O Perfume da Rosa

Haydee Victorette



Resenhas - O Perfume da Rosa


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Lucy Soturna 29/01/2012

A nova Cadance Camp
Ao contrário do que muitos possam imaginar romances históricos não são apenas uma mistura de história e ficção; são, antes de tudo, narrativas que chamam para si a responsabilidade de trazer ao leitor a sensação de estarem em épocas e locais distintos, além, é claro, de reconstruir ficticiamente os costumes e personagens históricos, tarefa esta que não é fácil ao levarmos em consideração o fato de que é bastante complicado escrever sobre uma época que, tecnicamente, não foi vivenciada.
Seguindo essa linha de romances históricos, muitos escritores vêm fazendo sucesso no meio literário ao levar ao público, cada vez mais ávido por novidades, histórias que tenham tramas bem amarradas e, ainda por cima, deixe no leitor um gostinho de quero mais.
Partindo do pressuposto mencionado anteriormente, eis que a literatura nacional conta com mais um reforço que veio para realçar essa linha dos romances históricos com uma obra que, por ser um livro de estreia, surpreende pela simplicidade de sua narrativa ao mesmo tempo em que propicia romance e mistério na dose certa. Desse modo, O Perfume da Rosa (Coleção Novos Talentos da Literatura Brasileira – Novo Século Editora, 2011 – 246p.), de Haydee Victorette, narra à história das irmãs Elizabeth e Samantha Stanford, duas órfãos que ficam aos cuidados de uma duquesa aparentemente autoritária e de seu sobrinho, Arthur, um duque leviano que fica incumbido de apresentar a mais velha das irmãs Stanford, Elizabeth, a sociedade. Aparentemente a história seguiria em plena calmaria se assassinatos e um mistério não estivessem presentes em toda trama, o que por si só conduz o leitor a vontade de querer saber de que modo a trama terminará.
Dessa maneira, vale a pena ler O Perfume da Rosa e tirar as próprias conclusões, entretanto, cabe ressaltar que Victorette apresenta um estilo muito parecido com a de Candace Camp, escritora americana que escreveu, dentre tantas obras, a trilogia dos Aincourt, que obteve certa notoriedade em solo nacional ao ser publicada pela Harlequin Books. É claro que o fato dessa proximidade de estilos entre Victorette e Camp não compromete em nada a obra da escritora brasuca, pelo contrário, apenas a aproxima de um patamar elevado, colocando-a muito próxima ao rol dos grandes escritores e mostrando que literatura nacional pode ser, sim, literatura de qualidade, pois, infelizmente, há aqueles que insistem em acolher bem somente o que vem de fora não dando a atenção devida a autores promissores como Haydee Victorette. No mais, leitura recomendada.
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Vic 07/10/2011

Uma história na cabeça e muita vontade de contar! ( Por Oberdan F. C. Lira) Maravilhoso!!!
o primeiro livro da coleção Irmãs Standford - O perfume da Rosa.

O livro narra a aventura de Elizabeth, que junto com a irmã, Samantha, são entregues aos cuidados de Ruth, uma a duquesa autoritária,que possui a tarefa de apresentar Elizabeth à sociedade londrina e à corte da Rainha Vitória.

Ruth ordena que o sobrinho Arthur, o Duque de Devonshire, um famoso libertino, fique encarregado desta apresentação, porém naquela temporada a capital inglesa se vê envolta em crimes hediondos...

Mulheres relacionadas ao Duque de Devonshire são cruelmente apunhaladas até a morte e uma rosa é deixada sobre os corpos.

Apesar dos assassinatos e do pânico crescente, Elizabeth e Arthur se vêem envolvidos em um amor realmente tempestuoso e irresistível...

A escritora consegue capturar com maetria as relações, intrigas e futilidades da corte inglesa em 1856. O leitor é transportado para a época com o charme de Jane Austen e o suspense de Agatha Christie.

O tema central do livro é o romance entre Elizabeth e Arthur, que é bem desenvolvido durante a história, tornando-o envolvente e cativante. A trama é bem elaborada, com bastante conexão e sem textos frouxos ou vazios. A linguagem é muito fluída, leve...

Simplesmente delicioso!

Oberdan F. C. Lira.

