O Diário de Anne Frank

Anne Frank



Resenhas - O Diário de Anne Frank


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Juliana ;* 10/11/2012

Real.
É incrível o poder de reflexão que este livro causa em quem o lê.
Pode ser um livro emocionante, triste, engraçado e real.
Mas no meu caso foi um grande sofrimento terminar de ler pois não era fácil testemunhar tantos sonhos, esperanças e ingenuidades da menina tão pequena no começo mas que cresce, evolui e se torna uma grande mulher.
Comecei a ler o livro achando que ia ser a coisa mais chata do mundo, mas depois descobri a fonte de aprendizado sobre os novos valores, princípios e enfim sobre a vida que este famoso livo é.
Acredito que todos deviam ler este fantástico livro "O DIÁRIO DE ANNE FRANK"

Li ainda neste momento, uma resenha qui no skoob acusando o livro de ser uma "Fraude" e como grande fã e admiradora da obra gostaria de deixar um breve comentário a respeito.

É uma pena que as pessoas não tenham percepção suficiente para pensar e reconhecer que este livro foi escrito numa época diferente da nossa, onde a linguagem usada e a forma de escrita eram igualmente diferentes.
Se esta pessoa que escreveu este texto tivesse tido a mínima decência de ler o livro, perceberia que no começo da história, Anne nos conta um pouco sobre como foi sua educação, o que nos dá a oportunidade de notar que diferentemente da maioria dos jovens de hoje em dia, ela era muito bem educada. Entenda, educada no sentido de escolaridade. Espero que deem uma segunda oportunidade ao livro, afinal se fosse realmente uma fraude não seria aplicado em escolas como forma de referência de um período histórico tão importante.
Becky 10/11/2010minha estante
Retratou quase fielmente como eu me sinto lendo esse livro :~~


Juliana ;* 10/11/2010minha estante
Que bom Becky . '-'
Este livro marca as nossas vidas . :)


Monteiro 13/05/2011minha estante
Bravo! Muito bom. As palavras de Anne Sempre seram marcadas nas vidas das pessoas.


Ingrid 14/12/2012minha estante
Estou louca para ler. E essa história de fraude é um grande desrespeito á Anne Frank. Uma garota com a força dela merecia aplausos, e não comentários como esses.


Leiri 24/05/2013minha estante
Ótima Resenha! Estou terminando a leitura e, como a Becky acima, acho que você retratou o mesmo sentimento que tenho ao ler esse livro!


Alê 04/07/2013minha estante
Eu estou louca para ler este livro,sem ler ele eu já sinto uma grande admiração pela Anne Frank,imagina quando eu ler vou amar a Anne.


Cris 06/11/2013minha estante
Eu quase nunca julgo um livro sem lhe dar novas chances de me conquistar, espero ler O Diário de Anne Frank em breve, procurei em meu colégio e não encontrei :(


Carly 03/01/2014minha estante
Eu ganhei esse livro no colégio, vi um resumo mas não achei muito interessante. Então quase um mês depois estava sem livros pra ler ai resolvi pegar o livro pra ler e me apaixonei fiquei fissurada no livro é perfeito. O resumo que tinha pego não tinha nada a ver com a historia em si. Estou admirada pela Anne >.


Adriano 11/01/2014minha estante
Parece ser fascinante!


hamadecd 24/02/2014minha estante
Realmente o livro/diário é muito bom se não fosse trágico. Ele passa lições muito importantes, como valorizar um simples olhar para o céu. Me deu vontade de dizer muita coisa para a Anne mas fiquei com a tristeza e realidade. Recomendo para todos, grande alimento para a alma.


Sonia 18/03/2014minha estante
Esse livro/diário foi um dos melhores que já li. Juliana, adorei a sua resenha.


Mara 23/07/2014minha estante
Esse livro é um dos meus preferidos...o mais impressionante é perceber, refletir que tudo isso, vivenciado por Anne e sua família, amigos,se passou nesse nosso mundo...imaginar que em uma época houve tudo isso, tanto sofrimento...como o ser humano pode ser tão cruel.
E mesmo com tanto sofrimento, a linguagem que Anne usa, os pequenos detalhes...é incrível!!
Dá uma vontade enorme de conhecê-la, de abraçá-la...quem dera fosse mera ficção.


Jacqueline 05/11/2014minha estante
Comecei a ler este livro porque era um "clássico" que não conhecia. Mas, acabei a pouco e como me apeguei a Anne, a sua história, ao seus amigos. Me fez estudar e ler mais a fundo sobre esta época tão cruel para os judeus, mas também me fez refletir sobre sua força, coragem e desprendimento, mesmo em meio ao desconforto e ao medo. Esta menina e seu diário, me ensinaram muito!


Yara 11/12/2014minha estante
Amei essa resenha:) to louca pra ler esse livro




Paty 21/01/2009

Emoção!!!
Este livro representou muito na minha vida!A vida de uma menina que aparentemente se descreve sendo tão frágil, mas que vamos ao longo da história percebendo que a sua força é muito além do que os seus pais esperavam e até ela mesma! Durante o tempo em que passa trancada refugiada, ela tenta encontrar motivos para entender o porque da guerra.
Enfim, um livro emocionante, que faz você chorar ao pensar como seria se você da noite para dia tivesse que se mudar com a sua família para um sótão ou porão..ficar escondida, sem ter noção do dia em que poderia sair..

