O Homem Mais Rico da Babilônia

George S. Clason
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Resenhas - O Homem Mais Rico da Babilônia


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Anna 26/05/2010

O homem mais rico da babilônia
Tenho certeza que o autor de “Pai Rico, Pai Pobre” foi buscar inspiração neste livro de George S. Clason, O homem mais rico da Babilônia. É um livro de educação financeira, escrito inicialmente em forma de panfleto em 1926. George conta várias histórias de sucessos e fracassos financeiros que teriam ocorrido na antiga Babilônia, uma das cidades mais ricas do mundo. Ele enfatiza o fato de, que na cidade mais rica do mundo, existem pobres e pessoas com dificuldades financeiras.
A história principal é de Arkad, o homem mais rico da Babilônia. Arkad era um homem pobre, escriba que trabalhava muito sobre tabuinhas de argila. Mesmo trabalhando muito, nada conseguia guardar. Não tinha perspectivas de ver sua sorte mudar. Até que um dia, conheceu Algamish, o “emprestador” de dinheiro da cidade e lhe perguntou o que poderia fazer para ser rico como ele. Algamish respondeu simplesmente que ele deveria separar 1/10 do ganhasse para si mesmo. E este simples gesto poderia mudar sua sorte.

O trecho da conversa entre Algamish e Arkad:

- Para ser igual a mim é muito simples - disse o homem mais rico da Babilônia. – Basta entender que um décimo do que você ganha é seu.

- Isto não faz sentido – respondeu o rapaz. – Tudo o que ganho é meu.

- Você não paga o alfaiate? Não paga o padeiro todos os dias? Você não pode viver um dia sequer sem gastar, e o seu dinheiro é de todo mundo, menos seu.

“A partir de agora, reserve um décimo do seu salário para pagar a você mesmo. Use este dinheiro em seu benefício; não esqueça que os caminhos da riqueza são mágicos e estranhos. Se você cuidar bem deste décimo, ele um dia recompensará todos os seus esforços.”

Esta constatação básica de Algamish nunca estivera consciente em minha mente. É óbvio. É simples. É claro. Mas poucos de nós somos conscientes de que nosso dinheiro é de todo mundo, menos nosso. A partir deste diálogo, comecei a acreditar no que George afirmava no início do livro, que os princípios que seriam apresentados são universais e imutáveis. São eles: pague a você primeiro, isto é, reserve uma parte do que ganha para si mesmo, multiplique seus rendimentos, proteja seu dinheiro contra perdas, assegure uma aposentadoria e faça do seu lar um investimento lucrativo.

Assim como o autor do Pai Rico, Pai Pobre, George confirma que para investir é preciso tempo e estudo. Devemos procurar as oportunidades, devemos estar de olhos abertos para identificar as várias formas de aumentar os ganhos que nos cercam e principalmente, aconselhar-se com pessoas que realmente entendem do negócio no qual se deseja investir.

Porém, ao contrário de Robert Kiyosaki, George apresenta um plano prático para poupar. Ele descreve o que devemos fazer para trilhar o caminho do acúmulo de riquezas, mesmo para os endividados. Segundo George, devemos viver com apenas 7/10 de tudo o que ganhamos. Já 2/10 seriam para pagar dívidas e empréstimos adquiridos no passado e o 1/10 restante deveria ser poupado.

O homem mais rico da Babilônica garante que após pagar suas dívidas, você estará acostumado a viver com 7/10 e poderá acumular ainda mais. Isto é, poderá somar mais dois décimos à sua poupança. Além disso, ele fala quais são as características que um homem deve ter para manter o ouro perto de si. O ouro escolhe os homens de acordo com seus hábitos.

Sendo um livro fácil, direto e muito barato, leitura recomendada. Porém, se você já leu vários livros de educação financeira, talvez não acrescente nada. Mas, aí vai um conselho: se você estiver em dúvida entre ler Pai Rico, Pai Pobre ou O homem mais rico da Babilônia, leia este último. Mais uma vez, me pergunto porquê não iniciei minha educação financeira mais cedo! Nós deveríamos aprender estes conceitos no colégio!
Muriel 13/07/2013minha estante
Gostei muito de ler esse livro, foi uns dos primeiros, e quando eu for pai, darei umas tabuinhas de argila e um saco de ouro para meus filhos se virarem, kkk, brincadeira, darei esse livro..




Alvaro 10/01/2012

Um livro para solidificar a base
Este é um livro básico, mas no melhor significado que eesta palavra tem: ele forma a base para sua educação financeira.

Nele estão princípios basilares, contados numa linguagem prazeirosa, de contação de história.

É comum achar sem graça o óbvio; Achar o básico, o óbvio. E não dar importância a ele. Achar que já sabe. Algumas vezes a gente busca o revolucionário e criativo que, como num passe de mágica, mudará toda a sua situação...

