Casa de pensão

Aluísio Azevedo



Resenhas - Casa de pensão


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Duda 22/08/2014

Sonhos românticos
Amâncio é um jovem maranhase que sempre sonhou em morar na Corte. Depois de conseguir mudar seus estudos para lá ele percebe que é nessa hora que a sua vida vai começar. Cheio de sonhos e ilusões, ele quer uma vida de liberdades e amores, como nos romances que ele costuma ler. Passa a morar em uma casa de pensão e sua relação com todos os indivíduos do local é tratada diretamente no livro. Repleto de amores e desejos, Amâncio seduz todas as mulheres que encontra, mas sem se apaixonar de verdade por nenhuma delas, até que se envolve com Amélia, irmã de seu amigo João Coqueiro, e apartir daí sua liberdade fica por um fio.
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Ana Luiza 31/07/2014

Jeitinho brasileiro
Amâncio é um jovem maranhense de família muito rica que deixa a terra natal para estudar medicina no Rio de Janeiro imperial. Entretanto, o provinciano mimado pela mãe e acostumado com vida abastada, apenas se interessa verdadeiramente pela vida social – e claro, pelas mulheres – da Corte. Depois de tanto tempo ouvindo histórias sobre as maravilhas do Rio, tudo que Amâncio quer é viver aventuras, aproveitar a noite e a juventude e encontrar mulheres belas e sedutoras como as heroínas de seus livros favoritos.

Entretanto, uma as primeiras pessoas que Amâncio encontra no Rio é Campos, um comerciante rico amigo da família que oferece sua casa para o garoto. Assim, Amâncio deixa o hotel onde estava hospedado e vai viver com a família de Campos. Apesar de ser muito bem recebido pelo comerciante, a mulher dele, Hortênsia, demonstra certo receio com a presença do estudante, o que acaba deixando-o atraído por ela.

Certo dia, Amâncio encontra um colega do Maranhão, Paiva Rocha, e vai almoçar com o mesmo. No caminho, eles encontram outros dois amigos de Rocha que se juntam a eles. No almoço, regado a muito vinho e comida cara, Amâncio expressa o quanto está descontente em morar com Campos, o que restringe muito a sua liberdade. João Coqueiro, um dos amigos de Paiva, percebendo diante de si a oportunidade única de enganar um jovem rico, convida Amâncio para visitar a sua casa, uma das mais famosas e respeitadas Casa de Pensão do Rio de Janeiro. Com muito pouco trabalho, Coqueiro consegue persuadir o jovem a morar ali, onde, com ajuda da mulher, ele fará de tudo para casar Amâncio com sua irmã, Amélia, que não é inocente quanto ao plano de seu irmão.

Entretanto, Coqueiro e Amélia não contavam com Hortênsia e Lúcia. A primeira mantém Amâncio apaixonado com seu comportamento inconstante, que jamais deixa claro se ela corresponde ou não os sentimentos do jovem. Já a segunda é uma moradora da Pensão, que logo percebe em Amâncio um modo de livrar-se da vida pobre que leva ao lado do marido preguiçoso. Com três mulheres completamente diferentes ocupando seus pensamentos e sonhos, Amâncio acaba tornando mais fácil sua entrada para um mundo de sedução, mentiras e falsas aparências, onde todos são movidos apenas por interesses fúteis e ambições egoístas. Mas será que mesmo cercado por tantas pessoas de índole duvidosa Amâncio continuará sendo um inocente estudante ou ele mesmo aprenderá também a adentrar em caminhos perversos?

“Casa de pensão” é um clássico da literatura brasileira e que, honestamente, só li por causa do vestibular. Entretanto, acabei gostando da obra muito mais do que jamais imaginaria. Apesar do início lento, “Casa de pensão” não demorou a me conquistar graças a sua trama simples, mas muito bem amarrada e desenvolvida, e da sua narrativa em terceira pessoa fácil e fluída. Apesar de extremamente detalhista, o que em alguns momentos incomoda – como quando, por exemplo, o autor narra a vida inteira de um personagem secundário - a escrita de Aluísio Azevedo não é complicada como a de outros escritores da época, na verdade, é muito parecida com a escrita de autores contemporâneos.

