O Grande Gatsby

F. Scott Fitzgerald



Resenhas - O Grande Gatsby


209 encontrados | exibindo 16 a 31
2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 |


Dani 20/08/2014

Breve opinião.
leitura gostosa e rápida. Gostei bastante da história, mas fiquei triste com o desfecho da história. Um problema que me deparei na edição bilíngue da editora Landmark é que a parte em português está mal traduzida, contendo vários erros e palavras repetidas. é uma edição linda, capa dura... mas com esses erros.
comentários(0)comente



Renata 19/08/2014

O Grande Gatsby
Então, Grande Gatsby. Um dos livros que estão na capa da comunidade. Livro de Francis Scott Key Fitzgerald (1896-1940) e facilmente encontrado em muitas listas de clássicos da literatura.

A história narrada por Nick Carraway conta de seu conhecimento e relacionamento com Jay Gatsby, o grande. Estes dois personagens unidos a Daisy formam o núcleo em que se desenrola a história. Fitzgerald foi muito hábil em retratar o lugar social de cada um dos personagens, o que significava caracterizar o modo de vida, de perceber o mundo, bem como o caráter daqueles indivíduos.
Nick Carraway inicia sua narrativa rememorando o conselho dado por seu pai para que antes de julgar os outros ele atentasse para os privilégios que teria tido em sua vida.
Acho este um dos melhores parágrafos do livro, completamente atual quando pensamos na necessidade de discutir a desigualdade social, não somente econômica, mas também cultural. Não sou absolutamente contra a ideia de mérito, mas é preciso não perder de vista que se nossos esforços nos levam ao sucesso este raramente deixou de contar com algum tipo de suporte, geralmente fornecido por nossas famílias.
Nick Carraway representava o meio termo da história, tinha uma família que lhe apoiava mas precisava se esforçar para ganhar a vida. Diferente de Daisy que vivia em um mundo de luxo completamente dispersa da realidade do mundo, com o passar do livro vemos que seu núcleo é o retrato do egoísmo e da falta de empatia humana.
Jay Gatsby apesar de estar no outro extremo da escala social se vê impelido a este mundo de luxo e riqueza, construindo uma história de vida que impressionava mais do que a opulência que demonstrava no cotidiano das festas que patrocinava à sociedade da época. Contudo, toda riqueza alcançada por Gatsby não se justificaria em si mesma, pelo contrário, seu objetivo primordial estava no amor que ficara em seu passado.
Apesar de todas as histórias mirabolantes que circulavam em torno de sua pessoa, Gatsby era um romântico e sobretudo um ingênuo. Seu amor o cegara para a conformação do caráter de sua amada que em determinado momento de pragmatismo iguala amor à dinheiro, quaisquer deles podendo ser razão para determinar seu futuro.
Gatsby é um sujeito muito misterioso, as poucas informações que temos dele são desencontradas e ele mesmo fala muito pouco, ainda assim consegue ser carismático e no fim do livro vai ter conquistado o leitor, o que nos faz sentir com mais pesar e revolta o desenrolar da história.

Fitzgerald retrata muito bem uma época, tanto em sua opulência quanto em sua miséria. Contar mais é contar demais, Bom livro.
comentários(0)comente



Só Mais Um 19/08/2014

O Grande Gatsby - Blog Só Mais Um
Escolhi o livro aleatoriamente, enquanto procurava Grandes Esperanças e Um Conto de Duas Cidades, do Charles Dickens. Não posso negar que a capa (a verde e dura) foi o que me seduziu primeiro e, depois, o título do livro que, logo lembrei, também era o título de um DVD que eu havia comprado há um ou dois anos e nunca assisti.

Essa edição das fotos não é a minha favorita, como já falei. A publicitária dentro de mim treme ao ver todos esses elementos misturados na capa e essas cores... Mas ai eu lembro que foi feita nos anos 70, e lembro de tudo que era feito naquela época (graficamente falando) e me sinto um pouco melhor.

Não lembro a primeira vez que ouvi falar do livro, mas tenho quase certeza que foi em algum episódio de Gilmore Girls, já que a Rory era tão apaixonada por livros clássicos. Nunca achei que pudesse gostar realmente dele e pensei que desistiria logo no início, mas não sei se foi o número muito pequeno de páginas ou porque se passa nos anos 20 uma das minhas épocas preferidas , a leitura engatou e em pouco mais de uma semana eu terminei ele.

