendo a leitura, a qual é bem rápida por sinal.
comentários(0)comente



Letícia 18/12/2014

Eu o li a bastante tempo, na época da febre de livros de auto ajuda e comportamento. Ele fala basicamente deste tipo de dica. Mas o legal é a criatividade ao usar metáforas de ratinhos, criando uma espécie de fábula, o que deixa a história até divertida e mais agradável de ler.
Eu gosto muito deste tipo de alegoria, então eu acho que se diferencia pela criatividade do aautor.

site: http://wwwtrespontos.blogspot.com.br/
comentários(0)comente



Helen 03/12/2014

Quem Mexeu no Meu Queijo?
A história é curta e bem simples, tão simples que não dá pra entender o sucesso do livro.
É tão bem explicado que parece que foi escrito para crianças, enfatizando várias vezes as mesmas "lições" mas com certeza vou aproveitar algumas delas na minha vida.
comentários(0)comente



Alex 20/09/2014

Quem mexeu no meu queijo? Na prática
Ótimo livro.
Foi de grande valia na minha vida profissional, me encorajou a arriscar e procurar um novo horizonte resultando em um salto na minha carreira.
comentários(0)comente



Ricardo 16/09/2014

Cavalo de Tróia
Parábolas são como o cavalo de Tróia, além da sua aparência externa, carregam um conteúdo interior. Li esse "livro" em 30 minutos, por indicação de alguns amigos que disseram que ele era "fantástico". É um bom livro, mas não é fantástico, acredito que na época em que foi lançado realmente possa ter sido visionário, mas hoje é um pouco óbvio. Porém, não deixe de lê-lo por minha causa, você provavelmente vai encontrar alguns Troianos.
comentários(0)comente



Paula 31/08/2014

Quem mexeu no meu queijo?
Havia feito um trabalho na faculdade sobre ele, mas não o li, vi um videozinho.
Daí, fiquei com aquele pensamento de 'um dia vou ler' rs
Essa semana peguei e ... massa demais!
Não só no âmbito profissional, como no pessoal ... Quantas das vezes que nós não focamos insistentemente no Velho Queijo, sabendo que há tantos outros Novos Queijos para serem buscados, encontrados e deliciados, né?!
Muito bom! Adorei!
comentários(0)comente



Kenia Candido 27/08/2014

Achei bem interessante.

De linguagem extremamente simples e rápida, achei a leitura dessa livro bem interessante.
Quem mexeu no meu queijo conta os acontecimentos de quatro personagens, dois ratinhos, Sniff e Scurry, e dois homenzinhos, Hem e Haw, que todas as manhãs andam pelo labirinto buscando depósitos de queijo. Todos os dias encontram uma grande quantidade de queijo no mesmo lugar. Até que um dia, eles chegam ao local e percebem que o queijo desapareceu, proporcionando aos personagens uma nova busca por locais novos que possuem queijos.
Cada personagem começa ter instintos diferentes de tratar a situação de mudança, mostrando que a vida está cheio de obstáculos para enfrentar. Principalmente nos tempos atuais, onde é necessário saber mudar, nunca ser acomodado com os desafios do dia a dia e ser disposto a reaprender sempre que for necessário.
Acho uma leitura recomendável para todos que aprecie as mudanças e que goste de saborear as aventuras de procurar novos caminhos seja no emprego, na família ou até mesmo pessoais. Pois as mudanças sempre irão acontecer e acho que todos devem estar preparados para elas.

comentários(0)comente



Amy 21/08/2014

"O que faria se não tivesse medo?"
Um livro incrível, repleto de metáforas.
É uma parábola sobre verdades profundas sobre a mudança, o livro te ensina a cada minuto como lidar com a mudança com inúmeras metáforas, mostrando que muitas vezes o comodismo só faz com que voce fique pra trás.
"Quanto mais rápido você esquece do 'queijo velho', mais rápido você saboreia o novo"
Quando um personagem começa a descobrir que a mudança faz bem, escreve frases na parece demonstrando tudo que tem aprendido sobre o "queijo novo".
Quando mas seu "Queijo Velho"for importante pra voce mas voce sentirá falta se ele for embora, e Haw descobre isso a cada pagina do livro, a solução muitas vezes é rir de voce mesmo e enfrentar seus medos.
A leitura é ótima,e eu me indentifiquei muito com o Haw .
O livro realmente muda todo seu jeito de pensar e vale cada minuto, o livro tem poucas paginas mais os ensinamentos que ele me passou vou levar pra toda minha vida , o livro me fez encarar com mais coragem o mundo pois afinal " Se voce nao mudar,morrerá''.Pra mim meu queijo é a felicidade é o que eu busco nesse assustador labirinto que é a vida .
comentários(0)comente



Mateus 06/08/2014

Uma perda de tempo
Preconceito ou não, nunca compraria esse livro. Não me atrai.
Todavia o ganhei no Natal passado. Fiquei adiando a leitura por imaginar, só de tê-lo nas mãos, o quão ruim era.
Ok, não se deve julgar o livro pela capa; mas não era só pela capa, era pelo que prometia, pela edição horrorosa, por dedicar uma página inteira para frases escritas em caixa alta.
Resolvi dar uma chance, venci meu preconceito e comecei a leitura, a mais patética de minha vida, diga-se de passagem. Só dei sequência porque não gosto de deixar livros interminados, ainda mais um livreto desses. Mas confesso que me sentia um idiota lendo coisas tão pueris e superficiais.
Teve momentos, principalmente no debate narrado na segunda parte do livro, que senti minha inteligência ser subjugada ao nível mais débil.
É citado o caso de um jornalista que durante uma crise na carreira leu o livro e redirecionou seus passos para o sucesso devido a influência da mensagem do livro. Fico imaginando a quantas andava a vida desse cara para ser transformada por esse tipo de obra.
Respeito quem gostou, mas para mim esse livro nada mais é do que o suprassumo do óbvio elevado na terceira potência da mediocridade.
Nicole 09/08/2014minha estante
De tão simples que o livro era, eu comecei a achar que o problema estava em mim porque não é possível que aquele era o livro tão comentado! Bom saber a opinião de alguém que também não gostou!




220 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |



logo skoob
"o Skoob oferece um espaço com comentários e críticas que lhe servirá de amparo antes de qualquer leitura."

Outro Lado