O Grande Gatsby

O Grande Gatsby
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Resenhas - O Grande Gatsby


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Michele B. 10/12/2014

um clássico imperdível!!
O Grande Gatsby é um livro extremamente comovente e profundo sobre a luta de um homem para, mais uma vez compreender o amor de sua vida a qualquer custo. O personagem principal Gatsby é podre de rico e todo fim de semana faz grandes festas luxuosas...

Leia mais em meu blog Lost Girly Girl

site: http://www.lostgirlygirl.com/2014/11/resenha-478-o-grande-gatsby-f-scott.html
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Maiah 07/12/2014

Maravilhoso! Um dos melhores livros que já li...
Vou tentar ser o mais breve possível pois eu gostei tanto desse livro que acabo me estendendo demais falando sobre ele. Esse é simplesmente um dos melhores livros que já li, daqueles que a leitura termina mas os personagens continuam muito presentes com você. Passei uns dois 2 dias refletindo sobre toda a história depois que terminei, e posso afirmar com toda a certeza de que até o presente momento, esse é o melhor clássico que já li. Não li tantos clássicos assim, é verdade, mas dos poucos que li esse com certeza está em 1° lugar. A leitura flui de uma maneira maravilhosa, e apesar de ser um clássico tem uma leitura fácil, na minha opinião.
Eu achei o Gatsby apaixonante, impossível não gostar nem um pouco que seja dele. Minha relação com a Dayse já não foi lá essas coisas. Eu achei ela chata, egoísta, fútil e bem desagradável, principalmente na reta final do livro. O Nick assim como o Gatsby é um ótimo personagem e que tem uma postura que me agrada bastante durante todo o livro.

Se por acaso você ainda não leu este livro, então eu faço o apelo a vocês para que leiam! É um livro maravilhoso e que vale muito a pena ser lido.

site: http://www.livrosesonhos.com/2014/03/resenha-o-grande-gatsby.html
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Thais 26/11/2014

Amor e ódio!
RESENHA COM FOTOS NO MEU BLOG AMIGA DA LEITORA

Sempre ouvi muito falar na história de 'O Grande Gatsby', principalmente quando lançaram a mais recente adaptação cinematográfica da obra, aquela com o ator Leonardo DiCaprio, porém nunca me aprofundei no assunto. Como sabem eu dou total preferência ao livro do que ao filme, e fiz questão de lê-lo primeiro para depois poder me render a telinha.

Em 'O Grande Gatsby', conhecemos através de Nick - nosso narrador - a história de amor de Gatsby e Daisy, os dois se conheceram no passado quando Gatsby não passava de um pobre soldado que estava servindo ao exercito. Porém as circunstancias fez com que o destino do casal tomasse um rumo diferente. Linda e admirável Daisy logo se casou com Tom, um homem rico mas muito insensível. Gatsby por sua vez não mediu esforços para se tornar um milionário, só assim poderia ter de volta o seu grande amor.

Nick mora ao lado da mansão de Gatsby, que sempre promove grandes festas atraindo gente de toda elite novaiorquina. Então em um momento ele acaba sendo convidado para uma dessas festas, e dá inicio a uma certa amizade com o anfitrião. Com o tempo Gatsby revela a Nick sobre seu passado com Daisy, e pede que ele a convide para um chá em sua casa, para que assim possa se reencontrar com a moça. É a partir daí que o casal passa a se ver novamente, tendo Nick como uma espécie de 'ponte' entre eles.

O livro é curto, tem apenas nove capítulos, a narração é leve e flui com bastante tranquilidade. Mas de certa forma acredito que faltou detalhes. Não que o enredo deixe a desejar, porém seria de muito bom grado se o autor também tivesse dado mais enfase nas características dos personagens e cenários por exemplo. Sem falar que incluir algumas cenas românticas entre Daisy e Gastsby deixaria tudo ainda mais emocionante, pois como nosso narrador era um dos personagens, coisas como o dialogo de reencontro do casal principal não foi mostrado. Senti falta desses pequenos detalhes me entendem?

