A Hora da Estrela

Clarice Lispector...



Resenhas - A Hora da Estrela


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Babi 16/11/2014

Irônico, singelo, verdadeiro.
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Yasmin 05/11/2014

Leitura obrigatória, mas foi ótimo
Tive que ler no colegial e não estava a fim mas depois que terminei o livro, gostei da história. É surpreendente e interessante como as coisas acontecem na nossa vida.
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Eder Duarte 30/09/2014

A hora da estrela é a hora mais sagrada de todas.
Verdadeiro, sincero e bruto. Não é um livro fácil e nem tão pouco difícil. Não se engane ao mergulhar em suas poucas páginas, pois são profundas e escuras. Macabéa é mulher,mas não se sente. É um ser humano vivendo apenas com o ser,nada de humano parece ultrapassar sua mente pequena e vasta. Ingênua, inocente, vítima da vida. Clarice Lispector consegue despertar sensações diferentes em cada momento da história e inebria com suas palavras impactantes sobre algo de aparência tão corriqueira. A hora da estrela é a hora mais sagrada de todas na vida. Livro maravilhosamente escrito e brilhantemente construído. Clarice é alma pura jogada em palavras no papel. Vale a pena parar a vida para ler cada palavra dela, pois são por si só feitas única é exclusivamente de vida
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Keylla 23/09/2014

A história da nordestina Macabéa é contada passo a passo por seu autor, o escritor Rodrigo S.M., (alter-ego de Clarice). À medida que mostra esta alagoana, órfã de pai e mãe, criada por uma tia, desprovida de qualquer encanto, incapaz de comunicar-se com os outros, ele conhece um pouco mais sua própria identidade. A descrição do dia-a-dia de Macabéa na cidade do Rio de Janeiro como datilógrafa, o namoro com Olímpico de Jesus, seu relacionamento com o patrão e com a colega Glória e o encontro final com a cartomante estão sempre acompanhados por convites constantes ao leitor para ver com o autor de que matéria é feita a vida de um ser humano.

Macabéa é simplesmente uma personagem conformada com aquilo que a vida lhe tem a oferecer: um emprego simples, um quartinho dividido com mais quatro colegas e o seu café frio. A protagonista é um grande exemplo da miséria humana. Na verdade acho que Clarice criou essa personagem para fazermos um auto questionamento sobre o nosso lugar no mundo.

A mais surpreendente obra de Clarice Lispector nos faz refletir acerca do desamparo ao qual estamos todos suscetíveis. Aqui, o escrever é uma necessidade, onde desenvolvem-se reflexões sobre a vida e sobre a morte, sobre a palavra.

Clarice foi capaz de criar uma história que apesar de sua simplicidade e de seu número de personagens extremamente reduzido, nos cativa desde o início e nos deixa pensando se, no fundo, não passamos de uma caixinha de música meio desafinada como Macabéa.
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Moisés 05/09/2014

Clarice Lispector foi no mais remoto lugar e veio trazendo uma mínima/grande luz. O livro é pequeno, mas todo o conto narrado por Rodrigo S.M. é fascinante, sua linguagem e a forma de apresentar cada personagem demonstra uma estrutura muito boa do que a escritora queria trazer a tona.
Sim é um livro metafórico. Não tem como não negar. Porém ela usa de recursos simples para arquiteta uma obra nobre... Não tenho como não dizer que me deu vontade de desistir e pular logo para o meu próximo livro, conquanto alguns me pediram que não e de mim mesmo disse que iria continuar. Foi cansativo porque eu nunca vi tantas metáforas juntas em tantos pequenos parágrafos entretanto foi bom ter chegado ao fim do livro.
Espero que quem leia veja a simplicidade do livro, mas que tente entender todo o enredo, porque seriamente existe pessoas que não compreendem. E que já leu não pode negar que é uma visão para alguém de gosto literário diferente.
Sublime é Macabéa e feliz é o nordestino, pois também sou. (rsrsrs)
Leiam é um bom livro.
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Mario 31/08/2014

Comentado no blog Voos de Hipogrifo
Macabéa, protagonista do livro, é uma mulher mísera tanto financeiramente como de alma. Sua existência, palavra constante no livro, é despercebida, visto que vive em um mundo que para ela é ao contrário - o mundo não foi feito para Macabéa, ela não encaixa. Macabéa veio de Alagoas - onde era criada por uma tia carrasca, por ser órfã de pais - para morar no Rio de Janeiro em busca de um emprego. Colega de quarto de quatro Marias, seu único passatempo era ouvir o Rádio Relógio - onde palavras difíceis e conhecimentos gerais a deixavam confusa - e ir ao cinema uma vez por mês para tomar Coca-Cola.

CONTINUE A LER EM:

site: www.voosdehipogrifo.blogspot.com.br
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Wolf Haltz 29/08/2014

A hora da chatice.
Sinceramente, relutei a lê-lo. É de conhecimento geral que temperamento de Clarice não é para todos. Todavia, falaremos do livro. E nele, tem horas que dá vontade de mandar o narrador parar de falar de si próprio e de como é difícil escrever e contar logo a história. Se a intenção era essa, o livro é bom. Mas como não estou aqui julgando a capacidade do autor provocar vontade de fechar o livro e (quase) atingir o objetivo, achei regular e com um final bem previsível.
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Erika Lina 17/08/2014

Mais ou menos...
Apesar de muito famoso, achei um pouco chato. Eu tinha a maior curiosidade sobre ele, mas...
Final estranho, personagem demasiadamente ingênua, chegava a irritar...

