Dom Casmurro

Dom Casmurro
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Resenhas - Dom Casmurro


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Chalega 26/07/2015

De casmurro até um simples contador de historia no trem reconheceria
Uma simples historia de amor com personagens tão envolventes e complexos. O amor até hoje é uma das coisas mais indecifráveis que já existiu, por isso nos humanos que estamos a deriva do amor, querendo ou não, muitas da vezes não conseguimos lidar. É incrível no que pode se transformar um amor que começa tão inocente e verdadeiro com um simples descuido seja de ambas as partes. Quem pensa que amor é apenas um sentimento único e sempre será está enganado, pois aquele que se integra ao amor de maneira consciente ou não, está sujeito a um turbilhão de sentimentos.
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Diego 23/07/2015

O que mais chama a atenção em Dom Casmurro não é a história em si, mas a maneira como ela é contada. Machado constrói uma narrativa peculiar e envolvente fazendo jus a todos os elogios sobre sua obra. Ainda assim, me reservo o direito de desgostar do desfecho da trama e da mudança de tom após a morte de certo personagem lá pelos últimos capítulos.
Achei a solução das coisas levemente aligeirada e um tanto descabidas.
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Larissa.Santos 07/07/2015

Os olhos são mais do que ressaca
Quem sou eu para fazer uma resenha sobre um livro desse? Se a Capitu realmente traiu o Bentinho, ou falar de todas as referências que Machado faz, ou de todas as relações interpessoais que existem no livro. Mas o que eu posso dizer é que mesmo sem saber sempre entendi dos olhos de ressaca, que mesmo sem querer a Capitu também já tinha me prendido igual fez com Bentinho. E ficamos eu e ele brigando para ver quem conseguia olhar por mais tempo nos olhos, aqueles olhos, que acabavam com qualquer um no instante que quisesse. Ficávamos eu e Bentinho tentando nos esconder em lugares que não eram mais seguros, porque a Capitu sempre nos achava, e quando isso acontecia.. como era legal os primeiro 10 minutos, até nós dois começarmos a brigar para ver quem podia ter mais a atenção dela, era a hora que ela se enchia e como sempre ia embora dizendo que voltava outra hora, outro dia, e a gente esperava. Nos fazíamos companhia, liamos um pouco, escutávamos musica, até que tudo perdia a graça, até que o sentimento bom que ali pairava se esvaecia e quando eu olhava para o lado tentando achar o Bentinho, me deparava com o Dom, isso, ele mesmo, o Casmurro, e assim ficávamos. Andávamos pela casa, pensávamos em mundo que não era muito real e imaginávamos uma vida mais calma, sem oscilações de maré. Essas não eram boas horas para a Capitu chegar, mas ela sempre chegava, discutíamos sobre tudo, até o porque do céu ser azul, do porque que os peixes viviam sob as águas e as coisas ruins do mundo sobre elas, até que eu me desligava dali e quando voltava me deparava com o Bentinho de novo, era uma saudade que eu sentia dele, uma coisa louca que acontecia, de um ir e o outro vir, e o outro ir e o um vir. E sempre foi assim, viver com os dois não é mito fácil, mas ter a Capitu para intercala-los faz com que as coisas sejam melhores vividas.
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Fábio da Silva 05/07/2015

Dom Casmurro
Dando continuidade as dicas de livros machadianos, não poderia esquer-me de Dom Casmurro. O livro, além de narrar o romance entre Bentinho e Capitu, é uma viagem histórica pelos costumes e tradições do Rio de Janeiro do final do século XIX.
"Narrada em primeira pessoa pelo protagonista, cujo apelido dá título ao livro, a história é contada quando ele está já velho e solitário, desiludido e cheio de amargura. A razão disso? Tudo aponta para o enigma de Capitu, que em mais de cem anos (desde a primeira edição, em 1899) desafia a crítica e devora, por fim, a quem tenta desvendá-lo. Ela traiu ou não traiu Bentinho?
O ponto de vista de quem narra - o marido tomado de ciúmes e mui imaginativo - não traz total confiança. Contudo, ele revela traço marcante da psicologia feminina quando associada à capacidade de dissimulação, e Capitu, com seus "olhos de ressaca" e de "cigana oblíqua e dissimulada", ajuda ainda mais a reforçar a dúvida. O leitor pode não achar nenhuma cena que comprove o adultério de Capitu, senão indícios somente. Ou, ao contrário, vai considerar os fatos presenciados por Bentinho e sentenciar o pecado da esposa e a conduta do personagem-narrador." (trecho extraído do próprio livro)
Eu recomendo essa obra de Machado de Assis. Vale à pena conferir Dom Casmurro.


site: http://blogdofabiodasilva.blogspot.com.br/2011/11/dom-casmurro.html
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Nicole.Carreiro 02/07/2015

Chato, chato, chato. Chaaaaaaaaato. Desculpa, Machado de Assis. Mas fala sério, toda uma história, uma lenga lenga sem fim, pra no final o Bentinho e a Capitu não ficarem juntos. Enrolação. Li pra fazer um trabalho de português na escola e achei um tédio.
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Pâmela 28/06/2015

O preconceito enraizado contra obras brasileiras acaba afastando as pessoas de livros espetaculares como este. Dom Casmurro possui uma grandeza de detalhes, e faz o leitor se envolver na trama a tal ponto que terá de escolher um lado: o de Bentinho, ou de Capitu.
Pois é exatamente isto o que acontece. Bentinho não é ingênuo mas talvez acredite que o leitor seja, e por este motivo tenta convencê-lo de que ele também é. E talvez a dissimulação não esteja nos olhos de Capitu, e sim no jeito de ver de Bentinho.
Parece confuso, mas fique atento. Nem tudo o que parece ser, de fato é.
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Valnikson 24/06/2015