De qualquer forma, eu volto a dizer que o enredo não deixou a desejar, e mesmo depois de ter finalizado a leitura há dias, essa trágica história não sai da minha cabeça. Com certeza luxo, adultério e violência são as palavras que definem bem este livro. O senhor Gastby é aquele tipo de personagem apaixonante, que te conquista aos pouquinhos, e Daisy quase me deixou enganar no começo, mas ao terminar a leitura eu só conseguia odiá-la. Já Nick é um sujeito encantador, o tipo de camarada que merece mesmo o titulo de 'meu chapa'. Adorei cada um deles, adorei até mesmo o fato de odiar alguns deles!

Essa minha edição é a da Editora Geração, ela tem capa dura e algumas fotografias do autor e dos filmes no meio dele. Além dessa eu também tenho uma outra edição com a capa do ultimo filme, que se vocês quiserem faço um vídeo mostrando as diferenças. Me digam nos comentários!



site: http://www.amigadaleitora.com/2014/11/resenha-o-grande-gatsby-editora.html
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Samantha 21/11/2014

Fitzgerald, F. S. O Grande Gatsby. 1°ed. São Paulo:Tordesilhas, 2013.
O Grande Gatsby estava há algum tempo na minha lista de desejados, depois da estreia do filme contemporâneo, que eu ainda não vi, fiquei mais interessada em conhecer essa história. Até que um dia de sebo me rendeu um exemplar bilíngue e capa dura por R$10,00... Não dava pra dizer não, né?!

O livro é narrado por Nick Carraway, que conta o trágico romance entre Jay Gatsby e Daisy. Ela era casada com um dos amigos de Nick, Tom, mas mal sabiam eles que Daisy já tinha tido um caso com o rico e misterioso vizinho de Nick, Jay.

O Grande Gatsy é curtinho, mas traz uma trama rica e com personagens de personalidades bem definidas. A história com um conjunto de cenas que faz o leitor fica ávido para saber o final daquela empreitada. Por ter sido escrito há muito tempo, é interessante ver a sensibilidade do autor diante de alguns assuntos, como sobre o matrimônio e o machismo, por exemplo.

Outro ponto interessante foi a escolha do narrador, pois como Nick é a intercessão entre todos os personagens do triângulo amoroso, ele continua imparcial diante dos acontecimentos, pois a amizade entre ele e Tom e a elevada admiração por Jay o impede de optar por um lado. Essa imparcialidade tornou Nick a melhor pessoa para nos contar essa história sem puxar sardinha para ninguém.

Como eu já falei anteriormente, esse livro é curtinho e dá pra ler em um dia (com dedicação, claro) ou dois. A leitura é descontraída e a história chega a ser tragicômica, está mais do que recomendado.


site: http://www.wordinmybag.com.br/
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susan kelle 14/11/2014

o grande gatsby
O grande gatsby narra uma historia de amor e loucura jos meados dos anos vinte. Na minha opiniāo, mais loucura do que qualquer outra coisa. Fala sobre sonhos de amor, encontros desencontrados, e a embriaguez que a futilidade nos causa. É misterioso e romantico nas doses certas, uma deliciosa tragedia de amor.
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Franciele 25/10/2014

Tragedia na era do jazz
É simplesmente perfeito, parece que você entra na história, e realmente vive na era jazz.
O livro é rico em detalhes, os personagens são cativantes, não tem como não gostar do Jay Gatsby ou melhor de todos personagens, a forma que é demonstrado o sentimento de cada um. (principalmente do narrador - Nick Carraway)


site: https://www.facebook.com/franciele.mille
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Matheus Lopes 15/10/2014

Gostei, mas de um modo diferente.
Logo que entrei em contato com o livro houve um estranhamento. Até o seu fim estive profundamente incomodado com a atmosfera criada por Fitzgerald, que molda os personagens e os ambientes sempre com muito brilho e velocidade, como a própria época de escrita e movimento literário do qual faz parte sugerem. Porém, a ambientação não me agradou. Fui lendo aos poucos mais para saber no que iria dar do que por prazer, até que toda a atmosfera foi enfim assentada e o lado real do livro apareceu.
Infelizmente tratar mais sobre isso seria dar alguns spoilers, então me deterei no fato de que o livro vale a pena ser lido. É sem dúvidas uma grande obra, e com as anotações da minha edição (Penguin-Companhia das Letras) se tornou ainda mais interessante.
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Amanda 13/10/2014

