A Batalha do Apocalipse

A Batalha do Apocalipse
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Resenhas - A Batalha do Apocalipse


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Taíla 09/02/2016

A batalha do apocalipse - Quero um filme!
Então, o que dizer desse autor que eu já admirava sem mesmo ter lido seus livros?

A Batalha do Apocalipse é o primeiro livro do autor brasileiro Eduardo Spohr. A minha vontade de ler a série veio após ouvir os episódios do Nerd Cast sobre a obra, episódios: 80 - A Batalha do Apocalipse, 276 - Filhos do Éden e o Spohrverso, 362 - As Guerras dos Anjos da Morte e, finalmente, o episódio 491 - Filhos do Éden e o fim de tudo (esse último ainda não li para não receber spoilers :p). Em cada um desses episódios você pode conhecer mais da trajetória do autor, que vale muito a pena, o seu processo de criação e sobre os livros. Cada episódio que eu ouvia me deixava mais curiosa para conhecer a obra. Em 2015, ganhei os três livros do Eduardo que já tinham sido lançados: A Batalha do Apocalipse, Filhos do Éden: Herdeiros de Atlântida e Filhos do Éden: Anjos da Morte. Ainda me falta o último volume da triologia Filhos do Éden: O Paraíso Perdido.

Sabe aquele tipo de leitura que faz você não querer parar? Que comer, dormir e viver são meras atividades obrigatórias? Então, esse livro te faz ficar assim. Sempre ouvi elogios em relação à obra, mas quis segurar um pouco as expectativas para não me decepcionar. Não sei se consegui, mas me apaixonei pela obra, pelos personagens e sacrifiquei algumas horas de sono para descobrir como tudo ia acontecer.

Na obra conhecemos Ablon, um anjo renegado, expulso do céu e preso no seu avatar humano até o juízo final, e Shamira, uma feiticeira dos tempos da torre de Babel com imenso potencial que cria o seu próprio destino. As histórias dos personagens se cruzam pelo passar dos anos e de muitos acontecimentos históricos já conhecidos por nós, mas com o toque da visão dos personagens.

Cada detalhe é muito rico e importante e fiquei realmente envolvida com as emoções e aventuras dos dois. Torcia junto em cada embate e ficava curiosa a cada nova jornada. Os demais personagens também são muito interessantes por terem um pouco da sua história contada também. Vemos os valores de cada um e o que os leva a tomar as suas atitudes.

Senti como se estivesse assistindo a um filme, principalmente nos capítulos finais. O ritmo da história ficou mais acelerado e o meu coração também. Quando terminei a leitura fiquei um tempo pensativa. Absorvendo tudo o que tinha lido e tentando entender cada pormenor e dúvida que ficou no ar. Dá vontade de encher o Eduardo Spohr de perguntas que quase fariam com que ele escrevesse um novo livro. Antes mesmo de ler a obra já admirava a sua trajetória e o tenho como inspiração, agora, sou fã assumida do autor e da obra.

O tão falado apocalipse chega e nossa visão do mundo, dos homens e de Deus é questionada e colocada à prova. Que sacrifícios estamos dispostos a fazer? Será que ainda existe algo pelo qual vale a pena lutar?

Não vejo a hora de encontrar Ablon e Shamira novamente. Questionando o nosso papel no mundo, a crença no destino já traçado e mostrando que depende de nós evitar que as trevas tomem conta de tudo.

Não quero encher ninguém de spoilers então vai ficando por aqui a minha recomendação de leitura. Existem muitos autores brasileiros bons, inclusive de fantasia. Corram atrás e valorizem essa galera.

