O Grande Gatsby

O Grande Gatsby
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Resenhas - O Grande Gatsby


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Paty 10/01/2016

Pobre Jay Gatsby!
Resolvi ler esse livro porque a história era ambientada na década de 20 - marcada pela loucura e libertinagem. E devo dizer que a forma como Fitzgerald criou seus personagens é bem fiel a época, como por exemplo Jordan Baker e Daisy Buchanan.

Mas o Oscar de personagem mais desajuizado, fantasioso e inocente vai para...

Jay Gatsby!!!!

- Um homem misterioso e milionário que ninguém sabe de onde raios ele tirou sua fortuna, embora todos dão seu palpite (eita povinho que adora dar pitaco na vida alheia - se bem que de 1922 para cá isso não parece ter mudado muito, né O.o)

Mas o fato é que os personagens são retratados de forma tão vívida, cada um com seus defeitos, seus sonhos, suas ilusões, etc...que parecem até reais. E talvez seja por isso que eu não gostei de nenhum deles. Na verdade, a culpa é dos próprios personagens - nenhum deles me cativou.

E, claro, não poderia esquecer-me daquele magnífico, glorioso, majestoso e esplêndido final. O que era pra ser um feliz e mágico conto de fadas tornou-se uma terrível tragédia de cunho shakespeariano.
Vejam bem: um homem não constrói toda a sua felicidade em cima de uma única pessoa para ter o miserável fim que Gatsby teve.
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Ronaldo 03/01/2016

cutural
livro q diz bem sobre a época do jazz ,sobre a década de 20, festas ,bebidas, a razão de tudo, nos faz refletir , nos faz ver o q faz sentido, o q tem valor realmente.
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Matheus 27/12/2015

LIVRO | O Grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald
Daisy é uma bela jovem de Lousville e Gatsby um oficial da marinha no início de carreira. Apesar da grande paixão existente entre eles, Daisy se casa com o insensível, mas extremamente rico, Tom Buchanan. Com o fim da guerra, Gatsby se dedica cegamente a enriquecer para reconquistar Daisy. Já milionário, ele compra uma mansão vizinha à de sua amada em Long Island, promove grandes festas e aguarda que ela apareça. A história é contada por um espectador que não participa propriamente do que acontece – Nick Carraway. Nick aluga uma casinha modesta ao lado da mansão do Gatsby, observa e expõe os fatos sem compreender bem aquele mundo de extravagância, riqueza e tragédia iminente.

O livro se passa no ano de 1922 nos Estados Unidos, que foi basicamente um período de ostentação ao extremo, a economia estava muito boa e toda pessoa pobre podia enriquecer do dia para noite, bastava utilizar os negócios de maneira correta. A vida do povo americano se resumia a dinheiro, poder, ostentação e… Eu já falei dinheiro? Enfim, é ai que entra o porquê d’O Grande Gatsby ser tão aclamado: Fitzgerald transmite a essência desta época maravilhosamente, transmitindo ao leitor um pouco do que foram os anos 20.

Porém, também é ai que entra o motivo pelo qual eu dei quatro e não cinco estrelas para este livro: este período histórico realmente não me interessa, então, em alguns momentos a leitura ficava tedioso, mas isso apenas em alguns parágrafos, por que Nick Carraway e seu sarcasmo admirável me salvavam.

site: thematheusvenzi.wordpress.com
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Luis Cesar 24/12/2015

The Great Gatsby
Clássico da literatura americana que mostra todo um mundo de festas e deslumbramentos em que viviam os mais ricos do começo do século 20. E o preconceito desses ricos com os novos abastados. Mundo esse em que o próprio autor ficou inserido por muitos anos com sua mulher. Temos Nick sendo envolvido por esse mundo e ajudando Gatsby a conquistar seu grande amor depois de ter ficado rico. Nick acaba virando realmente um "Old Sport" do Gatsby. Naquele mundo de fascinação e cheio de gente pífia e superficiais ele conseguiu ver algo a mais em Gatsby. Um homem que dava festas gigantescas afim de impressionar a mulher amada. Tudo o que o Gatsby fez foi pela Daisy. Mas no fim, esse tudo acabou sendo por nada.
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Camila Márcia 10/12/2015

