Dezessete Luas

Margaret Stohl...



Resenhas - Dezessete Luas


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Kath 04/10/2014

Enredo: Após a morte de Macon, Lena entra em profunda depressão e começa a afastar Ethan de si. Decidido a não entregar os pontos, o garoto insiste em ficar ao lado da namorada mesmo ela lhe dando um gelo e agindo de modo estranho. As coisas com Lena começam a ficar mais estranhas quando Ethan descobre que a namorada ainda não foi invocada e que o evento acontecerá na décima sétima lua, com medo de machucá-lo, Lena começa a passar por oscilações entre as trevas e a luz e acaba se envolvendo com Ridley e seu novo "amigo" John. Ethan fica furioso e quase a deixa sozinha completamente, mas o amor que sente por Lena fala mais alto, como fazer com que a garota veja que independente da maldição seus corações são capazes de vencer qualquer coisa? Invoque a si mesma, escolha a si mesma e escreva seu destino.

O que eu achei: Me perdoem a comparação a quem não gosta, mas eu gosto e me sinto no direito de fazê-lo, esse livro é Lua Nova dos conjuradores! ¬¬' eu passei as 300 primeiras páginas querendo torcer o pescoço de Lena eu mesma, mas assim como Dezesseis luas é basicamente impossível parar de ler, você vai mergulhando na história a um ponto que acaba se tornando parte dela! Eu dei três estrelas no Skoob por ser um livro meio maçante em certo ponto, essa coisa de Lena "Não quero te machucar" ficou muito Edward. Mas valeu a pena ler!

site: http://myrefuge-katharynny.blogspot.com.br/2014/10/dezessete-luas-serie-beautiful.html
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anasazi 03/09/2014

Fosse um pouco mais longo e já o teria largado.
Era uma idéia interessante misturar a Guerra Civil, bruxas, ou melhor, "conjuradores" e adolescentes.
O fanatismo religioso, o bullying a "obsessão" com o primeiro romance são temas interessantes que ficariam legais com o misticismo e "lendas urbanas" de cidadezinhas do interior.
Mas a arrogância e o "complexo de Tolkien" levam os autores a criarem um "universo mágico", uma saga imensa que só serve pra tornar tudo muito confuso.
Só bruxos/conjuradores não eram suficientes. Então somam-se vampiros, incubus, succubus, espectros, fantasmas, espíritos, ancestrais etc.
Tudo totalmente desvirtuado dos conceitos pré-existentes na literatura para que pudesse se acomodar a história.
Acrescentam-se mais um casal adolescente, sem qq contexto, para criar os manjadíssimos triângulos amorosos e os faz desaparecer ainda mais magicamente.
E a história em si que não faz nenhum sentido. Não houve uma só regra que os autores tenham criado e não tenham corrompido. "Conjuradores não podem fazer tal coisa"... e duas páginas depois...mas fulano pode porque ... E isso se repete várias e várias vezes.
Até um livro de fantasia precisa de limites. Infelizmente esse não respeito nenhum.
Achei tão ruim que perdi a vontade de ler os outros dois: Dezoito Luas e Dezenove Luas.
A vida é muito curta pra se ler livros ruins.


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Ana Paula 24/07/2014

Dezessete Luas - Resenha por Ani Lima
Em Dezessete Luas, Lena está tentando lidar com a dor do luto. No seu aniversario de dezesseis anos, ela teve uma luta conjuradora com sua mamãe não tão querida que acabou resultando na morte de Ethan. Ela ainda tinha uma possibilidade de trazê-lo de volta utilizando o Livro das Luas e assim o fez, mas nem tudo vem fácil, para ela ter Ethan de volta, teve que perder algo que amava, no caso seu tio Macon.
Vou dizer que essa leitura foi bem difícil para mim, não pelo livro, mas por sentir a dor do personagem. No segundo livro Ethan vira realmente o principal e por mais que tudo gire na sua busca em salvar Lena, ele se sobressai muito bem. Lena o ignora, o evita o tempo todo, não frequenta mais a escola, nem utiliza o “kelt” para se comunicar com Ethan. Ela estava triste, sombria e estranha. Wate não sabe o que ele fez e o porquê Duchannes está o tratando tão mal. Gente, como eu sofri lendo, engoli a seco muitas vezes, odeio ser ignorada e era isso que acontecia com ele a todo momento. Lena volta a falar com sua prima Ridley e com um híbrido, chamado John. Ninguém o conhece, nem sabe o que ele é realmente, ela está confusa e se sentindo um monstro por ter “matado” seu tio, acaba sendo convencida de que seu lugar é as Trevas e que precisa ir para a Grande Barreira, um lugar que todos os Conjuradores acreditam ser livre do bem e do mal. Enquanto Lena ignora Ethan, ele passa o tempo em seu trabalho de férias na Biblioteca junto de Marian e Olivia, uma garota nova de intercambio, que descobrimos depois, ser uma Guardiã em treinamento. Ethan continua sentindo a presença de Lena nos lugares e sente que ela precisa ser salva. Ao longo do livro, ele continua tendo as visões só que dessa vez envolvendo sua mãe e Macon, e com essas visões ele descobre ser um Obstinado – alguém que conhece o caminho – mas precisa descobrir de quem ele é o Obstinado, de Macon ou de Lena.