E tem mais conteúdo relacionado às obras do autor no site: www.abatalhadoapocalipse.com

Será que rola uma adaptação para o cinema, hein?

site: http://www.prateleirasemfim.com.br/posts/livros/a-batalha-do-apocalipse-resenha
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Inês Montenegro 05/02/2016

O tema abordado não é original, praticamente uma batalha entre o amor/amizade contra o ciúme/ambição: onde o autor se destaca é a levar isso para a personagem dos anjos, que são aqui os protagonistas, nomeadamente na figura de Ablon, o qual acompanhamos em maior pormenor. Antes de prosseguir sobre a estrutura e enredo do livro, há reparos à edição em Português Europeu (PE) que tenho de fazer: em relação à adaptação, a conjugação verbal foi bem-sucedida, contudo, o mesmo já não se poderá dizer no que respeita ao vocabulário – coisas como “estrupar”, “gostoso”, “ônibus” e “encabulado” deveriam ter sido alteradas para “violar”, “bom/agradável”, “autocarro” e “envergonhado”. Também a revisão, ainda que na sua maioria se encontre apresentável, por vezes deixou escapar falhas como “Nada tenho nada a ver.”

Opinião completa em:

site: https://booktalesblog.wordpress.com/2015/10/24/a-batalha-do-apocalipse-eduardo-spohr/
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Daniel A. 02/02/2016

Não tão diferente de livros de aventura de romance adolescente...
Se A Batalha do Apocalipse não fosse um exemplar tão vasto, seria de uma leitura mais tragável e "compensativa". Dentro de certos padrões, até que vale a pena prosseguir com uma história mesmo notando a superficialidade de seus recursos, pois esta tem seu valor se não nos roubar um tempo tão longo; porém A Batalha do Apocalipse não se encaixa as esses padrões, não com a quantidade generosa de páginas que Eduardo Spohr nos propõe a enfrentar, no que "parece" pra mim ser quase uma total liberdade/ingenuidade de escritor. E não o digo por me divertir mais com os textos/histórias que se voltam à linguagem. Tenho apreço pela literatura de gênero. Mas há casos e casos...

Os personagens não me envolveram por me parecerem pouco humanos (no sentindo de verossimilhança), sempre agindo muito razoavelmente sobre esmagadora pressão, ou encontrando soluções rápidas para seus problemas. Como são indivíduos místicos, lendários, multidimensionais - anjos caídos, demônios, deuses pagãos, pessoas sobre-habilidosas - deviam ter sido compostos com mais cuidado, com mais complexidade, entretanto o autor não saiu da sua zona de conforto ao moldá-los com hábitos, uma psique, unicamente contemporâneos.
Outra coisa que também me irrita é o excesso de "precisão" do autor em detalhes que necessitam de calma, de um joguinho narrativo para a melhor absorvição, ao invés de serem simples e "jornalisticamente" entregues ao leitor num parágrafo só ilhado.
A liberdade/ingenuidade de Eduardo com a obra se dá justamente neste ponto, quando parece que ele procura dar ênfase somente nos detalhes que por si só já são chamativos, charmosos, provocativos ao leitor e a ele, com explicações de efeito, e então peca no detalhar do mecanismo dos elementos, do caos. E uma irritante tendência ao melodrama também.
Os diálogos são enciclopédicos e por isso soam artificiais, pois os personagens ficam esclarecendo fatos que a quem falam já são conhecidos, ou seja, o diálogo se revela só uma ferramenta mal disfarçada para contar as instâncias ao leitor.
O que eu soube admirar foi a pesquisa geográfica e história de Spohr, que sugere a sua pretensão em criar um romance de características épicas, mesclando com os novos tempos. A disposição em descrever diversos lugares em épocas remotas me atrai.
Pena que tal ambição não deixou que o escritor cunhasse uma obra divertida de entretenimento e dentro de suas roupas. Embora um livro de leitura fluída, tal fluidez atropela com violência demais, não se deixa aprofundar.
Se não fosse os temas com descrições livres, de aspectos fortes, ABdA poderia facilmente ser enquadrado dentro do gênero adolescente, com lógicas falhas.
Entretanto's, imagino que tenha sido um livro escrito com o coração. Às vezes isso basta pra prosseguir?
Só não acho que é tão bom quanto depreciadores de Crepúsculo afirmam
leosilva 02/02/2016minha estante
Concordo com você em todos os aspectos. Parece que o livro demandou muita pesquisa, nesse quesito ele está de parabéns, mas a construção da história deixou a desejar. É um texto muito cansativo.


