Cidade do Fogo Celestial

Cassandra Clare



Resenhas - Cidade do Fogo Celestial


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Natalia 20/12/2014

Resenha publicada no blog Perdidas na Biblioteca
Você é fã de Cassandra Clare e da série Os Instrumentos Mortais? Então pare tudo que você esta fazendo; pare de ler esta resenha e vá AGORA comprar Cidade do Fogo Celestial!!!!!!
Estou falando sério! Você está perdendo tempo! Você já poderia estar lendo!! Go Go Go!!

"Ah Natália... mas eu não tenho dinheiro...
- Pede emprestado pro seu pai, pra sua avó, faz vaquinha com os amigos! Enfim... dá o seu jeito!!!
Ah Natália, mas eu estou lendo outro livro ainda.
- Para de ler agora! E vai ler Cidade do Fogo Celestial!!"

Depois desse recado "nem um pouco sutil", podemos começar esta resenha...

Se você ainda não sucumbiu aos poderes de narração de Cassandra Clare, prepare-se, pois agora vai!

Finalmente chegamos ao último livro da saga Os Instrumentos Mortais.
Se você chegou até aqui, é porque precisa ser convencido de que a história é boa, né? Então vamos a um pequeno resumão. E eu não vou contar nem 10% do que acontece na série...

Clary era uma menina normal que vivia em Nova York, sem saber que na verdade era uma nephilim, ou seja, ela tinha sangue de anjo correndo em suas veias e por isso, ela podia ver um mundo oculto dos humanos, onde existem vampiros, lobisomens, fadas, feiticeiros e muitos demônios. Os nephilims são os guardiões desse mundo, mantendo os humanos a salvo e a ordem entre esses seres sobrenaturais.

Ela conhece Isabelle, Jace e Alec, caçadores de sombras (como são chamados os guardiões), e fica sabendo que o pai dela - Valentim - esta querendo destruir a trégua que foi estabelecida entre nephilims e os seres do submundo, utilizando os Instrumentos Mortais que são objetos que deram origem aos nephilims e que com eles, é possível requisitar uma reunião com um anjo. Sim, é isso mesmo... você pode bater um papo com um anjo com asas, cheio de luz em volta do corpo e tudo mais... eles não são muito sociáveis, mas te atendem mesmo contra a vontade deles. Só tome cuidado para não sofrer a ira de Deus depois...

Pois bem... é claro que as ações de Valentim iniciam uma guerra monstruosa. Só que no meio dessa guerra, nós descobrimos que ele tem outro filho, ou seja, Clary tem um irmão, chamado Sebastian. E aí minha gente... se você já estava preso a história pelo fato de ser ação e aventura do início ao fim; se você já estava achando que Valentim era mau... é porque você ainda não tinha conhecido o Sebastian!!!
Valentim é bonzinho perto do Sebastian!!!

Sebastian não só quer destruir os nephilims, como quer Clary para ele (Sim! Ele ama a irmã!), quer manter Jace por perto como se fosse um irmão ou um grande amigo (só que ele ama a Clary também! E ambos foram criados por Valentim como se fossem filhos dele. Pois é... meio bizarro, mas só lendo o livro pra descobrir por quê) e quer virar o "rei do Inferno" controlando todos os demônios. E para isso, ele não se incomoda de usar golpes baixos, como mentir, matar e se aliar ao inimigo do seu inimigo. Afinal, vale tudo no amor e na guerra, né?

Sabe a guerra que eu falei antes que Valentim tinha iniciado? É "fichinha" perto do que Sebastian vai aprontar!
Para vocês terem uma ideia, logo no primeiro capítulo de Cidade do Fogo Celestial, ele já invade um Instituto (uma espécie de posto avançado/ centro de treinamento dos nephilims) localizado em Los Angeles e mata geral!!!
É a mesma coisa que você invadir um quartel da polícia...
Básico né gente?! Qualquer um faz isso... hehehe
A partir disso, você já pode imaginar o ritmo que tem essa história. É IMPOSSÍVEL PARAR DE LER!!!