Não consigo parar de comparar o Grande Gatsby a uma aventura de verão adolescente, aquele ponto inesquecível que precede o início de toda uma vida. Um acontecimento mágico que encontrou seu ápice em uma tragédia e, depois, dissipou-se como a nevoa no início de uma manhã fria.


Confesso que momentos após terminar o livro já fui para o skoob para avaliar ele e, quando vi as estrelas, fiquei em dúvida. Não tinha sido o melhor livro que li na vida, mas era bom. Então fui procurar o filme para ver e, quanto mais a história do Gatsby e as palavras do Nick giravam na minha cabeça, maior era a minha simpatia pelo livro. Resultado? Não sei exatamente como classificá-lo. Há coisas que eu realmente gostei no livro como a construção dos personagens, especialmente do Gatsby e da Daisy. No primeiro momento você não identifica a natureza real do Jay e ai passa uma página e outra e você está apegada sem nem mesmo perceber.

Era um desses sorrisos raros que têm em si algo de segurança eterna, um desses sorrisos com que a gente talvez se depare quatro ou cinco vezes na vida. Um sorriso que, por um momento, encarava - ou parecia encarar - todo o mundo eterno, e que depois se concentrava na gente com irresistível expressão de parcialidade a nosso favor. Um sorriso que compreendia a gente até o ponto em que a gente queria ser compreendido, que acreditava na gente como a gente gostaria de acreditar, assegurando-nos que tinha da gente exatamente a impressão que a gente, na melhor das hipóteses, esperava causar.
P.44

Adoro a descrição do sorriso dele e senti uma dó descomunal quando percebi o quão solitário ele era. Me apeguei principalmente a pessoa sonhadora e esperançosa que ele era, e senti uma imensa dor por ele estar cercado de pessoas fúteis e manter-se agarrado tão fortemente ao passado.

Gatsby viveu cinco anos para uma única mulher, cada passo que ele deu, cada decisão que tomou, tudo em sua vida era voltado para realizar o sonho de ter ela para si mais uma vez. Acho que o livro conta uma grande história sobre como achamos que conhecemos alguém, para no final descobrir que não conhecemos de verdade. E sobre como o amor, nem sempre, supera tudo.

Tem algo que eu sempre disse a mim mesma e que acho que se encaixa perfeitamente a Gatsby, Nem sempre o amor basta. As pessoas mudam, as circunstancias os transformam e, nesse caso, eu acho que a Daisy se deixou levar pela facilidade da vida que tinha, enquanto Jay lutou dia após dia para ser merecedor dela.

Foi muito bom chegar ao final do livro e perceber que o Nick havia chegado a mesma conclusão que eu. O egoísmo das pessoas em escolherem o seguro e não se arriscar, em jogar no fogo a vida de uma pessoa, apenas por medo da sua própria, em escolher a si mesmo em frente aos sentimentos de alguém que julgavam amar.

Confesso, também, que tentei sentir pena da Daisy, mas não consegui. No começo, quando ela diz a Nick que espera que sua filha seja uma linda tola, senti que ela buscava desesperadamente um lugar onde pudesse ter voz. Mas no fim vi que ela só estava sendo cínica, como ela mesma disse. Ela estava cansada da situação, mas não tinha coragem o suficiente para mudar nada. Entre enfrentar o desconhecido com a promessa de felicidade, ela optou pelo seguro, porque no fim das contas, se sentir seguro é tão bom quanto se sentir feliz nem todos têm a audácia de serem felizes, porque isso pode machucar.

Sinto uma forte simpatia e respeito por Nick, especialmente pelo reconhecimento que ele dá a Gatsby em uma das páginas finais do livro, depois de passarmos tanto tempo ouvindo os disparates preconceituosos de Tom e mesmo o preconceito existente nas entrelinhas, sempre subentendido. Gatsby era bom o suficiente para dar festas esplendorosas, mas não para ser amigo de alguém ou reconhecido e agradecido pelo refúgio que proporcionava as figuras anônimas entediadas da cidade. Aliás, figuras essas que adoravam inventar mil e uma histórias a respeito dele, mas que só Nick pode conhecer a verdade.

O livro tem um ritmo bom, a narrativa em primeira pessoa me deixa um pouco apreensiva e, a princípio, não achei que o tom poético combinaria com o ponto de vista, mas acho que foi um ótimo casamento. Fiquei perdida uma ora ou outra no que estava acontecendo, mas talvez tenha sido eu que tenha lido muito rapidamente ou não tenha prestado atenção a alguma palavra-chave do texto.

