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O Senhor das Moscas

William Golding
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Dudu 29/07/2014

O senhor das moscas (Lord of Flies, no inglês), de William Golding, foi publicado em 1954 e, mesmo não tendo feito muito sucesso na época, é considerado um grande clássico da literatura pós-guerra, como eu já mencionei.
Ganhador do prêmio Nobel de literatura de 1983, Golding, nascido em 1911 na Inglaterra, é conhecido por confrontar o bem e o mal em suas obras, explorar o abismo entre o mundo da ciência e da razão, nos levando sempre a grandes discussões sobre os personagens e situações de suas obras. (fonte: Wikipedia)
Se utilizando da clássica história de se ver isolado do resto da civilização, o paraíso perdido, que Golding se contrapõe a ideia de Russeau do “bom selvagem”, aquela que diz que o homem é bom por natureza, nasceu livre, mas sua maldade advém da sociedade [...].
Nesta obra somos levados junto de um grupo de garotos que, após um acidente, se vem presos no que parece ser uma grande ilha deserta e sempre a presença de qualquer adulto.
Nos tempos em que tablets e smartphones nos distanciam cada vez mais do convívio em sociedade, a obra de William Golding vem nos dizer que não estamos sozinhos, que temos de nos manter juntos se não quisermos voltar a um estado de selvageria e assim termos nossa liberdade ameaçada pela presença do desconhecido, da criatura selvagem que é nosso predador. E é isso o que faz deste livro uma grande obra, a questão psicológica, os seres humanas vivendo longe da sociedade moderna, a volta as origens humanas, o selvagem.
Ralph, Jack e porquinho, as figuras centrais deste romance, são o que ilustram o comportamento do homem nessa regressão da humanidade. A força e coragem de Jack, o carisma de Ralph e a inteligência de porquinho, a maneira como interagem entre si e com as outras crianças, suas crises e mudanças, a exploração do desconhecido e a maneira como enfrentam os medos e mistérios que surgem em suas cabeças ao anoitecer, são a parte principal da obra que segue o dia a dia dessas crianças que têm um futuro tão incerto quanto ao ideal de voltar as suas famílias.
É interessante observar um clássico da literatura mundial sem toda aquela pompa e linguajar rebuscado a qual estamos acostumados a pensar quando ouvimos a palavra “clássico” no que diz respeito a literatura. “O senhor das moscas” prende a atenção do leitor a ponto de em certo momento pararmos de nos questionar se os meninos sairão ou não da ilha e nos força a tentar entender a cabeça do autor que, ao desestabilizar tanto os pilares que trariam equilíbrio a situação, consegue montar situações tão tensas e criar metáforas tão inteligentes se utilizando apenas de crianças sendo crianças.
Gostei muito do livro e com certeza vale a pena a leitura. Sua narrativa simples ajuda a prender a atenção do leitor, mesmo em cenas que em outro tipo de mídia, que não um livro, pareceria monótono ou mesmo entediante. É impossível não escolher um lado como certo assim como não há maneira de não se compadecer de porquinho, sempre a opinião sóbria em meio as mais infantis discussões que acontecem entre as crianças.


site: http://aquelaleitura.wordpress.com/
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Thiago Pena 29/06/2014

Leitura cativante e prazerosa.
O livro tem uma narrativa extremamente cativante e prazerosa, que faz o leitor efetivamente viver a história e relacionar-se com as personagens, vibrando e sofrendo com suas atitudes e consequências. O final é extremamente marcante, emocionante, além de surpreender o leitor com um parágrafo que se torna inesquecível. Altamente recomendado.
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Mag 13/06/2014

O que mais me incomodou nesse livro foi o fato de não conseguir criar imagens nítidas através das descrições feitas. Na maior parte da leitura os personagens perambulavam por espaços vazios, pois não tive a capacidade de desenhar mentalmente as paisagens da ilha, e não sei se isso tem a ver com a narrativa em si ou com alguma habilidade minha que ficou faltando.
Os diálogos muitas vezes são confusos também, sem profundidade, meio jogados, sem objetividade. A mim soava extremamente artificial sempre que algum menino falava: "estou com a concha". Talvez isso seja uma má escolha na tradução, assim como o nome do personagem "Porquinho".
E falam que o livro é assutador, bem...esperei até o final por uma atmosfera mais sombria, mas não achei nada assustador.
Beatriz Zilli 29/07/2014minha estante
Senti o mesmo!




Gustavo 17/05/2014

Um pequeno compêndio sobre a natureza humana. Golding foi muito hábil ao optar por desenvolver uma história somente com crianças, seres humanos em sua forma mais pura, ainda não de todo condicionados pelas experiências de vida e pela convivência em sociedade.
Ao longo da obra, contudo, percebemos que lá estão a essência selvagem e o instinto de preservação do homem (a qualquer custo).
Um daqueles livros de (re)interpretação contínua, mesmo após anos do término da leitura.
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Vagner 04/05/2014

Cativante.
Uma história que te prende do inicio ao fim, conta as passagens dramáticas de um grupo de garotos que perdido em uma ilha deserta. Mostra como o ser humano pode de uma hora pra outra se transformas, em um animal irracional, por pura maldade e demonstração de poder. Assim nascem os ditadores.
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