Eu não estou brincando! São mais de 500 páginas! Eu não comia... eu não dormia... eu só lia!!! Meu marido ficou impressionado como me desliguei do mundo por 2 dias! Jogo da "Copa das Copas" rolando e eu LENDO!

E vou falar mais uma coisa...
Eu não ia ler essa série. Achava que era uma série infanto juvenil com personagens adolescentes e suas neuras, e eu não tenho a menor paciência pra isso. Até que o Diego (colunista daqui do blog) me emprestou Cidade dos Ossos e disse que eu tinha que ler porque ele queria alguém pra conversar sobre a série.
Eu comecei a ler e viciei!!!! A ponto de eu terminar Cidade do Fogo Celestial antes dele!!!

Primeiro porque os personagens, apesar de terem entre 16 e 18 anos, são guerreiros. Então não tem aquela coisa chata de "Ai, será que fulano gosta de mim? Ai, será que é isso mesmo que eu devo fazer? oh! dúvida cruel!".
Nãoooooo...
Você esta sempre correndo pra descobrir o que Valentim/Sebastian esta aprontando e tentar impedir. Isso é uma guerra!!! A diferença é que é como uma ópera: é dividida em atos.
Primeiro ato: Valentim
Segundo ato: Sebastian
Tem romance? Tem!! Tem bastante romance! Mas também tem muitas partes engraçadas, pois Jace é aquele convencido charmoso; e Simon (melhor amigo da Clary) é aquele nerd engraçado que vive fazendo comentários sarcásticos e sensacionais ao longo do livro. Quando junta esses dois pra discutir ou conversar... não tem como não rir!

Mas final de séries grandes assim, a autora sempre deixa algum furo, certo? Errado! Não tem! Muito pelo contrário. Cassandra é tão diva, que ela conseguiu colocar os personagens de As Peças Infernais na série, e ainda acrescentou outros personagens que tenho certeza que serão os protagonistas da próxima série dela.
Quando eu terminei de ler esse livro eu percebi três coisas:
1. Preciso comprar todos os outros livros da série Os Instrumentos Mortais, pois, como eu relatei acima, eu li emprestado do Diego, nosso colunista. Então, eu só tenho esse livro!

2. Eu PRECISO ler As Peças Infernais, pois apesar da história se passar antes da série Os Instrumentos Mortais, eu preciso saber todos os mínimos detalhes sobre essa história.

3. QUALQUER livro que a Cassandra Clare escrever terá lugar garantido nas minhas prateleiras. Porque ela é diva!
E ai? Te convenci?

site: http://www.perdidasnabiblioteca.blogspot.com.br/2014/07/cidade-do-fogo-celestial-por-cassandra.html
dany 21/12/2014minha estante
sim ela é diva mesmo, nunca fui muito fã de lê pois nada me chamava tanto a atenção até q meu primo me emprestou um filme chamado instrumentos mortais cidade dos ossos e disse q eu ia gosta , o pior é q ele tava certo , fiquei muito curiosa pra saber a continuação então comprei o livro 2 cidade das cinzas ,ai não contente queria mais , ai fui comprando logo o 3 cidade de vidro , depois o 4 cidade dos anjos caídos , até q comprei o q tou lendo agora cidade das almas perdidas, mais já estou louca para comprar cidade do fogo celestial.. eu preciso ter a serie completa , preciso tambem compra o cortax dos caçadores de sombras...




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Cath´s 12/12/2014

Resenha Cidade do Fogo Celestial.
Acho que não é segredo que sou apaixonada por essa saga, motivo pelo qual eu adiei tanto a leitura deste sexto e último livro.

No livro anterior, Sebastian, usando o Cálice Infernal, conseguiu transformar vários Caçadores de Sombras em suas marionetes (chamados Crepusculares) e essa obra começa com ele tentando aumentar seu poder e atacando um Instituto, onde somos apresentados a novos personagens.

Por causa do ataque aos Institutos, resolvem levar a maioria dos Caçadores de Sombras para Idris, e convenhamos que a Clave continua com suas péssimas ideias e estratégias, assim sobre para Clary, Jace, Simon, Isabelle, Alex e Magnus fazerem algo efetivamente para impedir os planos de Sebastian.

