Auto da Compadecida

Ariano Suassuna



Resenhas - Auto Da Compadecida


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Mariana Melo 03/10/2014

lindo!
Um livro que eu não esperava gostar tanto!!! Com diálogos ricos e um delicioso regionalismo nordestino, este livro me encantou de formas que nem consigo expressar! De leitura fácil, pode ser lido em uma sentada. Um livro mágico, indico muito!
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nandinha 21/09/2014

O livro Auto da Compadecida, (Agir, 2005, 186 páginas), de Ariano Suassuna, é uma história teatral, que conta a vida de dois amigos que moravam no interior do Nordeste.

Chicó e João Grilo eram amigos, eles eram muito pobres, e para se sustentarem eles utilizavam a esperteza de João Grilo, um homem bom de papo. O padre era um homem que só valorizava as pessoas mais importantes da sociedade, e só fazia as coisas se recebesse algo em troca. A mulher do Padeiro tinha um cachorro. João Grilo trabalhava para ele, mais não o valorizava. Então o cachorro dela morreu, porque o padre não queria benzer. Então a mulher queria um enterro em latim, mas o padre só fez quando João grilo disse que havia um testamento, onde o padre saia ganhando. João Grilo e Chicó sempre se metiam em confusão, mais acabavam escapando. Entretanto nesse dia, tinha chegado na cidade um cangaceiro e Severino do Aracajú, que acabou matando todos, menos João Grilo e Chicó. Que acabaram inventando outra história, mas o João Grilo foi pego de surpresa que acabou se dando mal também. Com isso, todos que nessa história estavam envolvidos, e que cometeram grandes pecados como, João Grilo, Padre João, Bispo, Frade, Padeiro e a mulher, o cangaceiro e Severino, foram para o julgamento final, e aprenderam uma boa lição.

É um livro muito divertido, e que mostra um pouco da realidade, tanto da pobreza, quanto da preferência pela a classe mais rica, e a amizade.
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Johnny High 28/08/2014

5 estrelas
Rico, engraçado e armorial. Ariano.
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Athaislle 27/08/2014

Essa obra é do escritor cearense Ariano Suassuna (2008.180 pags, 1ºed. Editora: Pockat ouro). O livro Auto da Compadecida é uma comédia teatral baseada nas histórias do nordeste. A obra tem como um dos atores principais Chicó um homem que trabalha para um padeiro e que sob ordem dele irá ter que arranjar um Padre para benzer o cachorro de sua mulher e João Grilo que irá ajudá-lo, irá se aproveitar da situação para se vingar da mulher e do padeiro.
Chicó e João Grilo eram dois pobres homens que trabalhavam em uma padaria. Um dia sob ordem do Padeiro, Chicó foi à igreja a procura de um Padre para benzer um cachorro, no caminho para a igreja Chicó ia conversando com João Grilo seu amigo e companheiro de trabalho, ao chegarem à igreja, Chicó diz ao Padre João que vinha uma pessoa trazendo um cachorro para ele benzer, mas o Padre não aceita, então João Grilo para dar uma ajudinha a Chicó inventa que o animal era do Major Antônio Moraes um homem rico e poderoso da cidade, logo o Padre manda dizer a ele que viesse a igreja que estaria o esperando. Ao verem o Major Antônio Moraes subir a ladeira em direção à igreja a procura do Padre para benzer seu filho que estava doente, João Grilo toma lhes a frente e inventa uma história de que o Padre esta doido que não respeita mais ninguém e com mania de benzer tudo. O Major ao chegar a igreja tem uma conversa com o Padre João, mas o Padre esta confundindo toda a conversa. A mulher e o Padeiro vão a igreja e imploram para que ele benza o cachorro, mas o Padre não benze e então o pobre animal morre e a mulher do Padeiro quer que Padre João o enterre em latim, mas Padre não enterra de jeito nenhum então depois de tanto movimento para enterrarem o cachorro (Xaréu) o Sacristão resolve então ele mesmo enterrar o animal em latim. Ao discutirem se o Sacristão teria agido bem ou não aparece na igreja Severino de Aracaju um cangaceiro e ameaça de matar todos: ao Bispo, Padre João, Chicó, João Grilo, Frade o Padeiro e sua mulher.
Essa obra trás histórias contadas no ceará pelo grande escritor cearense Ariano Suassuna. O personagem principal é João Grilo homem que inventa muitas histórias para tentar se sobressair. Esse livro é ótimo e o recomendo para quem gosta de comédias.
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Larissa 16/08/2014

