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O Caso dos Exploradores de Cavernas

Lon L. Fuller
Resenhas
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Carlos 22/10/2014

Li para a faculdade, então, comecei sem muita boa vontade.
Mas a história é boa, e faz pensar (e é essa, justamente, a ideia).
Utilizamos para discutir alguns comportamentos à luz do Direito.
Vale a leitura, especialmente com espírito crítico.


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Larissa 10/07/2014

Condenar ou não condenar?
O que você faria no lugar desses homens?
O que você faria no lugar desses juízes?
Depois de tanto tempo ainda me pego esse impasse.
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Allana 25/03/2014

O Caos dos Exploradores de Cavernas.
A iniciativa de ler esta obra partiu de uma indicação feita por um professor que argumentou ser este um livro que incita o pensamento crítico dos estudantes, principalmente os de Direito.
O livro narra uma estória que se passa em 4.300 onde 5 exploradores de cavernas adentram uma montanha e, já longes da entrada, ocorre um deslizamento de terra, prendendo estes homens dentro da caverna.
Passados 20 dias, muito depois de os escassos suprimentos terem findado, esses desafortunados suscitaram a ideia de sacrificar um dentre eles para que se alimentasse, do contrario morreriam por inanição. Ocorre porém que Roger Whetmore - quem primeiro teve a ideia - antes de lançarem os dados para saber qual deles seria sacrificado desistiu do acordo, se negando a lançar os dados. No entanto, seus companheiros, o acusaram de violação do acordo, lançando estes mesmos os dados em seu lugar. Tendo a sorte lhe sido adversa, Roger foi, então, morto.
O que suscita discussões acerca deste caso é a possibilidade desses homens serem livres ou condenado à forca por tal ato.
Depois de ter sido proferida a sentença condenatória, contra os acusados, sucede a opinião de diversos juízes, ministros, uns contra e outros a favor da condenação destes homens, cada uma das autoridades nos fazendo refletir seriamente a respeito de seus argumentos, todos bem fundados, na minha opinião.
De fato esta estória nos faz cogitar bastante a respeito da aplicação das leis, de se considerar ou não a opinião pública para a resolução de conflitos, entre outras indagações que nos fazem rever alguns conceitos.
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Danielle 12/02/2014

Reflexão
O livro, sem dúvidas, traz um caso interessante, que nos leva a refletir. Fuller conseguiu seu objetivo de introduzir o estudante de Direito a essa Ciência.
Refletir sobre o certo e o errado; sobre a moral; sobre o Direito; sobre as leis. Qual seria a diferença de tudo isso? Sim, há uma diferença. Não tão pequena a ponto de não ser notada. O livro deixa isso bem claro.
Se fosse julgar de acordo com os nossos princípios, certamente o veredicto seria diferente do veredicto dado segundo a lei. O veredicto segundo a nossa moral, provavelmente, seria semelhante ao que a população deu, sendo ela leiga em relação às leis. Eis aí a diferença entre moral e lei.
"Mas eles estavam em uma situação precária. Eles foram forçados a fazer isso! Dez pessoas morreram para salvá-los inutilmente, visto que eles teriam o mesmo fim, sendo ou não salvos: a morte!" Provavelmente, você, ao ler, se questionou isso. Não interessa, a lei diz que "quem tira a vida de outrem por vontade própria deve ser punido com a morte". E não foi legítima defesa, porque não houve um ataque. Talvez defesa contra as circunstâncias em que eles foram deixados. Mesmo com o veredicto final, mesmo com a lei, ainda questionamos se foi mesmo certo essa decisão. Mas o juiz jurou seguir a lei, não o seu conceito interno de certo x errado.
Gostei de todos esses questionamentos e da reflexão a que o livro me levou. Mesmo sem ter chegado a uma conclusão. Culpados ou inocentes, eis a questão?
Sobre a nota: Não ganhou cinco estrelas por ter enrolado demais durante a história. Sei que o livro é pequeno, mas poderia ter sido ainda menor. Mais sucinto e, ainda assim, dito tudo o que precisava. Tive a sensação de que fiquei horas lendo a mesma coisa. Também achei confusa a maneira como as falas foram dispostas. Não sei se é porque li uma versão em pdf ou se todas as edições são assim também.
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Amós 25/11/2013

Essencial aos Estudantes de Direito
Uma obra clássica de grande proveito - positivo e filosóficos - para os estudantes de Direito. Não apenas leia, mas apreenda os entendimentos, decisões e doutrinas contidas na obra (de forma interna e externa).
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