Só que não é segredo para nós leitores que tem uma pessoa que Sebastian quer do seu lado de livre e espontânea vontade: Clary, Por isso, ele pretende tê-la, a qualquer custo.

Quanto a Simon, novamente se mete em uma cilada e acaba sendo levado para Idris por Raphael, para ajudá-lo a convencer a Clave que a liderança dos vampiros tem que ser trocada.

O que eu gostei muito nesse livro é que os sentimentos de todos os personagens estão ampliados e você termina sentindo tudo junto com eles.

Nós temos sim, mais de uma batalha nesse livro e eu admito que o final da obra só fez eu gostar mais de Sebastian, o qual podem me chamar de louca, eu já gostava.

Mas o casal que brilhou durante todo o livro, ao meu ver, foi Alex e Magnus, eu sempre gostei desses dois, mas esse sentimento foi crescendo, eles demonstram que pessoas com diferenças, gostando-se verdadeiramente podem encontrar uma maneira de dar certo.

Em pesquisa na internet eu fiquei meio confusa se a Saga terá continuação, ou se ela vai intercala com Artifícios Mortais da série Peças Infernais (que foi o que entendi), pois foi apresentado novos personagens e aberto já o enredo para continuação. E admito que não me agradou o fim de todos os personagens, obviamente não vou contar quem morreu, embora não tenha sido tantas mortes quanto imaginei.

É uma saga em que foi ótima a ideia de sair da trilogia original e expandir para seis livros, então eu fico animada se tiver mais, pois provou que consegue conteúdo para tanto.

Se não notaram ainda eu super indico essa saga, é apaixonante além de uma ótima fantasia, você termina querendo ser uma Caçadora de Sombras, embora vá continuar odiando a Clave, talvez ainda mais.

P.S.: Além disso aparece Tessa e mais do Irmão Zacariah, protagonistas da série Peças Infernais, que estou doida para ler!

site: http://www.some-fantastic-books.com/2014/12/resenha-cidade-do-fogo-celestial.html
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Vanessa Sueroz 11/12/2014

Finalmente chegamos no último livro da série, alguém curioso? Neste livro teremos obviamente a continuação da batalha de Clary, Jace e a turma contra Sebastian que está ainda mais poderoso.

Logo no começo do livro conhecemos personagens novos que fazem uma boa diferença no livro, Emma, narra logo no inicio o que aconteceu com a sua família quando o instituto é atacado por Sebastian e seus Caçadores da Sombra malignos, Mark seu irmão é levado, seus pais estão mortos e quase todos os que conhecem foram transformados. Assim como o instituto que ela morava, muitos outros também foram atacados, quase todos na mesma noite e quase sem chances de resistência. Somente as crianças foram poupadas.

Diante deste caos todos os Caçadores da Sombra são convocados para voltar para Idris para se reunirem e pensar no que fazer. A Clave está preocupada em encontrar uma cura para o Cálice Mortal de Sebastian, mas Clary e Jace têm certeza que não vão encontrar. Depois de Sebastian aparecer na cidade para buscar Clary para ajuda-lo a dominar o mundo a Clave finalmente vê que terá que combate-lo.

Infelizmente não posso ir muito além disso na história para não soltar spoiler, mas o livro tem um pouco de tudo, romance – finalmente Clary e Jace – mistério, afinal como eles vão derrotar Sebastian? Aventura, obivio. Temos Magnus um pouco mais presente, muitas guerras e batalhas.

- E onde estão Jace e Clary?
– Ah – respondeu Simon delicadamente – Quem pode saber…
– Heterossexuais – declarou Alex – Por que não conseguem se controlar?
– É um mistério – concordou Simon.

Resenha completa:

site: http://blog.vanessasueroz.com.br/cidade-do-fogo-celestial/
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Ana Beatriz 06/12/2014

Cidade do Fogo Celestial
Finalmente a tão esperada conclusão da saga.

Depois de salvar Jace de Sebastian, Clary mais do que nunca precisa derrotar o irmão.

Jace com o fogo celestial e Clary com os símbolos são os únicos capazes de derrotar Sebastian e os crepusculares.