Recomendado para todos que estejam em dúvida sobre a sorte que possuem...
Jubs 07/11/2011minha estante
Realmente!!
Quando acabei de ler, comecei a chorar enquanto fazia as contas...
Nem 2 meses e ela teria ficado viva!
Meu gêneo bate muito com o de Anne também!


Lisanadao 20/03/2012minha estante
Esse Livro é espetacular...!! fiko imaginando como alguém sobrevive dois anos escondido sem poder dar descarga na privada e ainda tentar encontrar a felicidade presa !!




Juliana 09/04/2010

Anne Frank
Se tivessem tirado 200 páginas do livro, não iria fazer falta. Anne era só uma criança e eu não vejo motivo para tanto alarde por cima desse livro. Ao ler o livro, devo ter quase caído no sono algumas vezes. Na verdade, sou eu que odeio qualquer tipo de biografia, diário, livro sobre lembranças, enfim... Sim, foi emocionante, me comovi com a história dela, mas só. Eu fiz o esforço, terminei a leitura. E não, eu não sou insensível.
Hannah 12/04/2010minha estante
A questão não é ser ou não insensível. Para ser bem sincera, eu não me comovi com a história inteira, a não ser na última página. A Anne é uma menina mesmo, viveu a 70 anos, mas é alguém que poderia ter estudado na minha escola. O que esse livro me fez pensar, é que ela era alguém tão comum quanto nós, e passou por coisas que eu nem sonho em passar. O campo de concentração, o esconderijo e tal, eu quis dizer.


Paulo Mendes 15/11/2012minha estante
Sim, você é uma insensível. Não conseguiu perceber que a Anne não era só mais um criança comum; ela teve que amadurecer 10 anos em apenas 2, tudo por culpa de uma guerra sem sentido algum.


Vandre 25/03/2013minha estante
Engraçado que ninguém aqui pode dar uma opinião negativa sobre um livro, que já vem alguém criticar. Ora, se é para isso mesmo que serve esse espaço. Por isso não faço resenhas. A leitura é questão de gosto, e sempre tem uns pseudos intelectuais, querendo justificar um comentário que achou errôneo ao seu ponto de vista. Gosto cada um tem o seu, qualquer ser com o mínimo de inteligência sabe disso,como se ninguém tivesse o direito de criticar algo diferente do seu ponto de vista.Como se fosse errado e ponto final.
Parabéns Jubs.
Anne Frank não é de todo ruim, tem seus créditos, mas é superestimado.


Camila 25/08/2013minha estante
hm


Jacqueline 05/11/2014minha estante
Acredito que se for pra ler este livro e só pensar nas histórias cotidianas que Anne escreve, nem vale a pena lê-lo, tem coisas muito mais profundas que ela relata ali; fora que mesmo as histórias das pessoas do Anexo, nos deixa saudades, parece que eram conhecidos. O livro é o relato de uma menina de 13 anos que tem sua vida mudada pelo nazismo, mas o mais impressionante é que seu relato é contínuo apesar das dificuldades, como ela tem força e vontade de viver. Penso que a maioria das pessoas simplesmente parariam sua vida e não continuariam com o diário, por estarem nesta situação difícil, iriam se deixar abalar. Mas a escritora não, você vê uma jovem que quer viver, que quer registrar e mostrar ao mundo o que aconteceu naquela época, mas sem nunca esquecermos que era seu diário e não o escreveu apenas como um livro comercial.
Acho que é preciso prestar atenção nas coisas que não estão escritas, as vezes, o cenário e época, as dificuldades que a pessoa superou para escrever, sua essência, tudo isso importa e nos marca quando terminamos de ler um livro.




Jonara 15/04/2010

Anne começa a escreveu seu diário aos 13 anos, chateada com a repreensão dos judeus pelos nazistas mas ainda livre em Amsterdam. Pouco depois sua família se esconde no sótão de uma casa na rua Prinsengracht. Na parte de baixo da casa ficavam uma loja e os depósitos, e alguns dos funcionários vinham trazer-lhes comida, livros e noticias do mundo lá fora. Anne no início é uma adolescente irritante e irritada, por ter que ficar o tempo todo fechada dentro daquele espaço convivendo com pessoas que ela não gostava. Aos poucos o tédio, o terror e o tempo vão alterando seu jeito de ser. Ao contrário do que eu esperava, o diário não fala o tempo todo da guerra, do medo ou da maneira de sobreviver ao confinamento. Ela fala mais de si, do que está aprendendo, do que pensa a respeito do mundo, das brigas constantes das pessoas da casa, de suas impressões sobre as coisas. É possível ver a evolução de seu pensamento e sua proclamação de independência ao longo dos anos. São incríveis as conclusões a que ela chega nos últimos meses, a respeito da natureza humana, da posição da mulher na sociedade e da relação do homem com a natureza. É muito bonito ver essa pessoa amadurecendo, ao mesmo tempo que sabemos melancólicos qual será seu fim. O diário é uma amostra de perseverança admirável. É uma daquelas leituras obrigatórias.
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Camila 29/09/2013

Se eu pudesse estar lá para te abraçar, Anne...
Eu passei semanas lendo um livro que pela quantidade de páginas e belíssima escrita, eu poderia acabar em dias - poucos.

Mas ao lado disso está o fato deste Diário ser o que de mais doloroso caiu em minhas mãos nesses 23 anos que tenho.

