A Batalha do Apocalipse


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Resenhas - A Batalha do Apocalipse


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Rascunho com Café 29/01/2015

Fantasia nacional com tropeços, mas uma grande promessa
O livro foi a minha primeira experiência com a literatura fantástica nacional, que, apesar de me deixar orgulhosa feito uma mãe coruja, ainda tropeça no que tange à enredo.
A trama de “A Batalha do Apocalipse” retrata o universo celeste após o início do sétimo dia da criação, em que com a ausência de Yahweh, o arcanjo Miguel detém o controle sobre as tropas angélicas. Contudo, Miguel nutre extremo rancor pela criação de Yahweh, os humanos, e em diversos momentos persuade as demais as castas angélicas sobre o fato de a humanidade ter sido um erro de seu criador, levando-os a cometerem diversos atos genocidas, entre eles a queda da cidade de Sodoma, e o dilúvio.
Consternado diante de tamanha crueldade por parte do arcanjo com a obra divina, o Primeiro General Ablon, um querubin, persuadido pelo então arcanjo Lúcifer, lidera uma rebelião contra Miguel, mas juntamente aos seus seguidores, Ablon é subjugado por líder Miguel, e condenado ao exílio na Haled (plano físico).
Spohr mostrou que sabe montar um enredo entrelaçado. Conduzindo mitologia, histórias bíblicas e a história da própria humanidade, o autor mostrou que não brincou em suas viagens pelo mundo, pelo contrário, ele estudou, e muito! Contudo, apesar da riqueza histórica, e que é extremamente prazerosa, em alguns momentos Spohr acrescenta momentos poucos relevantes à trama do livro (algo que inclusive me pareceu uma certa ostentação de conhecimento, mas ok). Por meio de flashbacks de, ora Ablon, ora Shamira, o autor encontrou um meio de explicar os acontecimentos que levaram o anjo àquele desfecho, contudo, em alguns momentos são inclusos flashbacks muito extensos e que pouco influenciam na trama principal, que ao invés de contribuírem com o enredo, o tornaram extremamente cansativo. Um dos flashbacks, apesar de relevante, contou com um pouco mais de 120 páginas que, apesar de ser separado por intertítulos, tornaram sofrível a leitura de alguém como eu que só interrompe a leitura após um capítulo findado. Isso durante uma leitura meio sonolenta é uma verdadeira batalha épica. Contudo os capítulos da trama principal, felizmente, não sofrem deste mesmo mal, e possuem tamanho decente.
Outro fator que me desanimou um pouco foi Spohr ter desenrolado tanto a trama de “episódios de aventura” do grande herói Ablon, mas ter dado pouco destaque à peças que, ao meu ver, mereciam um pouco mais de aprofundamento.
Ablon é colocado como herói indestrutível, como o grande benfeitor, anjo perfeito, justo, e que às vezes consegue ser extremamente chato. Talvez seja porque essa extrema elevação do personagem não seja algo que me agrade, minha preferência é pelos personagens imperfeitos, como Miguel, Gabriel e Lilith, a rainha das Succubus.
Um ponto positivo que me agradou muito durante a leitura, foi o fato da história, que se passa em sua maioria no Oriente Médio e Europa, também ambientar-se no Brasil, especificamente no Rio de Janeiro. No livro, o Brasil foi escolhido como moradia de Ablon por ser um país neutro, e muitos pontos da cidade maravilhosa são descritos durante a estadia do celeste.
O desfecho do livro é marcado pela tão esperada batalha que dá título ao volume, e realmente é o ápice da história. Marcado de muita ação, muito choque de aço, sangue, flechas e guerreiros parrudos alados, do jeito que a titia aqui gosta. Talvez o ponto altíssimo deste livro são as batalhas, especialmente as justas (duelos), entre Ablon e seu maior rival, Apollyon. Bem descritas, as cenas são dignas de heróis cinematográficos, e como os adversários são criaturas místicas, aladas, e com poderes equiparados, é um verdadeiro deleite.
Porém, ainda assim sinto a necessidade de fazer uma ressalva: o final. Infelizmente, o final do livro não deixou de me decepcionar um pouco, pelo simples fato de que foi bastante previsível. E eu, como leitora cética de George R. R. Martin, esperava uma reviravolta mais marcante.
Apesar de eu ter apontado muitos pontos negativos, terminei “A Batalha do Apocalipse” atribuindo-lhe um saldo positivo. Com escrita um tanto erudita, o livro traz reflexões consideráveis sobre a humanidade, e os anjos, que apesar de não possuírem o livre arbítrio e alma, são extremamente semelhantes aos humanos no que se refere a sentimentos. Amor, ódio, compaixão, ciúme, inveja, ambição, tudo que reflete em nosso comportamento como humanos, reflete de forma ainda mais intensa no caráter dos angélicos, que devido a sua natureza tendem a levar tudo à ferro e fogo.

