Dom Casmurro

Dom Casmurro
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Resenhas - Dom Casmurro


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Nicole.Carreiro 02/07/2015

Chato, chato, chato. Chaaaaaaaaato. Desculpa, Machado de Assis. Mas fala sério, toda uma história, uma lenga lenga sem fim, pra no final o Bentinho e a Capitu não ficarem juntos. Enrolação. Li pra fazer um trabalho de português na escola e achei um tédio.
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Pâmela 28/06/2015

O preconceito enraizado contra obras brasileiras acaba afastando as pessoas de livros espetaculares como este. Dom Casmurro possui uma grandeza de detalhes, e faz o leitor se envolver na trama a tal ponto que terá de escolher um lado: o de Bentinho, ou de Capitu.
Pois é exatamente isto o que acontece. Bentinho não é ingênuo mas talvez acredite que o leitor seja, e por este motivo tenta convencê-lo de que ele também é. E talvez a dissimulação não esteja nos olhos de Capitu, e sim no jeito de ver de Bentinho.
Parece confuso, mas fique atento. Nem tudo o que parece ser, de fato é.
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Valnikson 24/06/2015

1001 Livros Brasileiros Para Ler Antes de Morrer: Dom Casmurro
Dom Casmurro apresenta uma narrativa sensacional, repleta de referências a autores queridos do escritor, como Shakespeare e Goethe, além de trazer alguns dos personagens mais notáveis já criados. O enredo tem como protagonista Bento Santiago (o Bentinho), homem de meia idade e solitário que se propõe contar aos leitores suas memórias.

site: https://1001livrosbrasileirosparalerantesdemorrer.wordpress.com/2013/10/06/06-dom-casmurro/
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Mirabel 20/06/2015

"Dom Casmurro" é muito mais do que "Capitu traiu ou não Bentinho?"
Agora que você já sabe disso, abra seu provável novo livro favorito.
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Felipe 16/06/2015

Machado é mto bom!
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Israel 14/06/2015

Livro de Machado de Assis, lançado no ano 2000 pela editora Escala, possuindo 194 páginas. No início do livro, Bentinho narra sua história em primeira pessoa, por ser muito solitário, ele decide contar toda a sua jornada, suas alegrias, tristezas e dilemas. Bentinho tem uma grande amiga Capitu, e com um tempo, passa a desenvolver um sentimento maior por Capitu, amor. Porém, a mãe de Bentinho tem planos de mandá-lo para o seminário, para ele ser Padre. Um amigo próximo da família alerta a mãe de Bentinho sobre esse romance, e ela apressa as burocracias para que o filho vá logo para o seminário. Com o passar do tempo, Bentinho e Capitu ficam juntos, e, a partir dai, surge a intriga central do livro, Capitu traiu Bentinho? Bom, só lendo para saber.
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Nielly 13/06/2015

O livro Dom Casmurro do autor, poeta, contista, e romancista carioca, Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908) publicado pala editora Escala LTDA, em São Paulo, contendo 194 páginas, narra a história em primeira pessoa de Bento Santiago, ou simplesmente Bentinho, um senhor conhecido como Dom Casmurro, devido a seus hábitos bastante reclusos e que decide contar suas tristezas, alegrias e dilemas em que viveu durante e após sua juventude.
Bentinho vê- se em um triste dilema, ao saber que naquele momento já estava perdidamente apaixonado por Capitu, sua bela e jovem vizinha que segundo a narração de muitos, tinha olhos de cigana dissimulada, mas que para Bentinho parecia mais com olhos de ressaca, descrição ao qual jamais se esqueceu. Quando engravidou de Bentinho, sua mãe, Glória, mulher bastante devota e religiosa fez o voto de que se o bebê nascesse vivo e varão, transformaria o mesmo em padre. O pedido de Glória foi atendido e após o nascimento de Bentinho, seu destino já havia sido traçado: iria para o seminário.
Ao perceber sua paixão por Capitu e a da mesma por ele, Bentinho trama planos e mais planos para continuar perto de sua amada, mas não tem jeito, o mesmo é mandado obrigado para o seminário. Após algum tempo, Bentinho consegue sair do seminário e acaba casando com sua jovem amada, onde acaba nascendo seu primogênito, Ezequiel.
As desconfianças e incertezas de Bentinho começam quando o mesmo começa a perceber uma certa semelhança entre a criança e Escobar, um amigo que acabou conhecendo no seminário e que a amizade dos dois fortaleceu-se ainda mais à medida que se conheciam. Após a tal desconfiança, Bentinho começa a apresentar provas, pistas e argumentos, ora libertando Capitu do pecado da traição, ora alimentando a desconfiança do faminto leitor sobre o que realmente aconteceu. Mas tudo não termina por aí, cabe ao leitor criar sua própria opinião, mesmo o livro não apresentando nenhuma cena que a comprove ou a discorde.
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Crislayne 12/06/2015

