Quem Mexeu no Meu Queijo?

Quem Mexeu no Meu Queijo?
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Resenhas - Quem Mexeu no Meu Queijo?


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Valessa Monteiro 02/05/2015

Não tenha medo de mudar
O livro "Quem mexeu no meu queijo" relata a rotina de quatro personagens, sendo dois ratinhos e dois duendes, que todos os dias percorrem um labirinto em busca de queijo, que está em um determinado posto.
Os dois ratinhos sempre acordam cedo e correm em busca do queijo, já os duendes a cada dia se preocupam menos e confiam mais na certeza de que tudo continuará igual. Em nossas vidas quase sempre é assim, corremos atrás de nossos objetivos e agimos como Sniff e Scurry (os ratinhos) mas muitas vezes somos como Hem e Haw (os duendes) e nos acomodamos.
Confiamos que nada vai mudar e que “nosso queijo” nunca vai acabar. O bom mesmo é quando num ato de coragem saímos da nossa zona de conforto e começamos a percorrer um novo caminho, sem medo de dar novos passos pelo desconhecido.
O livro “Quem mexeu no meu queijo?” é uma boa leitura para as pessoas que têm dificuldades em entender e aceitar as mudanças. Através das quatro personagens presas a um labirinto, a parábola desenrola-se de uma forma simples, mas, trazendo lições a cada atitude.
A principal lição é que em tempos de mudanças é preciso se adaptar, o queijo é uma metáfora do que queremos ter na vida, encontrar o queijo significa alcançar nossos objetivos, o labirinto é o caminho que vamos percorrer para atingi-los.
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Daya 02/05/2015

Simples e inteligente...
Assim é o livro "Quem meu no meu queijo?", com uma leitura de fácil interpretação e com personagens do cotidiano, essa história mexeu muito comigo. Por que eu já fui o Hem, e a história foi recomendada em um curso em que eu estava fazendo e que eu morria de medo de falar em público... O que eu aprendi com o livro é que se eu não tivesse medo eu conseguiria vencer isso rapidamente, demorou acontecer isso, mas consegui. Hoje, ainda tenho um pouco de vergonha, mas aí me lembro que se eu não tivesse medo eu iria fazer coisas incríveis. Recomendo este livro pra todos, até pra quem não gosta de ler. Afinal de contas, o livro tem uma rápida leitura e poucas folhas e um grande aprendizado a ser passado. Abraços.
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Priscila 16/04/2015

Ler para mudar
Alguns anos atrás uma grande amiga indicou esse livro, acho que demorei um pouco para ler rs... no entanto, afirmo que o li no momento certo!
Através dessa leitura é possível perceber o quanto as mudanças sejam elas pequenas ou grandes são essenciais.
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Fran Devellis 07/04/2015

Um Ensinamento para a Vida
Esse livro é uma parábola que ensina de forma simples, as verdades sobre mudanças. O queijo, as personagens e o labirinto são modelos simbólicos do que acontece em nossas vidas, podendo ser aplicado tanto na vida pessoal quanto em um ambiente de trabalho. É uma leitura rápida, que pode ser entendida facilmente. A história faz uma fantástica alusão aos atos tomados diante de mudanças e traz diversos ensinamentos muito proveitosos para a vida no geral. O livro, após a história, convida o leitor a refletir sobre até que ponto se está apegado demais a uma zona de conforto e consequentemente, impedindo de alcançar seu desejo.
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DudaGarcia 06/04/2015

Muito Bom! (troco)
Já tinha lido a versão infantil que sempre AMEEEI! Era meu livro preferido desde sempre. Quando vi que tinha essa versão, logo comprei e não me decepcionei ! Troco ele pelo Plus e livro x livro. Qualquer coisa avisem ! bjs.
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Vanessa 05/04/2015

Maravilhoso!!!!
Todo mundo deveria ler esse livro, conseguimos tirar muitas lições de vida nele.
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Leo Moura 04/04/2015

Muito Marketing, Pouco Conteúdo.
Livro superestimado. Apenas uma metáfora no melhor clichê auto-ajuda inútil. É uma boa leitura para crianças, mas não passa disso. Não recomendo a leitura.
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Thalita Medeiros 04/04/2015

Um livro que toda pessoa que vai fazer Administração já leu ou quer ler, aí na primeira aula de Teorias Organizacionais a professora ou o professor diz que o livro é uma bela porcaria.

É como se qualquer babaca, idiota, sem precisar de formação em Administração, pudesse gerenciar alguma coisa.