site: www.rascunhocomcafe.com
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leosilva 16/01/2015

Batalha é ler este livro
Não teve jeito. A Batalha do Apocalipse pode até ser um livro aclamado por muitos, mas não me desceu de forma alguma, e olha que eu tentei duas vezes. Só consegui ler até a página 180, então me senti tão cansado e desanimado que desisti. O estilo de escrita de Spohr não me envolveu, é frio e mecânico. Suas personagens não conseguem transpor a ficção, eu não me importei com o destino delas durante as poucas páginas que li. Qualquer livro possui altos e baixos, capítulos bons e ruins, passagens brilhantes e mal escritas, mas uma coisa que aprendi muito cedo é que não podemos errar no começo de um livro, pois perde-se leitores. Spohr até começa bem, mas diminui o ritmo e se perde em detalhes sem importância, somente para inchar o texto. Tive de desistir, pois a vida é curta, e se uma leitura exige sacrifício em vez de proporcionar prazer, então é tortura, e não diversão. E quando eu leio gosto de me divertir.
Amanda 09/02/2015minha estante
Deveria ao menos ter lido até o final para escrever uma critica com conhecimento né;;;


leosilva 02/03/2015minha estante
Amanda, eu não sou sadomasoquista, então, acho que posso abandonar um livro ruim. E, só pra você saber, minha crítica foi até onde minha leitura conseguiu chegar - por isso é tão curta.




bruna.viana.1884 03/01/2015

O livro é maravilhoso, tem um excelente enredo, a historia te prende do começo ao fim, tem muitos fatos, é surreal, emocionante, surpreendente e empolgante.
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Sylvia 22/12/2014

M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O
Sabe aqueles inicios de livro que não condiz com o restante, esse é um. O inicio dele é um pouco difícil até que nós nos adaptemos aos nomes e se situe no tempo, depois daí é só aventura...Amei esse livro, principalmente, por ser escrito por um brasileiro e está a altura dos escritores estrangeiros...lia e ficar imaginando ele em filme e os efeitos especiais...ahhhh....sem contar que pode não parecer, mais é romance.
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Orfeu 07/12/2014

Incrível, emocionante e empolgante.
Na minha opinião um dos melhores
Livros que já li, e o segundo melhor livro de fantasia que li. Seu enredo
é fantástico, muito bem construído e desenvolvido, uma construção incrível de personagens, e tais são muito cativantes, as menções históricas e voltas no passado são muito bem feitas, e te fazem imergir naquele contexto. Se há algum ponto fraco, são que algumas interrupções para voltar o passado e contar a história dos personagens são um pouco desnecessárias, dando uma pequena quebra na história, mas nada que afete o enredo da história de forma drástica.
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Marcio Silva 06/12/2014

O Fim do Mundo
Depois de 3 meses, enfim terminei de ler A Batalha do Apocalipse que conta a história de Ablon, um anjo renegado por seus irmãos! Por estar ao lado dos mortais e assim condenado a ficar como igual até o dia do juízo final.