Bentinho e Capitu se conhecem desde de pequenos, mas foi quando se tornaram mais velhos que descobriram o sentimento que cada um sentia pelo outro. A mãe de Bentinho queria que ele fosse um padre, então quando ele completou 15 anos, o mandou para o seminário, lá ele conhece Escobar, que se torna o seu melhor amigo.
Após um tempo, Bentinho tem que voltar para casa, pois sua mãe está adoenta e seu amigo, Escobar, vai junto com ele. Com a ido dele junto com Bentinho, Capitu, começa a se interessar por ele, mas, Escobar se casa com Sancha, uma amiga de Capitu, após um tempo, ela e Escobar também se casam.
Quando Escobar de Sancha tem uma filha, eles colocaram o nome de Capitu, em homenagem a amiga, o mesmo acontece quando ela e Escobar tiveram um filho e colocaram o nome de Ezequiel, em homenagem a Escobar.
Tudo está indo bem, quando Escobar morre, então aparece uma crise de ciúmes em Bentinho, pois ele começa a desconfiar da sua esposa e do seu amigo, quando ele começa a perceber que seu filho, se parece muito com o finado. Ai que fica a grande dúvida, será que Capitu traiu Bentinho?
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Marques 11/06/2015

Muitos buscam no livro uma resposta sobre o dilema das personagens, mas acredito que a genialidade de Machado de Assis nessa obra seja traduzir nossas próprias dúvidas e achismos.

Quem nunca duvidou? Quem nunca teve UM ou UMA Capitu em nossas vidas? Quem nunca se vitimizou diante de nossos amigos ou confidentes? Quem nunca olhou para um amigo e se viu abaixo dele em alguns aspectos?

Somos fracos, invejosos, ciumentos, brigões, mimados e pueris. E Machado de Assis nos mostrou isso nessa obra.
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Livros&Tal 09/06/2015

Para ler a nossa resenha clique acesse link: http://livrosetalgroup.blogspot.com.br/2015/04/resenha-dom-casmurro-machado-de-assis.html
Aguardamos por você!

site: http://livrosetalgroup.blogspot.com.br/
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Eve 07/06/2015

Definitivamente, sou apaixonada pela maneira que Machado conversa com o leitor em suas obras, e essa é escrita de um modo que é difícil explicar, a unica palavra que me vem à cabeça é fluir, eu começava a ler e sem perceber já haviam se passado horas. A história te prende. Sobre os personagens, bom, definitivamente eu não me sinto apta a julgar Capitu, a história só é contada pelo ponto de vista de Bentinho, não duvido que possa ter sido fruto da imaginação dele. E também, Bentinho perdeu muitos pontos comigo quando deixou Capitu na Suécia, o modo que ele a tratava é repugnante (EU ACHO), se ao menos ele tivesse deixado ela se explicar... E definitivamente o pior pra mim foi no final do livro quando desejou a morte do filho, mesmo que tenha rapidamente se arrependido.
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Alesson 04/06/2015