Os personagens de “Casa de pensão” são todos bem construídos, com personalidade e história própria, além de papel na trama. Mas o que mais gostei é que são bem reais, todos passíveis de corrupção e muito influenciados pelo meio. A malandragem, malícia e esperteza de todos eles os tornam representações perfeitas do conhecido “jeitinho brasileiro”. No início, não gostei muito de Amâncio, afinal ele é o típico filhinho da mamãe que só quer saber de curtir a vida. Entretanto, conforme os outros personagens começam a abusar da ingenuidade do garoto acabei simpatizando com ele, sentimento que ia e vinha durante o livro. Com os outros personagens foi a mesma coisa, é impossível gostar ou odiar completamente cada um deles e terminei o livro bastante dividida.

“Casa de pensão” foi uma boa surpresa, uma viagem ao Brasil do Século XIX e uma crítica ao modo de vida da época, o que não deixa de tornar a obra bem atual. Com personagens de ações e índoles questionáveis vivendo em uma sociedade de aparências e de interesses, o autor obriga o leitor a encarar certas verdades sobre o caráter humano, ou a falta dele. Aluísio nos faz refletir o quanto somos influenciados pelo meio em que vivemos e como o desejo por algo pode nos levar a finais trágicos.

A leitura de “Casa de pensão” me recordou bastante das obras de Jane Austen, que com uma história envolvente e aparentemente boba é capaz de criticar a fundo aspectos perversos da nossa sociedade, apesar de que Aluísio é muito mais explícito e quase que cruel em seus julgamentos. Recomendo o livro a todos, afinal é um clássico da nossa literatura e merece ser mais do que “um livro que a escola me obrigou a ler”.

Quanto a edição do livro, tenho apenas duas reclamações. A diagramação estava boa, assim como o tamanho e tipo da fonte, apesar de que as páginas brancas sempre tornam a leitura cansativa. Gosto dessa capa, que representa todo o ar sedutor do Amâncio, mas não entendo porque a barba e as sobrancelhas do homem são verdes.

site: http://mademoisellelovebooks.blogspot.com.br/2014/07/resenha-casa-de-pensao-aluisio-azevedo.html
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Jak 02/05/2014

Casa de Vigaristas
Aluísio Azevedo nos mostra o que talvez seja sua visão do mundo: um lugar onde encontrar uma pessoa honesta é mais difícil de que encontrar uma agulha no palheiro. Cada personagem é demostrado em suas fraquezas morais, não elegendo um como herói ou vilão, mas como seres humanos. A única que merece o posto de vitima e heroína é D. Ângela a verdadeira sofredora desta história.
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Danilo 18/04/2014

Casa de Pensão
Amâncio de Vasconcelos é um jovem maranhense que veio para o Rio de Janeiro com o objetivo de fazer um curso de Medicina. No início estava se hospedando na casa de um conhecido de sua família, esse conhecido era Luís Campos que vivia com a sua mulher Dona Maria Hortência e sua cunhada Dona Cadotinha. Amâncio encontrara-se com um amigo Paiva Rocha, e passa a viver uma vida desvairada e boêmia. Apos o encontro com esse amigo começou a chegar altas horas da noite, a faltar às aulas, a se embriagar constantemente.
O jovem estudante começou a despertar certo interesse no coração de Hortência, levado por esses motivos, resolve se mudar para a pensão de João Coqueiro. Acaba se envolvendo com Amélia irmã de João Coqueiro, chateado no ambiente asfixiante e corrupto da pensão de João Coqueiro, resolve viajar para São Luís para rever a mãe que estava viúva. João Coqueiro suspeitou da viagem e fez com que a polícia fosse prender Amâncio sob acusação de defloramento, da qual o estudante é absolvido, em rumoroso julgamento.
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MVGiga 09/04/2014

