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Macunaíma

O herói sem nenhum caráter

Mario de Andrade
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Viviane 03/04/2014

Ruim demais - só quem faz Letras pra ler um livro ruim desse jeito. Não dá, muito confuso, a história não é linear e você chega no meio do livro sem entender bulufas do que está acontecendo.
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Fecancio 03/03/2014

Brasileiro
Um mix da brasilidade
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Anderson Felix 04/02/2014

Minhas impressões sobre Macunaíma
Macunaíma é o índio que nasceu negro, e logo depois se tornou branco e loiro de olhos claros ao se banhar nas águas do rio que se formou na pegada do gigante!

Mágico é, sem dúvidas, a palavra que define o livro. A história acompanha Macunaíma na sua saga em busca da muiraquitã, junto com seus irmãos na cidade de São Paulo; sua diversas peripécias, lutas, encontros e traquinagens.

No fim da edição que eu li (editora Agir), acompanha um grupo de textos escritos pelo Mário de Andrade referente à sua obra, a leitura desses textos me foi mais prazerosa que o livro em si, por que em meio a tantos termos indígenas e essa narração ora lenta ora rápida, me senti um pouco entediado em algumas passagens.

O livro é realmente bom, louvável, e apesar de Andrade afirmar que foi uma brincadeira, a relação entre as lendas brasileiras, as tradições religiosas e a critica social tão ampla sobre o Brasil e suas regiões são inegáveis.

(Livro que eu incluí no VIAGEM PELO BRASIL EM 54 LIVROS https://www.facebook.com/groups/viagempelobrasilem54livros/?fref=ts
Autor de São Paulo, antigo)
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Cyssah 04/02/2014

VIAGEM PELO BRASIL EM 54 LIVROS
007/54


"Macunaíma" é o nono livro do paulista Mário de Andrade. Foi publicado em 1928.

O autor conta a história da vida do índio Macunaíma desde o seu nascimento até sua morte. Maior parte da história se concentra nas aventuras que o personagem vive com os dois irmãos quando deixa a floresta para ir a São Paulo recuperar a muiraquitã que ele ganhou da única mulher pela qual se apaixonou, mas que morreu assim como seu filho e viraram estrelas. Macunaíma é preguiçoso, egoísta, covarde e chorão. Além de viver pensando em "brincar".

A frase característica da personagem é "Ai, que preguiça!". Como na língua indígena o som "aique" significa "preguiça", Macunaíma seria duplamente preguiçoso.

Logo no inicio da história ele fica branco, mas os irmãos não conseguem tomar banho na mesma água. Um fica negro e o outro vermelho.

No decorrer da saga de Macunaíma, a obra utiliza mitos indígenas, lendas, provérbios do povo brasileiro, aspectos do folclore do país. Acontecem muitas coisas surrereais como bichos virando gente e gente morrendo e virando estrela.

O autor escrever da mesma forma que as pessoas falam trocando "se" por "si" por exemplo, e isso tornou minha leitura um pouco mais lenta assim como as palavras de origem indígena.

Durante sua saga, o herói passa por vários estados do Brasil e alguns países da América do Sul também.

Já naquela época havia quem achasse que no Brasil temos feriados demais e que futebol é uma praga!

"Afinal chegou o domingo pé-de-cachimbo que era dia do Cruzeiro, feriado novo inventado pros brasileiros descansarem mais." Cap. X Pauí-Pódole

"E foi assim que Maanape inventou o bicho-do-café, Jiguê a largarta-rosada e Macunaíma o futebol, três pragas." Cap. VI A Francesa e o Gigante

Há muitas parte cômicas na obra, mas também há algumas que lembram filme de terror. Como quando o gigante usa o sangue de seu choffer como molho de macarrão ou quando Macunaíma vai à um terreiro e através de uma entidade submete o gigante Piamã à várias torturas.

"Enfim roxo de pancada sangrando pelo nariz pela boca pelos ouvidos caiu desmaiando no chão. E era horroroso... Macunaíma ordenou que o eu do gigante fosse tomar um banho salgado e fervendo e o corpo de Exu fumegou molhando o terreno. E Macunaíma ordenou que o eu do gigante fosse pisando vidro através dum mato de urtiga e agarra-compadre até as grunhas da serra dos Andes pleno inverno e o corpo de Exu sangrou com lapos de vidro, unhadas de espinho e queimaduras de urtiga, ofegando de fadiga e tremendo de tanto frio. Era horroroso. E Macunaíma ordenou que o eu de Venceslau Pietro Pietra recebesse o guampaço dum marruá, o coice dum bagual, a dentada dum jacaré e os ferrões de quarenta vezes quarenta mil formigas-de-fogo e o corpo de Exu retorceu sangrando empolando na terra, com uma carreira de dentes numa perna, com quarenta vezes quarenta mil ferroadas de formiga na pele já invisível, com a testa quebrada pelo casco dum bagual e um furo de aspa aguda na barriga. A saleta se encheu dum cheiro intolerável." Cap. VII Macumba

O livro não tem nenhum suspense, mas o final é bem imprevisível, assim como o destino de cada personagem. E apesar de difícil de entender alguns trechos, achei a história muito interessante.

E tem um filme de 1969, que não mostra todas as aventuras, só as mais marcantes. E tem um final relativamente diferente. Fez bastante sucesso, principalmente na França. E tem Grande Otelo no elenco.

http://www.youtube.com/watch?v=FNoga3IxPHs
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Paty ;D 31/01/2014

Mário de Andrade queria provocar a elite burguesa e conservadora. Diria que “Macunaíma” é um livro quase impossível de ler: possui um estilo inovador e sua linguagem fora do que estamos acostumados. Ainda hoje nos tira da zona de conforto. Sua ordem não é cronológica e sua trama é surrealista, onde tudo pode ser realizado e construído. Uma insanidade, quase racional. Uma obra OBRIGATÓRIA.
Arsenio Meira 31/01/2014minha estante
E olhe que ele sacrificou boa parte do seu tempo para ensinar - isso mesmo - ensinar mais de um exército de escritores, poetas, musicistas, folcloristas e etc e tals, escrevendo mais de 100.000 cartas (é exagero), percorrendo o Brasil... Afinal, ele ele era um estudioso da música, da línguia e dos costumes da nossa gente. Mas teve tempo para romper com tudo o que havia de convencional e o fez junto com a rapaziada de 22.




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