Mas é um livro de Clarice!!!
É, mas não gostei.

site: http://umavidaliteraria2014.blogspot.com.br/
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thais 30/07/2014

A hora da estrela
Um texto denso que te leva a reflexão sobre desigualdades e formas de lidar com situações que são tão comuns. Macabea sendo uma mulher totalmente submissa em relação a sua postura diante da vida te leva a alguns questionamentos e ao mesmo tempo essa postura é a sua grande defesa em relação a vida, fica mais fácil suportar quando não se tem ou se dá o devido peso para as coisas que nos cercam.
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Pri 23/07/2014

Eu vou ter tanta saudade de mim quando morrer.
Desde que tive que fazer um trabalho sobre Clarice, não simpatizo nem um pouco com a autora e nunca tive interesse em conhecer sua obra. Para mim, tudo o que saía de Clarice eram palavras sem nexo.

Ganhei A Hora da Estrela, que ficou um tempão "esquecido" na estante... só me interessei por ele porque no dia precisava levar algum livro pequeno para passar o tempo. Achei que seria uma leitura rápida, mas toda a antipatia que eu sentia por Clarice Lispector voltou nas primeiras páginas narradas. A leitura não fluía porque a narrativa me irritava, e eu novamente não entendia o porquê da autora ser tão elogiada.

A narração foi quase insuportável até a metade do livro. Porém, quando o narrador se concentrou em Macabéa, fui me prendendo cada vez mais à sua história e ao modo como sua vida desafortunada foi retratada. É tudo exposto de forma sincera e realista. É trágico, mas ao mesmo tempo cômico. Dei altas risadas com a Maca e a cartomante.

Apesar do livro ser bem fino, demorei para terminá-lo. A Hora da Estrela faz com que você pare e reflita sobre o que foi lido, é um livro que exige bastante do leitor. No fim, um pouco do que entendi de Clarice Lispector fez sentido para mim.
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L Soares 18/07/2014

A autora começa o livro com uma explicação. Macabéa e sua história não foram criados por ela, e por isso sua trajetória e o fim lhes são desconhecidos. Essa criatura brotou, e tenta sair forçando passagem através dela, e vai se construindo enquanto a autora a coloca para fora sua vida nas páginas. A angústia que aparenta pela sua obrigação em parir esta outra criatura é engraçada. E a história de uma vida tão patética e vazia, chega a ser cômica em certos momentos, apesar da tragédia que é. A escrita é a Clarice de outros livros. Brilhante. E como sempre, o livro trás na simplicidade e mediocridade da personagem uma série de reflexões sobre como nossa passividade nos conduz de forma patética pela vida em muitas situações. “Porque a nota tão baixa?!” (Camila) me foi inquirido. O que me incomodou nesse livro foram as sucessivas interrupções que a autora insere no meio da história, com comentários sobre não querer continuar, ou como precisa acabar para se livrar daquele sentimento, e sobre dar uma pausa na escrita para ir dormir. Quebra a continuidade, deixa a história sem fluidez. E é um tanto repetitivo. Mas relevem meus comentários e leiam. Não me levem em consideração. É Clarice afinal.
Camila 22/07/2014minha estante
Clarice merece mais estrelas, mas entendo suas razões




Danilo Regis 29/06/2014

Parece uma música bem composta
Uma prosa que mais parece poesia, ela brinca com as frases, tudo se encaixa perfeitamente como se fosse uma musica bem composta, Clarice me surpreendeu, foi a primeira obra desta que leio, até meio de nariz torcido no inicio, mais logo na primeira pagina ela já me ganhou a atenção. Como alguém pode escrever assim ? Para aqueles que degustam a literatura, é uma leitura obrigatória.
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Bella 24/06/2014

Perfeito para mulheres
Este livro parece perfeito para MULHERES.Li este livro por causa de um trabalho de escola. No inicio, é chato pra caramba, mais depois que Clarice começa mesmo a historia da personagem principal Macabéa, ele vira totalmente a cabeça do leitor. Só lendo pra saber como é bom.
A HORA DA ESTRELA é um livro nada perfeito, mais tanta imperfeição que torna tão bom.
Recomendo este livro para mulheres, e pessoas que gostam de livros nacionais!

Bjus, Bella.
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Challis 23/06/2014

A mais surpreendente obra de Clarice Lispector nos faz refletir acerca do desamparo ao qual estamos todos suscetíveis. Aqui, o escrever é uma necessidade, onde desenvolvem-se reflexões sobre a vida e sobre a morte, sobre a palavra.

O leitor é raptado pela leitura. Desde a dedicatória que Clarice escreveu no início do livro, já percebemos que o que vai se suceder será grande. E é.

Mesmo criando um falso narrador, motivada pelo desejo de desaparecimento, Clarice não conseguiu concretizar sua saída discreta pela porta dos fundos. Em seu último livro publicado em vida fica provado que ela era realmente a mestra de sua literatura.

Leia a resenha completa: http://www.acrobatadasletras.com.br/2014/01/resenha-hora-da-estrela-de-clarice.html
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