Ariano
Criei vergonha na cara e após o falecimento do mestre resolvi ler uma de suas obras mais aclamadas. Não me decepcionei. É fantástica. E achei a adaptação da rede globo estranhamente fiel.

site: https://www.youtube.com/watch?v=SkNe46OPqRU
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Eduarda 16/08/2014

Uma peça teatral escrita por Ariano Suassuna, lançada pela editora Brasil em 1955, drama nordestino com traços do catolicismo. O elenco tem como protagonista João Grilo que vive no meio de confusões, personagens como Chicó que é amigo de João e vive inventando histórias, o Padre, o Bispo, o Frade e o sacristão que compõem o elenco da igreja, A compadecida, Emanuel, Encourado e Satanás que compõem o elenco dos céus e outros como o major Antônio Morais, o padeiro, a mulher, Severino e o cangaceiro.

Tudo começa com uma confusão arranjada por João Grilo, pois a cachorra do padeiro estava doente e o mesmo queria que o padre á benzesse e fez com que Chicó e João fossem até a igreja e convocasse o padre á padaria. Mas o padre achou um absurdo bezer uma cachorra, mas João, um cara mentiroso e que vivia se metendo em confusão, mentiu para o padre dizendo que a cachorra era do major Antônio Moraes, ao qual o padre dava uma certa atenção a mais. O padre logo trocou de conversa e disse que iria benzer a cachorra. O major resolve aparecer à igreja para pedir ao padre a benção para seu filho que estava adoentado, o padre achando que a benção era para a cachorra, logo arrumou uma confusão. O major achou tudo muito estranho e foi conversar com o bispo, que se encaminhou para a igreja. Logo que a confusão foi esclarecida, João mentiu mais uma vez falando a respeito de um testamento, o que despertou o interesse no Padre que logo fez o enterro da cachorra. Quando o bispo chegou na igreja, questionou ao padre e o mesmo falou a respeito do testamento que também foi de interesse ao bispo. Após toda essa confusão aparece um cangaceiro que rouba e mata a população e este que junto aos outros ao qual matou subiu aos céus. O teatro munda a cena para um céu com Emanuel (Deus) sendo o advogado, Encourado (Satanás) como acusador. Satanás tinha bons argumentos para levar todos, logo João fez uma prece a Compadecia, que ajudou a todos.

Além do livro ser bastante engraçado, faz uma critica ao catolicismo e a sociedade como hipócrita.
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Aliane 13/08/2014

Auto da compadecida
Auto da compadecida de Ariano Suassuna, Pocket ouro, editora GOL, com 180 páginas, publicado em Recife, no dia 24 de setembro de 1955.
Ariano Suassuna, era dramaturgo, professor, romancista, poeta e criador de movimentos culturais de caráter. Nasceu em 16 de junho de 1927 em João Pessoa, Paraíba, e faleceu no dia 23 de julho de 2014 em Recife Pernambuco. Autor também de O Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta, Ariano Suassuna é universalmente conhecido e admirado, membro da academia brasileira de letras, Ariano foi idealizador do movimento Armorial, lançado em 1970 no Recife.
Auto da compadecida, encenado pela primeira vez em 1956 no Recife. Conquistou a medalha de ouro da associação brasileira de críticos teatrais no ano de 1957, no mesmo ano foi publicado pela editora Agir, repetindo o sucesso dos palcos, ganhou três adaptações cinematográficas a ultima delas por Guel Arraes.
O livro da peça teatral de Ariano Suassuna retrata de maneira humorística vários fatos sérios do nosso cotidiano, como por exemplo, a mentira, a desigualdade social, a influencia de pessoas do poder, a corrupção, e a traição entre marido e mulher. Tem como personagens palhaço – é o anunciador da peça e também o grande comentador dos fatos.
João grilo – protagonista, pobre e franzino, que usa de sua “sabedoria” para garantir a sobrevivência. É o melhor amigo de Chicó.
Chicó – é o contador de fatos, o mentiroso ingênuo que cria histórias só por diversão; padre João – mau sacerdote, preocupado apenas em ganhar dinheiro para sua aposentadoria. Sacristão – outro exemplo de mau religioso. bispo – juntamente com o padre João e o sacristão, ajuda a fazer o quadro de representação da Igreja corrompida. Antônio Moraes – senhor de terras, poderoso, que se impõe pelo medo, pelo dinheiro e pela força.
padeiro – representante da burguesia interessada apenas em acumular riquezas, explora seus empregados e tem acordos com as autoridades da Igreja. mulher do padeiro – esposa infiel e devassa, tem amor apenas por seus animais de estimação. Frade – bom sacerdote. Severino do Aracajú – cangaceiro violento e ignorante. cangaceiro – ajudante de Severino, sua função é apenas matar; demônio ajudante do Diabo; O encourado (o diabo) – Funciona como uma espécie de antagonista de João Grilo. Manuel (nosso senhor jesus cristo) personagem que simboliza o bem. A compadecida (nossa senhora) – heroína da peça, funciona como uma advogada de João Grilo e de seus amigos.