Daniel A. 02/02/2016minha estante
Sim, Leo, a construção é mesmo muito simples, como desenhos de super-heróis.
Fico com o coração partido, já que levei uma tarde inteira para conseguir o autógrafo do autor (antes de começar a leitura) rs




thais.moore 29/01/2016

Fraco...
Comprei para ler pensando que era um ótimo livro , depois de ter visto algumas pessoas elogiando, porem me decepcionei muito... Leitura arrastada, sem muitas surpresas, o autor parece as vezes se perder , nao gostei muito e abandonei na metade. Uma pena pq tinha grandes expectativas....
Alexandre Lima 30/01/2016minha estante
O que você esperava do livro?




Sula 23/01/2016

Marcante...
Um título, vibrante intenso e muito, muito viciante. É o tipo de leitura ficcional que faz você perder o sono até terminar... te deixa sem ar. Sem chão e com um baita ressaca literária ao fim. Recomendo
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Pppaty 19/01/2016

Supresa
Livro muito bom! Me surpreendeu por ser de um escritor brasileiro... Muitas informações históricas, além de uma história muito bem elaborada e cheia de reviravoltas. O começo do livro é um pouco cansativo e enrolado, mas depois a história deslancha e vai ficando cada vez mais interessante. A quantidade de informações sobre a história mundial, bem detalhadas e muito importantes para contextualizar a trama, foi realmente impressionante. Fiquei orgulhosa de ter um escritor brasileiro com tanto conhecimento de causa e por ter se empenhado em colocar todas essas informações de forma a esclarecer os que não possuem tal conhecimento. Uma leitura que vale à pena e ansiosa para ler os demais volumes...

site: Desafio Literário Skoob 2016
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Luís 15/01/2016

Muito Além... da Batalha Entre o Bem e o Mal [A Batalha do Apocalipse - Eduardo Sporh]
A Batalha entre o Bem e o Mal está para começar e você não pode deixar de ler esse ótimo livro da nossa literatura nacional. Das ruínas da Babilônia, o esplendor do Império Romano, passando pela China e sua cultura ímpar, o Muito Além das Aspas tem o prazer de falar sobre A Batalha do Apocalipse, obra de Eduardo Spohr. Confira:

...

E pra mim, como foi ler "A Batalha do Apocalipse"?


Antes de começar, gostaria de compartilhar alguns sentimentos que ficaram em mim ao terminar de ler este livro.

Primeiramente: Eduardo Spohr conseguiu enterrar de vez meu preconceito com a literatura nacional, provando que há sim livros maravilhosos de origem canarinha.

Segundo: deixa também um sentimento de frustração, pois em meio a tantas histórias fascinantes, nosso cinema ainda prefere expor a fragilidade de nosso país a se aventurar em novos caminhos, como o da fantasia, aventura etc.

Terceiro: Diferente de muitos, que acham que o começo foi bom, e que depois foi esfriando, eu tive que ter forças para passar das primeiras paginas. Mas não me...

Mais no post do link



site: http://muitoalemdasaspas.blogspot.com.br/2015/12/muito-alem-da-batalha-entre-o-bem-e-o.html
Tom 18/01/2016minha estante
Concordo contigo, cara! Nos três pontos que você levanta: Eduardo Spohr é ótimo! Podiam, e devem, aproveitar essa história no cinema. Mas, por favor, não estraguem! rsrsrs. E acho o início parado, até que....

=]


Luís 25/01/2016minha estante
Valeu Tom... Agora estou na trilogia do Filhos do Eden... ansioso!