Visitem: baraodepapel.blogspot.com e o site da editora.
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May Braga 21/11/2011

O Perfume da Rosa
Em Londres, duas irmãs: Elizabeth e Samantha, que acabaram de perder os pais ficam sob a guarda de Ruth, uma duquesa autoritária, mas que logo é conquistada pelo jeito meigo e carinhoso das meninas.
Ruth tem o dever de apresentar Elizabeth, a mais velha das irmãs, à sociedade e arranjar o mais rápido possível um bom pretendente para ela, e para isso ela chama seu lindo e charmoso sobrinho Arthur, o duque de Devonshire, para ajudá-la com os preparativos para Elizabeth.
No começo, Elizabeth e Arthur não se dão muito bem, um fica provocando o outro, pois Elizabeth se recusa ser mais uma admiradora dele, mais em meio a provocações e beijos roubados, Elizabeth logo se vê apaixonada por ele e em apuros, já que um assassino misterioso está a espreita matando mulheres relacionadas ao duque e deixando, em cima dos corpos, um botão de rosa.


Esse livro é maravilhoso, uma leitura fresh, se assim posso dizer. É o primeiro romance histórico que li e tenho que dizer que adorei e irei procurar mais livros desse gênero.
As descrições são tão bem detalhadas, que foi como se eu estivesse assistindo a um filme. Os bailes, os trajes elegantes da época, as construções majestosas, e é claro, as personalidades de cada personagem.


No primeiro livro da série As Irmãs Stanford, O Perfume da Rosa, a personagem principal é Elizabeth, a irmã mais velha, que logo me conquista se mostrando uma mulher decidida e forte, ela não é aquele tipo de garota que fica esperando seu príncipe salvá-la, ela é o tipo que encara tudo e a todos e tenta resolver as coisas sozinha, assim como sua irmã mais nova, Samantha.
A narrativa é tão delicada e romântica, que dá vontade de ler o livro inteiro de uma só vez (coisa que não pude fazer devido as minhas provas de vestibular), cada personagem tem seu quê de mistério, o que só aumenta a tensão e a vontade de descobrir o verdadeiro assassino das mulheres, na realidade, não é tão difícil descobrir o assassino mas, teve momentos que a autora consegue deixar um pouco de dúvida no leitor, o que foi muito bom.


Então aí está a dica, quem quer uma leitura gostosa e leve, com romance, mistério e aventura não pode deixar de ler O Perfume da Rosa que, foi com toda a certeza um dos melhores livros nacionais que li esse ano.
E no segundo livro, podem esperar Samantha como o centro das atenções, e olha que com apenas 16 anos, já sabe com quem vai casar! Sam é uma personagem bem divertida e alegre ( e engraçada em alguns pontos), então já viram como é que vai ser esse segundo livro, né? Estou super ansiosa.
Quero agradecer a Haydee pela oportunidade de ler seu primeiro livro que, me encantou desde a primeira página.
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Giu 10/12/2011

Oi, Arthur, larga a Elizabeth e se casa comigo?
E aí pessoas, como vocês estão? Venho aqui hoje postar a resenha de um livro de parceria que terminei de ler ontem (li rapidinho até), e que gostei, é bem interessante e é romance histórico com suspense. Nunca tinha lido nada de romance histórico, e pelo que pude provar nesse livro, é muito bom! rs.

Elizabeth e Samantha Stanford perderam os pais e foram ficar aos cuidados de Ruth, tia das meninas e duquesa, que tem como tarefa apresentar Elizabeth à sociedade e arranjá-la um marido. Ruth então deixa Arthur, seu sobrinho e Duque de Devonshire, carregado da apresentação. Porém bem na época, Londres vem sofrendo mortes inesperadas, e todas que morrem estão com um botão de rosa branca. E misteriosamente Arthur já se envolvera com as damas que foram mortas...

Entre todos estes crimes e o horror crescente, Elizabeth e Arthur ainda acham tempo para se apaixonar.

AH! O romance do Arthur e da Elizabeth é muito bom! *_* É daqueles que os dois começam se odiando, sabe? Awn! A Elizabeth é uma pessoa de personalidade forte e decidida, capaz de mover ou parar exércitos, e acho que isso deixa tudo muito melhor! Aproveitando que estou falando sobre a personagens, quero deixar bem claro que adorei o fato de não ter descoberto na narrativa quem era o tal assassino das rosas. Desconfiei de vários personagens mas o dito cujo que era o tal assassino, eu nem pensei na possibilidade. E pode ser que eu não tenha desconfiado e me surpreendi, mas poderia ter sido alguém que eu não classificaria nunca como o assassino.

