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Cidade do Fogo Celestial

Os Instrumentos Mortais - Vol. 6

Cassandra Clare
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Miih 13/10/2014

Ave Atque Vale - Saudações & Adeus
Quando comecei a ler esse livro tinha expectativas baixas, tenho que admitir. Para quem acompanha o blog a mais tempo deve saber que eu sou apaixonada pela trilogia As Peças Infernais, embora seja da mesma autora Os Instrumentos Mortais nunca foram meus favoritos.

Clary Fray nunca será boa e carismática (na minha concepção) como Tessa Grey. O universo shadowhunter é um leque de variedades, e é justamente por isso que o último livro me conquistou ainda mais do que Cidade de Vidro, um dos meus preferidos tirando Cidade dos Ossos.

O mundo dos caçadores de sombras está prestes a cair de uma vez por todas, em Princesa Mecânica eles venceram a guerra contra o Magistrado e seus autômatos, em Cidade do Fogo Celestial Jonathan Morgestern ou apenas Sebastian quer literalmente incendiar o mundo.

O prólogo do livro é uma prévia do que veremos em The Dark Artifices,a próxima trilogia dos caçadores de sombras, em Lady Midnight veremos Emma Carstairs em ação com seu parabatai Julian Blacktorn. Com essa introdução adianto que é impossível não amar Emma.

Ela foi melhor em um capítulo do que a Clary em seis livros. Emma tem tudo para ser um próximo Jace, sim eles tem personalidades incrivelmente parecidas. Julian parece não ter tanto destaque perto da talentosa Emma.

O instituto de Los Angeles é atacado assim como muitos outros ao redor do mundo, os caçadores de sombras estão sendo transformados por Sebastian em crepusculares, que são caçadores do mal para todos os efeitos. Os pais de Emma e o pai de Julian são mortos.

A Clave logo evacua todos os institutos mandando todos os caçadores para Idris e então a aventura começa. Não tem como contar em detalhes todo o livro porque é obvio que perderia toda a graça.

Cassandra Clare é perfeita ao finalizar suas sagas, ela é tão simples e direta que chega a emocionar de uma forma que só seus leitores conseguem entender. O final do livro foi simples, deixando a grande brecha para a próxima saga.

Clary até me agradou mais nesse livro, ela estava mais relaxada e engraçada. Havia tiradas incrivelmente engraçadas no decorrer da história. Uma das características que mais amo da Cassie é que ela faz seus personagens engraçados sem forçar nos arrancando verdadeiras risadas.

Um personagem que me conquistou nesse livro, e eu não o curtia em todos os outros, foi o Alec. Ele estava amável e doce nesse livro, sem toda aquela arrogância que tanto em irritou durante os outros. Izzy sempre sento a rainha das caçadoras, determinada e irônica sempre gostei dela.

Jace continua o mesmo lind, sedutor, agora com fogo celestial nas veias, e o Herondale sensual. Engraçado como sempre sendo que é o que mais gosto nele. Ele está mais romântico nesse livro, me lembrou muito o Will de As Peças Infernais.

O mais engraçado é que quem não leu As Peças Infernais não faz a mínima ideia do motivo pelo qual o Instituto de Londres não conseguiu ser atacado. Eu fiquei espantada ao lembrar do motivo, bem não vou contar porque é spoiler de Princesa Mecânica.

O irmão Zachariah ou meu amado e doce Jem aparece ainda mais fofo nesse livro, graças ao Jace ele deixa de ser irmão do silêncio, renovando em tão a dívida que os Carstairs tem com os Herondale.

Tessa aparece definitivamente no final do livro e destruiu meu coração conversando com Clary, ao que tudo indica ela e Jem irão aparecer em Lady Midnight porque Emma está totalmente ligada a Jem mas nesse livro ainda não entendemos como exatamente.

Cassandra acabou com meus sentimentos em relação a Sebastian, nunca gostei dele embora tivesse pena, porém não esperava qualquer outro final senão aquele. Ele merecia pagar por quase colocar fogo no mundo.

Finalmente descobrimos quem é o misterioso pai do Magnus e é graças a ele o que acontece com o Simon que eu fique triste também porque passei a gostar dele.

O final do livro não foi nem de longe tão bom quanto o de Princesa Mecânica, mas foi uma incrível deixa para o próximo livro. Ao terminar de ler você sente que ainda existe mais por trás de tudo.

Não achei que fosse dar nota cinto para esse livro, mas felizmente eu estou dando. É um final ótimo e sem dúvida Cassandra sabe como escrever boas histórias de fantasia.

Quando você lê o livro, levando em consideração que você já leu a um tempo os outros livros, vem uma sensação de nostalgia. É saudade. Mesmo não sendo tão fã de TMI, percebi que sentia saudade de ler sobre eles, de ler os livros da Cassandra.