Guerra, morte, irmão contra irmão, o mundo dos Nephilin está um caos, alianças quebradas e um final surpreendente te esperam no ultimo livro da saga dos instrumentos mortais.

site: ultragirlandstuffblr.tumblr.com
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Tania 03/12/2014

Amei...
Desfecho perfeito para os Instrumentos Mortais.
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Laura 03/12/2014

O problema de não conseguir desapegar de seus personagens
Cidade do Fogo Celestial para mim coroou a sensação que eu tive desde Cidade dos Anjos Caídos, o 4o. livro da Série Instrumentos Mortais. No segunda parte da sexalogia, faltaram motivos razoáveis para se continuar escrevendo e sobraram aberturas para mais livros e crossovers com a outra série da autora, As Peças Infernais. Clare não precisava ter escrito mais que os três primeiros, principalmente por que não conseguiu arranjar um vilão suficientemente bom para a segunda parte. Sebastian é fraquíssimo, não tendo nem de longe a profundidade de motivos que Valentim possuía - e fico por aqui para não dar spoilers.
Além disso, Clare não tem coragem suficiente ou não tem ideia do que quer escrever, por que mata personagens que teoricamente eram importantes, para dar aquele impacto, para depois tentar amenizar a morte deles, tirando o peso da perda. Aplica sacrifícios a personagens importantes, de forma teoricamente irreversível, para depois aparecer uma solução mágica, literalmente, que salva tudo e deixa tudo bem. Não é assim que funciona. Se você quer deixar a história mais real, mais adulta, precisa ter alguns sacrifícios de verdade. Além disso, é preocupante quando personagens que tem vida sexual ativa mantém diálogos iguais ao do Percy Jackson quando tinha 12 anos, e olha que o Percy é o Percy em termos de infantilidade. Clare não consegue resolver o que quer, se um romance mais adulto ou mais infantil. É complicado. O que salva o livro, claro, são os personagens e a habilidade que Claro tem de deixar o ritmo eletrizante. Felizmente, nenhum personagem saiu muito prejudicado pelas indecisões da autora, embora eles estariam muito bem com apenas os três livros.
Mas o que é mais preocupante de tudo é a inserção deliberada de personagens desde o início do 6o. livro, os quais são praticamente desnecessários durante toda a história, e que ao fim desta fica claro que são apenas um gancho para as novas futuras histórias, além de outros ganchos que surgiram com o fim do problema do sexto livro. De toda forma, é desanimador ver que Clare não consegue largar de seus personagens. Claro que para alguns fãs isso tudo é ótimo, por que significa que não precisarão abandonar o Universo tão cedo. Mas para mim, que não me considero uma fã fervorosa, é apenas uma possibilidade enorme de estragar o universo muito bom que ela criou, simplesmente por que não consegue largar dele. Espero pelo menos que, se ela resolver continuar, não se utilize dos personagens antigos juntos com os novos, que use pelo menos um ou outro, por que não vejo como juntar adultos e crianças vá dar certo, a não ser que ela continue nessa indecisão sobre que tipo de literatura escreve, o que prejudica demais o livro. Enfim, que os personagens maravilhosos de Jace, Alec, Isabelle, Simon, Magnus e a boa personagem da Clare permaneçam a salvo.
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Luan 19/11/2014

Eu vi uma luz no fim do túnel, caramba! Terminei! Adeus, Jace, Clary e cia.
Ninguém faz ideia de como esperava por este momento: não o de ler o último livro da série, mas de acabar ela. Não que ela seja de todo ruim. Tem lá suas qualidades. Mas é, sem medo algum, uma das mais fracas que já li. Os personagens mais chatos que conheci estão em Instumentos Mortais. Os protagonistas mais insuportáveis estão em Instrumentos Mortais. O texto mais chato está em Instrumentos Mortais.

Mas terminei. Consegui. Venci a Cassandra Clare - a autora da série. O último livro da série não é o mais chato de todos. Mas nem o melhor. Talvez seja o segundo, num empate nivelado por baixo com outros. Cidade do Fogo Celestial tem uma curiosidade interessante: ele é, junto com Cidade de Vidro, o volume em que se passa em Idris, lugar original dos caçadores de sombra. Por que será que os dois livros em que Alicante é o cenário da aventura são os melhores? - ou menos piores, ok.

