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A Batalha do Apocalipse

Da Queda dos Anjos ao Crepúsculo do Mundo

Eduardo Spohr
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Laís Helena 26/08/2014

Resenha do blog "Sonhos, Imaginação & Fantasia"
Há muitos anos Yaweh, o deus da luz, derrotou Tehom, a deusa da escuridão, e deu início à criação do mundo, incluindo os seres humanos. Findada a criação, Yaweh concedeu aos humanos o livre-arbítrio e se retirou para um descanso, deixando para os cinco Arcanjos a responsabilidade de cuidar de sua criação. O Arcanjo Miguel, porém, ficou enciumado com o livre-arbítrio dado aos humanos e por isso decidiu destruí-los.

Contudo, nem todos os anjos concordam com a destruição dos humanos, por isso Ablon reuniu um grupo de rebeldes e começou a conspirar contra Miguel e aqueles que lhe eram fiéis. Entretanto, eles foram traídos e, como castigo, condenados a vagar pela Haled (a Terra) até o dia do Juízo Final, presos a seus avatares (uma espécie de manifestação que os anjos utilizam para atuar no mundo material).

Com o passar dos séculos todos os Anjos Renegados morreram, exceto Ablon, que aguarda pelo dia em que Yaweh acordará e prestará o ajuste de contas — também chamado de dia do Juízo Final —, proporcionando punições para os que agiram mal e recompensas aos que foram bons. Junto com o dia do Juízo Final também se aproxima uma grande guerra entre os celestiais, em que os rebeldes se mobilizarão contra as forças do Arcanjo Miguel em prol da sobrevivência dos humanos.

O livro se desenvolve intercalando acontecimentos do presente com flashbacks que explicam alguns dos pontos centrais da trama. Esta, apesar de simples (especialmente considerando a premissa ambiciosa do livro) é bem explicada ao longo do livro. Os flashbacks são longos, divididos em subcapítulos, e muitas vezes se estendem em temas que não são tão relevantes, mas se ambientam em épocas e locais muito conhecidos e a caracterização histórica foi muito bem feita. Apesar de eles não serem muito relevantes, gostei bastante de lê-los.

O ritmo não é tão acelerado em algumas partes quanto em outras, e o começo apresenta diversos termos com os quais o leitor se demora a familiarizar. Até mesmo cheguei a fazer anotações, para não ter de ficar voltando às explicações a todo momento. Mas a narrativa prende o leitor pela expectativa de desejar saber o que acontecerá a seguir, e em nenhum momento chegou a ser enfadonha.

O mundo criado pelo autor foi muito bem construído, com todos os termos e definições bem explicados ao longo da trama e uma mitologia bastante rica. São apresentadas diversas explicações para acontecimentos bíblicos, mas também para outros tipos de mitologia, como a existência de diversos deuses cultuados por algumas culturas. Também há explicações lógicas para a feitiçaria, os poderes dos anjos (que são coisas distintas) e é feita uma diferenciação entre mundo material e mundo espiritual que julguei muito interessante. A leitura já vale a pena por esses detalhes.

Um dos pontos negativos do livro foram os personagens. Não senti tanto aprofundamento neles, nem mesmo em Ablon, o protagonista. Suas personalidades são definidas, mas não suas motivações e anseios — e acredito que, em uma trama como a que o livro apresenta, havia muito espaço para explorar diversos temas no que concerne à caracterização dos personagens.

O final me pareceu um tanto corrido em relação ao restante do livro, em especial nas lutas, que em sua maioria acabam rapidamente e são de fácil resolução. Algumas delas até mereciam uma melhor elaboração, por serem de importância central na trama. Além disso, o livro termina sem explicar muito bem alguns dos acontecimentos, e fiquei na dúvida se com o que foi feito o problema seria de fato resolvido.