Ganância e ambição, lado a lado.
Descrevendo as atitudes da sociedade carioca do final do século XX, esse clássico da literatura nacional tem como objetivo criticar e apontar os impactos da ganância e a ambição, através de personagens de diferentes posições sociais e econômicas. Os filósofos já explicavam que o homem insatisfeito é aquele que tem a capacidade de provocar mudanças ao seu redor. Porém quando essa insatisfação é canalizada de forma equivocada, acaba sendo nociva para o próprio individuo e, conseqüentemente, aos seus semelhantes. O que não falta são exemplos disso nesse fascinante romance de 1886 de Aluisio Azevedo, que alias é meu autor clássico brasileiro favorito. Com narrativa crua e objetiva, conhecemos um estudante maranhense que planeja construir uma carreira política e social na cidade carioca, entretanto este estudante maranhense também deseja aventura amorosa que pode destruir sua vida. Ao final da leitura, podemos chegar à conclusão de que ambição faz parte das qualidades do homem, já a ganância pertence aos seus defeitos.
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Lo Han 20/01/2014

Enredo não decola
Li esse livro logo após ter lido O Cortiço, e ainda tomado por admiração e respeito pela genialidade do A. Azevedo em sua obra mais aclamada me decepcionei logo nas primeiras páginas do Casa de Pensão.
O livro mostra o jogo de interesses contrastantes - de uma lado há um jovem maranhense rico que se muda para o Rio de Janeiro para cursar Medicina na Corte, mas anseia por aventuras voluptuosas engenhosamente articuladas em sua mente, e do outro figuram vários personagens que aproveitam da ingenuidade do provinciano para extorqui-lo das exacerbadas provisões.
Durante a narrativa, o autor detêm de vários momentos interessantes que poderia engrenar a história para desfechos mais impactantes, mas muitas vezes a história é interrompida por descrição de fatos e sentimentos paralelos a intriga principal, tornando a leitura mais superficial, não prendendo o leitor.
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Waldir 16/11/2013

o livro é interessante,existe muita tensao o tempo todo,voçe sabe já de ante mao que vai acontecer algo com o protagonista.isso é muito bom ,prende voçe a leitura .super recomendo.
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Luis 17/03/2013

