A Batalha do Apocalipse

A Batalha do Apocalipse
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Resenhas - A Batalha do Apocalipse


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Jenner Azevedo 03/05/2016

Literatura brasileira ainda respira
Me perdoem os puristas mimizentos escritores frustrados, mas esse livro está entre os melhores da literatura nacional. Eduardo Spohr nos presenteia com uma história que atravessa as eras, muito bem escrita e de leitura agradável, não chega a ser aquele livro que faz você chegar atrasado nos cantos porque demorou pra sair de casa pois estava sem querer parar de ler, mas a leitura é muito divertida. Os protagonistas nos mostram a vida na babilônia, na China antiga, império romano, entre outros. No começo achei meio confuso o negócio das castas de anjos, mas nada que atrapalhasse a leitura. Recomendo muito a leitura da obra de Eduardo Spohr, que nos faz pensar que a literatura brasileira não vive apenas de romances rebuscados e chatos da época colonial, que os professores de colégio insistem em adotar para os alunos, que exercem um efeito contrário: ensinam as crianças a não gostar de ler.
Lerei os outros livros da saga
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Pietra.Bretch 19/04/2016

O Melhor
Sou uma leitora compulsiva e sempre valorizei o trabalho dos autores nacionais. Batalha é simplesmente o melhor livro nacional que já li. Uma obra extremamente bem referenciada, enredo envolvente, texto inteligente, denso, mas que te prende do início ao fim das narrativas. Altamente Recomendado :)
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Feh Lima 19/04/2016

Perfeito, favoritado!!
Eduardo Spohr conseguiu juntar neste livro muitas histórias antigas e fazer uma grande mistura entre as civilizações, culturas e lendas que já passaram por este planeta.

O livro conta as aventuras de Ablon, um anjo renegado que pertence a classe dos querubins (anjos guerreiros). O livro começa no presente mas volta no tempo muitas vezes para contar algum fato ocorrido afim do leitor entender tudo o que houve com o personagem e os importantes fatos que ele vivenciou.
Ablon viaja pelos mais diversos países e cidades, está aí uma coisa que adorei neste livro, ele nos mostrou sua passagem pela Babilônia, Atlântida, Alexandria e até mesmo a Rota da Seda. Vi muitas referências à outras histórias como a espada de Arthur e os antigos espíritos chineses. E várias criaturas apareceram por aqui como anjos e demônios (claro), fadas, deuses pagãos, entidades de luz ou sombria.

Quando estava iniciando este livro me foi dito o seguinte: este não é um livro que pessoas muito religiosas queiram ler. Bom, conheço algumas pessoas que iriam ficar muito bravas com o desenrolar da história porque mexe com muitos fatos que na bíblia foram escritos de uma forma bem diferente. Mas sejamos sinceros, eu adorei o livro justamente por isso! Adorei as surpresas que apareceram e como o mundo virou de cabeça para baixo devido a alguns personagens e suas tramoias.

Durante a leitura eu fui tomando partido de alguns personagens como a Feiticeira de En-dor, o arcanjo Gabriel e confesso, cheguei a me simpatizar um pouco pelo anjo caído, Lúcifer (a Estrela da Manhã)...

[Continuação no blog]

site: http://tavernaludica.com.br/?p=373#more-373
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Taty 17/04/2016

Citação do livro.
"A morte humana pode ser um sofrimento para os que ficam,mas é uma dádiva para os que vão.Libertar-se das limitações da carne é o presente final para aqueles que enfrentaram a dureza da vida..."

"A certeza não existe,nem a perfeita verdade.Mas sempre nos resta a fé,que nos faz confiar no impossível.E o impossível,com frequência,se torna concreto."
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Thiago 12/04/2016

Gostei
Confesso que fico fissurado por estórias de anjos e batalhas celestiais.
Conseguiu prender do início ao fim com grande espetáculo.
Juntou o mundo real de culturas passadas ao enredo da trama e ainda certas cenas passando no Rio de Janeiro.
A única crítica seria o fato dos flashs, onde volta no tempo para explicar certas condições, serem longos e tendo quase a sensação de um coito rompido. No entendo, ótimo texto para quem curte ficção.
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Marcelo 08/04/2016

Sensacional
A Batalha do Apocalipse foi o primeiro livro nacional contemporâneo a me chamar a atenção. Tinha acabado de reler As Brumas de Avalon e estava pronto para ler As Crônicas de Gelo e Fogo, quando ele me caiu nas mãos. Foi amor a primeira vista! O li de primeira, sem perder tempo! Envolvente do início ao fim, sem academicismos desnecessários, tendo o ritmo de uma boa série televisiva, como Fringe, por exemplo. Um livro atemporal, com a cara de seu tempo.
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Willian 01/04/2016

QUASE decepcionante
Confesso que sou um grande fã do Spohr, e que li Herdeiros de Atlântida antes deste livro, mas, isso não vai me atrapalhar no julgamento. Eu esperava muito mais desse livro, que apesar de tudo, contém uma história muito cativante.

Misturando o hoje com o ontem, Spohr cria uma história muito épica e, de certo modo, ampla. Talvez o fato do livro se iniciar no Brasil seja uma das coisas que chamam mais a atenção (Não pelo fato de isso ser bom, mas pelo fato da coragem do Spohr de usar um cenário tão incomum em bons livros).

Além de tudo, vemos momentos da história retratados de uma forma absurdamente incrível, dando um excelente olhar ao "ontem" do livro; o "hoje" não me cativou tanto, mas, de qualquer forma, também é excelente.

