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O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá

Jorge Amado, Carybé
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Andrea 29/07/2014

A história de amor do Gato Malhado e a Andorinha Sinhá. É a história e um amor proibido, afinal, o certo é gato com gata, pato com pata, cachorro com cadela, etc.
O livro começa com muita poesia. Coisa linda de se ler.
A Manhã tem que despertar todas as manhãs e dar conta de seus afazeres, como apagar as estrelas, dar brasas ao Sol, e, por vezes, recebe a ajuda do Vento...acontece que o Vento conta histórias para a Manhã, e eis que uma manhã ela perdeu o horário escutando a história que o Vento lhe contou. O Tempo, o pai de todos, quis saber o motivo pelo qual a Manhã naquele dia perdeu o horário, atrasando os galos, os despertadores, sendo que se o motivo for bom, ele lhe presentearia com uma flor azul, rara. E ela lhe conta a história...
O gato malhado era temido por todos os animais do parque porque era tido com um gato mau. No primeiro dia da Primavera, o gato acordou feliz, sorrindo, e os demais animais ficaram com medo, menos a andorinha Sinhá, uma andorinha nova, bela, que puxou conversa com ele, apelidando-o de "Feio". O que se segue é uma amizade bonita e sincera do gato e da andorinha, que, como se é de esperar, vira uma história de amor proibida, com um final inusitado. Lindo.São somente 64 páginas. Recomendadíssimo!

*O momento fofura foi saber que Jorge Amado escreveu esta história para dar de presente a seu filho João Jorge, quando ele tinha um ano de idade.

site: http://caixinhadadea.blogspot.com.br
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Mirian 05/06/2014

O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá
O temperamento do gato malhado não era dos melhores. Sua fama de encrenqueiro era tanta que, quando ele aparecia no parque, todos fugiam: a galinha carijó, o reverendo papagaio, o pato negro, a pata branca, mamãe sabiá, os pombos, os cães. Até as flores se fechavam à sua passagem. Ao descobrir que todos os bichos tinham medo dele, o gato fica arrasado. Mas logo retoma sua indiferença habitual, pois não se importa com os outros.
O que ele não sabia é que havia alguém que não tinha nem um pouco de medo dele: a andorinha Sinhá. Num dia de primavera, o gato percebe que ela foi a única que não fugiu quando ele apareceu. A andorinha justifica sua coragem: ela voa, ele não. Desde aquele dia a amizade entre os dois se aprofunda, e no outono os bichos já vêem o gato com outros olhos, achando que talvez ele não seja tão ruim e perigoso, uma vez que passara toda a primavera e o verão sem aprontar.
Durante esse tempo, até soneto o gato escreveu. E confessou à andorinha: “Se eu não fosse um gato, te pediria para casares comigo…”. Mas o amor entre os dois é proibido, não só porque o gato é visto com desconfiança, mas também porque a andorinha está prometida ao rouxinol.
Com grande lirismo, a história do amor de um gato mau por uma adorável andorinha assume aqui o tom fabular dos contos infanto-juvenis. Além de se transformar em um improvável caso de paixão, a narrativa mostra como duas criaturas bem diferentes podem não apenas conviver em paz como mudar a maneira de ver o mundo.
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nessinha 28/04/2014

O temperamento do gato malhado não era dos melhores. Sua fama de encrenqueiro era tanta que, quando ele aparecia no parque, todos fugiam: a galinha carijó, o reverendo papagaio, o pato negro, a pata branca, mamãe sabiá, os pombos, os cães. Até as flores se fechavam à sua passagem. Ao descobrir que todos os bichos tinham medo dele, o gato fica arrasado. Mas logo retoma sua indiferença habitual, pois não se importa com os outros.
O que ele não sabia é que havia alguém que não tinha nem um pouco de medo dele: a andorinha Sinhá. Num dia de primavera, o gato percebe que ela foi a única que não fugiu quando ele apareceu. A andorinha justifica sua coragem: ela voa, ele não. Desde aquele dia a amizade entre os dois se aprofunda, e no outono os bichos já vêem o gato com outros olhos, achando que talvez ele não seja tão ruim e perigoso, uma vez que passara toda a primavera e o verão sem aprontar.
Durante esse tempo, até soneto o gato escreveu. E confessou à andorinha: “Se eu não fosse um gato, te pediria para casares comigo…”. Mas o amor entre os dois é proibido, não só porque o gato é visto com desconfiança, mas também porque a andorinha está prometida ao rouxinol.
Com grande lirismo, a história do amor de um gato mau por uma adorável andorinha assume aqui o tom fabular dos contos infanto-juvenis. Além de se transformar em um improvável caso de paixão, a narrativa mostra como duas criaturas bem diferentes podem não apenas conviver em paz como mudar a maneira de ver o mundo.
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Pedro Cortat 08/01/2014

Grande história, pequeno livro.
Um livrinho tão pequeno, mas com uma história tão bonita, tão poderosa. Sinceramente acredito que é um dos melhores livros que existem, nem tenho o que dizer, só que recomendo a leitura tanto para adultos quanto para crianças. Para todos, universal e fascinante!
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