“Dom Casmurro” (editora: Marin Claret, 232 páginas, autor: Machado de Assis, São Paulo;2007) narra a história de Bento Santiago. Machado de Assis, um dos escritores mais importantes da literatura brasileira, tem nessa obra, grande prestigio e respeito de todos. Elogiado e reconhecido até os dias atuais, Dom Casmurro tem grande fama, não só no Brasil, mas também no mundo todo. Tudo começa na rua de Matacavalos. Temos como protagonista Bento Santiago, que é chamado carinhosamente de Bentinho. Vive com sua mãe, D. Glória, na qual é muito bondosa com o filho e também religiosa; com seu Tio Cosme, já aposentado, mas típico de pensamentos do passado; Prima Justina, no qual era esquisita, mas sempre falava a verdade e José Dias, um morador que vive de favores na casa. Tem como principal característica engrandecer-se muito. A primeira situação da infância de Bentinho, se passa, quando este, escuta uma conversa entre José Dias, e D. Glória, sobre o futuro do garoto: de ser um padre. José Dias também alerta da relação entre Bentinho e Capitu, dizendo que esta não era uma boa influência, e que poderia vir atrapalhar. Como Bentinho era grande amigo de Capitu, lhe contou sobre tudo o que ouviu. Capitu era uma belezura. Era curiosa e diferente das demais meninas de sua idade. Estava planejando formas de Bentinho não ir para o seminário. E com isso a relação entre ambos fortaleciam, a tal ponta que deram o primeiro beijo. Porém seu destino era inevitável, pois fazia parte de uma promessa que sua mãe fizera desde o seu nascimento. Por não ir contra a vontade de sua mãe, Bentinho decidi entrar no seminário. Mas antes disso, promete um dia se casar com Capitu. Já então no seminário, conhece Ezequiel (seu futuro melhor amigo). Este o acaba ajudando a sair desse destino. Enquanto isso, com a distância de Bentinho, D. Glória começa a ter grande afeição por Capitu, a ponto de ambas estarem bem intimas. Depois de um tempo, Bentinho retorna e acaba se casando com Capitu, sonho esse que tinha desde sua adolescência. Também apresenta Capitu, ao seu grande amigo de seminário, o Ezequiel. A partir disso, começa o derradeiro problema de Bentinho. O livro é muito interessante, apresenta história simples e de fácil compreensão. Obra-prima, muito reconhecida e recomendada a todos. Um dos pontos marcantes na obra de Machado de Assis, é que este se restringe apenas a visão de um personagem, no caso dessa obra, a visão de Bentinho. Isso faz termos várias especulações sobre os pensamentos das outras pessoas. Obra sensacional.
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Tiago Souza 31/05/2015

Para começar, tenho uma pergunta tão simples e tão clichê para todos que já leram Dom Casmurro que chega a ser banal fazê-la, mas...: Como uma obra publicada há mais de cem anos planta uma dúvida em seus leitores capaz de gerar gera teorias e mais teorias, trabalhos acadêmicos e até psicológicos e ainda assim continuar sem resposta? E a dúvida mais famosa da literatura brasileira é: Afinal, Capitu traiu ou não traiu Bentinho? Particularmente sou do "Team Capitu não Traiu" e daqui a pouco conto (sem spoilers) por que participo desse time.

O livro é escrito pelo próprio Bentinho que no período em que resolve nos contar sua história já é um senhor de idade, logo, toda a visão que teremos dos personagens se dará pela do próprio senhor/rapaz e isso dá uma certa peculiaridade à obra.

Bentinho possui uma ironia enorme, tanto em criticar os outros, quanto criticar a si mesmo, mas como Machado tinha a tendência a criticar a sociedade da época sempre de uma forma muito polida, essa característica é inserida no personagem, o que torna as ironias de Bentinho bem sutis. A obra que posso classificá-la em três diferenciais já tem o seu primeiro com essa característica.

Num segundo diferencial, estão os capítulos curtos. Dom Casmurro tem capítulos minúsculos. Esse fator acaba acelerando a leitura, mesmo que o leitor não perceba. Quando pegamos um livro com capítulos de 30-40 páginas (sofrendo com Paradiso do Lezama Lima) a leitura fica arrastada, já que grande maioria dos leitores gostam de terminar o capítulo quando resolvem parar a leitura.

O terceiro diferencial não podia ser senão a escrita do autor. O caso de um amor que surgiu desde a infância, mas que o garoto tem que ser enviado a um seminário devido a promessa de sua mãe, mas que consegue se casar com sua amada no decorrer da trama. Isso é ou não é uma história comum, quiçá pra lá de clichê? Poderia até ser, caso não tivesse sido escrita pelo genioso Machado de Assis. A forma com que o autor amarra a história é de uma grandiosidade que você consegue ficar de boca aberta ao ler.

