Perdas Necessárias

Perdas Necessárias
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Resenhas - Perdas Necessárias


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Silvia 18/11/2009

Um livro sobre como nos despojar de nossas ilusões e viver a realidade
Faz uma análise aprofundada sobre as perdas que temos em nossa vida desde o nosso nascimento nascimento até a morte sob uma perspectiva psicanalítica. Devemos passar por um processo de despojamento ao longo de nossa vida de modo a encarar a vida como ela é e não como deveria ser.

As perdas são fundamentais para o nosso amadurecimento, precisamos elaborá-las ao invés de negá-las para nos tornarmos seres humanos mais completos e autoconscientes.

Não pensem que esse livro é de autoajuda, muito pelo contrário, pois não propões fórmulas mágicas, mas um livro cheio de discussões baseados em estudos científicos e reflexões filosóficas.

Indico com louvor.

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Ana 03/02/2010

Perdas Necessárias
Importante leitura para entender e aprender a lidar com nossas perdas desde a infância, desde os nossos primeiros dias de vida, quando separados da mãe durante o processo de desmamar.

Ajuda a compreender todo este arcabouço de carência e afetividade que nos envolve por toda a vida adulta.

Ana Paula Peixer.
www.anapaulapeixer.com
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24/02/2015

Ninguém foge a seu tempo..!
"O resultado do amor é a dor. A vida é uma sentença de morte. É melhor não se entregar a nada."
Depois de mais de duzentas páginas a declaração de uma mulher que perdeu a mãe por meio da morte foi o ponto marco de toda a descrição e intensão do livro ao meu ver. Até onde a dor se torna saudável e nos faz bem? Como superá-la mediante nossos apegos humanos e tão necessários ao nosso desenvolvimento pessoal e social?
Este livro foi e tem sido o mais assustador e libertador que já li em minha vida. Diria que não se deve deixar um adulto sem ler esta edição e nem uma criança sem tê-lo ao alcance das mãos. Perdas necessárias é tudo que realmente precisamos considerar para continuar a busca de uma mente saudável, uma alma planada na paz e contentamento do que somos permitidos a viver. Será mesmo que o melhor é nos fechar após perdas e colocar a vida como caminhada a morte de qualquer forma? Será que o caminho mais feliz é considerar que amar dói e melhor não sentir dor desistindo do amor?
Me atrevo a dizer que amar vale a pena mesmo com todas as dores possíveis e necessárias de nossa vida humana. Eu faria tudo outra vez, eu perderia tudo de novo, mas eu jamais negligenciaria a emoção e alegria do viver. Eu choraria outra vez e lamentaria dia após noite quantas necessárias, mas não perderia a chance de ver meu luto acabar e com ele o sol brilhar diferente outra vez e com ele o valor pela vida se tornar mais límpido e amável. O medo de perder nos deixa imaturos e distantes do afago que a alma volta e meia nos pede por meios de novos cheiros, aromas da nossa mente incansável.
Perdas necessárias só veio confirmar que mediante minhas perdas, dores, dessabores, nada, nada foi e é em vão e só seria o que sou por meio de cada passo em falso, cada espinho na carne.
Dedico essa leitura aos que querem se sentir encaixados em si mesmos e agraciados pela repercussão que o coração dá a um novo olhar sobre aspectos que as perguntas são repetitivas e as perdas profundas. Não existe receita ou resposta que alcance à todos, mas existe silêncios detre palavras que possam atingir em cheio sua necessidade e trazer alivio ao seu coração, bem como uma nova visão pra se seguir em frente
Cordialmente!
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Arrieiro 21/11/2010

Livros Necessários
Sim, há algum tempo as perdas eram tratadas como algo a ser evitado. Sim, há algum tempo as perdas eram tratadas como uma condição da vida humana - desagradáveis, mas inespugnáveis.

Necessárias, bem-vindas? Somente em Nietzsche.

O livro mostra a universalidade e a importância das perdas no amadurecimento do indivíduo, bem como os impactos sobre a personalidade da maneira como cada um as percebe em suas vidas.

Sinceramente, depois desta leitura, percebi que eu existia em um mundo irreal.... acho que surreal é a palavra mais adequada. Não é um livro confortável; tudo bem, perdas também não o são.

Ótima leitura
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Cinara 17/06/2010

Crescer
Para quem ainda está tentando entender e superar a dor de crescer. Aborda de forma franca e objetiva todos aqueles assuntos que gostaríamos de ter aprofundado antes que nos cobrassem maturidade - e tudo o que, consequentemente, vai ficando pelo caminho e assombrando nossas vidas, neste processo inexorável de se tornar adulto. Infância, adolescência, casamento, paternidade, velhice. Alentador e libertário.
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Rangel 15/12/2009

