O Grande Gatsby

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Resenhas - O Grande Gatsby


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Andy 24/09/2015

O livro traz uma mensagem bastante atemporal: a necessidade de deixar algumas coisas pra trás e perceber que outras não podem ser modificadas.

site: https://instagram.com/p/8Bn7EZFE-w/?taken-by=quotesperdidos
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Fernanda 23/09/2015

Resenha: O grande Gatsby
CONFIRA:

site: http://www.segredosemlivros.com/2015/09/resenha-o-grande-gatsby-f-scott.html
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Purple Hair 08/09/2015

clássico é sempre clássico
Essa é uma leitura complicada e cansativa pra quem esta acostumado com literatura juvenil. A literatura classica é um pouco complicada pra quem não acompanha o genero mas o livro tem pontos bem interessantes e acaba sendo bem criativo mas no final vc se apaixona pela historia e pelos personagens.
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Andrea 30/08/2015

Amores frustrados e o fim da Era do Jazz
Com um ótimo prefácio de Ruy Castro, a belíssima edição de O grande Gatsby, da editora Geração, nos traz a Era do Jazz, de uma sociedade saída de sua primeira grande guerra, pensando que esta seria a única... Nos traz também, as várias facetas do autor da obra, mostrando-nos que Fitzgerald não criou Gatsby, ele era, na verdade, o próprio Gatsby...
Primeiramente, somo apresentados à vida de nosso narrador, Nick Carraway, que nas primeiras linhas do romance já nos mostra seu caráter e a forma como ele nos dará as informações a respeito da personagem título do livro:

"Em meus anos mais jovens, e mais vulneráveis, meu pai me deu um conselho que nunca esqueci.
- Antes de criticar alguém - ele me disse -, lembre-se de que nem todos tiveram as oportunidades que você teve." p 13.

A partir disso, saberemos que Nick vem de uma família de classe média do Oeste americano e que ele tentou "fazer a sorte" no mercado da bolsa de valores de Nova Iorque, mas isso não dá muito certo. Ele mora em uma casinha cercada por várias mansões e o dono de uma dessas casas deslumbrantes, é Jay Gatsby, milionário, excêntrico, e o maior anfitrião da cidade.
Nosso narrador também nos apresenta sua prima Daisy, casada com um homem riquíssimo chamado Tom, ela também já era muito rica antes de casar-se com ele, o problema é que Tom tem uma amante, de forma bem descarada, ele até leva Nick para conhecer a mulher! Colocando o pobre numa situação bem constrangedora, visto que ele e a prima são muito amigos.
Em um dia qualquer, nosso narrador recebe um convite para ir a uma das grandes festas de Gatsby, obviamente Nick vai e fica escandalizado com toda a riqueza e opulência do local. Lá, ele finalmente conhece o anfitrião e eles tornam-se amigos.
Com essa amizade, Nick descobre que Gatsby e sua prima tiveram um romance quando eram mais jovens, mas como este era apenas um soldado pobre, não puderam ficar juntos, dessa forma, Nick passa a ajudar os dois em seus encontros.
Um fato curioso é que a casa de Daisy fica do outro lado da cidade em comparação à de Gatsby, e esta possui um farol com uma luz verde no topo, Gatsby passa noites e mais noites observando a luz verde desse farol que simboliza a esperança que ele tinha de reencontrar seu único grande amor e a lealdade que ele denotava à Daisy.

Tudo estaria muito bem, se Gatsby não tivesse um passado obscuro, afinal, ele era um rapaz pobre, como tornou-se um dos homens mais ricos do país? O que ele faz? As pessoas que fazem parte da classe "alta" não o aceitam, pois ele é um novo rico, sem educação, sem nome. Mas, algo que realmente vai colaborar para o desfecho trágico do livro, é a total superficialidade de Daisy, ela é, como disse que queria que sua filha fosse, "uma bela tolinha", fútil, e por vezes, tonta. O pobre Gatsby aposta todas as suas fichas nessa mulher e acaba perdendo tudo por causa dela.
Por fim, Nick, continua fiel à sua amizade por Gatsby e espanta-se com a facilidade com que sua prima esquece-se do mesmo, terminando o livro de forma magistral, como uma síntese da vida de seu amigo e da própria Era do Jazz, ele diz:

[...] "Gatsby acreditou na luzinha verde, naquele futuro orgiástico que de ano em ano se afasta de nossos olhos. O futuro já nos iludiu tantas vezes, mas não importa... Amanhã correremos mais depressa, esticaremos nossos braços um pouco mais além... Até que uma bela manhã...
É assim que todos nós deslizamos, barcos contra a corrente, impelidos incessantemente de volta ao passado." p 204.