Isto é um erro. Para obter resultados satisfatórios, o básico precisa ser praticado com técnica apurada. Como disse Buffet " Não é preciso fazer coisas extraordinárias para se obter resultados extraordinários".

Por isso, o livro é recomendadíssimo.
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doc leão 07/01/2011

Não diria que é um livro de Auto ajuda. É sim um manual de boa administração financeira. Bastante básico e fácil de ler. Sua leitura é rápida e proveitosa.
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Moitta 07/05/2010

Casa 2, 6, 7..
Repleto de historias ou lendas da antiga babilonia, o livro traz informações valiozas de como lidar com o "ouro", direta e indiretamente nos contos.

Ensina a guardar sempre um decimo do que ganhar para si proprio, e a viver e gastar o restante. A fazer o seu dinheiro trabalhar pra você e assim multiplicar-se, sendo aplicado em lucrativos investimentos. Sobre tais investimentos, fala que sempre se deve confiar na experiecia daquele que trabalha com finanças e naquilo que sera investido. No exemplo do livro, um cidadão aceita a ideia de um oleiro de comprar joias numa cidade distante para revendê-las na sua, porem é enganado pelos vendedores por não conhecer do assunto e a moral é de se informar sobre joias com um ourives, e não aceitar conselhos de quem não entende do assunto.

Essa é uma valiosa lição de investimentos, estudar bem aquilo aonde se quer investir, conversar com quem esta no negocio a mais tempo e ouvir seus conselhos.

Fala que o ouro procura aquele que o trata com cuidado, procurando investi-lo com sabedoria, em investimentos com lucros certos e aonde a qualquer momento possa se recuperar o principal investido. Para se encontrar tais negocios não deve se confiar demasiadamente em seus proprios conhecimentos, e sim procurar antes a opinião em geral correta das pessoas acostumandas com negocios e lucros. Saber guarda-lo com segurança tambem é extremamente importante.

A boa sorte se apresenta a todos, mas só rende frutos e segue aquele que esta disposto a aproveitar a oportunidade, ao homem de ação. A boa sorte pode ser atraida desde que estejamos atentos às oportunidades. Nada de comodismo. Procrastinador é aquele que deixa pra depois coisas que podem ser boas pra ele, evite.


"O desejo é a condição para a realização. Os desejos devem ser fortes e definidos." Depois de aprender a garantir um pequeno, mas definido, desejo, terá sufiente experiencia para garantir um outro de maior amplitude. Há abundância para todos.

Um outro conto relata a amizade de um cavalo e um burro. O cavalo reclamava que seu trabalho era muito pesado e invejava a vida do burro. O asno recomenda que o cavalo no dia seguinte se deite no chão e finja estar doente, para não ter que trabalar. Assim ocorre, e o burro é enviado em seu lugar. A moral da historia: Se deseja ajudar um amigo, faça-o, mas de modo que os fardos dele não sejam colocados sobre seu ombro.

Muito rico e valioso o livro, alem de instrutivo e agradavel de se ler.
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Leo 28/06/2012

Um bom livro
Recomendo!

Não é muito aprofundado, mas ensina princípios de boas práticas ao lidar com o dinheiro.

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Ida 29/07/2014

Economizar para aumentar...
A primeira vez que iniciei a leitura desse livro foi em 2009, penso que não estava numa fase muito boa, então desisti da leitura, achei entediante, mas, recentemente retomei a leitura e conclui toda ela e depois fiquei pensando e refletindo sobre o assunto abordado.

De fato, em muitos momentos achei a leitura cansativa, mas foquei e fui conduzindo e analisando a questão tão bem tratada no livro, poupar dinheiro.

A princípio parece muito fácil fazer o que ensina no livro, mas na verdade não é. Os ensinamentos passados em forma de experiências, mostram acima de tudo disciplina ao administrar o dinheiro ganho, algo tão difícil nos dias atuais com tanto consumismo. Gostei bem da parte que fala que "pagar a si mesmo é essencial". "Poupar um décimo de tudo que se ganha" e assim a narrativa do livro segue com exemplos simples e tão óbvios que geralmente não fazemos e que para colocá-los em prática como ensina o livro além da disciplina já citado acima é primordial também adquirir o hábito de economizar o dinheiro e isso não se consegue assim em tão pouco tempo, é necessário persistência.