Eu não vou esquecer. Não quero esquecer. Eu duvido que alguém que o tenha lido esquecerá a menina que se descreve como "um feixe de contradições" e te faz acreditar na beleza da natureza, do amor, e do autoconhecimento. E tão jovem, e mesmo assim tão sábia!

Recomendo esse livro com louvor! Se eu pudesse presentearia todas as pessoas que conheço com ele! E até as que desconheço!

Leia se tiver oportunidade. Por favor.
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Renata CCS 30/01/2013

A força indestrutível do espírito humano
"Espero poder contar tudo a você, como nunca pude contar a ninguém, e espero que você seja uma grande fonte de conforto e ajuda. (...) papel tem mais paciência que as pessoas." - Anne Frank

O DIÁRIO DE ANNE FRANK é um dos relatos mais profundos sobre os terrores da Segunda Guerra Mundial, e talvez, o mais conhecido. A ideia de escrever um diário veio de uma transmissão radiofônica que incentivava as pessoas a documentar os eventos ligados à guerra, pois seria um material significativo no futuro. Quando começou a ser escrito, Anne era uma judia de 13 anos e tinha todas as inquietudes e perturbações da idade, mas o diferencial é que ela e toda a família estavam vivendo um dos períodos mais difíceis da história da humanidade. Esconderam-se em um prédio de escritórios, em uma sala que batizaram de “O Anexo”, onde permaneceram por pouco mais de dois anos, em Amsterdam, na Holanda. Neste local abrigaram-se a família de Anne (ela, os pais e a irmã) e a do Senhor Van Daan (ele, a esposa e o filho Peter, que se tornou o melhor amigo da garota). Com uma narrativa simples e de fácil entendimento, a autora deste diário (a que Anne chamava carinhosamente de Kitty) registra a vivência destas pessoas sob a ameaça constante da morte e sua visão pessoal sobre a guerra, relatando todos os seus medos, alegrias e segredos mais profundos. Ele destaca as pequenas alegrias de uma vida incomum, problemas da transformação da menina em mulher, o despertar do amor, a sua fé inabalável na religião e, principalmente, revela uma rara nobreza de um adolescente amadurecida no sofrimento. O esconderijo é descoberto pela Gestapo em 4 de agosto de 1944. Todos foram conduzidos a campos de concentração e Anne morreu em fevereiro de 1945, de tifo e desnutrição, duas semanas antes de o campo ser libertado. Tinha apenas quinze anos. Somente seu pai sobreviveu e guardou o diário, até a sua publicação em 1947. O DIÁRIO DE ANNE FRANK é comovente, espontâneo e perturbador, o considero uma leitura obrigatória para quem tenta entender a história e o que existe de pior na natureza humana. É um dos mais comoventes relatos do imenso sofrimento provocado pelo nazismo.
Ellaine 01/02/2013minha estante
Eu adorei esse livro, é muito interessante!! Recomendo!


Raissa 21/03/2013minha estante
Eu nunca tinha lido nada sobre a segunda guerra até assistir o filme Escritores da Liberdade. Chorei bastante depois de ler, me emocionei muito.


Renata CCS 22/03/2013minha estante
Olá Raissa, tb adoro este filme. É maravilhoso!


Aline 08/05/2013minha estante
Sempre peço perdão a todos os leitores sobre esse livro. Sei que ele é um relato real de uma guerra terrível, mas detestei o livro. a versão que li Anne reclama muito da mãe e da irmã ( como uma adolescente mimada )o livro não conseguio me emocionar.


sonia 28/10/2013minha estante
Li o livro escrito pela Anne em seu cativeiro 'Contos' publicado pelo seu pai - o mundo perdeu uma escritora. ela escrevia muito, muito bem.




Ci 12/10/2010

Marcado para sempre!
A história de Anne Frank marcou muito minha vida.

Ganhei este livro quando estava entrando na adolescência e me lembro como se fosse hoje das horas que eu passava lendo e viajando pelos cômodos do anexo secreto, pensando em como tudo aquilo poderia fazer sentido em minha geração liberal.

Li este livro mais de 5 vezes e em cada uma delas tive a oportunidade de viajar no tempo e criar em minha mente um mundo totalmente inatingível, um mundo de privações, de dor, de preconceito...

Ah, se o meu livro pudesse falar, certamente ele teria muita história para contar das muitas vezes que ri e chorei ao ler cada frase de Anne.
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Deiamolina 03/08/2010

Eu sei que muita gente vai odiar o que eu vou escrever.. Mas é a minha opinião!

Gosto muito das histórias da 2ª guerra mundial e fiquei com muita vontade de ler o livro da Anne Frank.

Quando comecei achei Anne uma menina mimada e egoísta e a cada página confirmava isso. OK, ela era criança e tudo mais, mas o jeito que ela falava da sua própria mãe (ela falou em um momento que desejava a morte da mesma!!), ficava brava por ter que conviver com outras pessoas ao invés de ficar feliz em ajuda-las e ficava brava por não ter mais os seus luxos enquantos muitos desafortunados eram maltratados e morriam nos campos de concentração.

