Doidas e Santas

Martha Medeiros



Resenhas - Doidas e Santas


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Vivi 05/11/2014

De doida e santa toda mulher tem um pouco !
Uma delícia! É parece que eu estou falando de comida, ou de um bom vinho mas não, é que eu literalmente degustei essa leitura brasileira maravilhosa. Fácil de ser lida, com fatos cotidianos simples e complexos, analisando filmes, cantores, músicos e debatendo sobre as questões da vida pessoal e pública. Parece que realmente estamos conversando com Martha Medeiros, tamanha é sua forma cativante com o leitor. E não se enganem pela data de lançamento do livro, li ele este ano e algumas das crônicas, para não dizer quase todas, pareciam pertencer a este ano mesmo.

Este foi o primeiro livro que li em forma de crônicas e o primeiro que li desta autora, mas devo admitir que foi uma experiência única e maravilhosa. Pensei que não conseguiria gostar de um livro que não tivesse uma história e personagens, mas este me encantou. Tenho que agradecer muito a pessoa que me emprestou, poi acrescentou mais uma autora brasileira a minha lista.

Martha Medeiros em suas crônicas nos leva a refletir sobre diversas coisas e nada, muitas vezes nos ajuda a superar problemas que nem sabiamos que tinhamos. Nos tornando pessoas melhores e mais atentas a tudo e principalmente a nós mesmos. Porque ficamos tão preocupados com o que os outros fazem, com o que os outros pensam, que esquecemos de nós mesmos, nossas crenças, opiniões e atitudes.

"Eu também não gosto de roupa amarela. Quem abrir meu armário vai encontrar basicamente peças brancas, pretas, cinzas e em algumas tonalidades de verde. No entanto, hoje de manhã saí com um casaco amarelo canário! Tenho há mais de dez anos e quase nunca usei. Pois hoje saí com ele para dar uma volta e retornei para casa sendo a mesmíssima pessoa, apenas um pouco mais alegre por ter me sentido diferente de mim mesma, o que é vital uma vez ao dia."
Crônica Balançando estruturas - 01 de novembro de 2007

Se sentir diferente de si mesma! Me encanta esta forma de pensar, a ousadia desse ser diferente, desse ser que não para de mudar, porque afinal tudo está mudando ao nosso redor, o planeta, as pessoas, tudo. Então porque devemos nós ficarmos estagnados no tempo? Se tem alguma coisa que eu aprendi com este livro foi ser mais ousada ou usando os termos do livro, ser mais doida porque santa já fui muito tempo.

Convido você a ler este livro e valorizar esta escritora brasileira fantástica. Já leu esse ou outro livro da autora? Comente! Se gostou da resenha, deixe um recadinho !

site: http://claqueteliteraria.blogspot.com.br/
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Dri 02/08/2014

Pra Quem Gosta de Crônicas é Um Prato Cheio!
Reflexivo.Essa é a palavra que define esse livro .
As crônicas da Martha falam do dia-a-dia de uma forma muito realista, reflexiva e com um senso de humor impar. Aborda temas atuais de maneira breve, gostosa, engraçada e muitas vezes alternativa, Não é (como dizia Raul)aquela velha opinião formada sobre tudo, muito pelo contrário, até uma frase é motivo para ela conseguir criar uma crônica excelente mostrando “um outro lado da moeda’’. A autora tem um jogo com as palavras cativante. Livro super elogiado pela crítica por ser contemporâneo e agradável. Recomendo muito!
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Luiz Felipe 04/06/2014

Algumas crônicas são interessantes, outras são bem rasas e até sexistas. Médio.
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Anderson Felix 05/03/2014

Minhas impressões sobre Doidas e Santas
Crônicas de extremo bom gosto, bem escritas, leves, bem humoradas, sutis, femininas, por vezes, até um pouco piegas, mas ainda assim incríveis.

Martha tem o poder de ampliar nosso olhar perante o cotidiano de uma maneira muito interessante. Ela consegue nos fazer divagar, olhar pra dentro de si mesmo e ainda assim enxergar o outro. Faz com que você queira ser uma pessoa melhor, te conquista.

Quando eu ponho meus olhos sobre essas crônicas me sinto um ser humano tão comum, alguém tão simples... eu me reduzo a essa simplicidade de cidadão, de pessoa cultural, que sabe reconhecer seus erros e acertos e vive pra dar o melhor de si.