1001 Livros Brasileiros Para Ler Antes de Morrer: Dom Casmurro
Dom Casmurro apresenta uma narrativa sensacional, repleta de referências a autores queridos do escritor, como Shakespeare e Goethe, além de trazer alguns dos personagens mais notáveis já criados. O enredo tem como protagonista Bento Santiago (o Bentinho), homem de meia idade e solitário que se propõe contar aos leitores suas memórias.

site: https://1001livrosbrasileirosparalerantesdemorrer.wordpress.com/2013/10/06/06-dom-casmurro/
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Mirabel 20/06/2015

"Dom Casmurro" é muito mais do que "Capitu traiu ou não Bentinho?"
Agora que você já sabe disso, abra seu provável novo livro favorito.
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Felipe 16/06/2015

Machado é mto bom!
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Israel 14/06/2015

Livro de Machado de Assis, lançado no ano 2000 pela editora Escala, possuindo 194 páginas. No início do livro, Bentinho narra sua história em primeira pessoa, por ser muito solitário, ele decide contar toda a sua jornada, suas alegrias, tristezas e dilemas. Bentinho tem uma grande amiga Capitu, e com um tempo, passa a desenvolver um sentimento maior por Capitu, amor. Porém, a mãe de Bentinho tem planos de mandá-lo para o seminário, para ele ser Padre. Um amigo próximo da família alerta a mãe de Bentinho sobre esse romance, e ela apressa as burocracias para que o filho vá logo para o seminário. Com o passar do tempo, Bentinho e Capitu ficam juntos, e, a partir dai, surge a intriga central do livro, Capitu traiu Bentinho? Bom, só lendo para saber.
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Nielly 13/06/2015

O livro Dom Casmurro do autor, poeta, contista, e romancista carioca, Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908) publicado pala editora Escala LTDA, em São Paulo, contendo 194 páginas, narra a história em primeira pessoa de Bento Santiago, ou simplesmente Bentinho, um senhor conhecido como Dom Casmurro, devido a seus hábitos bastante reclusos e que decide contar suas tristezas, alegrias e dilemas em que viveu durante e após sua juventude.
Bentinho vê- se em um triste dilema, ao saber que naquele momento já estava perdidamente apaixonado por Capitu, sua bela e jovem vizinha que segundo a narração de muitos, tinha olhos de cigana dissimulada, mas que para Bentinho parecia mais com olhos de ressaca, descrição ao qual jamais se esqueceu. Quando engravidou de Bentinho, sua mãe, Glória, mulher bastante devota e religiosa fez o voto de que se o bebê nascesse vivo e varão, transformaria o mesmo em padre. O pedido de Glória foi atendido e após o nascimento de Bentinho, seu destino já havia sido traçado: iria para o seminário.
Ao perceber sua paixão por Capitu e a da mesma por ele, Bentinho trama planos e mais planos para continuar perto de sua amada, mas não tem jeito, o mesmo é mandado obrigado para o seminário. Após algum tempo, Bentinho consegue sair do seminário e acaba casando com sua jovem amada, onde acaba nascendo seu primogênito, Ezequiel.
As desconfianças e incertezas de Bentinho começam quando o mesmo começa a perceber uma certa semelhança entre a criança e Escobar, um amigo que acabou conhecendo no seminário e que a amizade dos dois fortaleceu-se ainda mais à medida que se conheciam. Após a tal desconfiança, Bentinho começa a apresentar provas, pistas e argumentos, ora libertando Capitu do pecado da traição, ora alimentando a desconfiança do faminto leitor sobre o que realmente aconteceu. Mas tudo não termina por aí, cabe ao leitor criar sua própria opinião, mesmo o livro não apresentando nenhuma cena que a comprove ou a discorde.
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Crislayne 12/06/2015

Bentinho e Capitu se conhecem desde de pequenos, mas foi quando se tornaram mais velhos que descobriram o sentimento que cada um sentia pelo outro. A mãe de Bentinho queria que ele fosse um padre, então quando ele completou 15 anos, o mandou para o seminário, lá ele conhece Escobar, que se torna o seu melhor amigo.
Após um tempo, Bentinho tem que voltar para casa, pois sua mãe está adoenta e seu amigo, Escobar, vai junto com ele. Com a ido dele junto com Bentinho, Capitu, começa a se interessar por ele, mas, Escobar se casa com Sancha, uma amiga de Capitu, após um tempo, ela e Escobar também se casam.
Quando Escobar de Sancha tem uma filha, eles colocaram o nome de Capitu, em homenagem a amiga, o mesmo acontece quando ela e Escobar tiveram um filho e colocaram o nome de Ezequiel, em homenagem a Escobar.
Tudo está indo bem, quando Escobar morre, então aparece uma crise de ciúmes em Bentinho, pois ele começa a desconfiar da sua esposa e do seu amigo, quando ele começa a perceber que seu filho, se parece muito com o finado. Ai que fica a grande dúvida, será que Capitu traiu Bentinho?
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Marques 11/06/2015

Muitos buscam no livro uma resposta sobre o dilema das personagens, mas acredito que a genialidade de Machado de Assis nessa obra seja traduzir nossas próprias dúvidas e achismos.

Quem nunca duvidou? Quem nunca teve UM ou UMA Capitu em nossas vidas? Quem nunca se vitimizou diante de nossos amigos ou confidentes? Quem nunca olhou para um amigo e se viu abaixo dele em alguns aspectos?

Somos fracos, invejosos, ciumentos, brigões, mimados e pueris. E Machado de Assis nos mostrou isso nessa obra.
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