Achei o livro triste, como toda e qualquer história de guerra, mas eu, particularmente, não gostei do livro e abandonei. Pretendo continuar um dia, mas não agora!
Nina 31/01/2011minha estante
Acho que é isso que faz Anne tão única: ela ERA egoísta, talvez inclusive mimada como você disse, mas exatamente por isso ela era tão humana. Ela era uma garota engraçada, que sabia que tinha defeitos, porém achava muito difícil mudar e preferia permanecer como era. Anne Frank é a prova de que as pessoas podem ter tanto defeitos quanto qualidades; ao mesmo tempo que tem todos os defeitos que você apontou, também era uma menina criativa, divertida e confiante, uma amiga que se quer ter ao seu lado, e completamente romantica.

E, bom, eu não odiei o que você escreveu, e aposto que muita gente também não, rs. (:




Criscalina 15/08/2009

Li tarde demais
Se eu tivesse lido O Diário de Anne Frank aos 15 anos, eu teria me encantado com a sensibilidade da garota. Mas li tarde, e o livro me pareceu repetitivo demais. Confesso que li saltando páginas.
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William 08/05/2012

Diário de Anne Frank
O clássico diário de Anne Frank é uma das obras mais emblemáticas de toda a história, Anne era uma jovem como qualquer outra, que ia para a escola, tinha amigas, se preocupava com seu futuro, e tinha outras preocupações simples, mas que vê sua vida mudar de uma hora para outra tendo que mudar para um anexo com sua família para fugir da perseguição contra os judeus durante a Segunda Guerra Mundial, e de lá divide com nós suas impressões sobre não só sua vida, mas sobre tudo que acontecia nesse que foi um dos momentos mais tristes e importantes da humanidade.

Muitos são os pontos fortes de “O Diário de Anne Frank”, primeiramente o fato de um diário, ao contrário de qualquer outra obra literária, não apresentar o personagem principal como um herói, muito pelo contrário, mostra-os como são na realidade, e é isso que acontece nesse caso, Anne é uma jovem comum que vive todos os dilemas que todos nós já vivemos. Além disso, há o fato de ele mostrar a mente que as pessoas tinham sobre o holocausto naquela época, onde como não havia tanta informação sobre o Nazismo e a Solução Final em si, esse assunto era cercado de duvidas e preocupação sobre o rumo que a guerra tomaria. Além de toda a evolução de Anne, que muda por diversas vezes sua opinião sobre a sua família e sobre seus planos futuros.

Além disso, Anne é o que podemos chamar de uma escritora nata, com uma facilidade tremenda para levar ao papel todas suas opiniões e frustrações, e também evolui muito como escritora durante o tempo em que passa no Anexo, onde começa como garota que fala apenas de sua vida pessoal, e acaba falando de uma forma profunda sobre fatos dificilmente discutidos até mesmo entre escritores adultos.

No final, “O Diário de Anne Frank” se mostra um ótimo livro, tanto pelo caráter de livro histórico como pelo fato de mostrar uma das melhores escritoras que a humanidade já teve, e nos fazer pensar em quantas outras Annes não morreram sem mostrar seu talento durante o Holocausto.
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Ju 08/08/2010

FRAUDE
O LIVRO É UMA FRAUDE, QUANDO COMECEI A LER PERCEBI QUE UMA CRIANÇA NA IDADE DELA NÃO ESCREVERIA DAQUELA FORMA. ENTÃO FUI PESQUISAR E ENCONTREI ESSE TEXTO ABAIXO. DESDE ENTÃO ABANDONEI A LEITURA.

O Diário de Anne Frank: outra fraude

Robert Faurisson denunciou a impostura do Diário de Anne Frank e demonstrou através de exaustivas investigações e perícias, não só a ladina fabricação dos diários, mas também desmascarou o escandaloso negócio em que se transformou mais essa falsificação histórica.
Há muitas histórias sobre como teria surgido o famigerado Diário de Anne Frank — cada uma contraditando e desqualificando a anterior — e, apesar do grande empenho dessas organizações judaicas, nunca lograram fabricar nada de realmente convincente; ao contrário, a fraude é evidente, e só a boa-fé ou a credulidade das pessoas ainda lhe dá algum alento.
Numa dessas histórias — logo filmada em preto-e-branco — os "originais" teriam sido encontrados num desvão por trás da parede falsa do apartamento onde a família Frank se escondera. Segundo o obscuro enredo da lenda, os descuidados agentes da Gestapo que reviraram e esquadrinharam o apartamento, não viram o diário, um grosso volume de capa dura... Mais sorte teve a vizinha que o encontrou logo em seguida... Mas sorte mesmo, teve o pai de Annelise, o banqueiro Otto Frank: Quando voltou de Auschwitz após a guerra, foi visitar o apartamento e sem saber que a vizinha já tinha encontrado o diário, encontrou-o novamente, desta vez no meio de outros papéis no chão do aposento... de outra feita também já o tinham achado escondido no telhado... E foi esse o teor do confuso testemunho que Otto Frank apresentou ao tribunal onde foi julgado o processo que lhe moveu o roteirista judeu Meyer Levin.
A triste história do "diário" e das suas inúmeras edições e reedições sempre espantosamente "melhoradas" e "atualizadas", está repleta de desentendimentos e demandas judiciais entre o pai, o tio, os editores, o compilador, o ghost-writer, todos de olho no filão interminável que representa a posse dos direitos autorais.
Em 1959 o escritor Meyer Levin, que se apresenta como o verdadeiro autor do "diário", moveu uma ação contra Otto Frank por falta de pagamento. Na ocasião, especialistas do American Council Letter atestaram que o "diário" não poderia ser obra de uma adolescente, e tudo desmoronou quando grafologistas e peritos do tribunal, além de apontarem as escandalosas inconsistências de estilo e de grafia, ainda encontraram várias passagens do "diário" escritas com caneta esferográfica, que só foi inventada vários anos depois da morte da menina.
O ghost-writer Meyer Levin ganhou a ação, e o banqueiro Otto Frank foi condenado pela Suprema Corte dos Estados Unidos a lhe pagar uma indenização de cinqüenta mil dólares.
Para sustentar e reforçar a história do "diário", e do "holocausto", inauguraram em Amsterdã um Museu Anne Frank, aonde crédulos turistas são levados a assistir à encenação do infindável e lucrativo sofrimento judeu