A narrativa é super leve, envolvente e cativante, e em momento algum me cansei dela, tive até aquela vontade de pular algumas partes para saber o que iria acontecer. Apesar de ser histórico e etc, o diálogo entre os personagens não são daqueles difíceis de entender (sempre associei romance história à falas difíceis), flui muito bem e é leve.
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Raíssa 03/09/2012

Bom, eu nunca tinha lido um romance de época e amei esse. Não sei se foi devido a minha falta de experiência com o gênero, mas fiquei fascinada com a alta sociedade inglesa vitoriana. Os bailes, os vestidos, os cavalheiros e as damas… tudo me pareceu encantador. O livro, apesar da capa, trás esse mistério apenas como plano de fundo para um enredo maior, cheio de romance .

O livro é de uma autora nacional e eu adorei a escrita dela. É bem leve e fluida, de maneira que eu devorei o livro em dois dias. É muito bom encontrar talentos nacionais e contemporâneos que conseguem nos guiar tão bem por uma história. Gostei muito das descrições do livro, sendo um dos seus muitos pontos altos, consegui visualizar bem todos os cenários e personagens. Adorei Elizabeth, Arthur e Samantha, são todos muito cativantes e bem desenvolvidos.

Resenha completa: http://trouxesteachave.wordpress.com/2012/08/24/o-perfume-da-rosa/
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Val 07/10/2011

Conforme já tinha previsto, história sem empolgação, assassino previsível, sem emoção.
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Denise Parra 20/11/2011

Amor e Mistérios
Primeiramente quero definir a capa, dizem que não devemos julgar um livro pela capa. Confesso que tenho costume de pecar nesse sentido, esse livro, por exemplo, me chamou a atenção, uma rosa com sangue. Mas ao recebê-lo em minhas mãos me apaixonei Adriano de Souza esta de parabéns. O mais lindo é a parte de trás.

Elizabeth e sua irmã Samantha ficam órfãs e por decisão da mãe descrita em uma carta deixada pela própria falecida, vão atrás da Duquesa de Beaufort uma senhora muito autoritária e geniosa. Mais as irmãs precisam de proteção e ajuda para debutar na sociedade e arranjar bons casamentos.

Mas o que Lizzy não imaginava era se apaixonar pelo libertino e devasso Duque de Devonshire, e a cada dia que ela passa ao lado dele se vê mais arrebatada por Arthur. E ela conta com uma ajudinha bem especial da duquesa e da irmã caçula. Só para que essa história tenha um final feliz eles terão que passar por vários obstáculos, será que eles conseguiram?

O que mais me chamou a atenção é a trama de assassinato e mistério que ronda Arthur. Haydee com esse livro que equipara a grandes nomes na área de romance de época (que anda meio escasso aqui no Brasil). Tinha horas que me perdia na leitura que me prendeu do inicio ao fim, e não consegui parar de ler.

Assim que vi a capa e o nome da autora, pensei se tratar de um livro estrangeiro, mas passeando na internet descobri se tratar de uma brasileira, ai fiquei ansiosa para ler.

Para terminar se você assim como eu é fã de romances de época, vale a pena ler "O Perfume da Rosa" e estou ansiosa para saber se tem continuação com a história da Samantha. A única coisa que me deixou com um ponto de interrogação na cabeça foi: O assassino deixar uma rosa vermelha nas vítimas se a rosa da capa é branca não deveria ter relação, mas vamos deixar para lá.

Essa é minha dica de uma boa leitura.

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deinha 06/10/2011

resenha de O Perfume da Rosa
O livro é muito bom. Mistura romance histórico com suspense, tudo bem amarrado.
A nossa mocinha (Elizabeth) é forte e decidida. Tem uma irmã (Samantha) e acabou de perder os pais, por isso está de mudança para a casa de uma "tia", que até então não conheciam. Esta deve apresentar Elizabeth a sociedade e cuidar dos possíveis pretendentes a marido.
Arthur,nosso mocinho,é sobrinho dessa tia. Um duque "devasso", lindo e que não pode ver um "rabo de saia".
A história é cativante e envolvente, mas devo ressaltar que por mais que gostei dos personagens e da história sinto que ficou faltando algo.Não sei explicar o quê, talvez um pouco mais de profundidade aos personagens,ou ainda mais tempo. Porém a escrita da Haydee é leve e muito gostosa. Além do que, ela amarra bem a história. E apesar dos "pontos negativos", eu estou ansiosa pelo próximo livro que será o da Samantha ( que também tem uma personalidade forte).
A Haydee já está trabalhando no livro da Samantha que tem o título provisório de Hora Sombria, pois neste livro vai haver um pouco de magia ligada aos assassinatos...
"...Elizabeth, ao contrário, continuava tensa. Por ironia, parecia que o destino havia sido selado naquela noite. Sabia que seria capaz de enfrentar o doido que a perseguia, porém não Arthur. Ele se tornara o único capaz de destruí-la de verdade,de tal forma que ela nunca mais seria a mesma..." pg164
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kely 31/01/2012