Tudo que tenho a dizer é Ave Atque Vale¸saudações e adeus. Agora é esperar até o próximo ano.

site: http://bookscoffeeandcupcakes.blogspot.com/2014/10/resenha-cidade-do-fogo-celestial-os.html
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Lita 06/10/2014

ERCHOMAI
ERCHOMAI. Estou chegando. Foi isso o que Sebastian disse. Os Caçadores de Sombras agora estão mais perto de serem tocados pela escuridão do que um dia estiveram. Enquanto os Nephilins esperam decisões serem tomadas Clary, Jace e o resto de seus amigos estão se unindo para lutar contra o pior dos inimigos: O irmão de Clary.
Ninguém no mundo é capaz de detê-lo, mas um encontro imprevisto pode mostrar que as coisas estão mudando. O mundo mudará para sempre se não conseguirem deter a grande ameaça.
Cidade do Fogo Celestial é o sexto e último livro da saga Instrumentos Mortais. O livro é cheio de fantasia e aventura e uma pitada de romance.
Clary é uma personagem que de início não me agradou muito, mas ela passou a evoluir desde o primeiro livro até chegar a essa ótima figura. Encantadora e perigosa *pois é... quem imaginaria?*
Jace é aquele cara que no começo você pensa que é só mais um cara metido, mas se mostra a cada livro, um personagem mais profundo e um pouco reservado e inseguro.
O livro saiu exatamente como se esperava. Nenhum ponto decepcionante. Terminou deixando um gostinho de quero mais. Mas não se enganem. Seria errado se Cassandra escrevesse mais sobre Clary, Jace e o grupo, porque assim ela estaria enrolando a saga e deixando muitas expectativas que dificilmente serão atendidas.
O que aconteceu foi uma interação dos queridos personagens de Instrumentos Mortais com os de Peças Infernais. E se você, leitor, ainda não começou a ler *aqui ainda não, mas irei* o final te deixará curiosa e tentada a fazê-lo.

site: http://umlivroeu.blogspot.com.br/2014/10/resenha-cidade-do-fogo-celestial.html
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Manu 03/10/2014

Umas das melhores sagas que eu já li
Nossa, que livro. Em algumas partes o livro fica bastante cansativo, mas logo tia Cass muda o rumo da história e nos surpreende. Adorei o livro( tem algumas coisas que eu não aceito, mas tudo bem), tem algumas mortes como ela mesmo ja havia dito. Mas vale muito a pena ler, é uma saga que sempre nos surpreende e no final deixa aquela vontade de ler mais.
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tiagoodesouza 28/09/2014

Cidade do Fogo Celestial | @blogocapitulo
Eu acompanho a série Os Instrumentos Mortais quase desde o lançamento do primeiro livro, Cidade dos Ossos, pela Galera Record. Cheguei a dizer que nenhuma outra série tinha me empolgado tanto desde o final de Harry Potter. Então, eu li Cidade das Cinzas e meus olhos se abriram para a expertise da senhora Cassandra Clare.

"(...) Acho que, quando você lamenta de verdade, a pessoa que te ama deveria te perdoar."
Página 40.

Eu comecei a leitura de Fogo Celestial com a expectativa baixa, com o objetivo de apenas saber como a autora resolveu encerrar a série. Confesso que, apesar da expectativa, eu esperava mais. Eu senti que faltou emoção na narrativa e aquela sensação gostosa e terrível de que é o último livro, que esses personagens não voltarão a aparecer tão cedo, sabem? Fiquei, no entanto, com a sensação que a autora encheu o livro com cenas irrelevantes para o desenvolvimento da história, ficando bastante coisa aleatória. Sebastian não me convenceu como vilão neste livro. Até Almas Perdidas, há de se dar algum crédito. Suas motivações, neste último, mostraram apenas um garoto mimado, birrento. Porém, achei interessante o modo como a história dele foi concluída.

Cassandra introduz novos personagens logo no começo do livro e continua nos familiarizando com eles no decorrer da história. São Emma Carstairs e Julian Blackthorn, de um outro instituto, e prováveis protagonistas da futura série da autora sobre os Caçadores de Sombras.

Para ler esse livro, eu maratonei Príncipe Mecânico e Princesa Mecânica, os dois últimos da trilogia As Peças Infernais. Para quem quiser ler a trilogia, é essencial não ler Fogo Celestial antes porque há um big spoiler neste livro. Eu diria mais: leiam Peças logo após Cidade de Vidro, se possível.

"(...) Hérois nem sempre são os que vencem. Algumas vezes, são os que perdem. Mas eles continuam lutando, continuam voltando. Não desistem. É isso que faz deles heróis."
Página 79.

site: http://ocapitulodolivro.blogspot.com.br/2014/08/resenha-cidade-do-fogo-celestial.html
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