É um livro pequeno, a tradução não é afetada como a da grande maioria dos clássicos universais e é de fácil compreensão. Nick é um personagem adorável e identificável, que te leva a uma interessante viagem pela Nova Iorque dos anos 20, ao lado de uma figura incrivelmente misteriosa e ao mesmo tempo simples.

Queria eu, ao terminar o livro, poder abraçar Gatsby. E depois de ver o filme de 2013, ainda não consegui ver o de 1974 só quis mais ainda guardar o sorriso único dele em um potinho e olhar para lá sempre que precisasse de um.

____________________________________________
Gostou da resenha, quer mais? Então acesse o blog 'Só mais um' e venha viver este vício conosco! :)

Esta resenha foi feita por Bianca da Silva, membro do blog 'Só mais um', e a reprodução integral ou parcial da mesma é proibida. Plágio é crime.



site: http://blogsomaisum.blogspot.com.br/2014/08/resenha-o-grande-gatsby.html#more
comentários(0)comente



Portal Caneca 01/08/2014

O Grande Gatsby é um romance trágico que foi escrito por um dos maiores autores do século XX, F. Scott Fitzgerald. É considerado um clássico na literatura americana falando sobre o anos prósperos que se sucederam depois da Primeira Guerra Mundial, tanto que professores americanos pedem para que seus alunos leiam esse livro.

A história é narrada por Nick Carraway, um personagem carismático que nos conta sobre o amor de Jay Gatsby e sua prima Daisy. Ela uma linda mulher, muitas vezes fútil e extremamente adorável e ele, um jovem oficial da marinha no início da carreira. Após a Primeira Guerra, Gatsby decide e com muito esforço consegue se tornar um milionário para ser digno ao amor de Daisy, que está casada com um cara insensível mas extremamente rico, Tom.

Já milionário, Gatsby compra uma grande mansão que fica em frente a casa de sua amada, sendo separados apenas por um grande lago. Promovendo grandes festas em sua casa, certo que algum dia Daisy ouviria falar sobre elas e por curiosidade iria em alguma para reencontrar com ele. Seu interesse pelo seu mais novo vizinho, Nick, é para simplesmente ter um motivo para um reencontro com seu grande amor, sendo que Nick é um parente próximo da moça. Por diversos fatos, que eu não posso contar, Nick decide ser um ‘elo’ de comunicação entre Gatsby e Daisy, e nos conta tudo o que ele presencia e sobre o lindo amor dos dois.

A leitura é fantástica, é genial como o autor usou o protagonista, dando pouca voz á ele, deixando-o mais misterioso e fica muito fácil se colocar na pele de Nick, pois ele está conhecendo os outros personagens assim como nós. O texto é belíssimo, os diversos detalhes bem citados nos deixa cada vez dentro dessa história clássica.

site: http://portalcaneca.com.br/
comentários(0)comente



Henrique 23/07/2014

resenha completa:
http://ensaiosobreainconstancia.blogspot.com.br/2014/06/the-great-gatsby-old-sport.html

confiram ;)
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Lu 16/07/2014

Existem ressalvas.
O livro O grande gatsby é um clássico absoluto, porem de leitura extremamente fluida! Fitzgerald ganhou incríveis pontos comigo pela maneira de se construir a narrativa. Quanto à história, o inicio é devagar, e parece não saber para onde ir, até que encontra o gancho do romance. O livro traz umas reflexões muito interessantes sobre o amor e sobre a frivolidade das pessoas. Apesar de não ter me conquistado total, é uma ótima leitura!
comentários(0)comente



Duh 05/07/2014

Um dos melhores livros já escritos
Fitzgerald não só criou um livro com personagens cativantes, ele criou uma atmosfera cheia de loucura e beleza.
Quem ler o livro vai perceber que Gatsby é o rico do momento, mas que tem um grande coração, talvez ao meu ver, seja por este motivo que interpretei o título do livro deste modo.
Tudo é refinado e delicado na escrita, poucas vezes pude ver tanta beleza em cenas de amor como se tem descritas aqui.
Sem dúvida um livro marcante que descreve a atitude de um povo do século XX e sua forma de vida.
É extremamente inteligente descrever como foi bom conhecer cada personagem, suas dúvidas e aspirações.
Nick é o nosso narrador, não só narra como participa da história, um personagem fora do comum.

O grande Gatsby deve ser lido sim e deve se dar toda a importância para cada clássico da literatura, este não é exceção.