Fernando.Pessoa 15/01/2016

Muito bom
Tinha em minha estante a um bom tempo, mas como dizem: tudo tem o seu tempo. Agora, depois de ter lido todo esse livro, maravilhoso por sinal, só tenho a dizer parabéns ao autor, por criar um universo próprio e ir dando continuidade a várias histórias maravilhosas, como na trilogia de oa Filhos do Éden.
De certa forma foi uma aula de história, pois se passa as várias etapas da evolução de nossas história. Algumas coisas que li não gostava, mas no final tudo se explicou, magnificamente. Parabéns ao autor novamente, nessas horas dá orgulho de ser brasileiro.
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bia_pupato 07/01/2016

Resenha: A Batalha do Apocalipse - Book Bus
Bom, como o próprio título diz atrama se passa através dos séculos e conta a história de Ablon, um anjo renegado que foi condenado a vagar pelo mundo dos homens após se revoltar contra o Arcanjo Miguel, em seu exílio ele conhece a feiticeira de En-Dor, Shamira por quem se apaixona e que irá ajudá-lo através do tempo até a batalha que definirá o futuro da humanidade.

No decorrer do livro vamos nos familiarizando com o reino celeste, os anjos e suas castas, seus comportamentos e conhecemos um pouco sobre batalhas históricas que ocorreram antes mesmo da criação do homem. Apesar de terem sido criados "do esplendor e glória do Senhor" e milhares de anos antes, descobrimos que os anjos experimentam e demonstram sentimentos humanos (bons e maus), principalmente o ciúme que os Arcanjos sentem dos humanos por não compreenderem o amor que Deus tem por essas inferiores criaturas feitas de barro, o que resulta na briga entre os Arcanjos pelo poder de decidir o futuro da humanidade e as várias tentativas de extermínio delas.

Os personagens são bem construídos e de uma diversidade enorme, já que o personagem principal vaga pela Terra atravessando o tempo e por diversos países e culturas. A narrativa é feita de forma que compreendemos que as escolhas feitas no passado foram determinantes para o desfecho da épica batalha que está para acontecer e também compreendemos melhor os personagens.

Esse foi o primeiro livro do Spohr que li e me apaixonei pela forma que ele escreve, dá pra perceber que é realizado um amplo estudo para estruturar a história de forma que coincide com os fatos históricos, dando maior veracidade a toda a trama e fazendo você questionar se realmente aquilo poderia ter acontecido. Além de uma aventura alucinante, ainda tenho que dizer que tive a oportunidade de conhecer o Eduardo em uma Bienal aqui em Sampa e ele demonstrou uma simpatia incrível com a fila interminável de fãs que aguardavam para receber seu autógrafo.

site: http://bookbus1.blogspot.com.br/
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spoiler visualizar
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Jones 04/01/2016

O livro é muito bom.
O autor se preocupa muito bem com detalhes, eventos históricos.
Complicado mesmo é só o nome dos anjos, que muitas vezes é complicado de se relacionar com os personagens.
O final foi bom, apesar de que me passou a impressão que foi encurtado, como se o autor tivesse atingido o limite de páginas. Confesso que fiquei meio perdido com ele devido a tamanha quantidade de eventos posteriores ao acontecido que relaciona, o que de fato não é nenhum problema.
Recomendo a leitura, e aviso que os nomes dos anjos podem acabar se embaralhando em sua mente. ;)
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Ricardo Pádua 31/12/2015

Excelente livro, diversão garantida!!
Personagens, cenários e armas épicas. Um prato cheio para quem gosta de batalhas empolgantes, tramas envolventes e ficção. O anjo renegado Ablon enfrenta anjos e demônios para completar a sua jornada e não esquecer dos seus ideais. Leitura muito empolgante. Recomento d+
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ClovisHenrique 24/12/2015

Uma viagem pela história humana
A Batalha do Apocalipse é, com toda a certeza, uma viagem na história humana. Em um momento você está no céu, depois você se pega no Rio de Janeiro, num piscar de olhos depois você olha em volta e está na Babilônia...