Caprichou e arrasou Haydée Victorette =]
Ganhei esse livro do sorteio do blogger da behindenemyline8
http://behindenemyline8.blogspot.com/2011/12/resultado-promocao-o-perfume-da-rosa.html

A princípio a leitura é extremamente envolvente, Elizabeth e Samantha criadas em uma fazenda com seus pais são diferentes e, aqui pra nós, bem mais divertidas do que as que seguem rigidamente aqueles padrões da época, apesar de ambas serem bem educadas pela mãe segundo as regras de etiqueta. Seus pais morrem em um acidente e é deixada uma carta que deve ser entregue a uma duquesa autoritária. É quase impossível parar de ler vendo a adaptação das irmãs com a duquesa e a duquesa a elas e o fato de Elizabeth ter que ser apresentada à sociedade.
Samantha é uma personagem divertida e acho que qualquer garota queria ter uma irmã mais nova como ela, ela é doce, convincente, educada, brincalhona, e ri em vários momentos com a diversão dela, é aquele tipo de pessoa que os criados sentem prazer em servir, ela aguarda ansiosamente ser apresentada à sociedade assim como a irmã mais velha.
Arthur é um personagem extremamente “sem sal” no qual desagradei bastante, é aquele tipo de homem que Elizabeth não deveria se apaixonar de imediato e sim se mantido forte para que a luta e a paixão dele só se tornasse mais difícil. Detesto o fato de botarem “galãs galinhas”, mas enfim, as investigações e aquela sensação de mistério só vêm me instigar nos últimos capítulos, entretanto os sustos ao longo da trama são bem bolados.
É realmente irresistível a leitura, super indicado, eu comecei a ler pouco depois de assistir o filme “A duquesa” com a linda e apaixonante atriz Keira Knightley fui dormir chorando muito com o final do filme, e imaginei que o livro seria do mesmo estilo, mas me surpreendi ainda mais com as tramas, o segredo, e os tantos outros personagens nos quais foram bem feitos e imaginados dá pra sentir inúmeros sentimentos bons e ruins.
A capa é linda, as folhas são brancas, os capítulos são rápidos e envolventes, a história é bem feita, minha nota é 4 estrelas por conta do personagem Arthur.
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paros28 25/10/2011

Suspense, Mistério e Sedução
O primeiro livro da série Irmãs Standford, O Perfume da Rosa. A série irá nos mostrar o desenvolvimento das irmãs Elizabeth e Samanta, meninas órfãs que ficam sob a tutela de Ruth a Duquesa de Devonshire para apresentá-las a sociedade, a duquesa ordena o seu sobrinho Arthur o Duque de Devonshire um famoso libertino fique encarregado de acompanhar Elizabeth nos eventos da sociedade, já que Samanta ainda não tem idade para os bailes.

Por enquanto tudo normal, para quem lê romances históricos temos todos os elementos básicos, mas o livro tem alguns diferenciais, um deles começa pela autora, Haydee Victorette (até agora tenho que consultar o nome para digitar) além de um nome estrangeiro, ela é bem nacional, podem me corrigir, mas depois de Perdida da autora Carina Rissi, que não foi totalmente histórico, já que se dividia no presente também, então posso considerar, é o primeiro romance histórico de uma autora nacional.

Outro diferencial, que é um romance voltado para o mistério e o suspense, já que na temporada está ocorrendo alguns crimes, todos com mulheres, uma espécie de serial killer, que mata suas vitimas a punhaladas, e deixa um rosa ao lado do corpo da vitima, e todas as mulheres tem ligação com o Duque de Devonshire, ou seja, o personagem masculino principal se torna o maior suspeito.

A autora escreveu uma trama coesa, nos indicando vários suspeitos, porém o que mais intrigava é que não sabíamos com a motivação dos suspeitos para cometerem os crimes, realmente me lembra muito da Agatha Christie, vários suspeitos, com muitas interrogações, e somente no final, ou você até tem alguma idéia quem seja, porém não sabe o real motivo.

As cenas suspenses também foram bem escritas, o leitor ficava na apreensão para saber o desfecho, quase sempre todas essas cenas tinham como vitima Elizabeth, já que ela começou a ser vista com o duque, e também por outros motivos que só iremos saber no final do livro com a revelação do assassino, ela acaba se tornando um alvo.

