O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá

Jorge Amado



Resenhas - O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá


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Júlia 13/07/2010

Não há palavras pra explicar a minha paixão por esse livro. Eu acho tudo muito lindo; desde o enredo até a forma que foi escrito. Não houve nenhuma vez que eu tenha lido esse livro sem desabar em lágrimas.

É o meu lado romântico, bobo e apaixonado.

Eu me odeio por ter perdido a minha cópia pela casa.
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Li Castro 07/01/2011

DESAFIO LITERÁRIO 2011 - JANEIRO - LITERATURA INFANTO-JUVENIL *TEXTO 4*
Vivi disse que não tem problema postar mais resenhas que as 3 previstas, então... Rs.

Sinopse: “temperamento do Gato Malhado não era nada bom - bastava aparecer no parque para todos fugirem. E ele ia tocando a vida com a indiferença habitual. Até que, chegada a primavera, o Gato nota que a Andorinha Sinhá não tem receio algum dele. Foi o suficiente para que dali nascesse a amizade dos dois, que se aprofunda com o tempo. No outono, os bichos já viam o Gato com outros olhos, achando que talvez ele não fosse tão ruim e perigoso, uma vez que passara toda a primavera e o verão sem aprontar. Durante esse tempo, até soneto o Gato escreveu. E confessou à Andorinha - 'Se eu não fosse um gato, te pediria para casares comigo'. Mas o amor entre os dois é proibido, não só porque o Gato é visto com desconfiança, mas também porque a Andorinha está prometida ao Rouxinol. Jorge Amado colheu essa história de amor de uma trova do poeta Estêvão da Escuna, que a costumava recitar no Mercado das Sete Portas, em Salvador, e a colocou no papel com o tom fabular dos contos infanto-juvenis em 1948, quando vivia em Paris. Não era uma história para ser publicada, mas um presente para o filho, João Jorge, que completava um ano de idade.”

Estava eu na biblioteca da minha universidade procurando livros para o desafio e eis que me bato com este! Me deu uma vontade louca de rir, pois tenho uma história curiosa sobre ele... Não sobre ele em si, na verdade, mas sobre uma adaptação que fizeram para o teatro: Minha vó me levou, junto com uns primos, para vê-la quando criança... Tem uma parte da peça que o ator que faz o gato cai do telhado para o palco! Minha vó conta que dei uma crise de pânico(eu tinha medo de todo e qualquer animal) e não deixei mais ninguém ver a peça... Ela devia ter me dado uns cascudos, na moral! Como eu ficaria indiferente ao livro?! Rs.

A história do gato malhado e da andorinha sinhá começa a ser narrada pelo Vento para a Manhã. A Manhã, por sua vez, conta para o Tempo, para que não seja castiga pelo atraso do nascer do sol (e ainda ganhar uma flor azul rara). Conta a história que havia um gato, o Malhado, que era, supostamente, o terror do parque. Tudo que acontecia de ruim ali os animais colocavam a culpa nele, mesmo sem provas. O coitado levava a fama principalmente por não ser sociável. Quando chega a primavera, o gato malhado, sempre tão fechado e sério, sorri!E todos os bichos ficam com mais medo ainda dele e saem de sua vista, achando que era prenúncio de uma nova maldade. Só a andorinha Sinhá não sai de seu lugar e ainda tem a audácia de puxar conversa com o gato...

As ilustrações de Carybé são muito fofas e o livro em si é uma gracinha também. Não gosto muito de Jorge Amado, acho o estilo dele meio confuso, mas não é que gostei do livro?! É tão gostoso de ler... Fica meio confuso às vezes, mas não empata a leitura! Comecei a ler assim que peguei na biblioteca e ficava dando aqueles risos abafados, rumrumrum, no ponto de ônibus e o pessoal me olhando de rabo de olho!

Fábulas são difíceis de definir... Acho que a moral da história do gato e da andorinha é mais na base do julgamento. Julgando, perdemos a oportunidade, muitas vezes, de conhecer pessoas bacanas. Seguir preconceitos alheios, sem averiguar a veracidade dos fatos, pode causar mal entendido e prejudicar o outro, apesar de que no caso, o “outro” não é tão inocente. E, o ápice da obra: O amor muda as pessoas! (eu não acredito nisso, mas quem sou eu para contradizer o senso comum?!). Aborda também o fato de como certas regras impostas pela sociedade podem ser cruéis!