Durante a história teremos várias menções a Otelo de Shakespeare, já que Bentinho é leitor da obra do autor britânico (e Machado também) e essa influência irá corroborar e muito com as desconfianças tidas pelo rapaz. Por sorte, eu já havia lido Otelo em 2014, então, todas as referências que o personagem fazia eu conseguia associar. É uma leitura curta que vale como um complemento para Dom Casmurro para percebermos o grau de loucura que passa pela cabeça do personagem de Machado.

Mas quem é essa Capitu que todos falam? Capitu pode ser considerada o cerne das personagens femininas brasileiras da época. Já percebemos que desde cedo ela é uma personagem com muita personalidade, característica esta que raramente percebemos nas outras mulheres dos romances desse período e mesmo àquelas que apresentam um pouco dessa personalidade, posso julgar uma certa influência da nossa querida Capitolina. Mas afinal, por que Capitu é uma mulher que desde a adolescência manifesta esse poderio todo? O culpado é o Bentinho. Como o livro é em primeira pessoa e todas as referências que temos dos personagens vem dele e ele é apaixonado por ela, logo, ela será muito tudo.

Mas mesmo com todas essas características que falei que tornam a obra esplêndida, por que ainda assim, Dom Casmurro é visto com olhares tortos pelos leitores? Como possível professor, infelizmente tenho que dizer que é por conta dos ensinos nas escolhas e/ou da didática de alguns professores (este último como foi no meu caso). Quando o aluno, leitor ou não, vê um livro considerado clássico, já fica desestimulado, se o clássico for brasileiro então... ai que a porca torce o rabo mesmo. Vamos combinar que Dom Casmurro já assusta pelo título, afinal, NINGUÉM que não tenha lido o livro ou ouvido falar da história sabe o que é casmurro o que sugere linguagem difícil e o bendito do Machado ainda me coloca um Dom na frente, que é um tratamento mais formal, ai que lascou mesmo, o aluno já entende: livro chato,

Somado a esses fatores, temos a leitura por obrigação. Todo mundo sabe que precisamos ler algo obrigado, leremos? Sim, mas com má vontade. Aconteceu comigo, aconteceu ou irá acontecer com vocês, não tem como fugir disso, afinal, vestibulares estão ai e a chance das listas de livros obrigatórios agradar 100% o candidato é ínfima.

Mas faço meu humilde apelo para que vocês encarem Dom Casmurro. Mesmo que a leitura empaque por conta do vocabulário ou por outros pontos, invistam na obra. Até por que, Machado que conversa com o leitor (você ai que lê Desventuras em Série...ai ôh) e possibilita que o leitor elabore diversas teorias sobre se Capitu traiu ou não traiu Bentinho desde o início da história, mesmo antes da menina aparecer, veja bem!!!

Como eu disse, sou do "Team Capitu não Traiu" por inúmeros pontos que fui resgatando ao longo da leitura. Entre os pontos sem spoilers estão a própria obra de Otelo e uma passagem de Bentinho à casa de Sancha, numa conversa que o pai da garota tem com o rapaz. Nessa conversa, o pai dela (que esqueci o nome) fornece uma informação valiosíssima que irá fundamentar o tão paranoico estava Bentinho pela forma em que começou a desconfiar de Capitu. Uma outra característica que percebi e agora não sei se foi ou não paranoia minha, era que entre Bentinho e Escobar havia um algo a mais que amizade, em certo momento a própria Capitu pergunta: "Quem era aquele que você se despediu com tanto afeto?" a cena realmente dá margens a interpretações ambíguas, o que faz com que o ciúme que ele teria de Capitu fosse um ciúme sobre Escobar, vai saber!!!

Enfim, espero encarecidamente que vocês leem algum dia Dom Casmurro e caso já tenham lido, relatem em qual time vocês estão, afinal, Capitu traiu ou não traiu Bentinho? Talvez nem o próprio Machado tinha a resposta e essa seja a maior dúvida da literatura brasileira, assim como, "Ser ou não ser?" é da literatura inglesa.

site: http://brigadaparalela.blogspot.com.br/2015/05/desafio-literario-do-skoob-2015-05-dom.html
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