Elizabeth é uma moça com idéias próprias, um pouco tempestuosa, exemplo a cena dela com a rainha, que cena???? Vão ler o livro... Que perdeu a mãe e o pai e tem que conviver com vários costumes da sociedade, apesar de ter sido bem educada, ela tinha uma vida livre no campo.

O primeiro obstáculo realmente é suportar o desejo que tem pelo duque, um homem bonito, porém tem uma amante, além de ser bastante devasso e vive importunando Elizabeth com insinuações e beijos roubados, porém com o passar do tempo os sentimentos irão mudar...

A narrativa do livro é dividida em vários personagens, a maior parte da narrativa é de Elizabeth, mas conseguimos sentir os aspectos emocionais de cada personagem principal, e pela autora optar por esse tipo, achei que ela poderia desenvolver mais o lado emocional tanto de Arthur como de Elizabeth, senti falta de um desenvolvimento maior dos dois.

O livro é ambientado na Inglaterra, e a autora conseguiu descrever divinamente todos os costumes, lugares e todas as relações dessa época, para quem está acostumada a romances históricos irá encontrar vários elementos vistos em outros livros.

É tão difícil, um histórico ser lançado aqui no Brasil, tendo em visto, quanto tempo já faz que lançaram algum livro de livraria histórico, acho que o último se não me engano é Liberte meu Coração, ou seja, uns bons meses, então quando li que O Perfume da Rosa era um romance histórico e melhor ainda de uma autora brasileira, que também a maioria das autoras nacionais escrevem mais romances contemporâneos. E não me arrependi de ter comprado, adorei o trabalho da Haydee, como um primeiro romance está excelente.

E fiquei mais contente sabendo que temos o próximo, que é da irmã de Elizabeth, Samanta, acho que vai ser ainda mais interessante, pelo que conheci da personalidade de Samantha, ela será uma personagem intempestiva, dará bastante trabalho a seu pretendente (que aparece no final do livro), é que Samantha faz muitas anotações em um caderninho, me diverti bastante com ela.

Realmente o que faltou foi esse desenvolvimento maior, pois Elizabeth e Arthur eram personagens com grande potencial aliado a excelente escrita de Haydee ficaria ainda melhor do que já é o livro.

E fiquei mais contente sabendo que temos o próximo, que é da irmã de Elizabeth, Samanta, acho que vai ser ainda mais interessante, pelo que conheci da personalidade de Samantha, ela será uma personagem intempestiva, dará bastante trabalho a seu pretendente (que aparece no final do livro), é que Samantha faz muitas anotações em um caderninho, me diverti bastante com ela.

Indico muito o livro, um romance gosto de ler, com personagens cativantes, com suspense e mistério na medida certa, poderia comparar os elementos da obra de Haydee, é uma mistura de Jane Austen, Candace Camp e Agatha Christie.

Para ler a resenha completa com citações ilustrativas acessem http://fotoselivros.blogspot.com/2011/10/resenha-o-perfume-da-rosa-haydee.html
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Milla 18/12/2012

www.amorporclassico.com
Já faz um tempinho que firmei parceria com a autora Haydee Victorectte, mas só agora tive oportunidade de conhecer seu livro O perfume da rosa.
Um romance histórico bastante gostoso de ler com os ingredientes certos: um casal apaixonado, um segredo guardado, traições, um mistério e suspense. Ótimo!

As irmãs Stanford, Elizabeth e Samantha perdem os pais e ficam sob os cuidados de uma parenta distante, a duqueza Ruth.
Ruth é uma senhora autoritária, mas acolhe as meninas com tranquilidade e convoca seu sobrinho, Arthur um devasso e a srta Jane para ajudar na tarefa de educar as duas moças e apresentar Elizabeth à sociedade. Arthur aceita a contragosto, mas logo fica balançado ao conhecer a jovem Elizabeth.

Entretanto, coisas estranhas começam a acontecer... as ex-amantes de Arthur começam a aparecer apunhaladas com um botão de rosa sobre os corpos ensanguentados e Elizabeth sofre um atentado. Arthur é um suspeito em potencial, mas Elizabeth elimina as possibilidades porque o assassino usa um perfume de rosas.

Achei os personagens bastante bem construídos. Arthur é sedutor e em alguns momentos acreditamos que ele está apaixonado por Elizabeth, em outros nem tanto assim. E, apesar de ser um safado, não dá para resitir aos encantos dele.