Para ler o livro é preciso um vocabulário mais vasto! É uma boa história para pais que gostam de ler para os filhos, assim podem ir explicando as palavras, ou para professores trabalharem com os alunos em classe, principalmente por ser curtinho.
naomi 07/01/2011minha estante
livro com, a respeito ou intitulado com 'gato', quero ler todos!


Viquinha 07/01/2011minha estante
Que fófis, esse livro. Estou me redescobrindo uma leitora de livros infantis. Bjs e amando as suas resenhas!

Bjs


Marta 02/02/2013minha estante
Li, eu tenho este livro há uns bons dois ou três anos, brevemente vou tentar de novo, quem sabe desta vez...




Dani 19/12/2010

Um amor impossível...
É o típico amor de verão... impossível, trágico e de marcas eternas.

Quem já viveu um amor como o do gato malhado e da andorinha sinhá pode bem dizer.

Uma pergunta: O que faz um amor impossível?

Neste livro percebemos que as diferenças entre os amantes é o maior motivo. Mas, de que tipo de diferenças estamos falando? Diferença de cor, classe social, intelectual? Esses fatores de tornam relevantes quando passamos a pensar no amor de um maneira coletiva, que é o que ele é, na verdade. Quem consegue viver um amor pra si e para o outro sem considerar fatores externos? Se você consegue, parabéns! Não foi o caso dos nossos personagens... e também não é o meu.

Alguns amores, na minha opinião, nasceram para serem impossíveis. E estes são os maiores de que já ouvimos falar. Romeu e Julieta é um exemplo. Os amores impossíveis são indiscutivelmente os maiores amores.

Chris Melo 24/12/2010minha estante
Uma mãe (:




Selminha 02/09/2012

O gato malhado e a andorinha sinhá.
Uma história repleta de amor, julgamento, suicídio, cumplicidade e falsa identidade..
Tinha todos os ingredientes, pra ser uma linda história de amor, se não fosse o pré - julgamento da sociedade. Numa manhã um gato maltês desperta e com ele despertar a curiosidade da sociedade. Os animais do parque ao perceberem a presença do gato se dispersam, imaginando que ele poderia atacar a qualquer momento.
Ele não entende nada, porque tanto distanciamento? Segue em frente e se depara com uma Andorinha, que o encara sem medo, em silêncio apenas o observa-o. Ele questiona a atitude dela, e ela apenas responde: Porquê eu teria medo de um gato feio?
Eu feio!- responde o gato
Sim um gato feio, feio, feio e feio
O gato malhado sorri, não acreditando em tamanho desaforo.
Nesse momento nasce uma linda amizade, e junto com ela diversos comentários e julgamentos do que seria certo ou errado. Os animais do parque começaram a especular as atitudes do gato malhado e o comportamento da andorinha sinhá. Logo eles, que vestiam uma máscara a todo o momento e diziam ser quem realmente não eram.
Todas as tardes, o gato malhado e a andorinha sinhá compartilhavam momentos, que para eles eram essenciais: alegria, risos, silêncio, conversas. Em uma dessas conversas o gato malhado, declarou a andorinha: que se ele não fosse um gato maltês pediria a andorinha em casamento.
Esse relato gerou ainda mais comentários, a sociedade começou a imaginar diversas fantasias, começaram a declarar com crueldades, suas opiniões sem pensar no sentimento e no que realmente existia de verdade, colocando os dois em posições constrangedoras.
A riqueza da consciência que esse livro mostra é surpreendente, confesso que li duas vezes, conforme o autor diz é para crianças excepcionalmente inteligentes.
Inteligentes para entender que o Amor é troca de carinhos, é compartilhar momentos que sejam eles de silêncio, é uma cumplicidade que vai além da figura homem e mulher, que nas pequenas atitudes e pequenos gestos podemos encontrar um conforto pra sermos felizes.

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Carol 19/03/2013

Resenha
Resenha o gato malhado e a andorinha sinhá

O livro foi publicado em 1976 por Jorge amado, um grande autor brasileiro, que morreu aos 88 anos. Conheci o livro por meio da minha mãe, que já era um livro que estava aqui a muito tempo.
Além de minha mãe falar muito bem do livro eu li as primeiras páginas antes e achei muito legal

Gênero: Fabula


Narrador: No primeiro capítulo chamado Madrugada o narrador é personagem. Dai em diante o narrador é Observador

Normalmente o gato era bem triste, mas ele começou a rir um dia e o roteiro da história começou a mudar. Claro que a andorinha contribuiu para isso, ficando só ela tentando falar com ele. Como de repente ele começou a sorrir todos estranharam já que achavam que ele era um tipo de sujeito mal, criminoso. E quando ele começa a conversar com a Andorinha eles acabam se apaixonando que é totalmente contra as leis da natureza
A história se passa num jardim.