"(...) perdera aquele seu cálido e antigo mundo, pago um preço demasiado alto por haver vivido com um único sonho."
Quando comecei a ler O Grande Gastby, admito que a leitura pouco me agradou, era apenas mais uma história de casais riquinhos e adúlteros, personagens desinteressantes, que não fazem com que você se apegue a eles.
Mas conforme a história foi se desenrolando, percebi que isso era apenas uma pequena primeira impressão:
Começando a história com Nick, que recentemente mudou-se para Wets Egg, e é vizinho de um sujeito estranho chamado Jay Gastby. E embora pareça que a história é de Nick, vemos que ele é apenas um narrador wallflower, posicionado apenas para contar a história de Gatsby e Daysi.
O engraçado é que a história parece clichê, mas nos leva por um caminho imaginável, cheio de traições, amores, festas e assassinato.
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Flávia 11/10/2014

Eu me rendo. Ano passado tentei ler esse livro, mas não consegui. O que consegui foi odiar a escrita do Fitzgerald, como muita gente tem comentado. Mas, decidi assistir ao filme e como não gosto de ver filme antes de ler o livro resolvi encarar o desafio, mas não só isso, assisti ao vídeo da Amanda do canal Lendo e Comentando e ela conseguiu me convercer. Que bom. Eu AMEI essa história. Foi só uma primeira impressão ruim, aprendi a lição, um livro bom merece o momento certo para ser lido e compreendido.

Não vou ficar falando sobre o enredo, que a essa altura já deve ser conhecido da maioria. O fato é que preciso elencar alguns dos motivos que me fizeram amar Fitzgerald e O Grande Gatsby, mas é muito difícil falar de um livro quando nos apaixonamos por ele:

1- É o primeiro livro que leio do Fitzgerald. O texto é muito bem escrito, a história é envolvente e Nick Carraway sabe contar uma boa história. Uma história sobre a tentativa de se resgatar um grande amor, um homem que não mede esforços para trazer para perto de si, a única mulher que amou na vida. Num desses caprichos do destino eles se separaram e a maneira como se reencontram é espetacular.

2- A época e o lugar onde a história é ambientada. Claro que a percepção fica mais fácil quando assistimos ao filme, mas como o livro foi publicado pela primeira vez em 1925 e a história se passa no verão de 1922, na cidade de Nova York e Long Island, ainda no período da Primeira Guerra Mundial, o nosso protagonista, Jay Gatsby, esteve na guerra e naquela época os Estados Unidos passavam pelo período da lei seca, a proibição da venda de bebidas alcoólicas. Era uma década próspera para os americanos, tanto na música com a ascenção do Jazz, inclusive entre os brancos e ricos, o cinema, as artes em geral até a queda da bolsa de Nova York em 1929.

3- Os personages retratados nesse romance são os da alta sociedade, com todos os seus podres e quedas por bebidas, mulheres, muita frivolidade e desperdício, mas Fizgerald criticava esse comportamento através das observações de Nick Carraway, que no filme está a cara do Fitz. É também uma crítica ao sonho americano, em que se pregava a igualdade de oportunidade e liberdade para todos os americanos, mas vemos que conforme o segredo da fortuna de Gatsby vai sendo revelado, as coisas não são tão cor de rosa assim.

