Cidade do Fogo Celestial

Cassandra Clare



Resenhas - Cidade do Fogo Celestial


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Luan 19/11/2014

Eu vi uma luz no fim do túnel, caramba! Terminei! Adeus, Jace, Clary e cia.
Ninguém faz ideia de como esperava por este momento: não o de ler o último livro da série, mas de acabar ela. Não que ela seja de todo ruim. Tem lá suas qualidades. Mas é, sem medo algum, uma das mais fracas que já li. Os personagens mais chatos que conheci estão em Instumentos Mortais. Os protagonistas mais insuportáveis estão em Instrumentos Mortais. O texto mais chato está em Instrumentos Mortais.

Mas terminei. Consegui. Venci a Cassandra Clare - a autora da série. O último livro da série não é o mais chato de todos. Mas nem o melhor. Talvez seja o segundo, num empate nivelado por baixo com outros. Cidade do Fogo Celestial tem uma curiosidade interessante: ele é, junto com Cidade de Vidro, o volume em que se passa em Idris, lugar original dos caçadores de sombra. Por que será que os dois livros em que Alicante é o cenário da aventura são os melhores? - ou menos piores, ok.

No último volume, história está centrada em Sebastian, que tenta a todo custo montar seu próprio exército e para isso acaba com a vida dos caçadores de sombra, transformando-os em Crepusculares a partir do Cálice Mortal. Uma vez transformado, o caçador nunca mais voltará a ser o que era: seu destino é a morte. - uau, sob essa premissa, até parece que o livro é espetacular; também achei.

A partir daí começa uma caçada da Clave pra combater essa ação de Sebastian, que tem como objetivo dominar todo o mais. Mas aí Clary e sua turma da pesada passam na frente de todos e acham que tem o dever de acabar com o herdeiro de Val Valentim - o mágico dos mágicos; piada sem graça.

Mas pode ter certeza que nessa corrida, Clary e sua turma da pesada vão fazer muitas mer.. ops, muitas burradas. Mas, além disso, não falarei mais nada, até porque seria spoiler. Se bem que dessa série soltaria qualquer spoiler mesmo - caso eu lembre de algum, pois fiz questão de não manter muita coisa guardada.

Mas como eu bem disse, tivemos coisas legais - que não parecem ser de Cassandra; bem como o terceiro volume da série, que, na minha opinião, foi escrito por outra pessoa. Por exemplo, aparecem alguns novos personagens. Só para citar: Emma e Julian. São duas crianças que logo de cara abrem o último volume. Fui com a cara deles. Mesmo que anos mais novos que Clary e Jace, são anos-luz mais maduros e bem construídos. E lá no fim fui descobrir que eles são protagonistas da nova série da Cassandra - ufa, mais uma com mesma temática; essa gosta de ganhar uma graninha, hein? É tipo, espremer até sair todo o sangue.

Houve ainda o Simon, que é o melhor personagem da saga. Não tem pra ninguém - e mesmo assim ela conseguiu estragar parte dele no fim. Temos Irmão Zacariah tendo mais espaço - merecidamente. E também só no fim do livro, descobri que ele, além de Tessa, protagonizam Peças Infernais - OUUUUTRA SAGA DA AUTORA UFA; mas dizem que essa é boa, no entanto, não pagarei pra ver tão cedo. Apesar de haver ainda a história romântica mais chata da literatura, Jace e Clary, a história de amor deles, não tem tanto destaque como os demais acontecimentos. Isso é ponto positivo.

Eu demorei a fazer essa resenha. Terminei de ler tem um tempo. Acabei adiando por falta de tempo e interesse, por isso já nem lembro tanto assim dos detalhes. Mas o casal Magnus e Alec, se algum dia esboçaram a possibilidade de serem o melhor casal da série, enterraram isso no último livro. Chatos pra baralho... E Izzy - apelido que não pegou, mas estou dando uma chance a Cassandra -, que na maior parte do tempo foi insuportável, aqui foi apenas chata. Melhorou.

Como já disse, a premissa é interessante. Mas nada funcionou em toda a série. Não seria o último livro que salvaria tudo. Não salvou mesmo. Embora algumas ideias tenham sido legais, interessantes, só não bem desenvolvidas. Por ser melhor que tantos outros volumes, vou acabar dando quatro estrelas. Mas é por pena da Cassandra - mentira, não é pra tanto. E se alguém ainda pergunta: por que leu a saga, se achou tão ruim de início? Explico.