Eu achei a metáfora legalzinha, mas é isso o que ela é: uma metáfora e não um manual de como gerenciar seus negócios.
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Fernanda 01/04/2015

Quem mexeu no meu queijo?
Aprendi muito através deste livro e espero que ele mude a vida e todos que o lerem. É realmente incrível como o livro faz uma ligação com a nossa vida e como identificamos tantas pessoas que estão à nossa volta como personagens do livro.

site: http://devolva-meu-livro.blogspot.com.br/2015/01/quem-mexeu-no-meu-queijo-spencer-johnson_29.html
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Paraíso dos Livros 31/03/2015

Resenha | Quem Mexeu no Meu Queijo - Spencer Johnson

A dinâmica história que descreve a busca pelo queijo dos quatro personagens Sniff e Scurry os ratos e Hem e Haw os duendes, pelo labirinto nos mostra vários aspectos de nossas próprias vidas em busca do "queijo" o nosso objetivo e o caminho que temos que percorrer até ele, sempre tendo escolhas a serem tomadas que farão, chegarmos mais rapidamente a ele ou ficarmos paralisados no mesmo lugar.
Vemos ainda que quanto mais nos apegarmos ao nosso primeiro objetivo seja ele um negócio por exemplo, uns tomam a filosofia do "filho único", que mesmo vendo que seu empreendimento não se encontra mais no auge e começa a ir de mal a pior insistem em continuar com o mesmo, até que não tenham mais chances de se reerguer assim como vemos com o personagem de Hem.
Já em contra partida existem empreendedores que se adaptam melhor a mudança e caso seu negócio venha fechar ( como no desaparecimento do queijo no posto C) logo vão atrás de novos objetivos e planejamentos para chegar rapidamente a outro "queijo", suprindo a falha do negócio anterior se dedicando ao " novo queijo" assim como Sniff e Scurry fizeram ao perceber que "mexeram no seu queijo", e precisariam ir atrás de um novo, voltando para o labirinto.
Por fim, existem os empreendedores que de início resistem as mudanças, porém mesmo resenhosos estão atentos aos correntes, a rotina e equilíbrio da sua empresa, e as falhas se tornam sempre aprendizados, para erguer o declínio da mesma ou para melhorar elaboração de um novo negócio, vendo todos os aspectos possíveis para chegar até "o novo queijo" de forma positiva e bem planejada assim como a história de Haw, que ao se adaptar com a mudança pode crescer com os seus erros.
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lele 14/03/2015

Para refletir !
A história é dividida em três partes; A reunião, A história e O debate. O livro "Quem mexeu no meu Queijo?" é uma boa leitura para pessoas que tem dificuldade para lidar com mudanças, sejam elas profissionais quanto pessoais. A história mostra que cada pessoa tem seu "Queijo" e que cada um reage de uma maneira quando ele é tirado de você. No decorrer da parábola ele nos faz refletir sobre nossas atitudes, e nos ensina a tirar proveito das mudanças que nos cercam no dia a dia. Basicamente trata-se de uma reflexão sobre atitudes humanas diante de problemas, mostrando que as mudanças são inevitáveis e quanto antes nos adaptarmos a ela, melhor.
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Tati T 09/03/2015

A parábola da infantilidade aplicada à vida
Achei o livro tosco e infantil. Por mais que a moral da historinha dos ratinhos e homenzinhos seja boa, não justifica um texto pueril e uma narrativa de livro bobo de autoajuda. A metáfora do queijo é boa, mas o autor é tão insistente e apela tanto para o óbvio que a leitura acaba irritando. E o que é o papo daqueles amigos de escola? Que coisa mais boçal... Pior que filme americano da década de 80 reprisado na sessão da tarde.
O livro se perdeu na simplicidade e ficou simplório, bobalhão. Eu riscaria também a definição "uma maneira fantástica de lidar com as mudanças" que consta na capa do livro, porque se antecipar a mudanças ou encará-las de frente realmente não são um método extraordinário... isso é tão velho que tem até na Bíblia!
Marcela 12/03/2015minha estante
Também achei o livro SUPER tosco. Perdi meu tempo e meu dinheiro!


isaura.ribeiro.75 13/04/2015minha estante
quer trocar?