Apesar dos pontos negativos, gostei muito do livro, em especial pela mitologia construída e pela ambientação histórica. Senti que o autor tem potencial, por isso investi na leitura de Filhos do Éden, uma trilogia que se passa no mesmo mundo. Eu recomendo para aqueles leitores que não veem problema em uma narrativa mais detalhista, com uma série de termos inventados pelo autor.

site: http://contosdemisterioeterror.blogspot.com.br/2014/08/resenha20.html
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Gabriel 20/08/2014

Um dos meus favoritos.
O livro é fantástico. Cheio de surpresas e reviravoltas, e com um final surpreendente. É narrado em terceira pessoa. Spohr, faz constantes flashbacks no decorrer do livro, que a princípio não são relevantes para a estória, mas que no fim fazem todo sentido.
A trama possui alguns fatos históricos, característica das demais obras do autor, é comum Spohr misturar ficção com realidade, o que torna o livro ao mesmo tempo educativo.
Ao ler o livro, o leitor deve estar ciente que esta é uma obra fictícia, portanto, não deverá julgá-lo baseando em sua religião.
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Eric Rocha 12/08/2014

A Batalha do Apocalipse
Ablon, um anjo renegado e expulso dos céus, é condenado a viver na terra em seu avatar (corpo material dos anjos e demônios) até o dia do Apocalipse.

Os personagens são apenas personagens, nada de épicos, somente personagens de um livro feito para pessoas que se impressionam facilmente.
Achei que o Sheol (ou inferno), não foi descrito como poderia ter sido. Dizem que ele é aterrador e assustador, e não consegui ver nada disso no Sheol que Spohr criou.
As batalhas são "sem sal", toscas e acabam rápidas demais, ou seja, não tem nada de épico. E a que ainda posso dizer que foi legalzinha, é a batalha de Ablon contra Apollyon no Castelo da Luz.
As trocas de palavras dos personagens antes e durante as batalhas também são fracas. Enfim, as batalhas não são necessariamente batalhas, é algo mais como briga de bêbado, onde quem dar o primeiro soco ganha.

Tomando a liberdade e eu mesmo dividindo o livro em dois (primeira e segunda metade), eu realmente não fui com a cara do livro em sua primeira metade, pois a enrolação e o prolongamento desnecessário é imenso, deixando a leitura cansativa e sem grandes emoções. Há um tempo, comecei ele e demorei mais de um mês para ler a primeira metade, não aguentava mais tanta enrolação e tive que pausar a leitura e li 3 livros após a pausa, não que o autor escreva tão mal, ao contrário, escreve bem, porém não conseguia ler mais uma página sequer. Renovado e com nova convicção decidi voltar a leitura já sabido de como era sua narrativa, e em sua segunda metade, a enrolação, prolongamento desnecessário, a leitura cansativa e sem emoção até que deu uma pequena trégua e eu consegui finalmente terminar o livro. Consegui até (em alguns raros momentos) me transportar para os lugares descritos.

O livro sempre me chamou muito a atenção pelo seu título e sua capa, e posso dizer que até que valeu a pena pela curiosidade, pois a estória, a trama e a escrita são bem feitas (tirando as partes que mencionei que me decepcionou). Mas não espere encontrar algo contagiante e épico neste livro, porque você estará enganando a si mesmo.
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Luciano Luíz 11/08/2014

A BATALHA DO APOCALIPSE, de Eduardo Spohr vendeu bem. Tanto que ganhou uma edição especial impressa em papel couchê, ilustrações coloridas e capa dura...
Mas, o livro realmente é bom?!

Aqui vai a minha opinião sincera:

É o pior livro de fantasia já escrito por um brasileiro. A narrativa é semelhante a uma redação do primário. O enredo nada trás de novo. Os diálogos são tolos e as cenas de batalhas, são ridículas.

O único ponto positivo, é o fato do livro ser de um autor brasileiro. Mas a editora poderia ter investido em algo melhor. Pois o livro nada tem a oferecer.

E aí você pergunta: "Então como um livro desse vendeu tanto?!"

Simples, o povo ainda está começando a engatinhar no hábito da leitura aqui no Brasil. Os jovens amam livros de ação e fantasia.
E este título veio em uma época onde a moda é livros de anjos.
Pois no Brasil assim se faz para sobreviver, por parte de escritores medíocres.
Fazer algo parecido ou igual a o que está sendo publicado nos Estados Unidos ou algum país europeu.

Enfim, A BATALHA DO APOCALIPSE não é um livro feito para leitores experientes que sabem interpretar livros sofisticados.
Com narrativa mais trabalhada e enredo inteligente.
Que faz o leitor pensar.

Este livro, é perfeito para quem está começando no mundo da literatura.

É a única maneira de enquadrá-lo de uma forma coerente no mercado editorial brasileiro.

E a nota que eu dou é 0.
Sim, ZERO.


L. L. Santos

site: https://www.facebook.com/pages/L-L-Santos/254579094626804
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