Por que demorei tanto tempo para ler?
The Great Gatsby foi publicado pela primeira vez em 1925 e escrito pelo norte-americano Francis Scott Key Fitzgerald, que atualmente é conhecido como um grande representante da "geração perdida", o ídolo da juventude insatisfeita de seu tempo. Além de O Grande Gatsby, Fitzgerald escreveu os romances: "Os belos e os malditos", "Suave é a noite" e o inacabado "O último Magnata", além do mais escreveu uma peça de teatro e seis volumes de contos. O Grande Gatsby é considerado sua obra-prima e já foi adaptado diversas vezes para o cinema.
A narrativa é em primeira pessoa, contada por Nick Carraway e tem como plano de fundo o a prosperidade sem precedentes após a Primeira Guerra Mundial, a década de 1920. Nick começa a relatar precisamente o verão de 1922 e é uma crítica ao "Sonho Americano".
Nick Carraway passa a contar como se tornou amigo de Jay Gatsby e de como ele vivia uma vida promovendo festas animadas em sua mansão em Long Island, mas que as festas eram frequentadas por pessoas que muitas vezes ele nem sequer conhecia. Além de tudo isso há muitos rumores sobre Gatsby e a origem de sua fortuna, além de seu passado completamente misterioso e desconhecido.
Nesse ínterim, Nick também visita seu amigo Tom Buchanan e sua mulher Daisy (prima de Nick) e quando o tempo vai passando percebe-se que Daisy conhecia Gatsby e que eles já foram namorados. Tom, também tem uma vida devassa, com uma amante e festas.
Gatsby, viveu do sonho de reencontrar sua amada Daisy e perece nesse sonho, e faz de Nick Carraway seu confidente e cúmplice de sua paixão. Nick é o homem honesto e fica grotescamente chocando com a direção que a vida do grupo vai tomando: traição, violência, fanfarras e mortes, tudo parece ruir.
Quando o fim de Gatsby chega percebe-se que ele esteve a vida toda de riqueza rodeado por milhares de pessoas, mas que termina incrivelmente sozinho e desconhecido.
O Grande Gatsby foi um livro que me surpreendeu pela simplicidade da narrativa, mas a fantástica construção da história foi impecável, envolvente mostrando os costumes de época. É de uma riqueza esplendorosa esse livro que me cativou desde a primeira página.

site: www.delivroemlivro.com.br
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Luciana.Borges 07/12/2015

Legal
Muito bom
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Nay 21/10/2015

Interessante
Depois que li O Grande Gatsby,mudei o meu conceito em relação há várias coisas, é um ótimo livro, é típico de livro que te faz refletir sobre várias questões, sem falar da sociedade de como era no começo do século 20.
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Iguh 28/09/2015

O grande Gatsby
É um livro intensamente surpreendente que conduz-nos á fatos incríveis, apesar de conter alguns exageros também contém diversas intrigas, mistérios e á volta do intenso ritmo festival e alcoólico desse século e tudo isso em torno do grande e exuberante Gatsby. Mas quem é ele? Ele existe ? O que ele fez?....Leia e descubrirá. Recomendo.
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Andy 24/09/2015

O livro traz uma mensagem bastante atemporal: a necessidade de deixar algumas coisas pra trás e perceber que outras não podem ser modificadas.

site: https://instagram.com/p/8Bn7EZFE-w/?taken-by=quotesperdidos
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Fernanda 23/09/2015

Resenha: O grande Gatsby
CONFIRA:

site: http://www.segredosemlivros.com/2015/09/resenha-o-grande-gatsby-f-scott.html
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Purple Hair 08/09/2015

clássico é sempre clássico
Essa é uma leitura complicada e cansativa pra quem esta acostumado com literatura juvenil. A literatura classica é um pouco complicada pra quem não acompanha o genero mas o livro tem pontos bem interessantes e acaba sendo bem criativo mas no final vc se apaixona pela historia e pelos personagens.
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Andrea 30/08/2015

Amores frustrados e o fim da Era do Jazz
Com um ótimo prefácio de Ruy Castro, a belíssima edição de O grande Gatsby, da editora Geração, nos traz a Era do Jazz, de uma sociedade saída de sua primeira grande guerra, pensando que esta seria a única... Nos traz também, as várias facetas do autor da obra, mostrando-nos que Fitzgerald não criou Gatsby, ele era, na verdade, o próprio Gatsby...
Primeiramente, somo apresentados à vida de nosso narrador, Nick Carraway, que nas primeiras linhas do romance já nos mostra seu caráter e a forma como ele nos dará as informações a respeito da personagem título do livro:

"Em meus anos mais jovens, e mais vulneráveis, meu pai me deu um conselho que nunca esqueci.
- Antes de criticar alguém - ele me disse -, lembre-se de que nem todos tiveram as oportunidades que você teve." p 13.

A partir disso, saberemos que Nick vem de uma família de classe média do Oeste americano e que ele tentou "fazer a sorte" no mercado da bolsa de valores de Nova Iorque, mas isso não dá muito certo. Ele mora em uma casinha cercada por várias mansões e o dono de uma dessas casas deslumbrantes, é Jay Gatsby, milionário, excêntrico, e o maior anfitrião da cidade.
Nosso narrador também nos apresenta sua prima Daisy, casada com um homem riquíssimo chamado Tom, ela também já era muito rica antes de casar-se com ele, o problema é que Tom tem uma amante, de forma bem descarada, ele até leva Nick para conhecer a mulher! Colocando o pobre numa situação bem constrangedora, visto que ele e a prima são muito amigos.
Em um dia qualquer, nosso narrador recebe um convite para ir a uma das grandes festas de Gatsby, obviamente Nick vai e fica escandalizado com toda a riqueza e opulência do local. Lá, ele finalmente conhece o anfitrião e eles tornam-se amigos.
Com essa amizade, Nick descobre que Gatsby e sua prima tiveram um romance quando eram mais jovens, mas como este era apenas um soldado pobre, não puderam ficar juntos, dessa forma, Nick passa a ajudar os dois em seus encontros.
Um fato curioso é que a casa de Daisy fica do outro lado da cidade em comparação à de Gatsby, e esta possui um farol com uma luz verde no topo, Gatsby passa noites e mais noites observando a luz verde desse farol que simboliza a esperança que ele tinha de reencontrar seu único grande amor e a lealdade que ele denotava à Daisy.