1 - Li a sinopse e achei interessantes. 2 - Muitos elogios. 3 - Acabei comprando simplesmente CINCO LIVROS de uma só vez. 4 - promessa de que ele melhoraria. 5 - melhorou só no terceiro e ficou só no terceiro porque nos outros já desandou de novo.

Gostaria de ver mais histórias de Simon, seja com a personalidade que for - e quem leu, entendeu -, porque foi o maior e quase único acerto da autora na série. Uma pena ele ter ficado sempre em segundo plano, mesmo quando a intenção dela era dar destaque a ele. Agora só resta me despedir. E um até breve, Cassandra. Só que é um breve bem demorado, sério. Nada pessoal. Mas tenho dó de mim, também!

E que venha o próximo (que tá bem mais interessante mesmo)
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Renata 29/10/2014

[Resenha] Instrumentos Mortais Vol. 6 - Cidade do Fogo Celestial
O livro não começa com nossos personagens de costume (Jace, Clary, Simon, etc.), mas sim com os personagens de The Dark Artifices (Os Artifícios das Trevas, em tradução livre), que pra quem não sabe é uma saga em que Cassandra Clare está trabalhando, ela é escrita em um futuro próximo de TMI e conta basicamente a história de dois Caçadores de Sombras que também são parabatai, Emma e Julian. O que posso dizer é que você provavelmente vai amá-los desde o primeiro capítulo.
O começo do livro nos leva ao dilema de Jace e o fogo que corre em suas veias e como ele e Clary lidam com isso. Logo os primeiros capítulos já são de tirar o fôlego, principalmente com a volta de Sebastian com seu novo exército de Crepusculares, seres transformados pelo Cálice Mortal.
O livro te prende do começo ao fim, sempre com novas situações e descobertas. Pra quem já ama a série (eu! \o/) vai ficar ansiosíssimo para saber o final. Falando em final, o livro deu um belo desfecho para a série, mas sem deixar de lado a possibilidade de continuação, afinal, é muito provável que alguns personagens de TMI apareçam em TDA, assim como apareceram personagens de TID (Peças Infernais) em TMI. Opa, falei demais?
Finalizando, pra quem ama aventura, esse livro tem de monte. E pra quem ama os livros da tia Cassie, tâmo junto!

site: http://rheehprestige.blogspot.com.br/2014/10/resenha-instrumentos-mortais-vol-6.html
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Nanda 27/10/2014

Um suspiro de alívio pelo fim, talvez
"Livremente servimos
Porque livremente amamos, conforme nosso arbítrio
De amar ou não; assim nos erguemos ou caímos"

Minha saga com Os Instrumentos Mortais começou perto do lançamento do filme. Tinha Cidade dos Ossos (TMI #1) há um bom tempo, mas nunca tive vontade de ler. Resolvi seguir a moda, sim, isso mesmo, e comecei a ler. Obviamente as semelhanças com Harry Potter eram imensas, já que é uma fanfic do mesmo. Isso não impediu que eu desse 5 estrelas e favoritasse. Com Cidade das Cinzas (TMI #2) foi quase a mesma coisa, com a diferença que dei 4 estrelas.

Depois, tirei um período sabático da saga, também conhecido como: não tive dinheiro para comprar o resto. Voltei a ler em julho desse ano, quando ganhei os livros restantes de aniversário. Até aí tudo bem, só que Cidade de Vidro (TMI #3) foi difícil, começaram umas incoerências e eu apenas não sou obrigada. Tudo desandou de vez com Cidade das Almas Perdidas (TMI #5), de longe o pior da série (na minha humilde opinião). Antes de ler Cidade do Fogo Celestial (TMI #6), resolvi seguir o conselho dos amigos e ler As Peças Infernais, que é infinitamente melhor que TMI.

Depois de toda essa introdução, chegamos ao que realmente importa. Comecei a leitura sem muitas expectativas, até porque tinha pegado uns spoilers que fiquei: méh. E foi uma luta, meus amigos. Foi difícil? Foi. Foi intenso? Nem um pouco. A verdade é que eu me senti meio boba, idiota, por ler algo que já não tinha vontade de ler (até porque minha fila de leitura está gigante). Sendo sincera, só li para finalizar e concluir.

Algumas coisas eu comentei durante a leitura no Twitter (e também perguntei quando a história andava, porque né). Um dos meus comentários foi que eu me sentia como uma criança nadando no rasinho e achando que estava se afogando. Sabe aquela sensação de andar em círculos, cachorro correndo atrás do rabo? Foi bem assim.