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caravalente. 21/03/2016

Excelente!
A narrativa é muito envolvente. Vale cada segundo dedicado à leitura, todavia para quem tem conceitos religiosos mais convictos, ele confronta muito. Deve ser lido com a mente aberta...
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Quatro mulheres e um livro 19/03/2016

“- É curioso pensar que um anjo nunca tenha visto a face de Deus. […]
– Mas isso é o que menos importa. Prefiro pensar nele como um conceito, uma inspiração, um objetivo. Acho que a fé é justamente a propriedade de acreditar no indecifrável.”

"A Batalha do Apocalipse" é minha primeira leitura de ficção fantástica de um autor brasileiro e minha impressão foi muito boa. O livro é uma viagem pela história da humanidade, desde o início da criação, passando por Babel, Império Romano, Inglaterra Medieval e época atual chegando até o final dos tempos. Todo esse percurso é muito bem-amarrado pelo autor, de modo que o leitor não se perde na história.

O enredo segue o estilo épico e é narrado alternando flashbacks e o tempo real, trazendo elementos da mitologia e da história humana ao longo dos séculos. Eduardo Spohr cria um universo repleto de anjos, demônios, deuses e bruxas para narrar a caminhada da humanidade rumo ao apocalipse, e a batalha entre o bem e o mal é o pano de fundo.

"As parábolas não são desprezíveis, mas representam o ápice da comunicação humana. Assim, cabe ao indivíduo interpretá-las. Não há nada mais adequado a uma raça dotada de livre vontade, aberta a encontrar as próprias respostas."

A história é conduzida por Ablon, um anjo guerreiro que foi expulso do Paraíso e exilado para a Terra junto com alguns companheiros por desafiar o poder e a conduta dos Arcanjos. Ablon é condenado a vagar entre os humanos até o dia do Juízo Final. Além disso, ele e os demais renegados são caçados pelos anjos caídos, chefiados por Lúcifer.

A leitura do livro pode ser um pouco lenta, devido a complexidade dos personagens e suas relações com fatos históricos, mas consegue ser interessante a ponto de prender o leitor. As cenas de batalhas entre os anjos são de tirar o fôlego, bem descritas e intensas. O livro traz muitos diálogos reflexivos sobre a fé, não a de caráter religioso, mas a fé numa força divina e na própria humanidade.

O final nos traz uma reflexão sobre o resultado das nossas escolhas individuais e coletivas, deixando a mensagem de que sempre haverá uma esperança para a humanidade.

Por fim, acredito que daria um bom filme! Hollywood, fica a dica !


site: Blog: www.quatromulhereseumlivro.com.br Leia com a gente!
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Lucas 17/03/2016

Nao consigo odiar esse livro
As mudanças de epoca nao achei irritante, achei até interessante, pelo motivo de que os arcanjos tiveram parte em varias coisas atrávez do tempo. O que me fez gostar menos foi a relação entre Shamira e Ablon. que apesar de gosta da ideia de um anjo e uma humana se apaixonarem as conversas entre eles nao me convenceu que eles tinham se apaixonado. Os cliches sempre me irritam, principalmente a ideia de "princesa em resgate".
Mas eu amei a ideia do deus Yahweh desaparecer depois da criação, dos anjos querendo matar todos, gostei do plano de Miguel e do plano de Lucifer (mesmo achando ridículo o pensamento estratégico nas batalhas em si), e também gostei do final mesmo que achei o motivo para ele ativa o objeto (sem spoilers) meio fraco, realmente gostei da ideia em geral e do final que foi um "quase-cliche" já que ele tecnicamente resgata a princesa mas ao mesmo tempo não resgata (spoiler, I don't think so)
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David.Neiva 12/03/2016

Sensacional!!!
Comprei-o por impulso em uma de minhas visitas a americanas sem conhecer nada do autor e sobre o livro mas o tema me agradou. Mas ao começar não conseguia parar mais , devorando ele em dias . Escrita bem progressiva e envolvente. Bom para quem pensa "fora da caixa" em termos religiosos.
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Fabi 11/03/2016

?????
A batalha do Apocalipse é um livro sensacional, que prende o leitor da primeira a última página.
Apaixonadíssima por essa história fantástica *-*
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Regi 21/02/2016

História de anjos
Tá difícil ler esse livro.
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Luna 19/02/2016

Como um livro paralelo
Sim, é uma leitura cansativa, não nego. Li outros 6 livros desde que comecei sua leitura e sei como é.. Mas foi assim que funcionou pra mim, e não apagou ou obscureceu em nada a história do querubim Ablon. Se está pensando em ler este livro, esteja avisado que sim, enrola, sim, o livro podia ser menor... Mas cara. É um put@ livro e aconselho qualquer um a ler ;)
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Victor 17/02/2016

Entediante
O autor teve uma excelente ideia, mas infelizmente ao colocar em prática não soube entreter, tornou o livro bastante cansativo com mudanças temporais desnecessárias e um livro que poderia ser rápido e fácil com no máximo 200 páginas, se tornou um livro entediante de 600. No fim do livro a leitura se torna mais fácil, mas aí vem algo que mais parece que o autor terminou o livro de qualquer jeito pois tenta trazer várias reviravoltas ridículas. Para não apenas falar mal do livro, os conhecimentos gerais e teorias bíblicas são até interessantes, o que ajuda na arte do saber.
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