Lendo Martha Medeiros eu acabo criando um pouco mais de fé, fé em mim mesmo, fé nas pessoas, fé no meu sucesso, acabo olhando um pouco mais pra o quanto a vida me da de bom. Na correria do dia a dia acabamos deixando passar alguns eventos ou alegrias e as crônicas da Martha regata essa felicidade ou esse momento que pode nos causar tanto prazer se pararmos pra analisar.

(Livro que eu incluí no VIAGEM PELO BRASIL EM 54 LIVROS https://www.facebook.com/groups/viagempelobrasilem54livros/?fref=ts
Autor do Rio Grande do Sul)
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Ellen Macedo 12/11/2013

Para rir e refletir
Minha primeira experiência com Martha Medeiros. Contrariando a máxima de que crônica é leitura fácil, a autora me fez não só dar boas risadas mas refletir sobre as cobranças que recaem sobre a mulher na sociedade de hoje. Na mesma semana em que li vi a peça com Cissa Guimarães e a experiência foi melhor ainda.
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Lu 18/09/2013

Pra mim esse é um dos melhores livros da martha, é muito leve e divertido. Li em 3 dias e fiquei triste quando acabou. Uma atenção especial para a cronica: O café do próximo.
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Carina 11/09/2013

O mundo sob um olhar feminino
Resenha: Martha Medeiros é outra autora que me assustava, dada a recorrência de citações no facebook. Autoajuda, literatura barata, conselhos esotéricos-psicanalíticos era o que eu esperava da leitura, nada mais.

Apesar de não ter sido a grata surpresa de descobrir um ícone da literatura atual (como ocorreu com minha leitura dos contos de Caio Fernando Abreu, outro queridinho das redes sociais), foi uma conversa boa a que tivemos. O diálogo com as doidas e santas de Martha foi restaurador, perspicaz, apesar de alguns excessos e repetições frequentes na obra.

Não se trata de uma grande autora, mas sim de uma boa confidente. Martha discute tudo o que vê, desde situações engraçadas a vazios existenciais, tudo com a graça e a leveza de uma boa amiga, disposta a nos consolar a qualquer momento. A nos instigar, provocar e azucrinar, também. É uma leitura que pode parecer boba (uma vez que a autora, mesmo sem ser especialista em nada, dá palpite em tudo), mas que é necessária em alguns momentos da vida – de reflexão mais livre e, nem por isso, menos séria.

Trechos:

Entre sobreviver e viver há um precipício, e poucos encaram o salto.
***
Mesmo onde você enxerga um vazio, pode ter gente dentro.
***
"Sempre" é um amontoado de tempo que não sustenta nenhuma teoria.
***
Quanto mais leve a alma, mais forte o organismo.
***
Já fomos mais românticas. Hoje o sexo é mais importante, queima calorias, melhora a pele e não duvido que um coração vazio também ajude na hora de subir na balança.
***
Não é que homens gostem de futebol, é muito mais do que gostar. Eles ampliam seu universo através desse esporte. Tudo o que se diz, preconceituosamente, que um homem não é, ele é, desde que esteja num estádio ou em frente à tevê. Ele se emociona, chora, festeja, pula, abraça, faz festa, se desespera. Dá um salto mortal sem nunca antes ter dado uma cambalhota. Extravasa-se. Solta no berro todas as injustiças acumuladas na semana e fica com o semblante abobalhado diante de um drible, como se estivesse assistindo ao vivo o jogo de pernas da Juliana Paes. Ele é tudo, menos um insensível.
***
Outra coisa: dizer que homens não têm boa memória para datas e acontecimentos importantes só pode ser implicância. Pergunte a qualquer um há quanto tempo não acontece um Grenal, em que dia começa a Copa, qual a escalação do time que ganhou a medalha de prata nas Olimpíadas de 2004, e ele acertará as duas primeiras perguntas e engasgará na terceira, quando então se dará conta da pegadinha: a seleção masculina não se classificou para disputar os jogos de Atenas. Não trucide o coitado.
***
Libertar uma pessoa pode levar menos de um minuto. Oprimi-la é trabalho para uma vida.
***
Nossa vida é apenas uma pequena brecha de tempo entre duas ausências.
***
Uma mulher é apenas uma mulher, mas uma mãe é um vulcão, um furacão, uma enchente, uma tempestade, um terremoto. Uma mãe é invencível.
***
ELA

