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Cidade do Fogo Celestial

Os Instrumentos Mortais - Vol. 6

Cassandra Clare
Resenhas
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Mey 02/09/2014

Um excelente fechamento.
O capítulo final da série "Os Instrumentos Mortais" finalmente chegou, e eu que custei a me apegar a história dos caçadores de sombra fui surpreendida nesse último livro, positivamente.

Depois de "Cidade das Almas Perdidas" em que Clary e Jace ficaram com Sebastian e nós podemos ter uma imagem melhor do vilão dessa segunda fase de TMI, eu esperava mais ação para o meu personagem queridinho. Sim, eu sou muito fã do Sebastian, acho que ele deu um up na estória. E falando em up preciso elogiar o desenvolvimento da escrita da Cassandra Clare, sempre disse que a autora escreve bem, porém em CoHF ela conseguiu se superar, ficou tudo muito mágico. As descrições da autora que são criticadas por algumas pessoas, para mim continuam impecáveis e extremamente visuais. O livro é grande, mas não é cansativo como o primeiro, pelo contrário o livro é uma delícia, com seu narrador em 3º pessoa (coisa que tem sido muito difícil de encontrar), diálogos interessantes e cenas de humor.

As personagens de "Os Instrumentos Mortais" para mim são o ponto forte da narrativa, acho que nesse sexto livro Cassandra Clare mostrou bem o desenvolvimento deles. Eu que sempre tive algumas reticências a respeito de Clary e Jace, posso dizer que gostei bastante dos dois nesse livro, acho que eles perderam um pouco o padrão homem incrível e mocinha em apuros, Jace se tornou mais humano, mantendo seu sarcasmo, e Clary conseguiu mostrar que os tempos que passou com o irmão Sebastian a tornaram mais corajosa. Simon, conseguiu me conquistar novamente (eu o odiava desde quando se tornou vampiro), o seu final foi incrível. Os irmãos Lightwood, que nunca tiveram muito o meu amor, também cresceram e finalmente temos um Alec que merece Magnus Bane.

Um personagem em particular dessa série merce um parágrafo exclusivo, o meu vilão preferido: Sebastian. Adoro ele desde sua primeira aparição em "Cidade de Vidro", sempre previ que ele teria um final grandioso e não podia está mais correta. Todas suas aparições em "Cidade do Fogo Celestial" ele era impecável com toda sua loucura e obsessão. E a autora conseguiu fazer com que seus atos fossem justificáveis. Um palavra: Genial!

Gostei do enredo, de tudo que foi acontecendo e como Cassandra inseriu as personagens das outras séries sobre caçadores de sombras, "As Peças Infernais" e "The Dark Artifices". Claro que é um problema para quem não leu "As Peças Infernais", já que "TMI" se passa depois dos acontecimentos entre Tessa, Will e Jem, porém não foi algo que me incomodou, pelo contrário, já quero ler a trilogia. E a inserção de Emma e os Blackthorn foi muito sutil e inteligente, posso dizer que acho que "TDA" vai superar "TMI", pelo nível de suas personagens, e que espero logo o primeiro livro.

"Cidade do Fogo Celestial" consegue passar a tensão da batalha final, mas também tem suas partes suaves. Algumas cenas são tão visuais que era possível enxergá-las com suas cores. Gostei muito do livro, achei que a Cassandra conseguiu fechar algumas estórias e deixar as pontas exatas soltas. Para mim o melhor livro da série e um ótimo fechamento.

site: http://agoraqueeusoucritica.blogspot.com.br/2014/08/resenha-os-instrumentos-mortais-cidade.html
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Henri B. Neto 02/09/2014

Resenha: Cidade do Fogo Celestial
Dizer que eu não estava empolgado para a leitura de ''Cidade do Fogo Celestial'' seria uma mentira sem tamanho. Posso não ser considerado (e nem me considerar) um fanático pela série ''Os Instrumentos Mortais'', de Cassandra Clare, mas tive um relação bastante positiva com relação à esta segunda trilogia dos Caçadores de Sombras do Instituto de Nova York.
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Por vários fatores distintos (e contrariando a opinião da maioria), eu considero a segunda metade da série muito mais instigante e melhor trabalhada do que a trilogia inicial. Tudo o que sentia falta em Valentim, o primeiro vilão da história, a autora compensou com Sebastian. Outros personagens, como Simon, Izzy, Alec, Magnus, Maia e Jordan, ganharam destaque e bastante importância na trama, descentralizando a atenção de Clary e Jace. Sem falar que vários núcleos - como o Reino das Fadas, o clã dos Lobisomens e os Vampiros - são melhores trabalhados e ganharam mais tempo com o leitor, e isto me agradou bastante.
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Então, depois de ver do que a autora foi capaz de fazer ao encerrar a primeira etapa da trama de forma emocionante com o épico ''Cidade de Vidro'' - eu esperava que ''Fogo Celestial'' ao menos chegasse perto da grandiosidade do terceiro volume da saga. O que significa que as minhas expectativas estavam altas. Muito altas, de verdade. Mas nem um pouco impossíveis.
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Entretanto, nada do que eu esperava se concretizou. Isto foi um choque? Para mim, sim. Como um todo, foi ruim: Não, bem longe disto. Me satisfez? Bem... Isto já é mais difícil de explicar. (...)
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Resenha completa no blog ''Na Minha Estante''.

site: http://naestante-henribneto.blogspot.com.br/2014/08/resenha-cidade-do-fogo-celestial.html#more
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Lari 31/08/2014

Fechou com chave de OURO
MUITO BOM...acho que só não supera o "cidade de vidro", mas teve um final excelente pra saga. Cassandra realmente sabe como por os pingos nos "i's". Ainda acho a saga "Peças Infernais" melhor que "Instrumentos Mortais", mas ambas são ÓTIMAS mesmo. Recomendo!!!
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Michelly 26/08/2014

Existem cem trilhões de células no corpo humano, e cada uma das minhas células te ama...
Quando eu terminei de ler Cidade do Fogo Celestial, minha irmã, que também acompanha a série, perguntou: e aí, gostou? E eu simplesmente não sabia o que responder... Por um lado fiquei satisfeita por Cassandra não ter estragado sua saga com um final nem sem graça nem forçado. Por outro não tinha certeza se o final de alguns personagens eram mesmo o que eles mereciam...
Sendo assim, decidi esperar para dar minha opinião a vocês, e depois de refletir bastante cheguei à conclusão de que gostei, sim, do desfecho escolhido para a saga dos Caçadores de Sombras.