Confesso que gostei do livro, ele nos dá um panorama dinâmico da sociedade dos primeiros anos do século XX, mas não consegui embarcar na estória... Também não gostei nem um pouco da recente adaptação que fizeram dela, com Leonardo Di Caprio, talvez eu assista a versão de 1974, mas apenas para compará-la a outra adaptação...

site: http://allumina.blogspot.com.br/
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Eli Trevellin 22/08/2015

Minhas impressões sobre o livro
O Grande Gatsby é uma obra-prima do autor F. Scott Fitzgerald, que capta de forma singular a década de 1920, em Nova Yorque, com todas as suas extravagâncias, pompas e festas opulentas. O sonho americano nunca foi novamente registrado de forma tão magistral após a publicação deste clássico universal .

O jornalista Ruy Castro afirma que " Jay Gatsby era F. Scott Fitzgerald" porém, "a dúvida é se Fitzgerald criou Gatsby à sua imagem ou se, em algum momento criador e criatura passaram a se confundir" notamos várias semelhanças e também algumas diferenças entre ambos, uma era o fato de Jay não beber, o que o autor fazia compulsivamente.

Fitzgerald é mestre em frases interessantes e memoráveis, "pérolas" proferidas e que demonstram e comprovam o caráter dos personagens. Um exemplo claro está no início do livro quando o pai de Nick diz "- Antes de criticar alguém- ele me disse-, lembre-se de que nem todos tiveram as oportunidades que você teve.", através desta frase temos uma pista de como Nick, o narrador - personagem , vai agir perante vários conflitos descritos , fazendo-se cúmplice tanto de Gatsby, quanto de Tom Buchanan. Outro exemplo é quando Daisy diz sobre a filha " Espero que seja uma menina boba: é a melhor coisa que pode acontecer a uma menina neste mundo, ser uma linda bobinha.", esta frase mostra o quão rasa a personagem demonstra ser.

Sabemos dos fatos e descrições de personagens por intermédio de Nick , a narrativa em 1ª pessoa é a maior artimanha do autor, pois somente através de suas percepções temos pistas do que há por trás da origem de Gatsby.
Impressiona também, a forma como Fitzgerald descreve os personagens. Tom é descrito de forma tão detalhada que é o tipo de personagem que o leitores amam odiar ,e que segundo o autor é o seu preferido. Daisy é descrita através da percepção auditiva, com sua voz sussurrante ,denotando a sua sedução e sensualidade. A forma como o autor descreve Gatsby impressiona pela descrição do seu sorriso " Era um desses raros sorrisos que transmitem um conforto eterno, desses que, só se encontra umas quatro ou cinco vezes na vida. Encarava (ou parecia encarar) a totalidade do mundo em um instante e então se concentrava em você, derramando uma simpatia irresistível."

Alguns críticos literários afirmam que o romance entre Gatsby e Daisy é somente a isca para atrair os leitores ,porém é inegável que o personagem misterioso e de origem duvidosa acaba causando muita empatia nos leitores .

Nós leitores, acabamos como Nick, cúmplices do otimismo e esperança de Gatsby em conquistar esse amor do passado. Fazendo-nos esperar ,também, que o farol de luz verde não seja apenas um sinal de esperança e se torne um sonho concretizado.


site: http://elitrevellinescritosguardados.blogspot.com.br/2015/08/o-grande-gatsby-de-f-scott-fitzgerald.html
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Fabio Martins 07/08/2015

O grande Gatsby
Muitas vezes as pessoas vêm me perguntar o que acho de tal escritor. Acontece que, em algumas situações, eu não conheço a obra da pessoa questionada e, às vezes, sequer ouvi falar dela. Quando isso acontece eu vou atrás de referências sobre elas e suas obras.

Há um tempo, não conhecia F. Scott Fitzgerald. Já havia ouvido esse nome, claro, mas na minha cabeça ele era um político famoso ou um grande astro do cinema antigo. Quando assisti ao filme Meia-noite em Paris, de Woody Allen, em que F. Scott Fitzgerald e sua esposa, Zelda, são retratados, me interessei bastante em conhecer sua obra. Nele, o casal se mostra de forma bastante interessante, festeiro, inteligente e problemático.

Aproveitando o lançamento de um novo filme sobre uma das principais obras de Fitzgerald, O Grande Gatsby, decidi lê-lo antes de acompanhar nas telonas. O livro atualmente é reconhecido como uma das obras mais importantes da literatura norte-americana por retratar de forma irônica os ostensivos e extravagantes anos 1920, em que a economia do país prosperava após a Primeira Guerra Mundial. E o autor acreditava na potência de sua obra. Em cartas trocadas com seu editor, Fitzgerald escreveu: “Acho que meu romance é provavelmente o melhor romance americano já escrito. É brutal em algumas passagens...”.

O livro é, de fato, brutal, quando lido como uma crítica à sociedade norte-americana nos 1920. Tanto que na época de seu lançamento não fez muito sucesso, pois parecia apenas mais um romance cotidiano. A obra só foi fazer mais sentido como uma verdadeira crítica cheia de ironias depois do crash da Bolsa de Valores de Nova Iorque em 1929.

A trama é narrada por Nick Carraway, jovem relativamente bem-sucedido que vai viver em West Egg, Long Island. De sua modesta casa, observa diariamente a mansão incrivelmente grande de seu vizinho misterioso, conhecido apenas como Gatsby, que frequentemente promove festas para centenas de pessoas. Poucas pessoas sabem quem é realmente Gatsby, qual é o seu passado e com o que trabalha.