Samantha é uma garota esperta, decidida, mas que não recebeu muita ênfase neste primeiro romance. Não achei isso preocupante porque a série se chama "Irmãs Stanford" então acho que mais tarde a Haydee vai dar maior atenção à Samantha. Elizabeth é uma moça simples, determinada, teimosa e que logo se apaixona por Arthur, mas decide resistir porque não quer apenas ganhar o título de duquesa.

O livro é um romance daqueles que deixa a pessoa suspirando, deliciada. E talvez o mistério não seja o mais bem elaborado - digo isso porque em um determinado momento já tinha opinião formada e acertada -, mas achei bastante inteligente. O livro tem uma narrativa ágil, que não se prende a detalhes desnecessários, e que flui muito bem.
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Monique 30/03/2013

Haydee, querida, quero mais irmãs Stanford!
O Perfume da Rosa é um livro nacional, e, até a hora da compra quando reli as resenhas sobre ele no Skoob, eu nem me lembrava disso. Primeiro por conta do nome incomum da autora: Haydee Victorette, que dá a entender ser estrangeiro; segundo por romances históricos brasileiros serem raríssimos nas livrarias (se é que existe algum além desse...).

A trama inicialmente se desenvolve rápido demais, numa escrita creio que não muito “segura” da autora, mas logo ela se situa na própria história e se torna a responsável por minha paixão pelo gênero, contando o romance cativante de Elizabeth, a Condessa de Langford, e Arthur, o Duque de Devonshire.

Depois da morte dos pais, Elizabeth e Samantha, irmãs Stanford, passam a viver sob os cuidados de Ruth, a Duquesa de Beaufort, que pede ajuda a seu sobrinho Arthur para apresentar a Condessa à sociedade, fazendo com que esta pudesse arranjar um marido. Paralelamente a isso são assassinadas mulheres que possuíram relação com o Duque, se tornando ele o maior suspeito, e as únicas pistas são as rosas vermelhas deixadas sobre os corpos das vítimas.

Em meio a bailes, fofocas, magníficos vestidos e um assassino à espreita, ainda surge o amor entre um libertino e uma dama pouco convencional.

A narração em terceira pessoa é objetiva e dinâmica, sem complicação mesmo se tratando de um romance histórico onde os personagens usam o vocabulário de sua época. Haydee, já com uma ótima escrita no seu primeiro romance, conseguiu me transportar para o universo cheio de cordialidade de seu livro, e onde até mesmo ofensas são ditas sem que o ofensor perca a pose, recriando muito bem todos os costumes que cercavam aquelas pessoas. Deparamo-nos com muitas atividades fúteis, mas também com a beleza das vestimentas e casarões da época, sob a descrição equilibrada que a autora nos proporciona. A única ressalva que faço é a falta do ponto de vista do Arthur, que prova uma das “deficiências” na narração em terceira pessoa, que, mesmo não sendo própria de um só personagem, não é devidamente aproveitada por muitos autores. O que me leva a pensar se a narração no ponto de vista exclusivamente de um personagem masculino não seria de ótima qualidade...

O romance, longe de ser algo substancial, encanta o leitor, e é com certeza o principal motivador de se continuar a leitura. Elizabeth é uma moça que, mesmo morando a vida inteira no campo, não é menos recatada por conta disso, e sim uma dama com mente própria e princípios de berço. Arthur é um libertino galante, na linguagem popular, um mulherengo charmoso, como tantos outros personagens masculinos. Porém sua personalidade não some com a paixão por Elizabeth, mas se modifica por conta dela. Isto é, seu tom irônico não o abandona, muito menos seu sorriso de conquistador nem um pouco barato, diga-se de passagem. Outra coisa que observei foi que a autora não usou o velho “Eu te amo” em momento algum, e, ainda assim, o sentimento presente se mostra palpável, amadurecendo em cada capítulo. Enfim, os dois se completam e envolvem o leitor até a última página. Mas, como já disse, senti falta de saber um pouco mais dos pensamentos do nosso Duque de Devonshire.

Os personagens secundários também chamam a atenção, com destaque para Samantha, protagonista do próximo livro da série e que já mostra nesse a sua personalidade decidida de quem sabe e vai buscar o quer; Ruth é uma duquesa divertida que nos deixa em dúvida em relação ao seu caráter no início. Mas faltou exploração desses secundários, talvez por conta da rapidez em que os fatos ocorrem.