Observações:
Apesar de vários países como nas mais sórdidas ditaduras — perseguirem e encarcerarem cidadãos que ousam questionar as "verdades" impingidas pelo Congresso Mundial Judaico, a denúncia de fraudes históricas vem derrubando, um a um, os grandes mitos do "holocausto judeu", entre os quais, o afamado Diário de Anne Frank, que era um dos seus mais importantes sustentáculos por se dirigir aos corações e mentes dos jovens.
Hoje causa espanto a ultrajante desfaçatez com que essas organizações judaicas fingem ignorar as provas da escandalosa fraude do "diário", e continuam — sem nenhum pudor — com o desavergonhado embuste, dando o nome "Anne Frank" a institutos, teatros, colégios e até a ruas e praças das nossas cidades.
Ana Gonçalves 14/08/2010minha estante
ju pelo jeito é uma fraude mesmo,comecei a ler e achei estranho o jeito cmo ela escreve,parece muito adulta.Um bom drama e mesmo assim não vai me deixar tão emocionada.Uma pena heim?


Monteiro 13/05/2011minha estante
"O Diário de Anne Frank", não é uma fraude, ela escreve desse jeito, porque é muito madura para seus quartoze anos. Se fosse uma fraude, não teria o relato de seu pai e nem existeria o diário xadrez, que ganhou do seu pai, no aniversário de treze anos, de 12 dejunho de 1942. Anne Frank, parace adulta porque a guerra e as privações fizeram ela ser assim.


FerTripode 19/05/2011minha estante
Eu não acredito que seja uma fraude, mas do mesmo jeito é um livro ótimo e lemos vários livros fictícios qual o problema desse ser?
Então sendo ou não sendo uma fraude não explicou nada voce largar o livro


J 14/06/2011minha estante
mimimi.
há provas de que o livro foi escrito por ela mesma, inclusive o pai dela ja ganhou um processo na justiça de um jornalista que acusou o livro de ser fraude... textos de gente acusando de que algo é fraude ou conspiratório há em todo lugar, nem por isso se torna verdadeiro.


J 14/06/2011minha estante
Enfim, não confio em gente que posta texto de pessoas que não acreditam que o holocausto existiu...lamentável.


Nadz 29/09/2011minha estante
Eu... com 12 anos escrevi alguns dos melhores contos que considero ter criado... e escrevi muito bem!
Aos 7 anos, quando estava na primeira série, minha professora chamava adultos para me escutarem ler, pois ela dizia que eu lia como adulta(e eu me sentia toda toda)
Não duvido que uma garota tao jovem (e estudada, nao se esqueça de que ela nao parava de ler )...


Jubs 07/11/2011minha estante
Só porque ela era um crânio?
Mesmo em plena guerra a menina não parava de estudar diversas línguas e de ler muitos livros!


Mari 17/12/2011minha estante
Que coisa mais ridícula, que absurdo, a pessoa que escreveu isso aí em cima realmente precisa estudar História... como alguém diz que o Holocausto não existiu? E o que não falta são provas de que Anne Frank foi real...


Lya 31/12/2011minha estante
Na minha opinião seria muito difícil escrever um livro do jeito que ela escreve. As coisas que ela escreve são muito pessoais! Acredito que não é fraude alguma.. e é por ela ter passado por tanta coisa difícil, a guerra, ter convivido com adultos e ser inteligente que faz com que ela escreva assim. Não tem nada demais.. conheço muita menina que com 12, 13 anos já escreve lindamente como a Anne. E se for fraude, que seja! Pelo menos é uma história bonita pra gente ficar refletindo :)


Jéssica 01/03/2012minha estante
Estou lendo o livro e estou adorando mais não vou negar que estranhei muito uma menina de 13 anos escrever da maneira que ela escrevia, não diria que o livro é uma completa fraude, mais acredito que muitas modificações foram feitas em base no diário original. Bom sendo uma fraude ou não , estou amando o livro na verdade estou presa nele, e acho cruel uma pessoa de referir ao holocausto como um 'mito'....


clayton 04/03/2012minha estante
Galera. Desculpe descordar de vocês, o livro não é uma fraude. Foi feito várias pesquisas em torno disso e foi provado que foi Anne Frank que o escreveu. Na verdade muitos judeus foram salvos por outras pessoas que a alemanha nazista não perseguia
Pesquisem galera!Pesquisem! http://educacao.uol.com.br/historia/anne-frank-e-seu-diario-os-relatos-de-uma-vitima-do-holocausto-nazista.jhtm


Lisanadao 20/03/2012minha estante
Vai Estudar sobre a Segunda Guerra Mundial depois se vem Falar que a Anne Frank Não existiu!!
Ou Melhor ( busque no Jornal a rrespeito das Amigas de Anne Frank.. Miep morreu em 2010 ainda na segunda Guerra ela esperava poder devolver o diario a sua verdadeira dona e Otto Frank creio que ele num pago uma barriga de aluguel pra faze a filha dele .. ?)
o diario pode ser Maçante mas que que podemos fazer é o dia a dia de alguém!