Do outro lado da baía, de frente para a casa de ambos, vive a prima de Carraway, Daisy, e seu marido, Tom Buchanan, casal muito bem-sucedido e pertencente à elite americana da época. Aos poucos, o narrador começa a ser convidado para as festas do vizinho, sem ao menos conhecê-lo. Quando o conhece, percebe sua ambição, obstinação e os meandros de sua conturbada vida, pois para Gatsby tudo foi planejado. Sua fortuna, sua fama, até mesmo sua casa de frente para a de Daisy – seu antigo e verdadeiro amor.

O desenrolar do reencontro deste antigo casal é marcado por aparências, fingimentos, enganações e toda a hipocrisia da época que Fitzgerald fez questão de transpirar em sua obra. O Grande Gatsby é um livro muito agradável de ler. Fitzgerald constrói muito bem a imagem misteriosa de Gatsby, cujo passado é revelado aos poucos.

site: lisobreisso.wordpress.com
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Adriana Scarpin 27/07/2015

Em 1925 estava-se fazendo uma literatura bem mais interessante na Europa e no Brasil nós tínhamos Oswald de Andrade, sem falar que todas as personagens desse livro são insuportáveis com exceção do narrador. Ao mesmo tempo o livro traduz tão bem a mentalidade da sociedade burguesa americana, que o mínimo que se pode chamá-lo é de obra prima, mas comparando com o que Balzac ou Proust fizeram com a haute société francesa, o resultado é infinitamente inferior.
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Aline 23/07/2015

Clássico. E legível.
Uma leitura prazerosa, fluida e intrigante. De onde vem a fortuna de Gatsby? O que se pode pensar do narrador, Nick? Qual o significado literário da luz verde? Talvez não responda claramente a essas perguntas, o livro, porém, certamente tem em si todas as qualidades que atribuímos a um clássico, com a vantagem de ser envolvente.
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Danilo 16/07/2015

Alguns livros geram muita expectativa e acabo me decepcionando. Outros, como "O Grande Gatsby", não espero muita coisa e me surpreendo. Livro sensacional.
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Tuc_Tac 14/07/2015

Sobre editoras...
Só salientando que se a escrita do livro é boa ou não, depende muito também da tradução.
Eu adquiri dois livros, um da editora Campanhia das Letras e a outra do Globo. Simplesmente odiei a versão da Editora Globo e amei a da Campainha das Letras.
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Marques 13/07/2015

Inicialmente o livro é massante, entediante e completamente monocórdio, mas no decorrer da trama nós passamos a nos envolver com a história misteriosa de Gatsby e sua paixão incomensurável por Daisy

A escrita de Fitzgerald se torna encantadora, mas perceptivelmente fantasiosa e idílica em todos os momentos da obra, mas inegavelmente marcante.
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Andressa 11/07/2015

Como um bom clássico deve ser
Romances clássicos são os meus livros favoritos por um simples motivo: não tem a enrolação clara dos romances atuais. Atualmente os autores escrevem com a intenção de render uma série de livros para aumentarem seus cofrinhos, claro!
A história de amor entre Gatsby e Dayse é um pouco manjada até: o garoto pobre se apaixona pela garota rica, não pode ficar com ela, some e aparece de novo rico e mais tentador do que nunca.
Mas o que faz esse livro ser único, é o modo que Gatsby atrai Dayse pra ele novamente e como isso acaba no fim....
É um livro belo e simples, que você lê em um piscar de olhos!
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Hilário 11/07/2015

O amor em O Grande Gatsby
Francis Scott Fitzgerald tinha uma forma pessoal e singular de escrever. Seus romances mostram-se imensamente extremos: sucessos absolutos ou tremendos fracassos. O Grande Gatsby confirma essa teoria.
Lançado em 1925, o romance traz pouco menos de 200 páginas de uma história de obstinação numa época em que grandes sonhos e ascensão social eram dificilmente possíveis.
Ambientada em Long Island no período entre guerras, a obra conta, sob o ponto de vista de Nick Carraway, a história de Jay Gatsby, um homem que tem sua história repleta de lacunas que são preenchidas das formas mais fantasiosas pelos habitantes das infindáveis e infinitas festas que sua mansão abrigava.
Nick, trabalhando em Manhattan, passa a morar, coincidentemente, na casa ao lado da casa do Sr. Gatsby, lugar que viria a ser palco de grandes emoções para ele e para sua prima Daisy, que mora do outro lado da baía. De frente à casa de Jay.
Jay Gatsby é um homem que ama e esse amor deu-lhe penas para subir os degraus do sucesso, nascendo pobre e renascendo sob esse célebre nome.
Recebendo três adaptações cinematográficas, dentre elas a mais recente e estrelada por Leonardo DiCaprio e Tobey Maguire, O Grande Gatsby traz à tona a força do amor sobre quem ama e a capacidade latente no ser humano de fazer castelos ou guerras quando o coração palpita.
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