4- Outra coisa que gostei muito foi como Gatsby foi aparecendo no romance, através da voz de Nick Carraway, um desenvolvimento psicológico de um homem excêntrico, que construiu uma casa que mais parecia a Disneylândia, do lado oposto de uma ilha onde ficava a mansão da mulher que amava, Daisy Buchanan, para que ele ficasse observando-a dia e noite, na esperança de que um dia eles pudessem se reencontrar. A suntuosidade da casa, suas roupas impecáveis, um automóvel feito sob encomenda para demonstrar o quanto o dinheiro podia comprar e dezenas de pessoas estranhas frequentando sua casa. Ainda assim, um homem extremamente solitário, característica muito bem desenvolvida por Fitzgerald, apesar de Gatsby viver cercado diariamente por dezenas ou centenas de pessoas quando dava suas festas, desejando que o tempo recuasse em 5 anos, momento em que conheceu Daisy, para que ele pudesse estar novamente com ela e escrever um outro destino.

5- As festas dadas por Gatsby, impregnadas dessas frivolidades que enchem os olhos de muitos é tão atual, se compararmos as celebridades e sua vida fútil estampadas nas páginas de revistas e jornais, pessoas que bebem, usam drogas mais pesadas e isso se transformando em uma rotina, como se essa fosse a verdadeira vida. No caso dele, havia sempre a esperança de que um dia Daisy comparecesse a uma dessas festas.

6- E por falar em Daisy. Essa é uma personagem que nos divide. No início ela passa a impressão de ser vítima, nos apiedamos de sua situação, casada com um homem rico, mas do tipo valentão, que achava que tinha direito a se deitar com todas as mulheres que lhe atraiam e ela mesmo sabendo disso, nunca tomou nenhuma atitude. Aceitava. Será que era porque essa era uma condição muito comum as mulheres daquela época ou será porque Daisy não sabia viver sem dinheiro? Com aquele final, fico pensando que ela amava mais o dinheiro do que Gatsby.

7- Fica claro também que Gatsby amava uma ilusão, uma Daisy que nunca existiu e que ele talvez influenciado por tudo que aconteceu em seu passado, os acontecimentos da guerra, forjou em seu pensamento, a mulher perfeira, única digna de seu amor. E pagou um preço alto por isso. E que final de história. Eu acho que todo mundo deveria fazer um esforço para ler esse livro, porque estamos diante de uma grande história que conta muito nas entrelinhas do que talvez nas exatas palavras que lemos no texto.
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Larissa Castro 14/09/2014

"Tomorrow we will run faster..."
Por meio de um texto brilhantemente construído, com sua complexidade disfarçada por uma aparente simplicidade e por uma leitura capaz de proporcionar imenso prazer, F. Scott Fitzgerald vem nos apresentar aquela que, como pressentiu ele, viria a ser considerada sua obra-prima, permanecendo até os dias de hoje na posição de cânone da literatura norte-americana.

Os acontecimentos são descritos a partir da perspectiva do narrador Nick Carraway, um homem comum que, à medida que vai escrevendo seu livro sobre a estória do seu rico vizinho Jay Gatsby, reporta ao leitor, em um texto não linear, o que vê acontecer à sua volta, de forma relativamente neutra e livre de julgamentos. Como Gatsby é uma figura bastante misteriosa, muitos boatos correm a seu respeito, e, como o conhecimento dos fatos é limitado por registros impressionistas de Nick, cabe ao leitor decidir o que fazer com as informações apresentadas pelo mesmo. Gatsby que Nick até então conhece apenas por ouvir falar o nome e pelas imensas e luxuosas festas que organiza na sua residência logo ao lado para figuras de suposto prestígio que compõem a elite aproxima-se de Nick motivado pelo interesse em sua prima, Daisy casada com o arrogante Tom Buchanan e é a partir desse ponto que a narrativa ganha força, com seus mistérios se entrelaçando às dúvidas com certo ritmo freqüente, e se resolvendo em seguida, porém aos poucos, e sem se desfazer da capacidade de manter o leitor envolvido, demonstrando a incrível habilidade e genialidade que Fitzgerald emprega ao desenvolvimento da obra, a despeito de seus problemas relacionados ao alcoolismo, que, aparentemente, não interferiam na seriedade aplicada ao seu trabalho.