Na luz há trevas, e nas trevas há luz.

Outro personagem que aparece muito é Link e pelo que pude perceber com o final do livro é que o personagem só tem a crescer na história. Link se junta a Ethan e Liv no mundo dos Conjuradores para salvar Lena e Ridley de Serafine, e torna a história leve e engraçada.
Nesse livro eu senti o que disse que não acontecia no primeiro, houve muita enrolação. O livro é ótimo, mas tinha alguns detalhes que não precisava estar ali. Ethan passa 95% do livro em duvidas do que tem que fazer se deve deixar Lena ou não, se vai ou se fica, mesmo todo mundo sabendo que ele não deixaria Lena por nada. Lena também irritou bastante com as mesmas perguntas. Outro ponto fraco é que pelo menos o meu livro, está com letras apagadas, paginas tortas, não chega a dificultar a leitura mas é meio decepcionante.

Tem alguma coisa em ficar sozinho no escuro que faz a gente se lembrar o quanto o mundo é grande e o quanto estamos distantes uns dos outros. As estrelas parecem estar tão perto que daria para esticar o braço e tocá-las. Mas não dá. Às vezes as coisas parecem bem mais próximas do que realmente estão.

Dezessete Luas teve mais ação que o primeiro, não há reclamação sobre a história em si, eu adoro livros que contem Conjuradores, Magia e Poder, gosto de sair da minha realidade. Em geral é um ótimo livro e eu aconselho quem começou a ler a série continuar e quem não começou começar urgente.

site: http://entrechocolatesemusicas.blogspot.com.br/
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Laura_Bianca 30/06/2014

Depois de tudo o que passaram, Lena começa a se afastar de Ethan depois de uma perda, e ele não consegue entender o motivo disso. E após o fim das aulas ele começa a ajudar na biblioteca e lá conhece a britânica Olívia, que também estava ajudando Marian. Depois de tanto ser ignorado por Lena ele começa a sentir uma maior afeição por Olívia, a quem começa a chamar de Liv.

Mas muitas descobertas são feitas, e junto com Liv e seu sempre companheiro Link, partem em uma missão para salvar Lena de sua mãe Sarafine e todos conjuradores das trevas e incubus.

O final do livro me prendeu bastante, uma parte bem mais emocionante, porque os primeiros 2/3 foram muito cansativos, e uma leitura meio arrastada, tanto é que demorei quase 4 meses pra ler, e apesar de achado esse melhor que o primeiro (que dei 5 estrelas, e até estou meio arrependida disso), dei 4 pra esse.

Como no primeiro, tem o romance entre a Lena e o Ethan, mas nesse eles ficam afastados durante a maior parte do livro, então sobra espaço pra confusão de Ethan em relação a Liv, mas que quase não é falada, e até gostei disso, porque ele gosta mesmo é de Lena, e dá perceber isso ainda mais nesse livro.

Em Dezessete Luas muita coisa acontece nos últimos capítulos, o que parece que irá deixar Dezoito Luas melhor que os dois primeiros, então pretendo continuar a série logo, apesar da pequena decepção com o começo.
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Matheus 08/04/2014

DEZESSETE LUAS – BEAUTIFUL CREATURES, VOL. 2
Um tanto estranho...
Não li o primeiro livro, e sim o primeiro filme, mas entendi o bastante:
Ethan parece mais ligado ao lado negro de Gatlin, agora todas essas coisas de Bruxas, sacerdotisa vampiros e guardiões estão a sua vista e ativas em sua vida.
Lena se mantem distante e com comportamento duvidoso, longe de Ethan ela é acolhida pela prima das trevas, onde o lado oculto da luz parece cada vez mais acolhedor.
Mas de alguma forma os dois não parecem dispostos a se entregar as circunstâncias que o separam e o amor parece vencer, sempre!
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carol cervantes 04/04/2014

Meu tipo de Romance
Dezessete Luas é um bom livro, porém o início ficou bem chatinho, mas ao longo da história vai ficando bem legal. Dezessete Luas não faz meu estilo de romance, mas é uma história bem envolvente e que prende o leitor da metade para o final. Conselho para quem que ler no começo tenha paciência e não sofra o final é bem interessante.
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Allison 01/04/2014

Dezessete tons de Escuridão
Em Dezessete Luas (Beautiful Darkness) Lena Duchannes, nossa querida Garota Conjuradora, passa por tristes momentos de depressão após a morte de seu tio Macon Ravenwood.
Dois meses se passaram desde o enterro e ela tem se afastado de Ethan e se tornado uma pessoa muito diferente com a mesma velocidade que o fim do ano letivo na Jackson High se aproxima.