 Referencias:
• Próprio livro;


• Data da pesquisa: 12 de agosto de 2014


site: http//www.infoescola.com.br
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Cris 12/08/2014

Do riso que me agrada.
Leve, intrigante e muito engraçado. Faz algumas reflexões muito suscintas e de fácil interpretação. Há ainda uma facilidade maior pelas falas que se colocam durante o enredo, muito próximas do que é a realidade de um nordestino. Me vi lendo e ouvindo a voz de Selton Mello e Matheus Nachtergaele.
Para além disso, há ali críticas muito diretas à sociedade, desde a forma como a Igreja se porta até ao próprio egoísmo humano, quando se observa o padeiro e a sua mulher. Quais são as nossas prioridades?
Os pecados ficam muito claros em todos os personagens, polemizando ainda mais a história. Me pergunto: até que ponto as pessoas entendem o porquê dos pecados?
Dos trechos grifados, acho indispensável trazer:

"Chicó- É, o cachorro já estava morto, mas você sabe como esse povo rico é cheio de confusão com os mortos. Eu, as vezes, chego a pensar que só quem morre completamente é pobre, porque com os ricos a confusão continua por tanto tempo depois da morte, que chega a parecer que ou eles não morrem direito, ou a morte deles é outra." p. 71.

Pobre não tem essa coisa de herança, né? Então, que outro motivo levaria ao questionamento póstumo? Morreu, acabou. "Quem morreu é quem perdeu a vida!".
Outro trecho é:

"Manuel - Calma, rapaz, você não está no inferno. Lá si é um lugar sério. Aqui pode-se brincar. Acuse o sacristão." p. 132.

Aqui há uma inversão do que é o céu e o inferno. Nao me passa a cabeça brincadeiras como a de João Grilo feitas no céu, mas como a própria Compadecida disse, quem gosta de tristeza é o Diabo.
Não consegui, durante todo o livro, me desprender do filme. Não sei até que ponto isso é bom ou ruim, mas foi, no minimo, divertido lê-lo.
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Alesson 09/08/2014