Lista de personagens:
Andorinha Sinhá - Uma jovem bela, que tenta falar com todo mundo. A única que fala com o gato Malhado por que ela não se conforma com que ele não tenha amigos nem ninguém para conversar
Gato malhado- Um gato rabugento que não quer falar com ninguém. Sempre acusado de crimes, um dia começa a sorrir por causa de um dia lindo. Mas depois disso se afastaram muito mais dele.
Codjuvantes
Vaca Mocha
Papagaio
Pais da andorinha
cachorrada
Madrugada
Manhã
Galo
Narrador
Sapo Kururu
Tempo
Relógio
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Gres Micaeli 01/12/2012

Um presente pra quem se encanta com histórias de amor...
Em 1948 Jorge Amado escreveu O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá pra dar como presente à seu filho João Jorge. No início ele não tinha pretensão de publica-lo, mas acabou mudando de ideia alguns anos mais tarde... E ainda bem que Jorge Amado tomou essa decisão, porque apesar de ter sido destinado ao filho, a publicação dessa obra acabou tornando-se um presente pra mim também *-*
O próprio João Jorge disse: "Hoje o livro é de todos aqueles que podem se encantar com uma história de amor."

O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá é uma fábula narrada pela "manhã", que conta história do amor impossível entre um gato malhado, mal visto por quase todos os bichos, que o acusavam injustamente de diversos crimes cometidos no parque e uma bela andorinha jovem, que gostava de conversar com todos os bichos, e por alguma razão acreditava na inocência do gato.
Os dois começam a conversar, se apaixonam e vão vivendo esse amor durante as estações do ano. Mas é um amor proibido, pois espécies tão diferentes não poderiam ficar juntas.
O livro tem um desfecho triste pra quem torcia pelo casal, mas é realmente impressionante o poder que Jorge Amado tem de fazer uma história triste ser ao mesmo tempo bela!
Outra coisa que eu também adorei nesse livro foram as personagens no geral. Além dos bichos do parque, a manhã, o vento e o tempo tornam-se personagens nessa singela fábula.
Diferente das outras, essa não expõe aquela "moral da história" típica no final, mas vocês consegue perceber nitidamente vários ensinamentos nela!

Um livro curtinho que vale a pena ler e reler várias vezes *-*
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aseasyaspie 25/08/2012

Se eu não fosse um gato, te pediria para casares comigo...
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Mugnatto 30/08/2009

O gato malhado e andorinha Sinhá
O livro , apesar de não surpreender tanto seus leitores , é bom ler ele como um passatempo . O gato malhado e a andorinha Sinhá foi escrito por Jorge Leal Amado de Faria , ele escrevia romances e poesias. O livro O gato malhado e a andorinha Sinhá apresenta uma história de amor entre o gato , velho , mal-humorado e muito mau .
Na primavera , quando o gato acordou , todos os animais fugiram , menos a jovem andorinha que começou a conversar com o gato e desde então ele não parava de pensar na tal andorinha , e ela , nele .
Ápos isso , todos os dias se encontravam para passear pelo parque. Já no fim do Verão, o Gato disse a Andorinha que até casava com ela, ao qual ela respondeu que andorinhas não se casavam com gatos. Depois disso, a Andorinha andou desaparecida.
Andou pela boca dos animais um boato que a Andorinha namorava com o Gato, e todos criticavam ambos.
Algum tempo mais tarde, já no Outono, o Gato soube que a Andorinha estava de casamento marcado com o Rouxinol, muito amigo dela. Desde então, o Gato Malhado, passou a andar triste e mal-humorado para todos.
Revoltado, o Gato matou alguns dos animais que começaram com os boatos. Já no Inverno, ocorreu o casamento do Rouxinol com a Andorinha Sinhá. Era tanta a tristeza do Gato Malhado, que ele decidiu caminhar até ao Fim do Mundo. Este viu a Andorinha, pela última vez no casamento, ela também o viu. Na cara dela via-se também tristeza, pois gostara também do Gato, mas fora obrigada a casar com o Rouxinol.
A Andorinha Sinhá deixou cair uma pétala de rosa do seu buquê sobre Gato, a qual ele colocou no peito, parecendo uma gota de sangue.
Quando o gato saiu de lá, a pétala brilhou e encaminhou-o até ao Fim do Mundo.
Assim, a Manhã recebeu a rosa azul do Tempo.
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Mônica 22/08/2010