Fases da vida que passam
O livro “Perdas Necessárias” de Judith Viorst, publicado pela Editora Melhoramentos, São Paulo, 2003, 335 p., fala sobre a questão da separação de um casal, da perda de entes queridos como filhos, pais e amigos próximos, ou simples afastamento que afetam a psique do “Eu”, que precisa superar tais perdas, por serem necessárias e fazerem parte da vida. O proibido e o impossível do “Eu” particular faz várias conexões de lembranças e relações que muitas vezes há necessidade de uma ajuda psicológica. Aborda a questão dos triângulos amorosos que leva a um desfecho para alguém na relação triangular, bem como enfrentar a escolha que fez por toda a vida, devendo renunciar a algo que tinha. Exemplifica o fim da infância que ocorre em várias fases da vida, bem como lhe dar com a própria culpa pelas perdas para seguir em frente. Os sonhos e as realidades de cada indivíduo são manifestações concretas de conexões imperfeitas. Fala-se sobre os amigos de conveniências, os amigos históricos, os amigos de encruzilhadas, os amigos de gerações diferentes e amigos memoráveis, e que cada tipo de amizade há seu tempo e seu ciclo, momentos de entrelaçamento e momentos de desligamento por fazer parte da vida. O casamento é abordado como uma das relações mais tensas e intensas de uma relação um com o outro, que se vive uma relação de amor e ódio, que se joga culpa, transfere projeções, muda rumos de vida por causa da vida a dois, quando se deve saber se a ruptura pela separação e divórcio é o caminho certo que gera perda e quando se perde, quando fica viúvo. Em todos os casos de perda dentro da relação do casamento, o indivíduo deve saber se preparar e conviver com as diferenças e afinidades com a pessoa escolhida a viver o matrimônio. Depois, o livro aborda a questão dos filhos, quando os pais fazem tudo por eles e não vão receber todo o amor doado na correspondência, o que deve os pais sempre entenderem e se prepararem também para a perda dos filhos nas diversas maneiras: morte natural, morte acidental, morte trágica, separação pela mudança e quando o filho ou a filha se casam e constituem nova família. Os sentimentos familiares devem ser preservados, sem que haja lamentações penosas ou depressão quando há as perdas. Por último bloco de temas, o livro fala sobre como amar, perder, abandonar e desistir, quando há o luto pelos entendes queridos, quando há alterações do próprio corpo e da própria imagem, quando se perde a jovialidade e a beleza, quando se envelhece, que o passado parece ficar distante. Não se deve parar a vida diante da morte, da idéia da morte e quando ela chegar, procurando viver a vida intensamente. E quando há as reconexões de tudo o que já foi perdido na vida, significa que o ser humano precisa amadurecer e compreender todo o significado da vida em buscar e manter o equilíbrio da sua psique, mente e corpo. A idéia central do livro é bem analisada, elucidando os objetivos da autora. A organização da obra é didática e clara, dividida em quatro partes em vinte capítulos. O livro se confronta com autores da psicologia como Freud, Addler e Murray, tendo um bom referencial teórico. As evidências são exemplificadas de forma científica e específica. O público alvo são psicólogos, psiquiatras, psicoterapeutas, estudantes e estudiosos de psicologia e comportamento relacional. A conclusão da autora é satisfatória, com casos de resultados fortes e ilustrativos. O estilo da autora é psico-científica, com exemplos de casos e a bibliografia é razoável.
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Gleiciane 05/08/2011

O livro é interessante, trata de um assunto de extrema relevância no desenvolvimento, visto que faz parte da vida, porém a leitura é maçante a cansativa.
O livro foi divido em capítulos que abordam as perdas desde nossa primeira infância e finaliza com a morte- nossa perda final. A autora aborda fatos de sua vida e de personagens famosos exemplificando com as perdas impactam suas vidas.
[...]“para crescer temos de perder, abandonar e desitiir” – partindo desse princípio a autora descreve as diversas perdas que ocorrem ao longo do nosso desenvolvimento, nossas dificuldades em aceitá-las e e em vê-las como trampolim para algo mais grandioso. Tem uma frase que sempre gosto de lembrar e tem relação com isso – ao plantarmos uma árvore em frente à janela: ganhamos sombra, mas perdemos parte da paisagem (não sei quem é o autor :( ...). Cabe a nos decidirmos onde iremos nos focar.
De modo geral é leitura indicada.
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Sasá 09/10/2013

Abandonei
Abandonei por ser uma leitura muito densa. Pretendo voltar em breve e ler capítulos alternados.
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regifreitas 11/04/2010

Perdas necessárias
Todos lidamos com perdas ao longo da vida, e segundo Judith Viorst isso está inegavelmente ligado aos processos de amadurecimento e equilíbrio psicológico pelos quais todos devemos passar. A autora aborda neste livro a complexidade das relações humanas e a imperfeição das conexões que estabelecemos ao longo da vida. Mesmo os laços que nos unem às pessoas mais amadas – mãe, pai, irmãos, amigos, marido e mulher – não são tão perfeitos como gostaríamos que fossem, contudo, nem por isso deixam de ser importantes. Muitas vezes perder, abandonar, desistir faz parte das decisões que temos que tomar para seguir adiante. Pessoas entram e saem da nossa vida o tempo todo. Uns duram mais tempo, outros menos, e há aqueles que gostaríamos que durassem para sempre. Mas nem sempre isso é possível. O livro aborda as perdas em suas muitas variações, desde a perda primeira que todos nós passamos, que é a da ligação do filho com mãe no útero materno, que é bruscamente rompida no nascimento, passando pelas perdas das ilusões românticas da adolescência e da morte de pessoas amadas. A própria perda da juventude e a aceitação do envelhecimento como algo natural e sem volta é tratada por Judith Viorst. “Amores, ilusões, dependências e expectativas impossíveis, das quais nos todos temos de abrir mão para crescer” – é disso que trata o livro, pois, como afirma a autora: “[...] não se pode ser um indivíduo separado, responsável, com conexões, pensante, sem alguma perda, alguma desistência, alguma renúncia”.
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Dan Navarro 02/08/2012

Leitura Necessária!!!!!!
Este livro mudou radicalmente a minha vida! Ele te mostra de uma maneira muito clara todos os sentidos de mudanças que vivenciamos diariamente e como podemos lidar com cada uma delas!É um livro que merece ser lido sempre!!!
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