Lena raramente se comunica por Kelt com Ethan, não frequenta a escola e continua sendo a garota estranha de Gatlin. Só que agora ela é a garota-estranha-cujo-tio-Macon-Ravenwood-morreu. E Ethan também sofre. Por Lena e por tudo que ela está passando (apesar de ele não entender o que ele tem a ver com a morte de Macon, já que não lembra de nada da noite da Invocação da Décima-Sexta Lua).

Com Lena de desenrolando em luto, Ethan só tem à Marian, a bibliotecária e melhor amiga de sua falecida mãe – que é com quem ele arranja um emprego nas férias. E é através de Marian que ele conhece Olivia "Liv" Durand, uma estagiária de verão e nova companheira de trabalho de Ethan. Liv é uma garota bonita e atraente e inteligente e Ethan se surpreende ao ver-se "interessado" por ela.

site: http://allison7potter.blogspot.com.br/2013/03/resenha-beautiful-darkness-caster.html
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Victoria Regina 20/01/2014

Após a morte de seu tio, Lena, passou a agir de forma diferente. Mudando consideravelmente seus hábitos e se afastando de sua família e até mesmo de Ethan. Em seu aniversario de 16 anos, Lena de algum modo conseguiu não ser Invocado, este foi apenas um dos acontecimentos daquela noite. Agora ela vivi sobre a sombra do que aconteceu naquela noite, coisas que nem mesmo Ethan sabe. Uma lua foi Invocada antes do tempo e cabe a ele e seus amigos acharem Lena e a ajudarem a escolher entre Trevas ou Luz, uma escolhe que decidira o destino de toda a sua família.

Depois de ler o primeiro livro, confesso que tinha uma grande expectativa com o segundo e talvez seja por isso que me decepcionei tanto ao lé-lo. No inicio foi cansativo, mais de um modo mais cansativo que o primeiro, pois Dezesseis Luas consegui ler em 5 dias e ainda demorei, enquanto este eu demorei duas semanas e só fui até o final pois após a metade do livro as coisas começam a ser explicadas, o que deu uma levantada na história. Talvez apenas o primeiro bastasse porém muita coisa só passou a ser explicada no segundo. O Ethan e a Lena para mim, principalmente ela, já estava me irritando, ela foi joguete assim como no primeiro livro e tomo todas as atitudes erradas e que levaram ela a fazer muita besteira em coisas simples...

site: http://ventodemudancas.blogspot.com.br/2013/12/dezessete-luas-vol-2-kami-garcia-e.html
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Laura 30/11/2013

Lena e John?
Não seria Ethan?
No segundo volume do livro, acontece o inesperado: Lena começa a se afastar de Ethan, e ainda por cima, cair nos braços de outro cara. O misterioso John Breed.
O livro é chato no ínicio, diferente do primeiro volume, mas depois a leitura fica boa.

SPOILERS:
Ridley perde seus poderes.
No fim do livro Link descobre que foi mordido pelo John Breed e está virando alguma espécie de Incubus e não-sei-o-quê, porque na verdade não sabem de que espécie é o John de verdade.
Abraham, o vô de Macon que lançou um feitiço em Ravenwood para ele não ser queimado pelos soldados na Guerra Civil, está vivo e ajudando Sarafine.
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juliablack 30/11/2013

é o tipo de livro que faz a gente sofrer junto com o personagem.
tudo esta de cabeça pra baixo.lena não parece mais a mesma e cada dia parece se entregar mais as trevas.o dourado lutando com o verde..
guarda segredos de ethan e agora ele tem que lidar com toda a sua escuridão e descobrir até que ponto esta disposto a ir por seu amor.
é muito complicado e confuso no sentido que a gente se pergunta como lena pode ser tão pessimista,sempre tão fraca em comparação a ethan.
sempre é ele que faz o sacrificio maior,sempre é ele que nao desiste e tenta desesperadamente enxergar uma saida..
recomendo o livro mas se prepare para se sentir angustiada a medida que a historia evolui,na torcida de que as coisas possam ser como eram antes e sem duvida apesar do sentimento de certa incompreenção pelas escolhas de lena na total torcida por esse casal.

agora que venha dezoito luas..
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João 24/11/2013

Meio maçante, mas o fim compensa
Antes de falar sobre o livro quero fazer uma pequena comparação com seu antecessor, Dezesseis Luas. O primeiro é mais surpreendente do que esse apesar desse ser bom também. Os personagens no primeiro eram mais legais do que nesse. Mas vamos ao livro em si.