Michael Chagas 07/03/2015

Se você não mudar, você morre
O mundo evolui assim como a cultura, a moda, a língua e o modo de pensar. Apesar de estarmos envolvidos nessa mudança quase que sem querer, será que estamos preparados? Não digo apenas da mudança da sociedade, mas de mudanças do dia a dia que nos obrigam de algum modo a tomar uma decisão.
Muitas vezes escolhemos o caminho mais fácil porque como de costume temos o mau-hábito de se acomodar na zona de conforto. É comum, não é arriscado, mas também não existe nenhuma evolução. Como o Ditado: “Quem arrisca não petisca” que se refere às pessoas que tem medo de fazer algo, mas conseguem vencer o medo e se arriscam, adaptando-se a mudança obtendo-se o sucesso.
O livro trata-se da história de quatro personagens que têm como objetivo principal encontrar o queijo que o satisfaz, alimentar-se dele e permanecer desfrutando-o. Os personagens são divididos em duplas, de um lado, dois ratinhos Sniff e Scurry e do outro, os duendes Hem e Haw. O livro é dividido em três partes: a Reunião, a História e o Debate. A Reunião começa com um grupo de estudantes que se veem numa conversa informal de escola até que um dos colegas conta a história e/ou parábola apresentando uma nova forma de enfrentar as mudanças. A História é contada com várias frases de efeito que se unem para representar, passo a passo, a situação da história como reflexo da vida real. Na busca pelo seu queijo favorito os ratinhos utilizam alguns métodos que aos poucos visto pelos duendes não eram eficazes, pois eles eram superiores e imaginavam que chegariam mais rapidamente até o principal objetivo.
Os duendes também possuem seus métodos, mas isso no inicio não chega a afetar o resultado principal que é alcançar o tal queijo. Finalmente depois de longo tempo e pesquisa haw e Hem encontram o Queijo no Posto C. A principio existe uma rotina diferente entre os ratinhos e os Duendes. Enquanto os ratinhos depois de correr pelo labirinto e chegar ao Posto C, guardavam consigo os tênis pendurados em seus pescoços; os Duendes quando chegavam ao destino largavam seus tênis e roupas imaginando que não precisaria mais deles. Isso reflete claramente o fato de se acomodar em uma situação e não se preparar para algo que possa acontecer. Os ratinhos mesmo sabendo que estavam alimentados, não pararam de guardar seu tênis caso precisassem dele. Estavam preparados para o pior se algo acontecesse. Além disso, mantinham a rotina de verificar o estoque de queijo e acordavam mais cedo.
Quando o inesperado aconteceu, o queijo desapareceu do Posto C, os ratinhos já estavam prontos, retiraram os tênis entrelaçados no pescoço e partiram a procura do Novo Queijo. Nesse caso, os ratinhos fizeram uma decisão arriscada, mais eficaz para quem estava se preparando para mudança que ocorreu tão rapidamente. A partir desse momento a história torna-se mais clara para quem se percebe na “pele” de haw e Hem que acomodados na zona de conforto não percebem a mudança que vem acontecendo. O enredo se desenrola a partir desse momento onde haw e Hem se veem perdidos, sem saber o que fazer.
E isso se reflete muito em tudo que passamos na vida tanto amorosa como profissional. Se existe acomodo em tudo que fazemos e ocorre uma mudança como no livro a perda do queijo, somos introduzimos em dois dilemas: Permanecer acomodado e talvez nunca desfrutar do Queijo que seria uma oportunidade de trabalho, ou oportunidade de mudar; ou Sair da Zona de Conforto, vencer o medo e procurar um Novo Queijo, se arriscar para alcançar o sucesso. A mudança nunca é bem-vinda, mas o que de fato acontece é permanecer no mesmo “estado” e talvez nunca desfrutar do Novo Queijo (Hem) ou brincar com seus obstáculos, tornando seus medos como “personagens” coadjuvantes e sua coragem como personagem principal, o protagonista (Haw).
Então depois da conclusão da história temos a Terceira Parte, O Debate que serve como base de aplicação na vida pessoal e profissional. Os estudantes debatem sobre como essa história pode influenciar na forma de pensarmos e de reagirmos à mudança. O debate fecha didaticamente o que escritor quis representar em uma curta história: como a mudança pode ajudar as pessoas a se libertarem de medos e tomarem novos rumos, alcançarem o seu “Novo Queijo”.
“Quem mexeu no meu queijo?” representa uma expressão quando não percebemos a mudança acontecer. É uma simples história que se torna bastante eficaz e didática. Quem você quer se tornar? Uma pessoa que se acomoda e não percebe as mudanças aconteceram como Hem ou uma pessoa que vence os medos, arrisca, investiga, procura para alcançar o sucesso? Não fique esperando algo acontecer para depois perguntar “Quem mexeu no meu Queijo?”. Talvez a pergunta seja outra: “O que eu fiz para deixar que meu queijo se perdesse?”
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Michel Chagas 07/03/2015