Cassie tinha a faca e o queijo na mão para finalizar a saga de uma forma, se não épica, quase brilhante. E ela conseguiu destruir isso. E eu fiquei triste, de verdade. Mesmo sabendo que muitos elementos vinham de uma história que sou fã de carteirinha, os livros dela tinham potencial para serem muito bons. E ela jogou isso fora.

A finalização não foi satisfatória para mim, aconteceram coisas óbvias e o que eu mais queria ler no livro não aconteceu. É difícil resenhar o último livro de uma série sem dar nenhum spoiler, eu estou tentando me segurar para não despejar os imensos erros de continuidade, as coisas absurdas e tudo mais. A história só fica, razoavelmente, boa quase no fim. Mas já tinha sido tanta coisa que eu só queria acabar logo de uma vez.

Terminei a leitura com um suspiro de alívio e uma promessa (falha) que não leria mais nada relacionado ao mundo das sombras. E isso já vai ser quebrado porque vou querer Crônicas de Bane. O saldo final, quando terminei, tinha sido negativo, depois pensei melhor e resolvi deixar neutro. Valeu a pena de início, eu desanimei em algumas partes, mas no geral uma anulou a outra e ficou tudo zerado.

site: http://www.entrelinhascasuais.com/2014/10/resenha-cidade-do-fogo-celestial-tmi-6.html
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Miih 13/10/2014

Ave Atque Vale - Saudações & Adeus
Quando comecei a ler esse livro tinha expectativas baixas, tenho que admitir. Para quem acompanha o blog a mais tempo deve saber que eu sou apaixonada pela trilogia As Peças Infernais, embora seja da mesma autora Os Instrumentos Mortais nunca foram meus favoritos.

Clary Fray nunca será boa e carismática (na minha concepção) como Tessa Grey. O universo shadowhunter é um leque de variedades, e é justamente por isso que o último livro me conquistou ainda mais do que Cidade de Vidro, um dos meus preferidos tirando Cidade dos Ossos.

O mundo dos caçadores de sombras está prestes a cair de uma vez por todas, em Princesa Mecânica eles venceram a guerra contra o Magistrado e seus autômatos, em Cidade do Fogo Celestial Jonathan Morgestern ou apenas Sebastian quer literalmente incendiar o mundo.

O prólogo do livro é uma prévia do que veremos em The Dark Artifices,a próxima trilogia dos caçadores de sombras, em Lady Midnight veremos Emma Carstairs em ação com seu parabatai Julian Blacktorn. Com essa introdução adianto que é impossível não amar Emma.

Ela foi melhor em um capítulo do que a Clary em seis livros. Emma tem tudo para ser um próximo Jace, sim eles tem personalidades incrivelmente parecidas. Julian parece não ter tanto destaque perto da talentosa Emma.

O instituto de Los Angeles é atacado assim como muitos outros ao redor do mundo, os caçadores de sombras estão sendo transformados por Sebastian em crepusculares, que são caçadores do mal para todos os efeitos. Os pais de Emma e o pai de Julian são mortos.

A Clave logo evacua todos os institutos mandando todos os caçadores para Idris e então a aventura começa. Não tem como contar em detalhes todo o livro porque é obvio que perderia toda a graça.

Cassandra Clare é perfeita ao finalizar suas sagas, ela é tão simples e direta que chega a emocionar de uma forma que só seus leitores conseguem entender. O final do livro foi simples, deixando a grande brecha para a próxima saga.

Clary até me agradou mais nesse livro, ela estava mais relaxada e engraçada. Havia tiradas incrivelmente engraçadas no decorrer da história. Uma das características que mais amo da Cassie é que ela faz seus personagens engraçados sem forçar nos arrancando verdadeiras risadas.

Um personagem que me conquistou nesse livro, e eu não o curtia em todos os outros, foi o Alec. Ele estava amável e doce nesse livro, sem toda aquela arrogância que tanto em irritou durante os outros. Izzy sempre sento a rainha das caçadoras, determinada e irônica sempre gostei dela.

Jace continua o mesmo lind, sedutor, agora com fogo celestial nas veias, e o Herondale sensual. Engraçado como sempre sendo que é o que mais gosto nele. Ele está mais romântico nesse livro, me lembrou muito o Will de As Peças Infernais.

O mais engraçado é que quem não leu As Peças Infernais não faz a mínima ideia do motivo pelo qual o Instituto de Londres não conseguiu ser atacado. Eu fiquei espantada ao lembrar do motivo, bem não vou contar porque é spoiler de Princesa Mecânica.

O irmão Zachariah ou meu amado e doce Jem aparece ainda mais fofo nesse livro, graças ao Jace ele deixa de ser irmão do silêncio, renovando em tão a dívida que os Carstairs tem com os Herondale.