Em Dezessete Luas, vemos uma Lena apática, totalmente dividida entre o bem e o mal. Como se não bastasse esses conflitos pessoas, ela ainda fica se culpando pela morte de seu tio Macon.

E logo no inicio do livro, ela já está muito diferente do que era em Dezesseis Luas.

Ela começa a frequentar festas de Conjuradores da Sombras, e começa a ser um pouco influenciada por Ridley, só que diferente de Ridley (que é a melhor personagem ever da saga), Lena ficou muito irritante.

Como se isso não bastasse, Ethan está preocupado com a namorada, e acabou ficando uma coisa muito melosa.

E no meio do livro, pra f*der com tudo, Lena e sua família se mudam, deixando Ethan com o coração partido e mais burro do que nunca.

Com o tempo, Ethan começa a trabalhar na biblioteca de Gatlin, e entra uma personagem fundamental e animadora a história, Liv. Liv é uma garota super decidida e acaba tendo uma participação ótima a história.

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ALERTA DE SPOILERS

Duas coisas me irritaram profundadamente na trama : a narrativa e o romance Macon-Mãe de Ethan.

A narrativa do livro é em 1ª pessoa, pelo ponto de vista de Ethan. Para o ponto de vista de um homem, a narrativa ficou...feminina demais? Acho que se fosse pelo ponto de vista da Lena ou da Ridley seria mais legal

Esse romancinho entre a mãe de Ethan e Macon? QUE COISA HORRÍVEL! Parece muito aquele "romance" entre Snape e Lily em HP. Sério, que coisa horrível. O livro teria sido bem menos irritante sem isso.

Outra coisa chata do livro foram os protagonistas. Lena virou uma vadia e Ethan um babaca!

Mas o livro também teve pontos positivos. Por exemplo, Ridley simplesmente brilhou! Ela teve aquelas postura de bad girl, e fiquei chateado com uma coisa que aconteceu no fim da história com ela. Link também teve uma postura bem melhor do que teve no primeiro livro e eu super shippo Link e Ridley
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jeamendes 21/11/2013

Digno.
Quando começamos um série, temos plena consciência de que o rumo que a história pode tomar provavelmente não vão nos agradar sempre, e é isso que aconteceu comigo em vários momentos de Dezessete Luas.

Em geral, a história continua fascinante. Mas só comecei a me interessar de verdade pela leitura a partir do meio, mais ou menos. Do começo a metade, só o que falava era em como Lena estava chata, dramática, culpada e depressiva pela morte do tio, e mostrava o quanto Ethan lutava para que as coisas voltassem a ser como eram antes. Mas tudo tinham mudado. Lena não era mais a mesma. Ela passou a andar com Ridley e mal olhava para o Ethan, e pra piorar tudo, ainda tem um garoto novo na história.. e uma garota. Não posso falar muita coisa sobre os novos personagens porque isso entregaria um pouco o rumo da história, mas posso dizer que eles vão mexer com o romance da de Ethan e Lena, e os dois também tiveram uma participação mais do significativa para o andamento da história.

Agora falando da parte do livro que me agradou... do meio até o fim, mais ou menos, a história começou a andar e as coisas começaram a acontecer de verdade. O mundo dos conjuradores foi muito mais explorado nesse livro, e fico cada vez mais interessada nele. Tudo aconteceu em um ritmo frenético, e quando acabava um momento tenso outro já vinha em seguida. Fiquei com o coração na mão o tempo todo, mas gosto disso. Histórias com bastante aventura me atraem.

Os personagens do primeiro livro voltaram a aparecer e agora com muito mais força. Amma apareceu muitas vezes e ajudou Ethan em momentos cruciais, e nem sei como descrever o que Link foi nesse livro. Corajoso, amigo, irmão, medroso as vezes, esperto e, claro, engraçado e irônico. Ele é, sem dúvida, meu personagem favorito. Só espero que as autoras não resolvam matar ele até o final da saga.

Muita coisa MESMO acontece no livro quando a história parou de ser voltada apenas a depressão de Lena, muitas descobertas foram feitas e coisas que nem imaginávamos que poderiam ser possíveis aconteceram, incluindo algo relacionado a Ridley. Fiquem curiosos.

Eu daria com certeza cinco estrelas se o ritmo do livro fosse o mesmo que foi do meio até o fim, porque ai sim eu fiquei vidrada e não parei até terminar. Mas, infelizmente, existe aquela famosa maldição do segundo livro. Olhando pelo lado bom, a maldição só pegou em uma parte do livro. Viva!

Se recomendo? Claro! Dezessete Luas é, apesar de tudo, uma continuação digna ao incrível mundo criado em Dezesseis Luas.
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