Gilberto 30/06/2012minha estante
fraude é um autor de texto que se julga tão sabichão não se lembra de um detalhe obvio
existem pessoas super dotadas que possuem inteligencia e QI acima da média
e quem sabe esta menina não era uma ?
ja considero ela bem mais inteligente que o idiota que escreve um texto todo pretencioso


Paula Cristina 30/06/2012minha estante
Um pouquinho de História não faz mal a ninguém! Pesquise e verá que antigamente as pessoas realmente estudavam, muitas vezes por conta própria e, devido ao acesso à leitura, principalmente na Europa, destacavam-se. Exemplos? Marx, Vygotsky, Freud, Foucault, Heidegger e muitos outros. A linguagem de Anne Frank começa muito simples e ao longo do livro, torna-se mais refinada. Mas, prestou atenção às leituras que ela fazia? Sempre li e ganhei muitos elogios de professores por conta da ótima redação decorrente de leituras diversas. É claro que alguém de 13 anos pode ter uma escrita maravilhosa!


Lucas 23/07/2012minha estante
Onde está a fonte do texto? Quem escreveu? Difícil acreditar nisso ai..


Flavinha 30/10/2012minha estante
Aff...quanta hipocrisia. Esse texto ñ tem nenhum cabimento. Ninguém nem sabe quem escreveu.Eu li o livro e recomendo, pq esse livro é uma lição de vida, pra nós que somos livres e ainda não estamos satisfeitos com a vida. Quem leu entende!


Flavinha 30/10/2012minha estante
Aff...quanta hipocrisia. Esse texto ñ tem nenhum cabimento. Ninguém nem sabe quem escreveu.Eu li o livro e recomendo, pq esse livro é uma lição de vida, pra nós que somos livres e ainda não estamos satisfeitos com a vida. Quem leu entende!


Juliana ;* 10/11/2012minha estante
É uma pena que as pessoas não tenham a percepção suficiente para pensar e reconhecer que este livro foi escrito numa época diferente da nossa, onde a linguagem usada e a forma de escrita eram igualmente diferentes.
Se esta pessoa que escreveu este texto tivesse tido a mínima decência de ler o livro, perceberia que no começo da história Anne nos conta um pouco sobre como foi sua educação o que nos dá a oportunidade de notar que diferente da maioria dos jovens de hoje em dia, ela era muito bem educada. Entenda, no sentido de escolaridade. Espero que dê uma segunda oportunidade ao livro, afinal se fosse realmente uma fraude não seria aplicado em escolas como forma de referência de um período histórico tão importante.


Victor 11/11/2012minha estante
gente, a primeira 'nota' no livro diz que os erros da escrita dela foram corrigidos. por favor, prestem atenção ao que vocês estão lendo.


Anna 12/11/2012minha estante
Se queres realmente achar a verdade, comece por procurar na fonte. Primeiramente, você abandonou sua leitura abdicando-se de opinião própria e acreditando piamente em uma única visão que é a de Robert Faurisson. Pois bem, Robert Faurisson é um negacionista do Holocausto, então se você acredita nisso, também deve acreditar que o Holocausto não existiu, daí faz total sentido Anne Frank não ter mesmo escrito esse livro, que seria então ficção, não um diário, porque os fatos NÃO existiram. Meyer Levin, seria também outro questionamento importante, ele fez várias resenhas sobre o livro e adaptou a leitura, mais tarde ficou obcecado quando fora substituído numa brilhante adaptação de sucesso. "Levin escreveu um romance, o fanático , baseado em suas experiências, mas isso não foi suficiente para exorcizar seus demônios interiores. Alguns anos depois, ele escreveu um de seus mais receptíveis livros, a obsessão , contendo a sua versão simples de todos os fatos." Creio então que estas pessoas citadas por você não devem ter tanta idoneidade assim, meu conselho é leia o livro, pesquise muito e então tire suas próprias conclusões, sejam elas quais forem. Abraços! :)


Samme 31/01/2013minha estante
Acabei de achar esse texto no site: [http://www.oocities.org/br/anne_frank_brazil/autenticidade.html] que comprova a autencidade da obra, mostrando sobre os vários exames feitos. Leia-o.