No último volume, história está centrada em Sebastian, que tenta a todo custo montar seu próprio exército e para isso acaba com a vida dos caçadores de sombra, transformando-os em Crepusculares a partir do Cálice Mortal. Uma vez transformado, o caçador nunca mais voltará a ser o que era: seu destino é a morte. - uau, sob essa premissa, até parece que o livro é espetacular; também achei.

A partir daí começa uma caçada da Clave pra combater essa ação de Sebastian, que tem como objetivo dominar todo o mais. Mas aí Clary e sua turma da pesada passam na frente de todos e acham que tem o dever de acabar com o herdeiro de Val Valentim - o mágico dos mágicos; piada sem graça.

Mas pode ter certeza que nessa corrida, Clary e sua turma da pesada vão fazer muitas mer.. ops, muitas burradas. Mas, além disso, não falarei mais nada, até porque seria spoiler. Se bem que dessa série soltaria qualquer spoiler mesmo - caso eu lembre de algum, pois fiz questão de não manter muita coisa guardada.

Mas como eu bem disse, tivemos coisas legais - que não parecem ser de Cassandra; bem como o terceiro volume da série, que, na minha opinião, foi escrito por outra pessoa. Por exemplo, aparecem alguns novos personagens. Só para citar: Emma e Julian. São duas crianças que logo de cara abrem o último volume. Fui com a cara deles. Mesmo que anos mais novos que Clary e Jace, são anos-luz mais maduros e bem construídos. E lá no fim fui descobrir que eles são protagonistas da nova série da Cassandra - ufa, mais uma com mesma temática; essa gosta de ganhar uma graninha, hein? É tipo, espremer até sair todo o sangue.

Houve ainda o Simon, que é o melhor personagem da saga. Não tem pra ninguém - e mesmo assim ela conseguiu estragar parte dele no fim. Temos Irmão Zacariah tendo mais espaço - merecidamente. E também só no fim do livro, descobri que ele, além de Tessa, protagonizam Peças Infernais - OUUUUTRA SAGA DA AUTORA UFA; mas dizem que essa é boa, no entanto, não pagarei pra ver tão cedo. Apesar de haver ainda a história romântica mais chata da literatura, Jace e Clary, a história de amor deles, não tem tanto destaque como os demais acontecimentos. Isso é ponto positivo.

Eu demorei a fazer essa resenha. Terminei de ler tem um tempo. Acabei adiando por falta de tempo e interesse, por isso já nem lembro tanto assim dos detalhes. Mas o casal Magnus e Alec, se algum dia esboçaram a possibilidade de serem o melhor casal da série, enterraram isso no último livro. Chatos pra baralho... E Izzy - apelido que não pegou, mas estou dando uma chance a Cassandra -, que na maior parte do tempo foi insuportável, aqui foi apenas chata. Melhorou.

Como já disse, a premissa é interessante. Mas nada funcionou em toda a série. Não seria o último livro que salvaria tudo. Não salvou mesmo. Embora algumas ideias tenham sido legais, interessantes, só não bem desenvolvidas. Por ser melhor que tantos outros volumes, vou acabar dando quatro estrelas. Mas é por pena da Cassandra - mentira, não é pra tanto. E se alguém ainda pergunta: por que leu a saga, se achou tão ruim de início? Explico.

1 - Li a sinopse e achei interessantes. 2 - Muitos elogios. 3 - Acabei comprando simplesmente CINCO LIVROS de uma só vez. 4 - promessa de que ele melhoraria. 5 - melhorou só no terceiro e ficou só no terceiro porque nos outros já desandou de novo.

Gostaria de ver mais histórias de Simon, seja com a personalidade que for - e quem leu, entendeu -, porque foi o maior e quase único acerto da autora na série. Uma pena ele ter ficado sempre em segundo plano, mesmo quando a intenção dela era dar destaque a ele. Agora só resta me despedir. E um até breve, Cassandra. Só que é um breve bem demorado, sério. Nada pessoal. Mas tenho dó de mim, também!