Bela história
Começando essa resenha me pergunto quantas páginas tem "O gato malhado e a andorinha Sinhá "? Li há tanto tempo que nem me lembro mais! Se fosse para chutar, diria que tem entre 50 e 75 páginas. Pouco, se pensarmos que um livro mais ou menos possui em média 150. Mas essa história pertence ao raro grupo daquelas que não precisam ser grandes, pois conseguem contas tudo em poucas palavras, e mesmo assim causar uma enorme impressão!

Ela é escrita de uma forma leve e simples, e conta a história de um gato [mal humorado] que acaba por conhecer uma jovem andorinha [que é a alegria do lugar]. Eles acabam por fazer amizade e mais tarde, se apaixonam.

Sei que provavelmente a maioria das pessoas que lerem o que escrevi conhecem a história, mas eu me recuso a contar mais do que já falei acima! Você precisa ler por si mesmo e tirar as suas próprias conclusões a respeito do que ela fala. Mas concerteza é algo que a gente leva para o resto da vida.
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duda 30/11/2010

o gato e a andorinha teve um caso e acabou se apaixonando quando o gato viu a andorinha se apaixonou eles acabou namorando e marcavam varios encontros ate que um dia eles casaram e viveram felizes para sempre!!!
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Mirian 05/06/2014

O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá
O temperamento do gato malhado não era dos melhores. Sua fama de encrenqueiro era tanta que, quando ele aparecia no parque, todos fugiam: a galinha carijó, o reverendo papagaio, o pato negro, a pata branca, mamãe sabiá, os pombos, os cães. Até as flores se fechavam à sua passagem. Ao descobrir que todos os bichos tinham medo dele, o gato fica arrasado. Mas logo retoma sua indiferença habitual, pois não se importa com os outros.
O que ele não sabia é que havia alguém que não tinha nem um pouco de medo dele: a andorinha Sinhá. Num dia de primavera, o gato percebe que ela foi a única que não fugiu quando ele apareceu. A andorinha justifica sua coragem: ela voa, ele não. Desde aquele dia a amizade entre os dois se aprofunda, e no outono os bichos já vêem o gato com outros olhos, achando que talvez ele não seja tão ruim e perigoso, uma vez que passara toda a primavera e o verão sem aprontar.
Durante esse tempo, até soneto o gato escreveu. E confessou à andorinha: “Se eu não fosse um gato, te pediria para casares comigo…”. Mas o amor entre os dois é proibido, não só porque o gato é visto com desconfiança, mas também porque a andorinha está prometida ao rouxinol.
Com grande lirismo, a história do amor de um gato mau por uma adorável andorinha assume aqui o tom fabular dos contos infanto-juvenis. Além de se transformar em um improvável caso de paixão, a narrativa mostra como duas criaturas bem diferentes podem não apenas conviver em paz como mudar a maneira de ver o mundo.
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Yin 02/03/2010

Esse livro conta uma historinha tão linda! Parece ser para crianças, mas, honestamente, acho que faz mais efeito em quem já é crescidinho.
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Andréia Sk 09/10/2009

Jorge Amado surpreende nesta gostosa fábula sobre o amor impossível de uma andorinha por um gato. Quando o Gato Malhado desperta o interesse da Andorinha Sinhá, ele começa a ver como o mundo pode ser diferente e ao mesmo tempo a Andorinha nos dá uma lição contra o preconceito. Quantas vezes somos mal interpretados em nossas ações por conta do preconceito? Destaque para as ilustrações de Carybé.
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Pedro Cortat 08/01/2014

Grande história, pequeno livro.
Um livrinho tão pequeno, mas com uma história tão bonita, tão poderosa. Sinceramente acredito que é um dos melhores livros que existem, nem tenho o que dizer, só que recomendo a leitura tanto para adultos quanto para crianças. Para todos, universal e fascinante!
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