Se você não tem problemas com a sua, levante as mãos para o céu e pare agora mesmo de reclamar da vida. O que são algumas dívidas para pagar, um celular sempre sem bateria, um final de semana chuvoso? Chatices, mas dá-se um jeito. Nela não. Nela não dá-se um jeito. Para eliminá-la, prometemos cortar bebidas alcoólicas, prometemos fazer mil abdominais por dia, mas ela não acusa o golpe, segue com sua saliência irritante. A gente caminha, corre, sobe escada, desce escada, vibra quando nosso intestino está bem regulado, cumprindo suas funções à perfeição, mas ela não se faz de rogada, mantém-se firme onde está. "Mantém-se firme" é força de expressão. Ela é tudo, menos firme. Você sabe de quem estou falando.
Ela é uma praga masculina e feminina. Os homens também sofrem, mas aprendem a conviver com ela: entregam os pontos e vão em frente, encarando a situação como uma contingência do destino. As mulheres, não. Mulheres são guerreiras, lutam com todas as armas que têm. Algumas ficam sem respirar para encolhê-la, chegam a ficar azuis. Outras vão para a mesa de cirurgia e ordenam que o médico sugue a desgraçada com umbigo e tudo. Mas passa-se um tempo e ela volta, a desaforada sempre volta.
Quem não tem a sua? Eu conto quem: umas poucas sortudas com menos de quinze anos. Umas poucas malucas que acordam, almoçam e jantam na academia. Algumas
mais malucas ainda que não almoçam nem jantam. As que nasceram com crédito pré-aprovado com Deus. E aquelas que nunca engravidaram, lógico.
As que ignoram totalmente sobre o que estou falando são poucas, não lotariam uma sala de cinema. Já as que sabem muito bem quem é a protagonista desta crônica(pois alojam a infeliz no próprio corpo) povoam o resto da cidade, estão por toda parte. Batas disfarçam, vestidinhos disfarçam, biquínis colocam tudo a perder.
Nem todas a possuem enorme. Cruzes, não. Às vezes é apenas uma protuberância, uma coisinha de nada, na horizontal nem se repara. Aliás, mulheres acordam mais bem-humoradas do que os homens porque de manhã cedo somos todas magras. Todas tábuas. Todas retas. Passam-se as primeiras horas, no entanto, e a lei da gravidade surge para dar bom dia. Lá se vai nosso humor.
Falam muito de celulite. Falam de seios, de traseiros, de rugas, de pés grandes, de falta de cintura, de caspa, de tornozelos grossos, de orelhas de abano, de narizes desproporcionais, de ombros caídos, de muita coisa caída. Temos uma possibilidade infinita de defeitos. Mas ela é que nos tira do prumo. Ela é que compromete nossa silhueta. Ela é que arrasa com a nossa elegância. Ela. Nem ouso pronunciar seu nome. Você sabe bem quem. Se não sabe, sorte sua: é porque não tem.
***
Uma pessoa que não fez amigos não teve pela sua vida nenhum respeito. Nossa solidão é nossa casa e necessita abrir horários de visita, hospedar, convidar para o almoço, cozinhar com afeto, revelar-se uma solidão anfitriã, que gosta de ouvir as histórias das solidões dos outros, já que todos possuem seus descampados.
***
Durante a madrugada qualquer unha encravada vira um câncer terminal.
***
Tampouco tenho sonhado. Não há sono suficiente para criar uma historinha com começo, meio e fim. Freud teria dificuldade em trabalhar hoje em dia: dorme-se pouco. E lembra-se menos ainda.
***
Morremos um pouco todos os dias, e todos os dias devemos procurar um final bonito antes de partir.
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jacque 07/09/2013

Bom demais!
Como sempre Marta Medeiros araza com suas crônica engraçadas e também cheia de verdades que nos faz pensar, refletir sobre vários assuntos.
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Viajandoc/palav 13/08/2013

Viajando com Palavras / Resenha - DOIDAS E SANTAS (Martha Medeiros)
Adoro ler crônicas e vou usando caneta marca de texto para destacar aquelas partes mais marcantes, que trazem maior significado para mim, que procuro guardar na memória, e que, muitas vezes, influenciam as minhas próprias ideias quando resolvo colocá-las no papel. Através da leitura de crônicas, amplio a visão do mundo à minha volta e acentuo minha percepção das situações do dia a dia. Procuro prestar atenção na escrita do autor e na forma que ele usa as palavras para transmitir suas ideias. E a Martha Medeiros tem uma escrita maravilhosa, simples, mas bem elaborada.

