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Cidade do Fogo Celestial

Os Instrumentos Mortais - Vol. 6

Cassandra Clare
Resenhas
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Renata 29/10/2014

[Resenha] Instrumentos Mortais Vol. 6 - Cidade do Fogo Celestial
O livro não começa com nossos personagens de costume (Jace, Clary, Simon, etc.), mas sim com os personagens de The Dark Artifices (Os Artifícios das Trevas, em tradução livre), que pra quem não sabe é uma saga em que Cassandra Clare está trabalhando, ela é escrita em um futuro próximo de TMI e conta basicamente a história de dois Caçadores de Sombras que também são parabatai, Emma e Julian. O que posso dizer é que você provavelmente vai amá-los desde o primeiro capítulo.
O começo do livro nos leva ao dilema de Jace e o fogo que corre em suas veias e como ele e Clary lidam com isso. Logo os primeiros capítulos já são de tirar o fôlego, principalmente com a volta de Sebastian com seu novo exército de Crepusculares, seres transformados pelo Cálice Mortal.
O livro te prende do começo ao fim, sempre com novas situações e descobertas. Pra quem já ama a série (eu! \o/) vai ficar ansiosíssimo para saber o final. Falando em final, o livro deu um belo desfecho para a série, mas sem deixar de lado a possibilidade de continuação, afinal, é muito provável que alguns personagens de TMI apareçam em TDA, assim como apareceram personagens de TID (Peças Infernais) em TMI. Opa, falei demais?
Finalizando, pra quem ama aventura, esse livro tem de monte. E pra quem ama os livros da tia Cassie, tâmo junto!

site: http://rheehprestige.blogspot.com.br/2014/10/resenha-instrumentos-mortais-vol-6.html
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Nanda 27/10/2014

Um suspiro de alívio pelo fim, talvez
"Livremente servimos
Porque livremente amamos, conforme nosso arbítrio
De amar ou não; assim nos erguemos ou caímos"

Minha saga com Os Instrumentos Mortais começou perto do lançamento do filme. Tinha Cidade dos Ossos (TMI #1) há um bom tempo, mas nunca tive vontade de ler. Resolvi seguir a moda, sim, isso mesmo, e comecei a ler. Obviamente as semelhanças com Harry Potter eram imensas, já que é uma fanfic do mesmo. Isso não impediu que eu desse 5 estrelas e favoritasse. Com Cidade das Cinzas (TMI #2) foi quase a mesma coisa, com a diferença que dei 4 estrelas.

Depois, tirei um período sabático da saga, também conhecido como: não tive dinheiro para comprar o resto. Voltei a ler em julho desse ano, quando ganhei os livros restantes de aniversário. Até aí tudo bem, só que Cidade de Vidro (TMI #3) foi difícil, começaram umas incoerências e eu apenas não sou obrigada. Tudo desandou de vez com Cidade das Almas Perdidas (TMI #5), de longe o pior da série (na minha humilde opinião). Antes de ler Cidade do Fogo Celestial (TMI #6), resolvi seguir o conselho dos amigos e ler As Peças Infernais, que é infinitamente melhor que TMI.

Depois de toda essa introdução, chegamos ao que realmente importa. Comecei a leitura sem muitas expectativas, até porque tinha pegado uns spoilers que fiquei: méh. E foi uma luta, meus amigos. Foi difícil? Foi. Foi intenso? Nem um pouco. A verdade é que eu me senti meio boba, idiota, por ler algo que já não tinha vontade de ler (até porque minha fila de leitura está gigante). Sendo sincera, só li para finalizar e concluir.

Algumas coisas eu comentei durante a leitura no Twitter (e também perguntei quando a história andava, porque né). Um dos meus comentários foi que eu me sentia como uma criança nadando no rasinho e achando que estava se afogando. Sabe aquela sensação de andar em círculos, cachorro correndo atrás do rabo? Foi bem assim.