Tessa aparece definitivamente no final do livro e destruiu meu coração conversando com Clary, ao que tudo indica ela e Jem irão aparecer em Lady Midnight porque Emma está totalmente ligada a Jem mas nesse livro ainda não entendemos como exatamente.

Cassandra acabou com meus sentimentos em relação a Sebastian, nunca gostei dele embora tivesse pena, porém não esperava qualquer outro final senão aquele. Ele merecia pagar por quase colocar fogo no mundo.

Finalmente descobrimos quem é o misterioso pai do Magnus e é graças a ele o que acontece com o Simon que eu fique triste também porque passei a gostar dele.

O final do livro não foi nem de longe tão bom quanto o de Princesa Mecânica, mas foi uma incrível deixa para o próximo livro. Ao terminar de ler você sente que ainda existe mais por trás de tudo.

Não achei que fosse dar nota cinto para esse livro, mas felizmente eu estou dando. É um final ótimo e sem dúvida Cassandra sabe como escrever boas histórias de fantasia.

Quando você lê o livro, levando em consideração que você já leu a um tempo os outros livros, vem uma sensação de nostalgia. É saudade. Mesmo não sendo tão fã de TMI, percebi que sentia saudade de ler sobre eles, de ler os livros da Cassandra.

Tudo que tenho a dizer é Ave Atque Vale¸saudações e adeus. Agora é esperar até o próximo ano.

site: http://bookscoffeeandcupcakes.blogspot.com/2014/10/resenha-cidade-do-fogo-celestial-os.html
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Lita 06/10/2014

ERCHOMAI
ERCHOMAI. Estou chegando. Foi isso o que Sebastian disse. Os Caçadores de Sombras agora estão mais perto de serem tocados pela escuridão do que um dia estiveram. Enquanto os Nephilins esperam decisões serem tomadas Clary, Jace e o resto de seus amigos estão se unindo para lutar contra o pior dos inimigos: O irmão de Clary.
Ninguém no mundo é capaz de detê-lo, mas um encontro imprevisto pode mostrar que as coisas estão mudando. O mundo mudará para sempre se não conseguirem deter a grande ameaça.
Cidade do Fogo Celestial é o sexto e último livro da saga Instrumentos Mortais. O livro é cheio de fantasia e aventura e uma pitada de romance.
Clary é uma personagem que de início não me agradou muito, mas ela passou a evoluir desde o primeiro livro até chegar a essa ótima figura. Encantadora e perigosa *pois é... quem imaginaria?*
Jace é aquele cara que no começo você pensa que é só mais um cara metido, mas se mostra a cada livro, um personagem mais profundo e um pouco reservado e inseguro.
O livro saiu exatamente como se esperava. Nenhum ponto decepcionante. Terminou deixando um gostinho de quero mais. Mas não se enganem. Seria errado se Cassandra escrevesse mais sobre Clary, Jace e o grupo, porque assim ela estaria enrolando a saga e deixando muitas expectativas que dificilmente serão atendidas.
O que aconteceu foi uma interação dos queridos personagens de Instrumentos Mortais com os de Peças Infernais. E se você, leitor, ainda não começou a ler *aqui ainda não, mas irei* o final te deixará curiosa e tentada a fazê-lo.

site: http://umlivroeu.blogspot.com.br/2014/10/resenha-cidade-do-fogo-celestial.html
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Manu 03/10/2014

Umas das melhores sagas que eu já li
Nossa, que livro. Em algumas partes o livro fica bastante cansativo, mas logo tia Cass muda o rumo da história e nos surpreende. Adorei o livro( tem algumas coisas que eu não aceito, mas tudo bem), tem algumas mortes como ela mesmo ja havia dito. Mas vale muito a pena ler, é uma saga que sempre nos surpreende e no final deixa aquela vontade de ler mais.
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tiagoodesouza 28/09/2014

Cidade do Fogo Celestial | @blogocapitulo
Eu acompanho a série Os Instrumentos Mortais quase desde o lançamento do primeiro livro, Cidade dos Ossos, pela Galera Record. Cheguei a dizer que nenhuma outra série tinha me empolgado tanto desde o final de Harry Potter. Então, eu li Cidade das Cinzas e meus olhos se abriram para a expertise da senhora Cassandra Clare.

"(...) Acho que, quando você lamenta de verdade, a pessoa que te ama deveria te perdoar."
Página 40.