As crônicas são do período entre 2005 a 2008, então é possível ler, em alguns de seus textos, a percepção da autora sobre os acontecimentos mais marcantes da época. Impresso naquele delicioso papel pólen, o livro tem a parte interna simples, o que permite uma leitura confortável. Ao usar palavras do cotidiano de fácil entendimento, ela consegue falar diretamente com o leitor, de forma que parece que estamos numa conversa íntima pessoalmente. Os temas são super palpáveis, coisas que já vivemos e já sentimos, e que nos identificamos de uma forma geral. Claro que sempre tem o relato da opinião da pessoa que escreve a crônica, e ninguém é obrigado a concordar com 100% do que está escrito ali, pois é o ponto de vista do autor, que muitas vezes pode diferir do de quem lê. Independente disso, é fácil alcançar a mente da Martha Medeiros e o que ela se propõe a transmitir, mesmo que não seja a própria forma de pensar do leitor sobre o assunto, sendo possível, e louvável, se deixar levar pela reflexão.

Além disso, encontrei-me, inúmeras vezes, rindo alto com as suas palavras, sempre com toque de humor e muita sagacidade. Ou, em outros momentos, refletindo sobre algo que não havia parado para pensar até então. Em qualquer caso, a leitura do livro é diversão na certa. Minhas crônicas preferidas foram “Ela” e “Simpatia pelo Diabo”, que trazem muito humor e criatividade. Recomendo muito o livro para quem gosta de uma boa leitura.

Resenha postada no blog!

site: http://viajandocompalavras.com/2013/06/19/resenha-doidas-e-santas-martha-medeiros/
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Rui Alencar 20/07/2013

VENENO ANTIMONOTONIA...Para que serve a poesia ? ...Poesia serve exatamente para a mesma coisa que serve uma vaca no meio da calçada de uma agitada metrópole. Para alterar o curso do seu andar, sem interromper um hábito, para evitar repetições, para provocar um estranhamento, para alegrar o seu dia, para faze-lo pensar, para resgata-lo do inferno que é viver todo santo dia sem nenhum assombro, sem nenhum encantamento.

CASAMENTO ABERTO...sim, mas não escancarado e vulgar em que todos se expõem, se machucam e acabam ainda mais frustrados...A abertura é mental, não precisa ser sexual. É entender que com possessão não se chegará muito longe. É amar o outro nas fragilidades e incertezas. É aceitar que uma união é para trazer alegria e cumplicidade, e não sufocamento e represão. É ter noção de que a cada idade estamos um pouquinho transformados, com anseios e expectativass bem diferentes dos que tínhamos quando casamos...Enquanto não renovarmos nossa idéia de romantismo continuaremos a bagunçar aquilo que foi feito apenas para dar prazer: duas pessoas vivendo juntas.

OS BASTIDORES DE UMA CRÔNICA...fica absolutamente impossível almejar uma unanimidade...Quem tem razão ? Cada um tem a sua, e que se atreva alguém a dizer quem está certo ou errado. Há tantas verdades quanto seres humanos na terra.

FALAR...Falar o que se sente é considerado uma fraqueza. Ao sermos absolutamente sinceros, a vulnerabilidade se instala. Perde-se o mistério que nos veste tão bem, ficamos nus...Por que a dificuldade de dizer para alguém o quanto ela é – ou foi – importante ? Dizer não como um recurso de sedução, mas como um ato de generosidade, dizer sem esperar nada em troca. Dizer simplesmente. ...O silêncio é que é a verdadeira arma letal das relações humanas.

O CONTRÁRIO DA MORTE...Acabei de ler Milagre dos Andes

O VIOLINISTA NO METRÔ...Essa história do violinista demonstra que não estamos preparados para a beleza pura: é preciso um mínimo de conhecimento para valorizá-la. E demonstra também que temos sido treinados para gostar do que todo mundo conhece. Se uma atriz é muito comentada, se uma peça é muito badalada, se uma música é muito tocada no rádio, estabelece-se que elas são um sucesso e ninguém questiona. São consumidas mais pela insistência do que pela competência, enquanto que competentes sem holofotes passam despercebidos.