“O que eu fiz para deixar que meu queijo se perdesse?"
O mundo evolui assim como a cultura, a moda, a língua e o modo de pensar. Apesar de estarmos envolvidos nessa mudança quase que sem querer, será que estamos preparados? Não digo apenas da mudança da sociedade, mas de mudanças do dia a dia que nos obrigam de algum modo a tomar uma decisão.
Muitas vezes escolhemos o caminho mais fácil porque como de costume temos o mau-hábito de se acomodar na zona de conforto. É comum, não é arriscado, mas também não existe nenhuma evolução. Como o Ditado: “Quem arrisca não petisca” que se refere às pessoas que tem medo de fazer algo, mas conseguem vencer o medo e se arriscam, adaptando-se a mudança obtendo-se o sucesso.
O livro trata-se da história de quatro personagens que têm como objetivo principal encontrar o queijo que o satisfaz, alimentar-se dele e permanecer desfrutando-o. Os personagens são divididos em duplas, de um lado, dois ratinhos Sniff e Scurry e do outro, os duendes Hem e Haw. O livro é dividido em três partes: a Reunião, a História e o Debate. A Reunião começa com um grupo de estudantes que se veem numa conversa informal de escola até que um dos colegas conta a história e/ou parábola apresentando uma nova forma de enfrentar as mudanças. A História é contada com várias frases de efeito que se unem para representar, passo a passo, a situação da história como reflexo da vida real. Na busca pelo seu queijo favorito os ratinhos utilizam alguns métodos que aos poucos visto pelos duendes não eram eficazes, pois eles eram superiores e imaginavam que chegariam mais rapidamente até o principal objetivo.
Os duendes também possuem seus métodos, mas isso no inicio não chega a afetar o resultado principal que é alcançar o tal queijo. Finalmente depois de longo tempo e pesquisa haw e Hem encontram o Queijo no Posto C. A principio existe uma rotina diferente entre os ratinhos e os Duendes. Enquanto os ratinhos depois de correr pelo labirinto e chegar ao Posto C, guardavam consigo os tênis pendurados em seus pescoços; os Duendes quando chegavam ao destino largavam seus tênis e roupas imaginando que não precisaria mais deles. Isso reflete claramente o fato de se acomodar em uma situação e não se preparar para algo que possa acontecer. Os ratinhos mesmo sabendo que estavam alimentados, não pararam de guardar seu tênis caso precisassem dele. Estavam preparados para o pior se algo acontecesse. Além disso, mantinham a rotina de verificar o estoque de queijo e acordavam mais cedo.
Quando o inesperado aconteceu, o queijo desapareceu do Posto C, os ratinhos já estavam prontos, retiraram os tênis entrelaçados no pescoço e partiram a procura do Novo Queijo. Nesse caso, os ratinhos fizeram uma decisão arriscada, mais eficaz para quem estava se preparando para mudança que ocorreu tão rapidamente. A partir desse momento a história torna-se mais clara para quem se percebe na “pele” de haw e Hem que acomodados na zona de conforto não percebem a mudança que vem acontecendo. O enredo se desenrola a partir desse momento onde haw e Hem se veem perdidos, sem saber o que fazer.
E isso se reflete muito em tudo que passamos na vida tanto amorosa como profissional. Se existe acomodo em tudo que fazemos e ocorre uma mudança como no livro a perda do queijo, somos introduzimos em dois dilemas: Permanecer acomodado e talvez nunca desfrutar do Queijo que seria uma oportunidade de trabalho, ou oportunidade de mudar; ou Sair da Zona de Conforto, vencer o medo e procurar um Novo Queijo, se arriscar para alcançar o sucesso. A mudança nunca é bem-vinda, mas o que de fato acontece é permanecer no mesmo “estado” e talvez nunca desfrutar do Novo Queijo (Hem) ou brincar com seus obstáculos, tornando seus medos como “personagens” coadjuvantes e sua coragem como personagem principal, o protagonista (Haw).
Então depois da conclusão da história temos a Terceira Parte, O Debate que serve como base de aplicação na vida pessoal e profissional. Os estudantes debatem sobre como essa história pode influenciar na forma de pensarmos e de reagirmos à mudança. O debate fecha didaticamente o que escritor quis representar em uma curta história: como a mudança pode ajudar as pessoas a se libertarem de medos e tomarem novos rumos, alcançarem o seu “Novo Queijo”.
“Quem mexeu no meu queijo?” representa uma expressão quando não percebemos a mudança acontecer. É uma simples história que se torna bastante eficaz e didática. Quem você quer se tornar? Uma pessoa que se acomoda e não percebe as mudanças aconteceram como Hem ou uma pessoa que vence os medos, arrisca, investiga, procura para alcançar o sucesso? Não fique esperando algo acontecer para depois perguntar “Quem mexeu no meu Queijo?”. Talvez a pergunta seja outra: “O que eu fiz para deixar que meu queijo se perdesse?”

Michel Chagas
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Márcio Martinele 26/01/2015

Muito ruim.
Chato, tedioso, fraco. Não que eu seja o Papa no assunto, mas o conteúdo dele é óbvio. Tentou através de metáforas e outras linguagens ensinar o arroz e feijão, e no fim ainda saiu todo papado, queimado e salgado; ensinar o óbvio com eufemismos e historinhas é um saco. Sinto-me orgulhoso em não precisar disso.
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