E que venha o próximo (que tá bem mais interessante mesmo)
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Renata 29/10/2014

[Resenha] Instrumentos Mortais Vol. 6 - Cidade do Fogo Celestial
O livro não começa com nossos personagens de costume (Jace, Clary, Simon, etc.), mas sim com os personagens de The Dark Artifices (Os Artifícios das Trevas, em tradução livre), que pra quem não sabe é uma saga em que Cassandra Clare está trabalhando, ela é escrita em um futuro próximo de TMI e conta basicamente a história de dois Caçadores de Sombras que também são parabatai, Emma e Julian. O que posso dizer é que você provavelmente vai amá-los desde o primeiro capítulo.
O começo do livro nos leva ao dilema de Jace e o fogo que corre em suas veias e como ele e Clary lidam com isso. Logo os primeiros capítulos já são de tirar o fôlego, principalmente com a volta de Sebastian com seu novo exército de Crepusculares, seres transformados pelo Cálice Mortal.
O livro te prende do começo ao fim, sempre com novas situações e descobertas. Pra quem já ama a série (eu! \o/) vai ficar ansiosíssimo para saber o final. Falando em final, o livro deu um belo desfecho para a série, mas sem deixar de lado a possibilidade de continuação, afinal, é muito provável que alguns personagens de TMI apareçam em TDA, assim como apareceram personagens de TID (Peças Infernais) em TMI. Opa, falei demais?
Finalizando, pra quem ama aventura, esse livro tem de monte. E pra quem ama os livros da tia Cassie, tâmo junto!

site: http://rheehprestige.blogspot.com.br/2014/10/resenha-instrumentos-mortais-vol-6.html
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Nanda 27/10/2014

Um suspiro de alívio pelo fim, talvez
"Livremente servimos
Porque livremente amamos, conforme nosso arbítrio
De amar ou não; assim nos erguemos ou caímos"

Minha saga com Os Instrumentos Mortais começou perto do lançamento do filme. Tinha Cidade dos Ossos (TMI #1) há um bom tempo, mas nunca tive vontade de ler. Resolvi seguir a moda, sim, isso mesmo, e comecei a ler. Obviamente as semelhanças com Harry Potter eram imensas, já que é uma fanfic do mesmo. Isso não impediu que eu desse 5 estrelas e favoritasse. Com Cidade das Cinzas (TMI #2) foi quase a mesma coisa, com a diferença que dei 4 estrelas.

Depois, tirei um período sabático da saga, também conhecido como: não tive dinheiro para comprar o resto. Voltei a ler em julho desse ano, quando ganhei os livros restantes de aniversário. Até aí tudo bem, só que Cidade de Vidro (TMI #3) foi difícil, começaram umas incoerências e eu apenas não sou obrigada. Tudo desandou de vez com Cidade das Almas Perdidas (TMI #5), de longe o pior da série (na minha humilde opinião). Antes de ler Cidade do Fogo Celestial (TMI #6), resolvi seguir o conselho dos amigos e ler As Peças Infernais, que é infinitamente melhor que TMI.

Depois de toda essa introdução, chegamos ao que realmente importa. Comecei a leitura sem muitas expectativas, até porque tinha pegado uns spoilers que fiquei: méh. E foi uma luta, meus amigos. Foi difícil? Foi. Foi intenso? Nem um pouco. A verdade é que eu me senti meio boba, idiota, por ler algo que já não tinha vontade de ler (até porque minha fila de leitura está gigante). Sendo sincera, só li para finalizar e concluir.

Algumas coisas eu comentei durante a leitura no Twitter (e também perguntei quando a história andava, porque né). Um dos meus comentários foi que eu me sentia como uma criança nadando no rasinho e achando que estava se afogando. Sabe aquela sensação de andar em círculos, cachorro correndo atrás do rabo? Foi bem assim.

Cassie tinha a faca e o queijo na mão para finalizar a saga de uma forma, se não épica, quase brilhante. E ela conseguiu destruir isso. E eu fiquei triste, de verdade. Mesmo sabendo que muitos elementos vinham de uma história que sou fã de carteirinha, os livros dela tinham potencial para serem muito bons. E ela jogou isso fora.