O Grande Gatsby é um registro alegre dos hábitos da sociedade dos Anos Vinte época que o próprio Fitzgerald definiu como "a mais dispendiosa orgia na História" regado a muito Jazz, festas e riquezas freqüentemente geradas pela fabricação e comercialização ilegal de bebidas alcoólicas, mas sem dispensar a impressão de uma visão crítica sobre tal sociedade.

O título justifica inteiramente a obra, seja pela profundidade com a qual Gatsby mergulha em suas aspirações, pela sua fortuna e seus exageros que possivelmente representam a personificação do American Dream, com seu idealismo definidor do caráter americano ; também por sua magnificência e sensibilidade, mas, sobretudo, pela grandeza com a qual Gatsby encanta o leitor, por sua paixão e determinação inesgotáveis. É quase impossível não amar Gatsby, e assim, também, é quase impossível não morrer um pouco ao final do livro.
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Gabriela 06/09/2014

O livro por trás das festas
Gatsby sempre foi como um fantasma ou uma lenda me circulando. Eu via pessoas falando sobre ele, sabia que era sobre festas e me perguntava o que era tão mágico nele. Ainda bem que minhas expectativas não estragaram o livro, porque quando finalmente criei coragem e o li, consegui enxergar completamente o motivo de ser um clássico.
A questão é que há uma diferença entre a elite que vemos na mídia e nos livros da atualidade e as de antigamente. Só o ambiente, Nova York da década de 20, é fascinante. Então acompanhamos Nick descobrindo essa cidade. Nick é um personagem-narrador “wallflower”. Sua função é exatamente essa: ser um narrador, não um personagem. Ele não tem muito destaque, e serve apenas como conexão entre o leitor e o drama que se desenvolve na alta sociedade de NY. Conhecemos sua prima Daisy, que, apesar de não ser uma personagem que podemos nos conectar e entender, deixou-me intrigada. Tom, seu marido, foi o único personagem de quem eu não gostei, mas ele foi criado justamente com esse propósito.
Durante a narrativa rápida, todo um clima misterioso vai se construindo ao redor da imagem de Gatsby, que fica na penumbra até Nick ser convidado para uma de suas famosas festas e eles se tornarem amigos. Gatsby e Jordan se tornaram meus personagens favoritos, mas de modo geral, com exceção de Tom, todos me cativaram. A diferença entre as histórias que abordam a elite de antes e a de hoje é que Fitzgerald acrescenta profundidade, diferente das de hoje.
Se você quer começar com um clássico, eu com certeza recomendo “O Grande Gatsby”. É dramático e é intrigante, e eu daria 4 de 5 estrelas antes de chegar ao final. Ah, o final. Eu fiquei chocada, eu xinguei o autor carinhosamente, eu tive que colocar o livro na minha cômoda e respirar um pouco para absorver a informação. Mas é claro que, embora trágico, eu amei o final, transmitiu a mensagem de Scott muito bem, provou a profundidade do que ele tinha para denunciar.

site: http://entrepaginaseimagens.blogspot.com.br/
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Máh 31/08/2014

"E assim avançamos, botes contra a corrente, impelidos incessantemente de volta ao passado." - pág.241
Quando se gosta muito de um livro, a tarefa de resenhá-lo torna-se muitíssimo árdua. Eu amei todas as palavras de O grande Gatsby. Foi um amor platônico logo nas primeiras frases;

" - Sempre que tiver vontade de criticar alguém - ele disse -, lembre-se que ninguém teve as oportunidades que você teve." pág.65


e, no decorrer das páginas, se transformou no amor celestial de Platão.

Existem muitos livros com boas histórias. Existem, também, muitos escritores com boas narrativas. Há os que conseguem fazer boas frases de impacto, marcantes. Também existem alguns, quem possuem uma qualidade mais rara, que conseguem descrever a alma e a personalidade humana nas suas mais diversas formas. Em O grande Gatsby, Fitzgerald administra com maestria um pacote completo dessas boas características.

Não pretendo me ater em resumir a história da obra - o resumo introdutório faz isso de uma boa forma. Só quero ser capaz de motivar alguém a ler esse livro maravilhoso.