O mesmo acontece com o pequeno suspense policial. Mesmo se tratando de plano de fundo para toda a história, ele faria muito melhor o seu papel se fosse mais bem formulado. Além disso, realmente não descobri de imediato o assassino, mas era uma pessoa que já estava sob minhas suspeitas, sem contar os motivos dele expostos ao final que foram tão simples e pouco convincentes. Foi uma incrementada praticamente desnecessária.

A diagramação está dentro dos conformes sem muitos erros; a capa e o título dentro do contexto, apesar de ter sido usada uma rosa branca e não vermelha como a da história. Além disso, as folhas brancas, que não ajudam na leitura, combinaram, ao menos, com a tonalidade da capa.

Primeiro romance histórico que leio - escrito em nossa época pelo menos (o outro foi O Morro dos Ventos Uivantes) - e o primeiro brasileiro que conheço, o qual me rendeu uma primeira experiência muito boa tanto com o gênero quanto com a autora, se desmerecendo apenas por alguns erros de formulação. Leve e divertido, me fez querer, após a leitura, mais daquela união de personalidades tão fortes que foi Arthur com Elizabeth.


Mais resenhas em:
sete-viidas.blogspot.com
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Carolina Lopes 08/08/2012

Elizabeth e Samantha Stanford perderam os pais e acabam ficando aos cuidados da Duquesa Ruth, esta última tem que apresentar Elizabeth à sociedade e arranjar-lhe um marido. Ruth então delega essa tarefa à Arthur, seu sobrinho e Duque de Devonshire. Entretanto, um sentimento vai surgindo entre os dois.


"Ele riu ao desmontar. Aproximou-se, segurou Elizabeth pela cintura, puxando-a. O movimento fez com que caísse nos braços dele. Irritada, viu os belos olhos cinza escurecerem e um sorriso sedutor se desenhar naqueles lábios.
O coração disparou ao vê-lo desviar a atenção aos seus lábios.
- Hora de reivindicar meu prêmio - ele disse com a voz rouca.
- Que prêmio? - gaguejou Elizabeth.
- Quem ganhasse (a corrida) escolheria o prêmio, conforme o combinado. O meu já foi escolhido... - apertou a cintura delgada com uma mão e com a outra segurou a nuca dela.
Elizabeth não teve tempo, nem força para reagir no instante em que os lábios foram tomados pelo beijo arrasador."



"Gritou ao ser agarrada de surpresa e encostada contra a parede do corredor. Antes de levantar a cabeça, já sabia quem a agarrara. Seu coração disparou, e as mãos tremeram. Ela encarou Arthur, e o sorriso congelou no rosto. Elizabeth viu o músculo flexionado mo maxilar poderoso.Os olhos dele escureceram, lembrando ferro fundido."


Mas nesse meio tempo começa a acontecer misteriosas mortes, e junto aos corpos é deixado um botão de rosa. E todas essas mulheres mortas têm ou tiveram uma ligação com Arthur, fato que o deixa como principal suspeito desses crimes.
Agora Elizabeth precisa pensar em sua apresentação à sociedade e ao possível envolvimento de Arthur em várias mortes e inclusive alguns ataques que ela sofreu nas mãos desse assassino.
Mas ela não consegue imaginar que o homem que ela ama possa fazer algo desse tipo.


"A mansão imensa, em silêncio, provocou-lhe calafrios. Logo que saiu ao corredor, arrependeu-se da sugestão. Porém, devido ao entusiasmo da irmã, não poderia voltar atrás.Tentou não pensar na escuridão, segurou a vela à frente e se forçou a caminhar à cozinha. A luz bruxuleante da vela refletia nos objetos, e sombras fantasmagóricas se formarem nas paredes.
Atenta ao menor ruído, Elizabeth ouviu apenas os próprios passos abafados pelo denso tapete que revestia o corredor. Ao descer as escadas, ouviu um barulho atrás dela. Virou-se de supetão e quase apagou a vela. Mas não encontrou ninguém. [...]
[...] Estancou ao sentir aquele perfume. Em sua mão, a bandeja e a vela tremeram. O perfume de rosas se tornou mais forte, um suor frio se formou em sua testa. [...]
[...] Ela ouviu passos cada vez mais próximos, o pânico ameaçou envolvê-la. O coração acelerou e, quando a sombra se formou na parede, um grito escapou e a bandeja caiu ao chão."



"[...]Elizabeth, ao contrário, continuava tensa. Por ironia, parecia que o destino havia sido selado naquela noite. Sabia que seria capaz de enfrentar o doido que a perseguia, porém não Arthur. Ele se tornara o único capaz de destruí-la de verdade,de tal forma que ela nunca mais seria a mesma[...]"


