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Casa de pensão

Aluísio Azevedo
Resenhas
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Jak 02/05/2014

Casa de Vigaristas
Aluísio Azevedo nos mostra o que talvez seja sua visão do mundo: um lugar onde encontrar uma pessoa honesta é mais difícil de que encontrar uma agulha no palheiro. Cada personagem é demostrado em suas fraquezas morais, não elegendo um como herói ou vilão, mas como seres humanos. A única que merece o posto de vitima e heroína é D. Ângela a verdadeira sofredora desta história.
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Danilo 18/04/2014

Casa de Pensão
Amâncio de Vasconcelos é um jovem maranhense que veio para o Rio de Janeiro com o objetivo de fazer um curso de Medicina. No início estava se hospedando na casa de um conhecido de sua família, esse conhecido era Luís Campos que vivia com a sua mulher Dona Maria Hortência e sua cunhada Dona Cadotinha. Amâncio encontrara-se com um amigo Paiva Rocha, e passa a viver uma vida desvairada e boêmia. Apos o encontro com esse amigo começou a chegar altas horas da noite, a faltar às aulas, a se embriagar constantemente.
O jovem estudante começou a despertar certo interesse no coração de Hortência, levado por esses motivos, resolve se mudar para a pensão de João Coqueiro. Acaba se envolvendo com Amélia irmã de João Coqueiro, chateado no ambiente asfixiante e corrupto da pensão de João Coqueiro, resolve viajar para São Luís para rever a mãe que estava viúva. João Coqueiro suspeitou da viagem e fez com que a polícia fosse prender Amâncio sob acusação de defloramento, da qual o estudante é absolvido, em rumoroso julgamento.
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MVGiga 09/04/2014

Ganância e ambição, lado a lado.
Descrevendo as atitudes da sociedade carioca do final do século XX, esse clássico da literatura nacional tem como objetivo criticar e apontar os impactos da ganância e a ambição, através de personagens de diferentes posições sociais e econômicas. Os filósofos já explicavam que o homem insatisfeito é aquele que tem a capacidade de provocar mudanças ao seu redor. Porém quando essa insatisfação é canalizada de forma equivocada, acaba sendo nociva para o próprio individuo e, conseqüentemente, aos seus semelhantes. O que não falta são exemplos disso nesse fascinante romance de 1886 de Aluisio Azevedo, que alias é meu autor clássico brasileiro favorito. Com narrativa crua e objetiva, conhecemos um estudante maranhense que planeja construir uma carreira política e social na cidade carioca, entretanto este estudante maranhense também deseja aventura amorosa que pode destruir sua vida. Ao final da leitura, podemos chegar à conclusão de que ambição faz parte das qualidades do homem, já a ganância pertence aos seus defeitos.
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Lo Han 20/01/2014

Enredo não decola
Li esse livro logo após ter lido O Cortiço, e ainda tomado por admiração e respeito pela genialidade do A. Azevedo em sua obra mais aclamada me decepcionei logo nas primeiras páginas do Casa de Pensão.
O livro mostra o jogo de interesses contrastantes - de uma lado há um jovem maranhense rico que se muda para o Rio de Janeiro para cursar Medicina na Corte, mas anseia por aventuras voluptuosas engenhosamente articuladas em sua mente, e do outro figuram vários personagens que aproveitam da ingenuidade do provinciano para extorqui-lo das exacerbadas provisões.
Durante a narrativa, o autor detêm de vários momentos interessantes que poderia engrenar a história para desfechos mais impactantes, mas muitas vezes a história é interrompida por descrição de fatos e sentimentos paralelos a intriga principal, tornando a leitura mais superficial, não prendendo o leitor.
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