Gatsby é um personagem extraordinário. Mesmo influênciado pelo determinismo, ele nunca deixa de ser essencialmente bom. Um romântico e idealista, capaz de lutar cegamente - e quase de modo infatil - por seu sonho. Daisy, que é a personificação de seu sonho, leva Gatsby a construir uma vida e um novo "eu", somente para conquistá-la. Assim como todos nós, ele controí mascarás que são capazes até mesmo de convence-lo, mas que não são capazes de perdurar.

"Ele sorriu de forma compreensiva - muito mais que compreensiva. Era um daqueles raros sorrisos com o ar de eterno consolo, do tipo que você só encontra umas quatro ou cinco vezes na vida. Parecia encarar a eternidade do mundo inteiro por um instante, e então se concentrava em você com uma irresistível tendência a seu favor. Parecia compreendê-lo até o o ponto em que você desejava ser compreendido, confiar o tanto que você gostaria de confiar em si mesmo, e assegurá-lo de haver transmitido exatamente a impressão que, em seu melhor momento, você desejaria passar." pág. 111


Nick, primo de Daisy, vai morar ao lado de Gatsby e consegue enxergá-lo como ele realmente é. E, por isso, ele resolve narrar essa história.

Durante o livro, é possível notar o quão previsíveis e - mesmo que seja contraditório - imprevisíveis são os seres humanos, como a vida não é justa.

Quando sou cativada por uma história, como fui por essa, sinto necessidade de ler um pouco sobre quem a escreveu.
Fitzgerald viveu nos anos perdidos, conviveu com vários intelectuais e artistas e amou, até o fim de seus dias, Zelda - uma mulher complicadíssima. É possível encontrar muito de sua experiência particular nesse livro. Até agora me pergunto quantas metáforas para sua vida deixei passar nesse livro.

Vale muito conhecer um pouco mais do autor e ler essa obra magnífica. Sei que muitos leitores não gostam muito de clássicos. Contudo, mesmo assim indico a leitura desse. Tenho certeza que ninguém terá dificuldades para ser físgado por essa leitura.

Como última consideração, eu gostaria muito de ter escrito O grande Gatsby. Torço para que ele perdure por incontáveis gerações.

site: http://stormofbooks.blogspot.com.br/2014/08/resenha-o-grande-gatsby-por-scott.html
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Magi's 25/08/2014

O Grande Gatsby- Resenha
Síntese da história

A história se passa em Nova York e podemos dizer que se trata de um romance de costumes, ou seja, ao ler o livro o leitor é convidado a conhecer o estilo de vida da elite novaiorquina no início da década de 1920, um período de prosperidade econômica.

O cenário principal da história é uma ilha chamada Long Island, de um lado da ilha (West Egg) moram o Nick, narrador da história, e Gatsby, do outro lado (East Egg) mora Daisy, prima de Nick e amor antigo de Gatsby.

Então, o Nick aluga uma casa bem simples na ilha ao lado da mansão de Gatsby. Porém a princípio ele não conhece o vizinho, apenas vê as festas que ele promove. Aliás quase ninguém conhece este anfitrião porque ele nem sempre aparece nas festas e também, por ele ser um homem misterioso, há VÁRIOS boatos sobre a origem de sua riqueza.

Pois bem, um dia o Nick recebe um convite para uma das festas do Gatsby e é lá que ele conhece o nosso protagonista, eles se tornam amigos e é através desta amizade que o Gatsby se aproxima novamente da Daisy e a história se desenrola.



Avaliação

Que livro bom!!!
Gostei muito da construção da história e dos personagens, a escrita do Fitzgerald é boa e fluída. Mas o que eu mais gostei, foram as várias metáforas e representações contidas na história e as críticas sociais que acompanharam cada uma delas. A meu ver, ele foi sutil ao tratar de temas como futilidade/superficialidade da vida e das relações, porém foi no ponto certo, tão certo que em 1925 (ano de publicação) ele denuncia indiretamente o glamour e ostentação de uma elite próspera economicamente e quatro anos depois veio o resultado disso com a crise da bolsa de Nova York. Então assim, óbvio que o autor não sabia que a bolsa ia quebrar dalí a quatro anos, mas tocar nesses assuntos, naquele momento, mostra quão precisa foi sua leitura social e transplantar isso para a ficção, com todos os limites que uma produção literária tem é excelente. Fitzgerald nos faz pensar sobre a brevidade de nossas relações também, o livro não deixa de ter um pézinho na nossa realidade século XXI.
Gi!!!