Belíssimo livro
comentários(0)comente



Wilton 26/06/2014

O egoísmo venceu
Fitzgerald retratou com mestria uma sociedade burguesa fútil e hipócrita, sem compromisso com valores éticos e morais e que aceita manipular seres humanos – e seus sentimentos – em vista de interesses egoístas.
A personagem Gatsby aparenta ser insensível e despreocupado. Na verdade era um homem romântico, capaz de loucuras para reatar um antigo romance. Vulgares eram as pessoas de suas relações, notadamente as que o remetiam ao passado numa cidadezinha do Oeste americano.
Com Gatsby, Fitzgerald mostrou a solidão de um homem que constantemente celebrava festas em sua mansão e que estava sempre rodeado de centenas de pessoas, mas que não pode concretizar o seu maior sonho. E mais do que isso, um homem que se tornou rico misteriosamente, mas que não conseguiu ser aceito em um mundo onde as tradições conservadoras não permitem a mobilidade social.
Como toda grande obra literária, a verdadeira reflexão está dentro de cada um de nós. Com ela, o leitor pode perguntar a si mesmo quais são os limites morais para alcançar seus objetivos, até onde chegar para conquistar vitórias. E o mais importante, qual o valor dessas vitórias. Essa busca nos fará perceber que o ser humano aceita sacrificar os sentimentos alheios para satisfazer os seus desejos. E isso, os personagens Tom e Daisy Buchanan podem ensinar com excelência.
comentários(0)comente



Challis 23/06/2014

Originalmente publicado em 1925, O Grande Gatsby é considerado por muitos a melhor obra de Fitzgerald. Com este livro, ele mostrou ser não só um grande escritor, mas também um exímio historiador de sua época. Como uma das mais agudas críticas ao "sonho americano", a obra retrata a rotina e os costumes de uma sociedade próspera e desenfreada, vivendo o caos que tomou os Estados Unidos após a Primeira Guerra Mundial. Nota-se também os contrastes existentes entre o romântico "velho oeste" e o frio leste desenvolvido.

Leia a resenha completa: http://www.acrobatadasletras.com.br/2013/12/resenha-o-grande-gatsby-de-f-scott.html
comentários(0)comente



Maciel 22/06/2014

O Grande Gatsby
O Grande Gatsby,primeira publicação em 1925,ambientado na década de 20 nos Estados Unidos,época do Jazz,dos contrabandistas de bebidas.
Tendo esse USA como pano de fundo Fitzgerald nos da de presente essa história,a história de Jay Gatzby um jovem que se apaixona por uma jovem(Daisy)de filha de pais milionários,que nos tempos de hoje seria
chamada de "patricinha"!
Ele servindo o exército americano,terá que se ausentar por muito tempo,o romance não resiste ao tempo nem a classe social.
Cinco anos após ele volta e por intermédio de um vizinho seu,Nick Carraway,que se torna um grande amigo e é quem nos conta toda a história de Gatsby.Que após esses cinco anos volta muito rico e quer provar a Daisy que pode tê-la,protegê e ama-la em suas condições.Mas nada acontece como ele planeja.Ela já esta casada,o romance é até reatado,mas acontecimentos vão surgindo e aquilo que ele esperava não não acontece.Para que não cometa aqui a garfe de fazer um spoiler,deixo os detalhes desse ótimo trabalho de Fitzgerald para que vocês descubram devorando cada página desse romance.
Aqui vc encontrará,amor,traição,tragédia e um falso valor que as pessoas dão a outros pelo simples fato do poder do dinheiro.

Uma ótima história.Recomendo a todos!
comentários(0)comente



spoiler visualizar
Rodrigo Pereira 30/07/2014minha estante
Gostei dos apontamentos. Bela resenha ;)




Danilo Palma 14/06/2014

Resenha: O Grande Gatsby (Scott Fitzgerald)
Primeiramente decidi ler esse livro por causa do filme que estava para entrar em cartaz, e que até agora não assisti.
Apesar de ser um clássico da literatura, o livro é fluido e de leitura fácil.
Nick conta a história e passa a imagem do único personagem que não está dominado pelas futilidades que as pessoas estavam vivendo naquela época.
Até quase a metade do livro Nick explica e detalha a história e as características dos personagens, e em seguida é que as coisas vão se encaixando.
Achei que a história iria seguir somente em torno do romance entre Daisy e Gatsby, mas acontecimentos inesperados surgem pra deixar o mela-mela um pouco de lado e trazer um pouco de ação para o livro.
Infelizmente esse livro não é e com certeza não será um dos clássicos da minha vida, mas recomendo à todos a leitura principalmente para conhecer um pouco de como foi a vida americana após a Primeira Guerra, e importante para o leitor deixar o romance do casal como segundo plano e fazer uma leitura voltada para o lado crítico em relação a sociedade da época e que na minha opinião era onde Scott Fitzgerald queria atingir.