A finalização não foi satisfatória para mim, aconteceram coisas óbvias e o que eu mais queria ler no livro não aconteceu. É difícil resenhar o último livro de uma série sem dar nenhum spoiler, eu estou tentando me segurar para não despejar os imensos erros de continuidade, as coisas absurdas e tudo mais. A história só fica, razoavelmente, boa quase no fim. Mas já tinha sido tanta coisa que eu só queria acabar logo de uma vez.

Terminei a leitura com um suspiro de alívio e uma promessa (falha) que não leria mais nada relacionado ao mundo das sombras. E isso já vai ser quebrado porque vou querer Crônicas de Bane. O saldo final, quando terminei, tinha sido negativo, depois pensei melhor e resolvi deixar neutro. Valeu a pena de início, eu desanimei em algumas partes, mas no geral uma anulou a outra e ficou tudo zerado.

site: http://www.entrelinhascasuais.com/2014/10/resenha-cidade-do-fogo-celestial-tmi-6.html
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Miih 13/10/2014

Ave Atque Vale - Saudações & Adeus
Quando comecei a ler esse livro tinha expectativas baixas, tenho que admitir. Para quem acompanha o blog a mais tempo deve saber que eu sou apaixonada pela trilogia As Peças Infernais, embora seja da mesma autora Os Instrumentos Mortais nunca foram meus favoritos.

Clary Fray nunca será boa e carismática (na minha concepção) como Tessa Grey. O universo shadowhunter é um leque de variedades, e é justamente por isso que o último livro me conquistou ainda mais do que Cidade de Vidro, um dos meus preferidos tirando Cidade dos Ossos.

O mundo dos caçadores de sombras está prestes a cair de uma vez por todas, em Princesa Mecânica eles venceram a guerra contra o Magistrado e seus autômatos, em Cidade do Fogo Celestial Jonathan Morgestern ou apenas Sebastian quer literalmente incendiar o mundo.

O prólogo do livro é uma prévia do que veremos em The Dark Artifices,a próxima trilogia dos caçadores de sombras, em Lady Midnight veremos Emma Carstairs em ação com seu parabatai Julian Blacktorn. Com essa introdução adianto que é impossível não amar Emma.

Ela foi melhor em um capítulo do que a Clary em seis livros. Emma tem tudo para ser um próximo Jace, sim eles tem personalidades incrivelmente parecidas. Julian parece não ter tanto destaque perto da talentosa Emma.

O instituto de Los Angeles é atacado assim como muitos outros ao redor do mundo, os caçadores de sombras estão sendo transformados por Sebastian em crepusculares, que são caçadores do mal para todos os efeitos. Os pais de Emma e o pai de Julian são mortos.

A Clave logo evacua todos os institutos mandando todos os caçadores para Idris e então a aventura começa. Não tem como contar em detalhes todo o livro porque é obvio que perderia toda a graça.

Cassandra Clare é perfeita ao finalizar suas sagas, ela é tão simples e direta que chega a emocionar de uma forma que só seus leitores conseguem entender. O final do livro foi simples, deixando a grande brecha para a próxima saga.

Clary até me agradou mais nesse livro, ela estava mais relaxada e engraçada. Havia tiradas incrivelmente engraçadas no decorrer da história. Uma das características que mais amo da Cassie é que ela faz seus personagens engraçados sem forçar nos arrancando verdadeiras risadas.

Um personagem que me conquistou nesse livro, e eu não o curtia em todos os outros, foi o Alec. Ele estava amável e doce nesse livro, sem toda aquela arrogância que tanto em irritou durante os outros. Izzy sempre sento a rainha das caçadoras, determinada e irônica sempre gostei dela.

Jace continua o mesmo lind, sedutor, agora com fogo celestial nas veias, e o Herondale sensual. Engraçado como sempre sendo que é o que mais gosto nele. Ele está mais romântico nesse livro, me lembrou muito o Will de As Peças Infernais.

O mais engraçado é que quem não leu As Peças Infernais não faz a mínima ideia do motivo pelo qual o Instituto de Londres não conseguiu ser atacado. Eu fiquei espantada ao lembrar do motivo, bem não vou contar porque é spoiler de Princesa Mecânica.