Cassie tinha a faca e o queijo na mão para finalizar a saga de uma forma, se não épica, quase brilhante. E ela conseguiu destruir isso. E eu fiquei triste, de verdade. Mesmo sabendo que muitos elementos vinham de uma história que sou fã de carteirinha, os livros dela tinham potencial para serem muito bons. E ela jogou isso fora.

A finalização não foi satisfatória para mim, aconteceram coisas óbvias e o que eu mais queria ler no livro não aconteceu. É difícil resenhar o último livro de uma série sem dar nenhum spoiler, eu estou tentando me segurar para não despejar os imensos erros de continuidade, as coisas absurdas e tudo mais. A história só fica, razoavelmente, boa quase no fim. Mas já tinha sido tanta coisa que eu só queria acabar logo de uma vez.

Terminei a leitura com um suspiro de alívio e uma promessa (falha) que não leria mais nada relacionado ao mundo das sombras. E isso já vai ser quebrado porque vou querer Crônicas de Bane. O saldo final, quando terminei, tinha sido negativo, depois pensei melhor e resolvi deixar neutro. Valeu a pena de início, eu desanimei em algumas partes, mas no geral uma anulou a outra e ficou tudo zerado.

site: http://www.entrelinhascasuais.com/2014/10/resenha-cidade-do-fogo-celestial-tmi-6.html
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Miih 13/10/2014

Ave Atque Vale - Saudações & Adeus
Quando comecei a ler esse livro tinha expectativas baixas, tenho que admitir. Para quem acompanha o blog a mais tempo deve saber que eu sou apaixonada pela trilogia As Peças Infernais, embora seja da mesma autora Os Instrumentos Mortais nunca foram meus favoritos.

Clary Fray nunca será boa e carismática (na minha concepção) como Tessa Grey. O universo shadowhunter é um leque de variedades, e é justamente por isso que o último livro me conquistou ainda mais do que Cidade de Vidro, um dos meus preferidos tirando Cidade dos Ossos.

O mundo dos caçadores de sombras está prestes a cair de uma vez por todas, em Princesa Mecânica eles venceram a guerra contra o Magistrado e seus autômatos, em Cidade do Fogo Celestial Jonathan Morgestern ou apenas Sebastian quer literalmente incendiar o mundo.

O prólogo do livro é uma prévia do que veremos em The Dark Artifices,a próxima trilogia dos caçadores de sombras, em Lady Midnight veremos Emma Carstairs em ação com seu parabatai Julian Blacktorn. Com essa introdução adianto que é impossível não amar Emma.

Ela foi melhor em um capítulo do que a Clary em seis livros. Emma tem tudo para ser um próximo Jace, sim eles tem personalidades incrivelmente parecidas. Julian parece não ter tanto destaque perto da talentosa Emma.

O instituto de Los Angeles é atacado assim como muitos outros ao redor do mundo, os caçadores de sombras estão sendo transformados por Sebastian em crepusculares, que são caçadores do mal para todos os efeitos. Os pais de Emma e o pai de Julian são mortos.

A Clave logo evacua todos os institutos mandando todos os caçadores para Idris e então a aventura começa. Não tem como contar em detalhes todo o livro porque é obvio que perderia toda a graça.

Cassandra Clare é perfeita ao finalizar suas sagas, ela é tão simples e direta que chega a emocionar de uma forma que só seus leitores conseguem entender. O final do livro foi simples, deixando a grande brecha para a próxima saga.

Clary até me agradou mais nesse livro, ela estava mais relaxada e engraçada. Havia tiradas incrivelmente engraçadas no decorrer da história. Uma das características que mais amo da Cassie é que ela faz seus personagens engraçados sem forçar nos arrancando verdadeiras risadas.

Um personagem que me conquistou nesse livro, e eu não o curtia em todos os outros, foi o Alec. Ele estava amável e doce nesse livro, sem toda aquela arrogância que tanto em irritou durante os outros. Izzy sempre sento a rainha das caçadoras, determinada e irônica sempre gostei dela.