O professor alemão L. Stielau escreveu em uma revista em 1958 sobre suas dúvidas a respeito da autenticidade do diário de Anne Frank. Nos anos 30 ele esteve envolvido na liderança da juventude hitleriana e depois da guerra se tornou um ativo membro de organizações nazistas. Essa sua publicação de 1958 recebeu uma extensiva cobertura da imprensa.
No início de 1959, Otto Frank deu entrada em um processo contra Stielau. Após exaustivas e autorizadas pesquisas sobre a autenticidade da letra de Anne Frank, a corte em Lubeck anunciou em 1960 que o diário era autentico. Isso foi razão suficiente para que em 1961 se tomasse medidas legais. Com isso Stielau declarou que baseado nesse exame ele estava convencido de que o diário era verdadeiro e retirou suas afirmações.
Nos anos 60 e 70, a autenticidade do diário foi questionada em várias publicações sem nenhuma ação legal até 1976 quando o diário de Anne Frank se tornou o tema de um processo em Frankfurt.
Desde 1975, H. Roth vinha publicando com sua própria companhia revistas e folhetos com títulos como ?Anne Frank's Tagebuch - eine Fälschung? (?O Diário de Anne Frank ? uma Fraude?). Em 1976, Otto Frank conseguiu impedir a distribuição desses panfletos. A Casa de Anne Frank se envolveu no caso como co-autora do processo. Dois anos depois o juiz decidiu proibir Roth de expressar em público suas idéias sobre o diário sob penalidade de pagamento de multa ou prisão de seis meses.
No recurso de apelação Roth apresentou um relatório de R. Faurisson para quem pediu um extensivo exame sobre a autenticidade do diário. O relatório não convenceu a corte e o recurso foi rejeitado em julho de 1979. Em 1980, Faurisson publicou em francês o resultado de seu relatório com o título ?Le journal d'Anne Frank est-il authentique??. Em 1985, na Bélgica, apareceu uma tradução alemã do relatório de Faurisson: ?Het dagboek van Anne Frank: een vervalsing?. Esta sem o sinal de pergunta.
Houveram dois processos judiciais a respeito da autenticidade do diário baseados na liberdade de expressão. Ambos os casos ocorreram na Alemanha em 1979. O primeiro caso foi baseado na distribuição dos panfletos do radical extremista de direita E. Schönborn em 1978 em Frankfurt. A publicação alegava que o diário de Anne Frank era uma falsificação e produto da propaganda judaica sobre as atrocidades alemãs para suportar a morte dos seis milhões de judeus e para financiar o estado de Israel. No segundo caso, em Stuttgart, o nazista W. Kuhnt foi acusado de publicidade incitando o ódio racial e difamação da memória de pessoas mortas. Huhnt escreveu em uma publicação de extrema direita que o diário era ?eine Fälschun? (?uma fraude?) e ?ein Schwindel? (?uma mentira?). Em ambos os casos a corte decidiu que se a queixa realmente persistisse pela parte prejudicada a acusação de blasfêmia poderia ainda prosseguir. Essa determinação causou um certo tumulto na imprensa.
Em 19 de março de 1993, após vários anos, um caso em Hamburgo também chegou ao fim. A autenticidade do diário de Anne Frank também estava sendo questionada lá. Isto começou em 1976 quando a peça teatral baseada no diário estreou no local. E. Römer distribuiu panfletos intitulados de ?Best-Seller - ein Schwindel? (?Best-Seller ? uma Mentira?) que alegava que o diário era uma falsificação. O promotor público decidiu processar Römer novamente. Otto Frank foi co-autor do processo. Em 1977 a corte distrital multou Römer. Durante o período de apelação um companheiro seu de direita, E. Geiss, distribuiu panfletos na sala de audiência alegando que o diário era uma grande fraude. Ambos foram condenados.
O Laboratório Criminal Alemão, o Bundeskriminalamt (BKA) foi convidado a examinar o tipo de papel e os tipos de tinta usados nos manuscritos do diário de Anne. Os resultados mostraram que o papel e a tinta em questão tinham sido usados durante a guerra e por alguns anos depois. Consideravelmente o BKA concluiu que ?as últimas correções feitas nas folhas soltas do diário foram escritas em caneta esferográfica azul, verde e preta?. Analisando as descobertas do BKA, ficou impossível considerá-las corretas já que não foram mencionados o local exato, natureza e extensão dessas supostas correções. Durante o caso de Stielau, vinte anos antes, os especialistas em manuscritos já tinha dito que todo o trabalho tinha sido escrito pela própria Anne Frank.
O relatório do BKA mostrou ter muitos erros no seu veredito. Em 1980 a revista alemã Der Spiegel publicou um artigo baseado nas conclusões do relatório do BKA. A mensagem do artido era: ?este questionamento sobre a autenticidade do documento vai continuar?. E isto causou uma enorme perturbação no país e fora dele.
Em agosto de 1980 Otto Frank morreu. Os manuscritos de sua filha foram deixados para a Alemanha que entregou os documentos para o Instituto de Documentação de Guerra dos Países Baixos (RIOD - Rijksinstituut voor Oorlogsdocumentatie). Otto Frank nomeou a Fundação Anne Frank na Basiléia como sendo a herdeira do copyright do diário. O RIOD decidiu publicar todo o diário de Anne Frank em uma versão detalhada, em parte como resposta para os contínuos ataques a respeito da autenticidade do diário.
O "Gerechtelijk Laboratorium" em Rijswijk foi convidado a conduzir um extensivo exame dos manuscritos de Anne considerando sua letra e outros aspectos técnicos. O BKA foi convidado pelo "Gerechtelijk Laboratorium" a indicar onde eles tinham encontrado tinta de caneta esférica sendo que nesse momento ele (BKA) foi incapaz de apontar uma só correção desse tipo. Em 1986 os diários completos de Anne Frank e os resultados positivos dessa pesquisa de laboratório foram publicadas com o título ?De dagboeken van Anne Frank? (?O Diário de Anne Frank?) e a autenticidade do diário foi definitivamente comprovada.