Eu comecei a leitura de Fogo Celestial com a expectativa baixa, com o objetivo de apenas saber como a autora resolveu encerrar a série. Confesso que, apesar da expectativa, eu esperava mais. Eu senti que faltou emoção na narrativa e aquela sensação gostosa e terrível de que é o último livro, que esses personagens não voltarão a aparecer tão cedo, sabem? Fiquei, no entanto, com a sensação que a autora encheu o livro com cenas irrelevantes para o desenvolvimento da história, ficando bastante coisa aleatória. Sebastian não me convenceu como vilão neste livro. Até Almas Perdidas, há de se dar algum crédito. Suas motivações, neste último, mostraram apenas um garoto mimado, birrento. Porém, achei interessante o modo como a história dele foi concluída.

Cassandra introduz novos personagens logo no começo do livro e continua nos familiarizando com eles no decorrer da história. São Emma Carstairs e Julian Blackthorn, de um outro instituto, e prováveis protagonistas da futura série da autora sobre os Caçadores de Sombras.

Para ler esse livro, eu maratonei Príncipe Mecânico e Princesa Mecânica, os dois últimos da trilogia As Peças Infernais. Para quem quiser ler a trilogia, é essencial não ler Fogo Celestial antes porque há um big spoiler neste livro. Eu diria mais: leiam Peças logo após Cidade de Vidro, se possível.

"(...) Hérois nem sempre são os que vencem. Algumas vezes, são os que perdem. Mas eles continuam lutando, continuam voltando. Não desistem. É isso que faz deles heróis."
Página 79.

site: http://ocapitulodolivro.blogspot.com.br/2014/08/resenha-cidade-do-fogo-celestial.html
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Mar 27/09/2014

"Somos todos parte do que nos lembramos. Guardamos em nós as esperanças e os medos daqueles que nos amam."

Não quero comentar muito sobre a história em si pois qualquer coisa pode ser um grande spoiler, tendo em vista que esse é uma série com 6 livros, mas tenho que destacar que o livro tem mais emoções do que podemos imaginar. Temos muitos detalhes, cenas de tirar o fôlego e de cortar o coração e, no final, não conseguimos nos decidir se estamos felizes de saber o final ou se estamos tristes em chegar ao final.

''Isto - indicou sua Marca de parabatai - significa que você é minha metade, a melhor de mim, e eu me importo mais com você do que comigo. Lembre-se disto."

Emma é uma das personagens mais fortes de Cassandra, Clary não deixa a desejar e está mais forte, Jace é uma pessoa melhor e adoro cada vez mais sua personalidade, Magnus rouba a cena quando aparece, Alec tem sua importância, Alec dá vontade de levar pra casa, Simon tem um final surpreendente e muita importância durante a trajetória de Clary, Izzy é a amiga que todos queriam ter e Sebastian, bom.. é um personagem que está dividido entre o bem e o mal e, para saber mais, vocês precisam ler.

A narrativa tem um ritmo ótimo, percebemos toda a evolução de Cassandra até o momento, mesmo com as mais de 500 páginas não sentimos a leitura cansativa e não queremos parar a nenhum momento. Toda a trama foi muito bem planejada, com todos os elementos que adoramos nos outros livros estão presentes de uma forma ainda melhor e o final não poderia ser mais perfeito. Cassandra já disse que ainda pretende escrever mais sobre o mundo dos caçadores e podemos perceber ao longo da leitura que algumas coisas poderão ser abordadas pela autora em livros futuros, pois ela deixa algumas pontas soltas.

"Contando que exista amor e lembrança, não existe perda de fato."

A verdade é que é bem difícil falar de livros que são de séries, principalmente quando se trata do final de uma, por isso peço que cada um de vocês que tenha lido o livro entre em contato comigo porque eu necessito falar sobre a Clave, sobre Valentim e a batalha. "Cidade do Fogo Celestial" tem um final memorável e nos deixa emocionados e tristes ao mesmo tempo. Neste livro tivemos a presença de personagens importantes que deixarão os leitores surpresos, empolgados e, claro, ansiando por mais. Cassandra nos deixa lições sobre amor, amizade e familia, além de marcar nossas vidas com personagens sensacionais que nos mostraram o amor em geral. E eu só tenho três palavras para este livro e toda a série: já sinto saudade.

RESENHA COMPLETA: http://www.magialiteraria.net/2014/09/resenha-cidade-do-fogo-celestial.html
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Nathy Bells 23/09/2014

Dizer que eu estava ansiosa por esse livro, é o mínimo que posso comentar com vocês.

Adoro essa série e estava contando os segundos para ter o temido desfecho em minhas mãos.