Uma visão diferente sobre Deus, os Anjos e outras religiões. Spohr trabalhou como se todas as religiões fossem reais, por mais que ele se foque em Deus, anjos e etc. Ele chega a pincelar deuses pagãos, gregos e etc.

Uma das coisas que mais me agradaram foi o plot sobre o 7° dia. Essa foi uma forma que nunca havia pensado e me fez gostar ainda mais do livro.

Enquanto lia o livro, era como se eu tomasse aquilo como verdade. Tudo aquilo que acontecia no céu era como uma verdade absoluta para mim. hahahah

E ficou clara as referências de anime para mim, durante a leitura. Por ser um amante dos animes, as lutas em minha mente foram muito fáceis e claras de recriar. E essas armaduras douradas, Spohr? Cavaleiros do Zodíaco não sai da sua cabeça... hahaha

Adquiri a edição especial, que realmente vale seu preço. A capa dura, os capítulos extras e informações sobre castas e todo o material extra só agrega valor a obra.

Parabéns Dudu e que venha "Filhos do Éden".
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Suhett 19/12/2015

A Batalha para terminar...
A idéia foi boa mas o desenrolar não tanto, é mais ou menos assim que consigo resumir esse livro.O autor tenta te ambientar ao máximo nesse mundo mundo celestial de anjos com fatos que se misturam com o mundo real enfim...acabou se perdendo.
Anjo andando pelo rio de janeiro e depois na babilonia...numa busca eterna cada hora por um motivo, anda pela lapa depois pelo deserto no mundo árabe junto com gregos e no final acaba enfrentando demônios chineses numa floresta, com isso já da pra ter uma ideia sobre a mistura de fatos que ocorrem nesse livro. Uma cronologia meio surreal tentando colocar fatos marcantes da historia com batalhas celestiais meio sem sentido, juro que tentei o máximo que pude terminar esse livro até que chegou uma hora que eu realmente torci para que a guerra acontecesse e tudo terminasse.
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Monique 16/12/2015

Fantástico
O livro conta história de um Anjo Renegado, que foi expulso do céu por defender a humanidade do tirano Arcanjo Miguel, que via os humanos como desprezíveis esculturas de barro. Ablon foi exilando com mais 18 de seus seguidores, que sempre defenderam a Criação Divina. Mas com a ameaça de que Miguel iria mandar matar todos os renegados, a Irmandade dos Renegados teve que se separar, mas com essa separação um por um foi sendo assassinado, até que sobrou apenas Ablon para defender a sua causa. Em uma das jornadas do Anjo, ele conhece Shamira, uma necromante, que irá ajuda-lo custe o que custar, tornando-se a sua melhor "amiga".

Após milhares de anos a espera do Armagedon, o evento se aproxima e todos pensam que Deus ira acordar do seu sono do sétimo dia e julgará os pecados tanto dos anjos como dos humanos, mas não é bem assim que as coisas acontecerão.
Ablon será a peça fundamental para o desfecho dessa batalha que envolve tanto o plano espiritual, quanto o plano terreno.

Esse foi com certeza um dos melhores livros que já li. Eduardo Spohr escreveu um livro simplesmente FANTÁSTICO. Um livro que envolve fatos históricos, com a idade das treva, foi tudo muito bem narrado tanto por um observador onisciente quanto pelo protagonista quando ele relembra o que ele já passou. Uma estória envolvente e empolgante, com uma surpresa atrás da outra. Eu particularmente amo livros que envolvem anjos, a relação entre céu, terra e inferno e o Apocalipse, então de primeira o título já me conquistou. Eu super indico você se aventurar nessa história cheia de conflitos e mistério.

site: viagensliterarias.tk
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