Beatriz 02/08/2013minha estante
Sinceramente,qualquer um sabe que a linguagem de antigamente e a de hoje em dia já não é mais a mesma, e mesmo se a autora do diário não tivesse esse vocabulário avançado, lembrem-se de que o seu pai Otto Frank, retirou algumas partes do livro e o reformatou antes de publicá-lo.


Camila 25/08/2013minha estante
aff


miss 28/08/2014minha estante
Eu me coloco no lugar de otto, e se eu fosse ele claro que tiraria algo que fosse expor minha filha, nao iria mesmo deixa nem um tipo de intimidade dela com peter ... e outra eu tenho a plena certeza que ele nao escreveu nada; mais sim, concertou os erros de ortografia da filha, porque é um livro certo, e como um livro de desejos e motivção tera erros de ortografia certo !!! o sonho de anne era ser uma grande escritora e foi apenas isso que seu pai otto frank fez para sua filha apenas ''realizou'' um sonho interminável da filha. anne é um exemplo pra qualquer pessoa sendo criança ou a mais velha que for, pois ela mesmo presa sonhava e tinha fé que um dia poderia sair daquele lugar.


Yara 11/12/2014minha estante
não tem cabimento o que você diz nesta resenha!Se fosse fralde as escola não aplicariam e não incentivariam os alunos a ler esse fato tão importante na historia.Se eu menos você tivesse lido levaria um pouco a consideração mais você não leu pra ficar falando de um livro ótimo com essa mais fazer o que ne respeitarei sua opinião


Bianca 13/12/2014minha estante
Imagine o que uma garota de treze anos que está escondida faz o dia todo (além de descascar batatas): ler até não poder mais! Desenvolve sua inteligência, escreve, exercita a memória, estuda vários outros idiomas e, ainda: convive com adultos. É ÓBVIO que ela era bem mais madura que outras garotas da mesma idade! E tem mais: meninas de treze anos não são bobas!




Paty ;D 18/11/2013

"Que maravilha é ninguém precisar esperar um único momento para melhorar o mundo."
(trecho do livro O Diário de Anne Frank)
Aline 03/12/2013minha estante
Já li melhores, com todo respeito as vitimas da 2° guerra.




Tata 20/06/2010

Anne Frank me faz ter vergonha de mim mesma aos 14 anos. Eu não só era tremendamente idiota como também era incapaz de colocar no papel meus pensamentos de forma tão clara e envolvente. Enfim.

O Diário de Anne Frank é um livro rápido que narra a vida de Anne, de sua família e de alguns amigos enquanto se mantinham escondidos da besta nazista até serem descobertos e mandados para campos de concentração. Apesar do tema forte, Anne se abstrai muitas vezes da parte política da história, dando mais ênfase às dificuldades de se conviver com muitas pessoas e pouca comida. Na minha opinião isso empobrece a narrativa - frustrou muitas das minhas perspectivas.

Embora tenha caráter mais social do que histórico, O Diário de Anne Frank é um livro muito bem escrito.
Lu 24/06/2010minha estante
Puxa, Tata. Só duas estrelinhas? =(

Eu me lembrava muito da Anne Frank enquanto lia "A Menina que Roubava Livros". Sentia que estava lendo dois lados de uma mesma história.

Gostei da resenha! Beijos!


Fernanda França 17/07/2010minha estante
Com 14 anos nós nos preocupávamos com a política do nosso país? :o) Anne era uma menina... e eu acho encantador no livro perceber que ela era uma menina como qualquer outra, apesar de tudo o que acontecia no mundo naquele momento de sua adolescência. Mas é bacana ver a opinião de outras pessoas. Beijo!




Marcelinho 19/08/2010

Emocionante História
Este livro é o relato de uma menininha, a visão pessoal de seu esconderijo, contra a perseguição Nazista contra os Judeus holandeses. Durante anos escondida em silencio, até que descoberto o esconderijo, levada para os campos de concentração do Reich Alemão. Ler este livro nos faz ver como homens sem Deus, sem paz, sem salvação tratavam seus semelhantes,em contra partida vemos a potente mão de Deus guardando seu povo, livrando-os do temível fim no holocausto.
Bru 23/10/2010minha estante
Já ouvi falar sobre esse livro, muito bom.
futuramente pretendo ler




claudioschamis 18/02/2009

Primoroso. Um livro imperdível. Um livro muito triste e que transmite a esperança de Anne de todo aquele inferno vivido por ela iria acabar bem. Determinação, força e tudo o mais que fez de Anne ser uma vitoriosa. Ela não se entregou um minuto sequer. Um livro que deveria ser leitura obrigatória para todos, inclusive para aqueles que acham que tudo isso de holocausto foi uma bobagem, que não existiu. O livro não é ficção é a história crua, cruel e verdadeira. Garanto que pelo menos 6 milhões de judeus gostariam que tivesse sido só ficção. Mas não foi.
Davi 25/04/2010minha estante
Um clássiso que eu tenho obrigação de ler (e irei).


Simone 13/01/2012minha estante
Li ainda adolescente, e lembro que exatamente por identificar-me com a idade de Anne, fiquei muito impressionada com todo o relato... Via ali, subjugados por uma ideologia absurda, todos os sonhos e esperanças próprios da idade da autora. Logo depois li " O OUTRO LADO DO DIÁRIO", escrito pela senhora que ajudou a família de Anne durante todo o período de cativeiro. Também muito interessante!




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