A JANELA DOS OUTROS...a gente só tem olhos para o que mostra a nossa janela, nunca a janela do outro. O que a gente vê é o que vale, não importa que alguém bem perto esteja vendo diferente. A mesma estrada, para uns, é infinita, e para outros, curta...a sabedoria recomenda que falemos menos, que batamos menos o martelo e que sejamos menos enfáticos, pois todos estão certose todos estão errados em algum aspecto da análise. É o triunfo da dúvida.

BALANÇANDO ESTRUTURAS...Mudanças não significam fragilidade de caráter. É preciso ter uma certa flexibilidade para evoluir e se divertir com a vida. Mas ainda: essa flexibilidade é fundamental para manter nossa integridade, por mais contraditório que pareça...

PRECISAMOS FALAR SOBRE TUDO...Precisamos falar sobre o Kevin

ANTES DE PARTIR...uma vida sem amigos é uma vida vazia. O mundo é muito maior que a sala e a cozinha do nosso apartamento.
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Laura Bernardes 11/07/2013

Doidas e Santas - Martha Medeiros (Editora L&PM Editores)
Cada página é uma delícia. Já ouvi tanto falar em Martha Medeiros e suas fantásticas crônicas, que não pensei que pudesse me apaixonar tanto. São crônicas são leves e fáceis de ler, mas ao mesmo tempo te faz pensar sobre a vida e o nosso mundo atual, pensar sobre nós mesmos. Se você tem de 10 a 70 anos, vai gostar.
As crônicas muitas vezes são baseadas em filmes e livros que a autora assistiu ou leu, e ela sempre os cita, o que faz do livro mais incrível ainda (eu, por exemplo, anotei todos os filmes que me interessaram e pretendo assistir à todos).
Outro ponto positivo vai pra editora: as letras tem um tamanho bom e são bem espaçadas (não tem coisa pior que ler um livro com letrinhas minúsculas e grudadas) e as páginas são mais amareladas, então não reflete tanto a luz e é melhor de ler. Levo bastante em consideração.
Essa capa também tá divina! Bom, não penso duas vezes em dizer que esse entra pra minha lista de favoritos.
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Keila 15/06/2013

Doidas e Santas reúne cem crônicas que falam direto ao coração de suas leitoras e seus leitores...crônicas divertidas, leves e agradáveis de se ler.

As alegrias e as desilusões, os dramas e as delícias da vida adulta, as neuroses da vida urbana, o prazer que se esconde no dia-a-dia,os mistérios da maternidade, enfim, o cotidiano de cada um de nós tornou-se o principal tema da autora.

Martha escreve com palavras simples e cotidianas - faz com que nos identifiquemos com cada crônica.

Um livro ótimo! Prende sua atenção...a cada crônica você quer ir pra próxima e assim quando vê o livro já acabou =)

Recomendo
Silvana Azevêdo 03/07/2013minha estante
Se seguir a linha das crônicas da Marta , então com certeza é um ótimo livro , né , Keila ?




Sam 01/04/2013

Martha Medeiros é uma excelente cronista do cotidiano. Porém, os temas do seu texto ficam um pouco datado dependendo de quão distante você leu em relação ao ano da primeira publicação.
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Bella 01/01/2013

Doidas e Santas
É com extrema delicadeza e com um tato inigualável que Martha Medeiros escreve suas crônicas. Sempre com uma visão otimista e crítica do mundo, ela aborda temas incrivelmente cotidianos, aquilo que se dependesse de nós mesmos teríamos deixado passar. Sua visão do amor e da vida são extremamente interessantes e com certeza representam bem os ideais da mulher contemporânea brasileira. Por ser um livro de crônicas, tentei ler com moderação, sempre deixando um tempo disponível entre uma e outra para refletir a respeito do que acabei de ler. No entanto, essa tarefa foi realmente penosa, visto que a cada virada de página sempre ficava aquele gostinho de quero-mais e aquela vontade incontrolável de ler até a última linha.
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Tailma 24/12/2012

Doidas e Santas é um livro da escritora e também jornalista, Martha Medeiros.
Confesso que não gosto muito de crônicas, mas me apaixonei pelo texto do verso e,claro,tive que ler o livro todo.E...Amei!
As crônicas de Martha são leves, pequenas, por vezes engraçadas, porém nos faz refletir. É incrível como ela consegue falar sobre tudo, Mulheres, BBB, separação, dias dos namorados. Acho que esta escritora já se tornou um das minhas preferidas.
Se você está pensando em lê-lo,leia e não irá se arrepender.

“Preste atenção. Mesmo onde você enxerga um vazio, pode ter gente dentro”.
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