Jace continua o mesmo lind, sedutor, agora com fogo celestial nas veias, e o Herondale sensual. Engraçado como sempre sendo que é o que mais gosto nele. Ele está mais romântico nesse livro, me lembrou muito o Will de As Peças Infernais.

O mais engraçado é que quem não leu As Peças Infernais não faz a mínima ideia do motivo pelo qual o Instituto de Londres não conseguiu ser atacado. Eu fiquei espantada ao lembrar do motivo, bem não vou contar porque é spoiler de Princesa Mecânica.

O irmão Zachariah ou meu amado e doce Jem aparece ainda mais fofo nesse livro, graças ao Jace ele deixa de ser irmão do silêncio, renovando em tão a dívida que os Carstairs tem com os Herondale.

Tessa aparece definitivamente no final do livro e destruiu meu coração conversando com Clary, ao que tudo indica ela e Jem irão aparecer em Lady Midnight porque Emma está totalmente ligada a Jem mas nesse livro ainda não entendemos como exatamente.

Cassandra acabou com meus sentimentos em relação a Sebastian, nunca gostei dele embora tivesse pena, porém não esperava qualquer outro final senão aquele. Ele merecia pagar por quase colocar fogo no mundo.

Finalmente descobrimos quem é o misterioso pai do Magnus e é graças a ele o que acontece com o Simon que eu fique triste também porque passei a gostar dele.

O final do livro não foi nem de longe tão bom quanto o de Princesa Mecânica, mas foi uma incrível deixa para o próximo livro. Ao terminar de ler você sente que ainda existe mais por trás de tudo.

Não achei que fosse dar nota cinto para esse livro, mas felizmente eu estou dando. É um final ótimo e sem dúvida Cassandra sabe como escrever boas histórias de fantasia.

Quando você lê o livro, levando em consideração que você já leu a um tempo os outros livros, vem uma sensação de nostalgia. É saudade. Mesmo não sendo tão fã de TMI, percebi que sentia saudade de ler sobre eles, de ler os livros da Cassandra.

Tudo que tenho a dizer é Ave Atque Vale¸saudações e adeus. Agora é esperar até o próximo ano.

site: http://bookscoffeeandcupcakes.blogspot.com/2014/10/resenha-cidade-do-fogo-celestial-os.html
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Lita 06/10/2014

ERCHOMAI
ERCHOMAI. Estou chegando. Foi isso o que Sebastian disse. Os Caçadores de Sombras agora estão mais perto de serem tocados pela escuridão do que um dia estiveram. Enquanto os Nephilins esperam decisões serem tomadas Clary, Jace e o resto de seus amigos estão se unindo para lutar contra o pior dos inimigos: O irmão de Clary.
Ninguém no mundo é capaz de detê-lo, mas um encontro imprevisto pode mostrar que as coisas estão mudando. O mundo mudará para sempre se não conseguirem deter a grande ameaça.
Cidade do Fogo Celestial é o sexto e último livro da saga Instrumentos Mortais. O livro é cheio de fantasia e aventura e uma pitada de romance.
Clary é uma personagem que de início não me agradou muito, mas ela passou a evoluir desde o primeiro livro até chegar a essa ótima figura. Encantadora e perigosa *pois é... quem imaginaria?*
Jace é aquele cara que no começo você pensa que é só mais um cara metido, mas se mostra a cada livro, um personagem mais profundo e um pouco reservado e inseguro.
O livro saiu exatamente como se esperava. Nenhum ponto decepcionante. Terminou deixando um gostinho de quero mais. Mas não se enganem. Seria errado se Cassandra escrevesse mais sobre Clary, Jace e o grupo, porque assim ela estaria enrolando a saga e deixando muitas expectativas que dificilmente serão atendidas.
O que aconteceu foi uma interação dos queridos personagens de Instrumentos Mortais com os de Peças Infernais. E se você, leitor, ainda não começou a ler *aqui ainda não, mas irei* o final te deixará curiosa e tentada a fazê-lo.

site: http://umlivroeu.blogspot.com.br/2014/10/resenha-cidade-do-fogo-celestial.html
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