O livro é bem leve e rápido de ler. Os capítulos são pequenos e sem enrolação, o que deixa a leitura nada cansativa.
Nunca tinha lido um romance histórico nacional e não me arrependi. Cada vez mais me surpreendo com os escritos brasileiros que leio. Confesso que tenho um certo preconceito com a literatura nacional mas aos poucos estou superando... e adorando.
E não posso deixar de dizer sobre a capa, adorei o detalhe atrás com a rosa (veja AQUI).
O foco do livro fica dividido entre o romance de Elizabeth e Arthur e os crimes, ambos bem trabalhados.
O único ponto negativo do livro foi que achei previsível a identidade do assassino, no meio do livro já havia descoberto quem era.
Espero ansiosa para ler o segundo livro sobre Samantha. Essa vai dar trabalho... nas últimas páginas no livro Samantha já escolhe quem será seu futuro marido.
Haydee, vou ficar esperando o segundo volume!
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ka macedo 06/03/2013

O Perfume da Rosa
Esse livro me surpreendeu. A verdade é que eu não esperava muito dele, apesar de amar romances históricos de paixão. E me envergonho em dizer que isso aconteceu por que tenho um certo preconceito com autores nacionais. Calma, não por causa da estória de cada um, ou por não achar que as autores brasileiros não têm potencial, mas por que as editoras normalmente fazem um trabalho horrível de revisão. Ela se importam muito mais revisar os internacionais mil vezes, do que em deixar os brasileiros perfeitos. E, se tem uma coisa que eu odeio é ver erros de concordância e ortografia em um livro que já passou pela revisão da editora. Mas, felizmente, não encontrei um erro sequer na escrita desse livro.

Mas não foi apenas por isso que O Perfume da Rosa me surpreendeu. A autora soube criar, em poucas páginas, um romance ousado, um mistério intrigante e (recriar, no caso) os costumes do século XIX.

No começo do livro até que dá para perceber um pouco a inexperiência da autora, ela ainda parecia estar se acostumando, com medo de fazer algo errado, mas isso passa rápido. Em pouco tempo, ela já estava perfeitamente confortável em escrever (pelo o que percebi) e a leitura fluiu muito rapidamente dali em diante. E foi tão bom ver as referências históricas daquela época. Alguns autores esquecem que no passado também existiram ícones e ‘celebridades’, mas Haydee não, ela citou várias figuras conhecidas daquela época e me encantou com todo o conhecimento e pesquisa que precisou ter e fazer para deixar o livro tão real.

Eu gostei muito das personagens femininas dela. A Elizabeth parecia meio boba e covarde, mas ela não tinha nada de um, nem de outro. Ela ia atrás das coisas que queria, apesar de querer continuar mantendo seu status, ela não agiu como idiota em nenhum dos atentados contra ela e não deixou de viver por medo de ser morta. A irmã dela, Samantha, também não deixou a desejar. Ela era toda animada, meiga e completamente decidida. A mais nova das Stanford sabe o que quer e tenho certeza que no próximo livro é isso que veremos; ela lutando por o que quer. Ah, e nem preciso falar sobre o Arthur né? Eu adoro mocinhos cafajestes, charmosos e corajosos. Ele fez de quase tudo pela Elizabeth, um fofo total.

Mas uma coisa que eu gostei muito de ver na estória foi que a protagonista não precisou do homem para se proteger, claro, ele cuidou dela sempre que precisou, mas foi ela que tomou a iniciativa de investigar tudo e foi ela também quem soube por onde começar. Gostei muito de ver uma personagem feminina, nessa época, ser tão independente do homem. É algo que raramente vejo em romances históricos.

E não dá para falar desse livro sem falar do suspense que ele contém. Confesso que eu já tinha uma idéia de quem fosse o assassino das rosas, mas era muito difícil entender os motivos e ligar os pontos. Eu adorei como a Haydee nos deixou em duvidas quanto ao assassino e aos motivos dele. A única coisa que eu queria é que ela tivesse dado uma pequena pista dos motivos antes. Mas, ainda assim, não posso reclamar.

Haydee conseguiu me arrebatar com suas 250 páginas e me deixou querendo mais dessa Londres Vitoriana, das irmãs Stanford, de Arthur e de sua escrita leve e deliciosa.


http://blogminha-bagunca.blogspot.com.br/2011/11/resenha-o-perfume-da-rosa.html
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