Após Ablon e seu exercito serem "banidos dos céus" para a Terra, ele recebe uma visita e foi informado que o fim dos tempos estava por chegar! A procura de seus "seguidores" Ablon conhece Shamira "uma mortal feiticeira" que o ajuda a desvendar os mistérios do Fim do Mundo.

site: http://umbaixinhonoslivros.blogspot.com.br/2014/10/resenha-1-batalha-do-apocalipse.html
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André 02/12/2014

Uma trama incrível!
Um livro incrível! Comprei A Batalha do Apocalipse logo que foi lançado pela Verus, mas por falta de tempo, não pude lê-lo de imediato. Se passaram alguns meses e só depois disso pude degustá-lo. Mas valeu cada segundo gasto. Na história, temos o Anjo Renegado Ablon, que foi contra as iniquidades feitas pelo Arcanjo Miguel no Céu. Deus estava dormindo desde o Sétimo Dia e com isso, cada anjo que quisesse alcançar a divindade. Uma trama cheia de surpresas e façanhas dignas de um filme de fantasia. Ablon salva a feiticeira Shamira e esse relacionamento platônico guiará toda a história. Pouco depois, começam o soar das primeiras trombetas do Apocalipse. Uma guerra que findará com a humanidade e começará com a guerra entre os anjos e demônios. Se você procura um livro bem-escrito, leia A Batalha do Apocalipse, você não vai se arrepender!
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Gabo 01/12/2014

Surpreendente.
Desde o início eu sabia que "A Batalha do Apocalipse" é um bom livro. Afinal, quando se fala de fantasia nacional, este livro e o universo de Spohr é referência. O autor descreveu muito bem as batalhas e os personagens, gostei bastante do final, foi algo inesperado. O universo é algo diferente de tudo que eu já li e imaginei, algo bem singular. Achei os personagens sem carisma e o livro tem algumas incoerências SIM, mas nada tão grotesco a meu ver, recomendo o livro mais pela história e universo original. Por fim, o livro tem passagens que eu me identifiquei muito, falando sobre destino. Nada está predeterminado, cabe a nós construirmos o nosso destino.

"Tudo o que vislumbramos são caminhos, trajetórias abertas. Cabe a cada um, homem ou anjo, deus ou demônio, escolher seu destino." A Batalha do Apocalipse (Eduardo Spohr), página 468.
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Afonso 27/11/2014

Regular
Livro começa bem, te empolga bastante no começo e cria uma expectativa relativamente boa! O problema começa quando alguns "flashbacks" surgem sem sentido e não agregam no corpo do romance. Esperava mais! Não sei se isso foi devido ao alvoroço sobre o livro ou exaltações exageradas.
Lerivaldo Cunha 18/02/2015minha estante
Os Flashbacks tem um imenso papel na historia. Alem de proporcionar um melhor entendimento sobre as vivencias dos personagens no passado, dessa forma se pode compreender melhor os acontecimentos futuros, ele faz uma viajem ao tempo, já que os personagens são seres imortais e que estavam na terra deste os primórdios e vivenciaram acontecimentos históricos. O livro não seria igual sem esses flashbacks.




bellammore 27/11/2014

Maravilhoso!
Bom, primeiramente quando peguei A Batalha do Apocalipse para ler, fiquei meio receosa por ser um livro brasileiro. Não que a literatura nacional seja ruim, na verdade amo a literatura nacional. Mas por se tratar de um livro de Fantasia/Ficção, confesso que imaginei que o conteúdo seria pouco explorado por ser brasileiro.
Mas esse livro, e o modo como o Sphor escreve me prenderam totalmente. Na minha opinião um dos melhores livros que já li, não me decepcionei em nenhuma parte, é aquele tipo de leitura que te prende do começo ao fim, é excepcional.
Confesso que até invejei a vida celestial citada no livro, e quem é fã deste gênero como eu, com certeza deve ter ficado também.
Já li e reli, e com certeza irei ler novamente um dia. Vale a pena cada centavo, é uma obra de arte.
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Diogenes 20/11/2014