Bom, eu não gostei muito desse livro, acho que sou uma das poucas pessoas a dizer isso. Eu gostei da sacada final do livro, o final é mesmo surpreendente como todos falam. O autor faz uma crítica à sociedade rica da época, e como eles não se importam um com o outro, uma coisa meio blasê. E os comentários que o narrador da história, Nick, solta também são bacanas. Porém, não foi um livro que me atraiu e me instigou a lê-lo. Lembrando que ele é um dos maiores clássicos norte- americanos da época, então para quem curte clássicos, fica a dica de leitura.

Ma!!!
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Dani 20/08/2014

Breve opinião.
leitura gostosa e rápida. Gostei bastante da história, mas fiquei triste com o desfecho da história. Um problema que me deparei na edição bilíngue da editora Landmark é que a parte em português está mal traduzida, contendo vários erros e palavras repetidas. é uma edição linda, capa dura... mas com esses erros.
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Renata 19/08/2014

O Grande Gatsby
Então, Grande Gatsby. Um dos livros que estão na capa da comunidade. Livro de Francis Scott Key Fitzgerald (1896-1940) e facilmente encontrado em muitas listas de clássicos da literatura.

A história narrada por Nick Carraway conta de seu conhecimento e relacionamento com Jay Gatsby, o grande. Estes dois personagens unidos a Daisy formam o núcleo em que se desenrola a história. Fitzgerald foi muito hábil em retratar o lugar social de cada um dos personagens, o que significava caracterizar o modo de vida, de perceber o mundo, bem como o caráter daqueles indivíduos.
Nick Carraway inicia sua narrativa rememorando o conselho dado por seu pai para que antes de julgar os outros ele atentasse para os privilégios que teria tido em sua vida.
Acho este um dos melhores parágrafos do livro, completamente atual quando pensamos na necessidade de discutir a desigualdade social, não somente econômica, mas também cultural. Não sou absolutamente contra a ideia de mérito, mas é preciso não perder de vista que se nossos esforços nos levam ao sucesso este raramente deixou de contar com algum tipo de suporte, geralmente fornecido por nossas famílias.
Nick Carraway representava o meio termo da história, tinha uma família que lhe apoiava mas precisava se esforçar para ganhar a vida. Diferente de Daisy que vivia em um mundo de luxo completamente dispersa da realidade do mundo, com o passar do livro vemos que seu núcleo é o retrato do egoísmo e da falta de empatia humana.
Jay Gatsby apesar de estar no outro extremo da escala social se vê impelido a este mundo de luxo e riqueza, construindo uma história de vida que impressionava mais do que a opulência que demonstrava no cotidiano das festas que patrocinava à sociedade da época. Contudo, toda riqueza alcançada por Gatsby não se justificaria em si mesma, pelo contrário, seu objetivo primordial estava no amor que ficara em seu passado.
Apesar de todas as histórias mirabolantes que circulavam em torno de sua pessoa, Gatsby era um romântico e sobretudo um ingênuo. Seu amor o cegara para a conformação do caráter de sua amada que em determinado momento de pragmatismo iguala amor à dinheiro, quaisquer deles podendo ser razão para determinar seu futuro.
Gatsby é um sujeito muito misterioso, as poucas informações que temos dele são desencontradas e ele mesmo fala muito pouco, ainda assim consegue ser carismático e no fim do livro vai ter conquistado o leitor, o que nos faz sentir com mais pesar e revolta o desenrolar da história.

Fitzgerald retrata muito bem uma época, tanto em sua opulência quanto em sua miséria. Contar mais é contar demais, Bom livro.
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