O irmão Zachariah ou meu amado e doce Jem aparece ainda mais fofo nesse livro, graças ao Jace ele deixa de ser irmão do silêncio, renovando em tão a dívida que os Carstairs tem com os Herondale.

Tessa aparece definitivamente no final do livro e destruiu meu coração conversando com Clary, ao que tudo indica ela e Jem irão aparecer em Lady Midnight porque Emma está totalmente ligada a Jem mas nesse livro ainda não entendemos como exatamente.

Cassandra acabou com meus sentimentos em relação a Sebastian, nunca gostei dele embora tivesse pena, porém não esperava qualquer outro final senão aquele. Ele merecia pagar por quase colocar fogo no mundo.

Finalmente descobrimos quem é o misterioso pai do Magnus e é graças a ele o que acontece com o Simon que eu fique triste também porque passei a gostar dele.

O final do livro não foi nem de longe tão bom quanto o de Princesa Mecânica, mas foi uma incrível deixa para o próximo livro. Ao terminar de ler você sente que ainda existe mais por trás de tudo.

Não achei que fosse dar nota cinto para esse livro, mas felizmente eu estou dando. É um final ótimo e sem dúvida Cassandra sabe como escrever boas histórias de fantasia.

Quando você lê o livro, levando em consideração que você já leu a um tempo os outros livros, vem uma sensação de nostalgia. É saudade. Mesmo não sendo tão fã de TMI, percebi que sentia saudade de ler sobre eles, de ler os livros da Cassandra.

Tudo que tenho a dizer é Ave Atque Vale¸saudações e adeus. Agora é esperar até o próximo ano.

site: http://bookscoffeeandcupcakes.blogspot.com/2014/10/resenha-cidade-do-fogo-celestial-os.html
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Lita 06/10/2014

ERCHOMAI
ERCHOMAI. Estou chegando. Foi isso o que Sebastian disse. Os Caçadores de Sombras agora estão mais perto de serem tocados pela escuridão do que um dia estiveram. Enquanto os Nephilins esperam decisões serem tomadas Clary, Jace e o resto de seus amigos estão se unindo para lutar contra o pior dos inimigos: O irmão de Clary.
Ninguém no mundo é capaz de detê-lo, mas um encontro imprevisto pode mostrar que as coisas estão mudando. O mundo mudará para sempre se não conseguirem deter a grande ameaça.
Cidade do Fogo Celestial é o sexto e último livro da saga Instrumentos Mortais. O livro é cheio de fantasia e aventura e uma pitada de romance.
Clary é uma personagem que de início não me agradou muito, mas ela passou a evoluir desde o primeiro livro até chegar a essa ótima figura. Encantadora e perigosa *pois é... quem imaginaria?*
Jace é aquele cara que no começo você pensa que é só mais um cara metido, mas se mostra a cada livro, um personagem mais profundo e um pouco reservado e inseguro.
O livro saiu exatamente como se esperava. Nenhum ponto decepcionante. Terminou deixando um gostinho de quero mais. Mas não se enganem. Seria errado se Cassandra escrevesse mais sobre Clary, Jace e o grupo, porque assim ela estaria enrolando a saga e deixando muitas expectativas que dificilmente serão atendidas.
O que aconteceu foi uma interação dos queridos personagens de Instrumentos Mortais com os de Peças Infernais. E se você, leitor, ainda não começou a ler *aqui ainda não, mas irei* o final te deixará curiosa e tentada a fazê-lo.

site: http://umlivroeu.blogspot.com.br/2014/10/resenha-cidade-do-fogo-celestial.html
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Manu 03/10/2014

Umas das melhores sagas que eu já li
Nossa, que livro. Em algumas partes o livro fica bastante cansativo, mas logo tia Cass muda o rumo da história e nos surpreende. Adorei o livro( tem algumas coisas que eu não aceito, mas tudo bem), tem algumas mortes como ela mesmo ja havia dito. Mas vale muito a pena ler, é uma saga que sempre nos surpreende e no final deixa aquela vontade de ler mais.
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