Digo temido, porque a querida Tia Cassie fez o favor de espalhar pelos 4 cantos do mundo que seria um livro cheio de mortes e escolhas.

Sebastian está vivo e tocando o terror pelos institutos de todo mundo! Com a ajuda do Calice Infernal, ele vem criando um exército para acabar com os caçadores de sombras. Os únicos que conseguem prever os próximos passos dele é Jace e Clare, mas a Clave não tem dado muita atenção a seus avisos, fazendo com que a situação piore cada vez mais.

Teimosa e firme de que suas ideias são as melhores para derrotar o irmão, Clare, juntamente com Jace, Simon, Alec e Isabella vai para um mundo demoníaco, onde quanto mais perto da vitória eles chegam mais a morte os cerca.

Desde o livro anterior, podemos perceber que Sebastian é mau, muitas vezes por falta de opção. Criado para lutar, ele não consegue separar a guerra do amor e nesse livro suas atitudes deixam isso ainda mais evidente. Impossível não querer pegar esse "menino-monstro" no colo e dizer: "Calma, estamos aqui e, apesar de tudo, nós te amamos." rs ...

As mortes acontecem, em sua maioria, de forma suave. Tenho que confessar que esperava algo com mais sangue e drama e tive dificuldade até para perceber uma morte em especial . Se não fosse o próprio Sebastian avisar, acho que teria demorado mais para entender.

Todo o meu choro e desespero pelo final da série foi colocado para fora nos último capítulos, e ainda não consigo entender como a Cassandra Clare teve coragem e criatividade para fazer algo tão cruel, a meu ver, com um personagem que virou meu queridinho durante os outros volumes.

Cidade do Fogo Celestial atingiu todas as minhas expectativas de um modo diferente e deixou aquele gostinho de quero mais, pois nesse livro novos personagens são apresentados. Eles serão os protagonistas da trilogia "Os Artifícios das Trevas" com previsão de lançamento em 2015 nos EUA.

site: http://asenvenenadaspelamaca.blogspot.com.br/2014/08/resenha-cidade-do-fogo-celestial-da.html
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Clara 20/09/2014

Resenha Cidade do Fogo Celestial
Cidade do Fogo Celestial é o gran finale da saga Instrumentos Mortais da Cassandra Clare, mas não ficaremos órfãos por muito tempo. Sinceramente acho que eu leria até a lista de compras da Cassandra Clare. Hahahaha Enfim

Eu estava muito curiosa para saber como seria o final dessa saga, ela tinha a faca e queijo na mão, ou podia sair um final incrível ou ser uma porcaria e devo dizer que me surpreendi positivamente. Essa moça sabe fazer finais. Apesar de que nada se compara ao final de Princesa Mecânica (chorei demais).

Suas tramas são bem pensadas e construídas, mas o mais interesse é a forma com que ela mistura as historias e interliga os personagens. Há muitas referencias do Peças Infernais, algumas sutis, mas outras interferem diretamente na historia atual e na que está por vir. Pra quem não leu super recomendo.

Já no prólogo temos o gancho para a nova serie de livros The Dark Artifices (tradução livre: Os Artifícios das Trevas), pois conhecemos os personagens Emma Carstairs e Julian Blacktorn a família Blacktorn e o instituto de Los Angeles e já temos até um ponto de partida em relação aos conflitos, romances etc. Não foi algo jogado sem pé nem cabeça apenas para aguçar o interesse dos fãs, foi de uma forma coerente, eles acabaram se tornando regulares na narrativa do cidade do fogo celestial.

Começamos o livro já com muita ação, pois Sebastian quer de qualquer forma acabar com o mundo dos caçadores das sombras e não medirá esforços para ser bem sucedido. Ele passa a invadir todos os institutos do mundo obrigando aos caçadores a beberem do Cálice Infernal e os transforma em Crepusculares. Ideia genial, pois é muito mais difícil de lutar contra quem se gosta fora que a transformação é imposta a pessoa. Então numa situação de guerra você sempre vai ponderar em ferir a pessoa, pois ela não tem consciência dos seus próprios atos e você tem. E veja bem, ele tinha um foco muito grande em seu objetivo e não permitiria que ninguém se opusesse a isso. Então ou estava com ele ou estava contra ele e sofreria as consequências.