"Autor da Compadecida" (Editora Agir, 2005, 186 páginas) é uma obra do grande poeta, romancista e dramaturgo Ariano Suassuna, e foi produzida no ano de 1955.Tem como outras obras "O Castigo da Soberba"(1953), "O Rico Avarento" (1954), "O Santo e a Porca" (1958). No ano seguinte de sua publicação, houve a apresentação por meio do teatro. A obra se baseia muitos em costumes e lendas do Nordeste. Tem como personagens o Palhaço, João Grilo, Chicó, o Padre, o Bispo, o Padeiro e sua mulher, Severino, entre outros. Tudo começa quando João Grilo e Chicó, tentam convencer o Padre João, a benzer o animal de estimação do Padeiro, que estava doente. João Grilo era muito inteligente, mas vivia de suas mentiras. Chicó inventava histórias suspeitas e sempre respondia no final: "Não sei, só sei que foi assim". Como o Padre havia achado um absurdo fazer isso, acaba não aceitando a proposta. Porém, João mente, dizendo que o animalzinho era do Major Antônio Morais, pessoa muito rica na cidade. O Padre, muito ambicioso, acaba aceitando a proposta. Ao sair da igreja, João Grilo conta sua vingança. Diz que quando estava doente, nem o patrão e a mulher, o ajudaram; além de o explorarem direto. João sabia exatamente qual era o ponto fraco de toda a situação: A mulher do Padeiro. Todos na cidade sabiam que ela o traía. De repente, eles veem o Major andando pelo rua, e João usa seu dom, para mentir mais um vez. Fala para Antônio Morais, que o Padre estava doido. Com isso em mente, o Major vai até a igreja. O Padre se confunde com toda a história, e no final o grande proprietário, sente-se ofendido, por pensar que ele estava insultando sua família. Falou para o Padre, que ele iria se entender com o Bispo. Depois a dupla, vão até o Padre, perguntar se ele benzia o animal de estimação do Padeiro. Ele fala que não iria, porque estava com medo do que o Bispo poderia fazer com ele. Depois apareceram o Padeiro e a mulher, reclamando. Iriam tirar alguns privilégios do Padre, porém ele não caía na provocação. O pobre do animalzinho, morre ali mesmo, naquele momento. Como habitual, João Grilo, inventou um testamento que o cachorro tinha. O ambicioso muda na hora de atitude e depois fazem o enterro, em latim. Quando o Bispo chega a cidade, a primeira coisa que faz, é perguntar ao Padre, porque este havia ofendido o Major. O coitado não entende nada. O Bispo fica insistindo, e ele acaba entendendo a mentira de João Grilo. Quando o culpado e Chicó, entraram na igreja, o Padre começa a xingar os dois. Porém João acabou salvando ele, dizendo que no testamento, o Bispo estava envolvido. Este segundo, também era muito ambicioso. Depois de toda essa confusão, ainda querendo um pouco mais do gosto da vingança e dinheiro, João Grilo inventa um história de um gato que descomia dinheiro. Sabia que a fraqueza da patroa era dinheiro e um animal. Porém, ele preparou uma bexiga e encheu de sangue, para poder escapar, caso algo desse errado. Venderam para a patroa e depois foram a igreja, entregar o dinheiro do testamento para o Padre e Bispo. Simultaneamente, o Padeiro e a mulher, chegam no mesmo lugar e começam a falar que é tudo mentira de João, que o gato não descomia dinheiro nenhum. E tudo fica uma confusão. A partir daí, ocorre muita coisa. O primeiro deles, é que Severino, o cangaceiro, chega na cidade. Todos da cidade ficam desesperados. Ele entra na igreja fazendo com que todos estremeçam. Junto com seu companheiro, roubam o dinheiro e irão matar todos. Assim foi feito. Todos morreram, mas no momento de João Grilo, este inventa uma nova saída. Diz que há uma gaita que revive e oferece a Severino. Este recusa no começo e pede um prova. João então, fingi matar Chicó, que estava com a bexiga, toca a gaita, revive e o cangaceiro cai no plano. Assim João Grilo, consegue se safar, ao enganar e matar Severino. Porém não esperava ser morto pelo ajudante do cangaceiro. Começa a escurecer sua vista, e dá-se conta que estava no purgatório. Ver a todos que tinham morrido antes dele, e ver uma horrível criatura. Se tratava do Encourado, encarregado de levar a todos ao Inferno. Mais à frente, um luz divina aparece, e com ela vem Jesus. Estavam exatamente no local, onde suas almas seriam julgadas por seus atos na terra. O Encourado, sai na frente, discriminando cada pecado das “pobres” vítimas. O destino deles seriam decididos aquele dia. O livro tem um linguagem fácil, humorística e sensacional. Ariano Suassuna, fez um obra incrível.
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Israel 31/07/2014

O Auto da Compadecida é um livro de 185 páginas em forma de peça teatral, escrito em 1955 por Ariano Suassuna. Relata um drama nordestino da época. João Grilo um homem conhecido por suas mentiras e Chicó conhecido por suas histórias sem pé e sem cabeça. Entram em uma confusão pela cachorra do padeiro. E nessa confusão entra o padre, o sacristão e o bispo. Quando de repente chega um cangaceiro e resolve matar todos. A cena muda para o céu. O julgamento de João Grilo e lá ele é salvo pela Compadecida.
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Laura 14/07/2014

Risos
A peça Auto da Compadecida (Editora AGIR) foi escrita na forma de livro no ano de 1955, criado pelo autor Ariano Suassuna, possui 185 páginas, as falas são escritas na forma de peças teatrais, sua linguagem é informal, suas falas possuem gírias pois retrata um pouco de como é a vida de um nordestino, também tem um a momento de santidade. A historia contada se passa em uma pequena cidade, os personagens são: o Palhaço, João Grilo, Chicó, Padre João, Sacristão, Bispo, Antônio Moraes, Padeiro, Mulher do padeiro, Frade, Severino do Aracajú , Cangaceiro, Demônio, Manuel (Nosso Senhor Jesus Cristo) e a Compadecida (Nossa Senhora). Essa peça em contada em vários capítulos. Os personagens principais são João Grilo e Chicó, dois amigos, homens humildes e simples, porém costumam contar algumas mentiras. Às vezes acabam em alguma encrenca, mais no final sempre se dão bem. É um livro bastante engraçado, onde você se diverte ao ler mitos criados pelos personagens e histórias divertidas.
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