O Romantismo esfacelado.
Infelizmente demorei muitos anos para retornar à obra de Aluísio Azevedo. Lá se foram quase duas décadas desde que , pressionado pela obrigações do vestibular, encarei as páginas de “O Cortiço” e , pouco tempo depois, de “O Mulato”, obras seminais do Naturalismo brasileiro.
“Casa de Pensão”, em uma edição escolar comprada a preço de banana nas tradicionais barraquinhas de rua que se revezam entre os bairros cariocas, talvez seja o mais emblemático da trilogia criada pelo autor maranhense. Inspirado em um caso real, o livro conta a história do jovem Amâncio, filho único, rico, nascido no Maranhão (como o autor) e que viaja para a Corte em busca do sonho dourado de glória e sucesso. Amâncio idealiza o Rio de Janeiro como a cidade paradisíaca em que o aroma doce das ruas era a própria personificação do imaginário romântico que permeava o século XIX e era combustível dos autores franceses que foram a base da formação intelectual do rapaz.
Ao chegar na capital, no entanto, Amâncio descobre um Rio diferente, inundado de vícios e da visão pragmática e materialista típica do capitalismo. Hospeda-se primeiramente na casa de Campos, próspero comerciante, amigo de seu tio e que tem uma encantadora esposa, Hortênsia, que, discretamente, inicia um flerte com o jovem.
Através de um grupo de amigos, Amâncio conhece Coqueiro, quase de sua idade, porém já casado com uma velha madame francesa que mantêm uma casa de pensão. Coqueiro o instiga a sair da casa de Campos, onde não tem liberdade, e se mudar para a tal casa de pensão, onde o jovem conhece Amélia, a irmã de Coqueiro, que, pouco a pouco se envolve com o maranhense, como parte de um plano traçado pelo irmão e pela cunhada para se aproveitar das posses de Amâncio.
A trama fica ainda mais rocambolesca quando o jovem também se envolve com Lúcia, esposa de um hóspede da pensão, colocando sob risco os planos de Coqueiro.
Com essa estrutura básica, Aluísio Azevedo suspende o pano para desenvolver algumas das teses mais caras ao Naturalismo, como a submissão do comportamento ao ambiente e às condições pré determinadas pela hereditariedade. O autor também subverte o conceito do Romantismo, ao condicionar as relações afetivas da obra aos interesses materiais e puramente sexuais, pois Amâncio é explorado tanto por Amélia quanto por Lúcia, além de nutrir um desejo meramente carnal por Hortênsia.
Em sua parte final, “Casa de Pensão” escancara ainda mais essa condição subversiva, ao pintar com tintas de drama sensacionalista, tanto o processo que Coqueiro move contra Amâncio, acusando-o falsamente de abusar de sua irmã, quanto o assassinato do jovem maranhense, após a sua absolvição. Coqueiro, que ao perder o processo, passa a servir de escárnio a todos, não suportando mais a vergonha e a pressão da família que o acusa de matar a galinha dos ovos de ouro, resolve “lavar a sua honra”. Mata Amâncio em uma suíte do Hotel Paris, onde o jovem passara a noite com uma prostituta comemorando a absolvição.
Amâncio vira mártir , com sua imagem se transformando em souvenir no comércio carioca, a ponto de sua mãe, que desembarcara no Rio sem saber de nada, se assustar perante uma pintura retratando o seu corpo no necrotério.
“Casa de Pensão” nos mostra que o sonho romântico se esfacela nas engrenagens do materialismo. Não existe almoço grátis.
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Gléh Alves' 21/02/2013

Casa de Pensão.
Amâncio da Silva Bastos e
Vasconcelos é um rapaz rico da
província do Maranhão que parte
para a corte do Rio de Janeiro para
estudar e se encaminhar na vida, mas
seus planos de estudos são sublimados pela vontade de ter uma
vida livre bem diferente da vida
escravizada que tinha sob as
imposições do pai que sempre fora
distante para com ele. No início, Amâncio mora na casa do
Sr. Campos, amigo de seu pai, mas
logo recebe um convite de João
Coqueiro para morar em sua pensão.
João Coqueiro e sua esposa, Mme.
Brizard estavam de olho no dinheiro de Amâncio e, por isso, o tratavam
com toda deferência e planejavam
casá-lo com Amélia, irmão de
Coqueiro. Na pensão havia muitos hospedes e a
promiscuidade era generalizada,
apesar da falsa moralidade imposta
pelos proprietários. Naquele
ambiente, Amélia se torna amante de
Amâncio e quando este anuncia que precisa ir para casa, pois seu pai
morrera e ele precisa ajudar a mãe, é
ameaçado por Coqueiro que exige
que antes ele se case com Amélia. Amâncio planeja uma fuga, mas é
preso por um oficial de justiça e o
julgamento começa. O processo todo
é recheado de mentiras e falsidades
engendradas por Coqueiro, mas ao
final, Amâncio é absolvido.
BozoDel 27/04/2013minha estante
SPOILER