Sebastian é algo a parte. É um bom vilão, sim é, sua crueldade beira à insanidade, mas a sua sensibilidade e a fragilidade são os pontos altos. É difícil não ter pena, porque vemos que a única coisa que ele queria era ser amado e dentro de toda a loucura realmente acreditava que a Clary e o Jace seriam aqueles dos quais ele poderia contar. O final do personagem foi esperado, pois ele precisava de uma redenção independente de qual fosse, era necessário. Muito do que ele se tornou foi culpa das escolhas e atitudes dos pais dele. Já falei que se tivessem colocado o menino psicólogo muita coisa teria sido evitada. Hahahahhaa.

Para mim o final mais irado foi do Simon, a Cassie conseguiu me pegar de surpresa, o que foi incrível, só que ela pecou por não ter seguido até o fim com a ideia, ter criado certos subterfúgios para não desagradar ao publico e tudo mais.

É uma narrativa deliciosa de acompanhar e durante o livro aconteceram muitas coisas, amadurecimento de alguns personagens, a morte de outros e o mais importante é que mesmo sendo o final de um ciclo, ao mesmo tempo em que ele fecha, ele abre novas portas para os personagens. Deu aquela impressão de que não era realmente o fim, mas um até breve.

Ave atque vale.

site: http://nomeumundo.com/2014/09/18/resenha-cidade-do-fogo-celestial/
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Rodrigo 07/09/2014

Sangue e Estrelas
Cidade do Fogo Celestial é o sexto e último volume da saga de fantasia escrita por Cassandra Clare.

Mais perigoso do que nunca, Sebastian reuniu um exército e está pronto para acabar com Idris e com a Clave. Temendo o pior, Clary, Jace, Alec, Izzy, Simon e Magnus acabaram sendo peças importantes na luta do bem contra o mal, onde apenas um lado será vencedor. O apocalipse está prestes a sucumbir ao universo dos caçadores de sombras.

É com esta premissa que começamos Cidade do Fogo Celestial. Acho que todos ficaram meio apreensivos após ler a última palavra de Cidade das Almas Perdidas, e é com a tensão que terminamos o penúltimo volume que começamos o último volume. O prólogo já começa mostrando como Sebastian está poderoso, e eu achei isso uma sacada de mestre porque ao mesmo tempo em que ela ia mostrando em que ponto a situação estava, também ia introduzindo os personagens novos. Tais personagens serão os protagonistas de Os Artifícios das Trevas, a nova série da autora que também é ambientada no universo dos caçadores de sombras.

Quando a onda de horror de Sebastian e seu exército começa a se tornar realmente uma causa perdida, os caçadores de sombras começam a se juntar e formar um exército para deter o filho de Valentim. Mas devido às leis da Clave, o processo de combate contra o mal que atormenta os caçadores e ai que entra a equipe do Instituto de Nova York. Eles vão caçar Sebastian custe o que custar.

Totalmente diferente dos outros cinco primeiros volumes, esse traz um tom totalmente diferente à história. É perceptível notar a evolução na escrita da Cassandra. Ela nos traz uma visão de um quase apocalipse no mundo em que ela criou, mas não é só isso, junto com essa visão apocalíptica vem o tom sombrio que deixou a trama bem mais densa e complexa. Clare tinha vários artifícios e soube utiliza-los muito bem na história. O drama, o medo e a melancolia predominaram na maior parte do livro.

Os personagens evoluíram de uma maneira assombrosa. Clary que até o quinto volume não tinha conseguido me conquistar me conquistou neste. Com uma postura totalmente diferente, mostrou para o que veio e que se tornou uma mulher, uma guerreira.

O final é totalmente impressionante e impactante, de deixar o leitor mais boquiaberto com a capacidade de Clare para orquestrar finais majestosos.

Cidade do Fogo Celestial encerra com chave de ouro essa série que arrebatou milhões de fãs e leitores. O livro não trata só de concluir a trama, mas trata sobre valores inestimáveis como família e amigos. Ave atque vale Instrumentos Mortais. Vai deixar saudades.

site: arfortaleza.com
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Felipe 03/09/2014

FINALMENTE A CONCLUSÃO
Finalmente temos a conclusão da serie Instrumentos Mortais, escrito por Cassandra Clare.

Neste livro veremos a tão esperada batalha final contra Sebastian Morgenstern, que tem se tornado um pesadelo na vida de Clary e de toda a Clave.

A primeira coisa que notamos neste livro é a inclusão de novos personagens na história: Emma Cartairs e Julian Blackthorn (protagonistas da próxima série de Cassandra Clare: The Dark Artifices). Esses novos personagens são vítimas dos ataques de Sebastian, que transforma o pai de Julian em Crepuscular (Caçadores de Sombras que tomam do Cálice Infernal, criado por Sebastian), e tenta capturar todos os irmãos Blackthorn, que são transportados para Idris a tempo.