site: http://estantedodan.blogspot.com.br/2013/09/resenha-o-grande-gatsby-scott-fitzgerald.html
comentários(0)comente



Maria 01/06/2014

A grandeza da amizade
A história toda é narrada por Nick Carraway, que era vizinho de Gatsby e sempre ficava fascinado pelas grandes festas que seu vizinho dava. Não só as festas eram motivo de fascinação, mas também toda riqueza e poder que Gatsby possuía.

Separado por uma baía, do outro lado se encontrava a casa de sua prima Daisy Buchanan, casada com Tom Buchanan e mãe de uma garotinha de três anos. Na primeira visita que Nick faz para sua prima, conhece Miss Baker. uma famosa jogadora de tênis, que tem um papel importante no livro.
Um dia, Nick recebeu um convite para ir em uma das festas de Gatsby e quão surpreso ficou ao perceber que somente ele havia recebido um convite, as outras pessoas simplesmente iam as festas, muitas vezes sem nem mesmo serem convidadas. Foi nesse dia que Nick e Gatsby se conhecerm pessoalmente e a partir daí, passar a ser ver com certa frequência.

Quando Nick conhece Gatsby mais à fundo, seu caráter é posta à prova porque Gatsby pede que ele o ajude com algo e lhe conta a história de sua vida. De como ficou rico e que no passado teve um grande amor, mas que por ter ido servir na guerra e por conta de suas diferenças de classe, ele precisou se afastar, mas, no entanto, nunca a esqueceu. E contou que dava essas festas grandiosas, com a esperança de que um dia ela aparecesse em alguma. E para maior surpresa de Nick, Gatsby revelou que essa mulher, o amor de sua vida, era Daisy, a prima de Nick.

O livro é um emaranhado de histórias que se cruzam, tudo que acontece não é por acas e no final tudo se encaixa, provando que a vida é feita de coincidências.
Nick narra tudo com uma riqueza de detalhes impressionante e usando uma linguagem formal que nos permite ter uma imagem bem clara de tudo.

O livro também é de um enorme valor histórico, pois seu contexto de passa nos anos 1920, quando o Estados Unidos estava em ascensão, a época do jazz e da , da Lei Seca, que ao invés de diminuir o consumo e produção da bebida alcoólica, fez aumentar.
É uma história triste, extremante trise e revoltante. Mas também é uma história de amizade e de reflexão. Nos faz pensar se a verdadeira amizade existe ou se o que temos é uma amizade de conveniência. Com Gatsby foi assim,quando ele mais precisou, não apareceu ninguém e Nick foi o único que permaneceu até o fim.

site: http://www.minhassimpressoes.blogspot.com.br/2014/02/resenha-o-grande-gatsby-francis-scott.html
comentários(0)comente



newton 25/05/2014

Narrado em primeira pessoa por um primo de DAISY, Nick, o livro conta a história de amor entre GATSBY e DAISY, de modo que aquele, outrora pobre, envida esforços para acumular riqueza e, entrando no mundo de DAISY - já casada -, poder reconquistá-la. Para tanto, GATSBY organiza grandes festas em sua mansão - propositadamente vizinha da de DAISY. NICK, o primo narrador, organiza o reencontro, havendo um desfecho trágico. Fitzgerald ambienta sua estória na N.Y. dos anos 20, com perfeita caracterização dos personagens e descrição da sociedade americana da época, sobressaindo qualidades negativas dos ricos da era do Jazz, todos frequentadores das festas de GATSBY - indiferença, futilidade, racismo, materialismo, etc. GATSBY, decerto, não pertencia a este grupo, entretanto, mergulhou fundo neste meio para poder realizar seu sonho, mas teve de pagar um preço por isso. Deve ser lido.
comentários(0)comente



209 encontrados | exibindo 16 a 31
2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 |



logo skoob
"o Skoob oferece um espaço com comentários e críticas que lhe servirá de amparo antes de qualquer leitura."

Outro Lado