Enfím, particularmente absorvi as palavras e ensinamentos do livro, com certeza eu leria outros livros do gênero, afinal, vejo com grande sabedoria as pessoas que sabem administrar com coerência cada centavo que ganha. Indico o livro.
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Denisar 30/10/2014

Panfletos que valem ouro
Imaginem uma situação: você está caminhando num dia normal pelas ruas da cidade, como quem não quer nada, quando de repente se depara com um cara na porta de um banco, ou de uma companhia de seguros, sei lá, e esse cara te entrega um panfleto com uma parábola. Muito possivelmente muitos dariam uma olhada rápida, dobraria e o colocaria no bolso pra, quem sabe, ler depois, ou então, dispensaria na próxima lixeira que encontrasse... Mas o fato é que neste panfleto poderia estar escrita uma parábola maravilhosa sobre a antiga Babilônia, não uma parábola qualquer mas uma PARÁBOLA, destas com P maiúsculos, cheias de ensinamentos valiosos. Pois era exatamente isso que acontecia nas ruas norte-americanas por volta de 1926. Um sujeito chamado George Samuel Clason, da Universidade de Nebraska, foi o autor destas parábolas sobre educação financeira. Repletas de conselhos sobre como otimizar a sua renda, como pagar suas dívidas, como deixar de ser um escravo (superação pessoal), ou até mesmo, em como ficar rico (!!), elas eram entregues por ele mesmo nas ruas das cidades sob forma de panfletos. Só depois é que os caras reuniram todas neste livro, o qual chamaram de "O Homem Mais Rico da Babilônia".
Àqueles que têm alguma espécie de preconceito com livros denominados de autoajuda eu só posso dizer uma coisa: vocês não sabem o que estão perdendo por não ler este livro. Acho que o sucesso de vendas pelo mundo no decorrer dos anos se explica por si só. Porque ele simplesmente é sensacional. Primeiro, porque trata de educação financeira de um modo muito leve, digo, sem ser excessivamente chato e sem muitas contas; e, segundo, porque a narrativa é muito bem escrita, o que nos dá vontade de continuar lendo e lendo e lendo sem parar. Enfim, gostei muito e aprendi muito com ele. É extremamente recomendável pra todos aqueles que, assim como eu, se interessam muito por assuntos ligados a finanças.
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Carla 04/12/2013

Sem palavras...
Estranho começar uma resenha, escrevendo "sem palavras"... Mas o sentimento é de pura emoção quando me refiro a este livro. Mudou minha vida em menos de um ano.

De uma vida endividada, em 6 meses já tinha pago tudo e já acumulava resevas. O que antes nunca acontecera na minha vida.

Com certeza é um livro citado em minhas conversas sempre!
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Murilo 05/07/2013

Ótimo livro.
O livro é tão envolvente que com suas histórias sobre a Babilônia que nem parece que a gente está lendo sobre finanças.
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Jamil 15/08/2014

Fortuna
Ótimo! Demonstra de uma forma simples, através de parábolas como atingir objetivos de riqueza e prosperidade.

Antigos ensinamentos que se seguidos à risca podem fazer com que qualquer indivíduo consiga viver bem financeiramente.

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Du 28/07/2010

Enrolado
O livro trás uma mensagem simples, mas pouco objetiva. Maior parte do livro é enrolação...
Tiago César 19/02/2014minha estante
O fundamento do livro é fixar a mensagem, por isso a apelação para várias histórias com o mesmo fim. É muito fácil que alguém te diga "guarde 10% do seu salário". Dificilmente uma pessoa fixaria esse conceito sem se basear em exemplos.




Ayshinha 07/01/2009

O livro é interessante. O valor cobrado por ele vale à pena pagar. Porém quem já tem um conhecimento na área de Educação Financeira não irá notar ou se surpreender pelas dicas oferecidas.
Ezeckiel 07/01/2009minha estante
Vi esse livro em um Forum de um curso on-line do SEBRAE que eu participei. Muito bom, dá muitas dicas interessantes e motivantes. Quem não conhece sobre educação financeira vai se surpreender. Muitos conselhos que li repassei para várias pessoas, não sei se seguiram, eu segui e hoje estou numa situação bastante confortável e me planejo financeiramente. Recomendo.


rdiamantino 16/01/2010minha estante
Excelente Livro, vale a pene ler. Muito objetivo e a leitura é bem gostosa!




Vânia 10/03/2009

"O tempo passa, o tempo voa, e a poupança Bamerindus continua numa boa..."
Economizando 10% de tudo que vc ganha, vc pode juntar uma boa grana.Pelo menos é o que o personagem ensina...
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Yury 16/12/2012

Um ótimo livro para quem deseja aprender como gerar riqueza. É incrível como as práticas econômicas utilizadas há mais de 5 mil anos atrás ainda servem nos dias atuais.
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19/02/2009

otimo!
ñ se trata apenas de noçoes de economia, poder dar o apoio moral para que ocorra uma mudança na nossas açoes em relaçao aa aquilo que desejamos
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