Tudo estaria muito bem, se Gatsby não tivesse um passado obscuro, afinal, ele era um rapaz pobre, como tornou-se um dos homens mais ricos do país? O que ele faz? As pessoas que fazem parte da classe "alta" não o aceitam, pois ele é um novo rico, sem educação, sem nome. Mas, algo que realmente vai colaborar para o desfecho trágico do livro, é a total superficialidade de Daisy, ela é, como disse que queria que sua filha fosse, "uma bela tolinha", fútil, e por vezes, tonta. O pobre Gatsby aposta todas as suas fichas nessa mulher e acaba perdendo tudo por causa dela.
Por fim, Nick, continua fiel à sua amizade por Gatsby e espanta-se com a facilidade com que sua prima esquece-se do mesmo, terminando o livro de forma magistral, como uma síntese da vida de seu amigo e da própria Era do Jazz, ele diz:

[...] "Gatsby acreditou na luzinha verde, naquele futuro orgiástico que de ano em ano se afasta de nossos olhos. O futuro já nos iludiu tantas vezes, mas não importa... Amanhã correremos mais depressa, esticaremos nossos braços um pouco mais além... Até que uma bela manhã...
É assim que todos nós deslizamos, barcos contra a corrente, impelidos incessantemente de volta ao passado." p 204.

Confesso que gostei do livro, ele nos dá um panorama dinâmico da sociedade dos primeiros anos do século XX, mas não consegui embarcar na estória... Também não gostei nem um pouco da recente adaptação que fizeram dela, com Leonardo Di Caprio, talvez eu assista a versão de 1974, mas apenas para compará-la a outra adaptação...

site: http://allumina.blogspot.com.br/
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Eli Trevellin 22/08/2015

Minhas impressões sobre o livro
O Grande Gatsby é uma obra-prima do autor F. Scott Fitzgerald, que capta de forma singular a década de 1920, em Nova Yorque, com todas as suas extravagâncias, pompas e festas opulentas. O sonho americano nunca foi novamente registrado de forma tão magistral após a publicação deste clássico universal .

O jornalista Ruy Castro afirma que " Jay Gatsby era F. Scott Fitzgerald" porém, "a dúvida é se Fitzgerald criou Gatsby à sua imagem ou se, em algum momento criador e criatura passaram a se confundir" notamos várias semelhanças e também algumas diferenças entre ambos, uma era o fato de Jay não beber, o que o autor fazia compulsivamente.

Fitzgerald é mestre em frases interessantes e memoráveis, "pérolas" proferidas e que demonstram e comprovam o caráter dos personagens. Um exemplo claro está no início do livro quando o pai de Nick diz "- Antes de criticar alguém- ele me disse-, lembre-se de que nem todos tiveram as oportunidades que você teve.", através desta frase temos uma pista de como Nick, o narrador - personagem , vai agir perante vários conflitos descritos , fazendo-se cúmplice tanto de Gatsby, quanto de Tom Buchanan. Outro exemplo é quando Daisy diz sobre a filha " Espero que seja uma menina boba: é a melhor coisa que pode acontecer a uma menina neste mundo, ser uma linda bobinha.", esta frase mostra o quão rasa a personagem demonstra ser.

Sabemos dos fatos e descrições de personagens por intermédio de Nick , a narrativa em 1ª pessoa é a maior artimanha do autor, pois somente através de suas percepções temos pistas do que há por trás da origem de Gatsby.
Impressiona também, a forma como Fitzgerald descreve os personagens. Tom é descrito de forma tão detalhada que é o tipo de personagem que o leitores amam odiar ,e que segundo o autor é o seu preferido. Daisy é descrita através da percepção auditiva, com sua voz sussurrante ,denotando a sua sedução e sensualidade. A forma como o autor descreve Gatsby impressiona pela descrição do seu sorriso " Era um desses raros sorrisos que transmitem um conforto eterno, desses que, só se encontra umas quatro ou cinco vezes na vida. Encarava (ou parecia encarar) a totalidade do mundo em um instante e então se concentrava em você, derramando uma simpatia irresistível."

Alguns críticos literários afirmam que o romance entre Gatsby e Daisy é somente a isca para atrair os leitores ,porém é inegável que o personagem misterioso e de origem duvidosa acaba causando muita empatia nos leitores .

Nós leitores, acabamos como Nick, cúmplices do otimismo e esperança de Gatsby em conquistar esse amor do passado. Fazendo-nos esperar ,também, que o farol de luz verde não seja apenas um sinal de esperança e se torne um sonho concretizado.


site: http://elitrevellinescritosguardados.blogspot.com.br/2015/08/o-grande-gatsby-de-f-scott-fitzgerald.html
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