Os Blackthorn terão uma séria importância em Cidade do Fogo Celestial, sendo que em diversos capítulos do livro, a história se passa em torno deles.

A escrita da Cassandra Clare teve uma séria melhora, sendo mais detalhada, empolgante e construtiva.

Em relação a Clary, vemos uma aproximação entre ela e sua família, tendo diversas cenas durante o livro em que percebemos que apesar de todo ódio por Sebastian, ela ainda tem certa hesitação causada pelo sua vontade conhecer e amar seu irmão, e vemos a mesma coisa com Sebastian, que apesar de detestar a mãe e o pai, faz o possível para criar uma espécie de amor forçado entre ele e sua irmã.

Percebemos também uma evolução em Simon, que mostra ser muito mais que o mundano, ou o simples vampiro que todos pensaram. Simon terá uma grande importância na trajetória de Clary por este livro, desafiando a Clave e o mundo para conseguir o que pensa estar certo.

Conhecemos um pouco mais sobre o passado de Magnus, que faz jus a frase Para conhecermos o futuro, é necessário entendermos o passado.

O final é surpreendente, superando todas as minhas expectativas para o final da série. Cenas fortemente estruturadas, e emocionantes acontecem, e não deixa nada a desejar.

O único problema do final é que a autora acrescenta no livro um novo detalhe a um personagem que deixa todos esperando por uma continuação tendo este personagem como protagonista e o livro acaba. Realmente espero que esse personagem tenha grandes aparições com essas novas características em The Dark Artifices.

Dica: Antes de lerem Cidade do Fogo Celestial, leiam As Peças Infernais. O livro contém VÁRIOS spoilers, e deixa a leitura de As Peças Infernais um pouco previsível.

Recomendo a leitura de toda a série Os Intrumentos Mortais, e todas as outras obras de Cassandra Clare.
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Resenhoteca 02/09/2014

É chegado o fim de uma saga!
É enfim chegado o esperado final da saga Os instrumentos Mortais da Cassandra Clare. Porém, se você ainda não leu os cinco livros anteriores, esta resenha pode conter SPOILERS indesejados, por isso aconselho não ler. Para quem já leu, vamos ao que interessa.

Nesse ultimo livro Cassandra finalmente põe um fim na guerra que Sebastian declarou ao Mundo dos Caçadores de Sombras e das criaturas do Submundo de maneira óbvia, confesso, porém com particularidades surpreendentes.

A Guerra agora é entre Caçadores de Sombras e Caçadores de Sombras Crepusculares, que já conhecemos. Que são Caçadores que beberam do Cálice Infernal de Sebastian e agora tem total obediência à ele. A guerra se mistura a muito medo e terror pelos Nephilim além de muitas mortes e traições. Isto é, tudo que uma guerra pode ter.

Com um medo disfarçado, todos os Caçadores de Sombras são forçados a irem para Idris, se defenderem dos ataques de Sebastian ao mundo deles dentro das barreiras mágicas da cidade. Porém, como já era de se esperar, nossos principais personagens: Clary, Jace, Izzy, Simon e Alec decidem tentar resolver, como sempre, o problema do mundo dos Nephilim sozinhos e acabam se aventurando em uma perigosa aventura contra Sebastian. E dessa vez o livro não roda apenas em volta de Clary FairChild e os Lightwood mas a autora introduz para nós logo no inicio do livro Emma Carstairs e a família Blackthron, dos instituto de Los Angeles. Familias já conhecidas da saga As peças Infernais.

Para os fãs da saga paralela As Peças Infernais, também de Cassandra Clare, podemos ver mais para o final do livro personagens dessa trilogia já acabada pela autora. (Vejas as resenhas da Saga Aqui). Porém, se você ainda não leu a trilogia, como eu não tinha lido, sugiro ler eles antes de começar o sexto livro. A autora, com o intuito de juntar e concluir as duas sagas juntas nesse livro junta as histórias dando possíveis continuações depois do final da saga As Peças Infernais, e dando um pouco de Spoiler da trilogia paralela dela. O que, no meu caso, não foi muito legal de ler por não ter lido os outros livros. Mas tenho certeza que deixará quem leu ainda mais animado com o final.

Porém, deixando isso de lado, posso dizer que Cassandra Clare soube encerrar sua saga de maneira excelente. Em seu final a autora deixou algumas histórias em aberto. Será que veremos algumas continuações paralelas ou ela apenas deixou para a nossa imaginação responder?

site: http://www.resenhoteca.com/2014/09/resenha-cidade-do-fogo-celestial.html
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