Rogerio Ap. 06/01/2013

Um jovem natural do estado de Maranhão deseja, desde muito jovem, conhecer o Rio de Janeiro, que na sua terra natal é muito bem falado, não por sua natureza ou por qualquer motivo de oportunidade de crescimento profissional ou pessoal. Seu interesse na corte é nos prazeres da mesma, como "Amancio" é muito rico e não necessita de se esforçar para ter uma boa vida, seus interesses são únicos e exclusivos em aproveitar as facilidades que seu dinheiro lhe proporciona.
Desde a sua chegada, o rapaz é cercado por pessoas que se dizem amigos mas que querem aproveitar de sua situação. A maioria das pessoas que se aproximam dele são de confiança e as poucas que lhe restam para manter amizade ele trata de decepciona-las.
Com o pretexto de estudar e construir uma carreira ele chega ao Rio mas logo se encontra com um antigo amigo do Maranhão que lhe apresenta "João Coqueiro", que por sua vez tenta tirar a maior quantidade de dinheiro possível do jovem e até planeja casar Amâncio com sua irmã mas os planos não saem como esperado.
Por diversas vezes o provinciano se encontra em situações complicadas e na pior encrenca que Amâncio se mete (provocada por João Coqueiro e por si próprio), consegue se livrar mediante a sua facilidade em discursar e ganhar a opinião das pessoas mas acaba tendo um encontro inesperado com João Coqueiro que na sua fúria de ter falhado em seus planos e nenhum dos dois acaba "vencendo" a causa.
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Kaique Liev 30/10/2012

Venceu minhas espectativas
O começo do livro não parece tão promissor, é chato até. O livro começa a ficar interessante com a apresentação dos personagens, e com os conflitos que ocorrem na casa de pensão. Demorou um pouco para o livro prender minha atenção. Mas lá pelo capítulo XVII não consegui parar de ler. A história que até então ia se desenvolvendo sem muita ação, começa a mostrar novos desfechos e desenvolvimentos que me fez prender a atenção na leitura. Aluísio Azevedo narra a história de uma forma diferente, muito bem escrita. Recomendo a leitura à todos.
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Guy 14/05/2012

A sociedade no tempo da corte.
O dramático confronto entre sonho e realidade na infeliz trajetória de um provinciano na corte.
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Neidinhap 18/04/2012

Como toda quase toda leitura de literatura brasileira...é um tanto cansativa..mas gostei do livro..o outro livro de aluizio de Azevedo (O Cortiço) é melhor..porem achei um livro satisfatório.....
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larimacellari 01/03/2012

Amâncio, de início, me pareceu como a maioria dos jovens: desejando mais autonomia e liberdade em sua vida. Não demora muito e eu percebo que vai bem mais além que isso: apesar de jovem, o filho de Ângela é extremamente hipócrita e egoísta; e não há como negar que o meio em que ele foi criado (com a mãe submissa e o pai bruto e distante, além de um professor ignorante) ajudou muito na sua formação, e desde pequeno, "todo o sentimento de justiça e da honra que Amâncio possuía, transformou-se em ódio sistemático pelos seus semelhantes..."
Quando chega ao Rio, o protagonista, crente que conseguirá o prestígio e o prazer que tanto almeja, acaba ironicamente conseguindo-os, sim, mais a custa de muito dinheiro ou então na ocasião de sua morte.

É importante lembrar que a obra foi baseada num fato real: a Questão Capistrano, crime que sensibilizou o Rio de Janeiro em 1876/77, envolvendo dois estudantes, em situação muito próxima à da narração de Aluísio Azevedo. Neste livro, o autor estuda as influências da sociedade sobre o indivíduo sem qualquer idealização romântica, retratando rigorosamente a realidade social trazendo para a literatura um Brasil até então ignorada. O estilo aqui predominante é, portanto, o romance naturalista.

Na verdade, é possível perceber até a teoria existencialista de Sartre (mesmo que esta ainda não tivesse sido elaborada). O indivíduo é livre para fazer escolhas, e no caso de escolher o estilo estético,ele busca auto afirmação no exterior, sendo que precisa do "outro" para se ver completamente, o meio o influencia muito. Como essa busca acaba se tornando obsessiva, ele se perde e o fim desse processo será uma reificação, com o ser humano virando meramente uma coisa, uma mercadoria.
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