Um prodígio da fantasia brasileira.
Muitas pessoas tem esse livro mas ainda não o leram, outras nem o conhecem... Mas definitivamente todos deveriam lê-lo!! O tamanho assusta, mas uma história tão incrível precisa de espaço! Spohr reuniu anjos, deuses, feiticeiros, reis caídos e muito mais em batalhas épicas; e ainda ensinou história aos leitores! "A Batalha do Apocalipse" é uma das provas de que a literatura fantástica brasileira e tão boa quanto qualquer outra, e pode muito bem ser o livro que vai fazer você gostar de ler!
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LPHanna182 18/11/2014

Simplesmente, unbelievable!
Amo de paixão esse livro, uma das melhores histórias que já li, simplesmente incrível.
Eduardo Spohr é o cara, adoro ler todas as obras dele, ninguém escreve de tal forma aqui no Brasil, é um cara diferenciado. Histórias sobre anjos, guerra, conspiração, aventura me fascinam e tudo isso a gente encontra em A Batalha do apocalipse. Gostei tanto que li em dois dias, me senti o Ablon (anjo renegado), personagem mais que perfeito, super fã dele e do arcanjo Gabriel. Vale a pena ter esse livro maravilhoso. PS: adoro os nomes das espadas!
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Thall 18/11/2014

Muito bom
O livro tem algumas incoerências no enredo? Tem sim, mas não são coisas que cheguem de fato a comprometer a experiência de leitura, se você é como eu que lê um livro em busca de entretenimento e não para procurar falhas pode ir sem medo. Tem muitas batalhas épicas, algumas reviravoltas interessantes e uma mitologia muito bacana. Vale a pena.
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Filhos de Ogma 12/11/2014

Resenha: A batalha do apocalipse de Eduardo Sphor
Acesse a resenha no meu canal do youtube

site: http://youtu.be/qeMA1hkkDUA
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Maciel 05/11/2014

Surpreendente!!
Excelente!! Não poderia dizer o contrário."A batalha do apocalipse"foi o primeiro livro nesse estilo que li.Demorei um pouco para finalizá-lo, não porque a leitura não me agradasse, pelo contrário, adorei, mas o tempo para leitura estava meio curto. Mas enfim conclui!!
Eduardo Spohr nos apresenta a história de Ablon, um anjo renegado, que discorda da forma como seus superiores conduzem as questões entre o céu e a terra e para completar é traído por Lúcifer. Diante de sua rebeldia, é condenado juntamente com seus amigos celestiais a vagar pelo mundo dos homens, por ter se rebelado contra as ordens do anjo Miguel, nada mais nada menos que o Príncipe do anjos a entidade que Deus deixou encarregado para comandar em seu lugar,em quanto se recolhia no descanso do sétimo dia da criação do universo. O motivo de sua revolta contra Miguel é porque, Miguel odeia os homens e tenta de todas as formas destruí-los. Miguel os considera- os homens - inferiores e não merecedores das dádivas concedidas pelo Criador. É dele as ordens para o Dilúvio e a destruição de Sodoma e Gomorra.
O livro é repleto de lutas épicas entre anjos, demônios, criaturas do submundo e feiticeiros!
Ablon em sua ferrenha luta contra a tirania de Miguel, tenta de todas as formas neutralizar as tentativas da destruição da raça humana. Ablon atravessa séculos nessa luta e tem a ajuda de Shamira - A Feiticeira de En-Dor.
Muito interessante também na narrativa de Eduardo é a forma como ele nos conta fatos relativos a história da humanidade. É através da ótica do Anjo renegado - Ablon - que o leitor conhece a antiga Babilônia, os detalhes da queda da torre de Babel e a famosa Constantinopla. Cidades, culturas, povos e costumes são descritos com tantos detalhes que fica impossível o leitor não soltar a imaginação e se transporta para dentro da história se sentir parte dela.
Bom não vou me estender mais,para não ser acusa de Spoiler.
Enfim "A batalha do Apocalipse" tem uma narrativa envolvente, apaixonante e surpreendente.E foi escrita por um autor Brasileiro o que é ótimo.Portanto para os amantes deste estilo de literatura é recomendadíssimo!!!
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