O livro começa com Jace tentando controlar suas emoções para que o fogo celestial dentro dele não cause grandes estragos. Enquanto isso, Sebastian está invadindo os Institutos mundo afora e obrigando os nephilim a beber do Cálice Mortal, o que está fazendo com que seu exército do mal aumente mais a cada dia.
Um dos Institutos atacados foi onde viviam a família Blackthorn. Na hora do ataque, além de Julian Blackthorn, a jovem Emma Carstairs também estava lá, e junto com as outras crianças da família, conseguem escapar para Idris. Esses personagens serão os protagonistas da próxima série de Cassandra, um spin-off de Instrumentos que se chamará Os Artifícios das Trevas.
Com a situação saindo do controle, a solução encontrada pela Clave é mandar todos os Caçadores de volta à Idris, onde, supostamente, estarão seguros. É aí que Clary e companhia são obrigados a partir, deixando seus amigos do Submundo para trás, inclusive Simon.

Em Idris o clima é tenso e a Clave discute maneiras de parar Sebastian. O que eles não contam é com a traição de um de seus aliados, traição essa que custará caro para os Nephilim.
Em Nova Iorque, Simon tem seus próprios problemas para se preocupar, dentre eles a fixação que Maureen, a líder das Crianças da Noite, nutre por ele.

Como é um final de série, não há muito o que se falar sem que eu estrague as surpresas do livro, mas o que posso dizer é que a guerra contra Sebastian e seus Crepusculares levará Jace, Clary, Simon, Isabelle e Alec para outra dimensão, onde será ainda mais difícil derrotar o filho de Valentim. Batalhas sangrentas e inevitáveis perdas resumem bem o desfecho de Instrumentos Mortais.

História resumida, passemos às minhas impressões...
Com relação aos personagens, senti uma pequena mudança em Clary, que não me irritou nem uma vez e demonstrou ter amadurecido muito desde o primeiro volume. Gostei do fato de, nesse livro, ela pensar antes de tomar decisões e não sair fazendo tudo sem dosar as consequências. Já Jace, apesar de não ter sido o morto-vivo do livro anterior, não conseguiu recuperar toda sua essência, o que me deixou um pouco decepcionada com o personagem. Mesmo assim, ele continua sendo meu preferido. Simon, que já havia ganhado meu coração, empatou com Jace no quesito “meu queridinho”. Pra mim, o vampiro foi o personagem que mais evoluiu durante a série, e, digo mais, foi de extrema importância para o fim.
Sobre os outros personagens, continuo tendo a mesma opinião de antes. Magnus é incrível, Alec dá vontade de colocar no colo e cuidar, Izzy é a amiga que eu queria ter e Jocelyn é a mais insuportável da série.
O vilão da vez é o tipo de personagem cuja crueldade beira à insanidade. Ele quer poder, mas acima de tudo, quer amor, mesmo não enxergando isso. Adoro a construção de Sebastian, um rapaz atormentado, divido entre o mal, que toma quase todo o seu ser, e o bem, que se esconde lá no fundo de sua alma.

A dinâmica do enredo foi um pouco confusa, no meu ponto de vista. Os momentos de ação e calmaria são bem dosados, mas algo, que não consigo identificar muito bem o que, ficou fora do lugar. Contudo, não se preocupem, pois não é nada que prejudique drasticamente leitura.
O que me incomodou mesmo foram as referências feitas ao final de As Peças Infernais. Já vi por aí que quem leu a trilogia gostou muito de ver seus personagens entre os de Instrumentos, porém eu recebi muitos spoilers graças a essa junção, nem tanto no texto de Cassandra, porém mais nas resenhas que li de Cidade do Fogo Celestial. As pessoas esquecem que alguns dos que leram o último volume da história de Clary e Jace, ainda nem começaram a série de Will, Tessa e Jem, e eu já sei como essa história termina antes mesmo de começar a ler. Isso é extremamente frustrante e eu gostaria que os resenhistas tivessem mais cuidado e consideração ao escrever suas resenhas...

No final das contas, a maior causa das minhas dúvidas em relação a ter ou não gostado do desfecho da saga, foi graças ao final de um dos personagens, que por motivos óbvios, não vou falar qual. Mas, pensando bem, acho que foi um final digno para esse personagem e acredito que tudo ficará bem. Inclusive espero ter mais notícias dele em Lady Midnight, já que o primeiro volume da próxima série de Cassandra será ambientada 5 anos depois de Cidade do Fogo Celestial.
No mais, fiquei satisfeita com a autora por não ter estragado uma história tão querida pra mim e apesar de continuar achando que os três primeiros livros são bem superiores aos três últimos, gostei de ler a história dos Nephilim até aqui.
Já sinto saudade da arrogancia charmosa de Jace, da teimosia de Clary, da personalidade compreensiva de Simon, da experiência de Magnus e de todos os outros personagens. O que me consola é saber que eles estão logo ali, na minha estante, me esperando sempre que eu quiser voltar pro Instituto ou pra Idris. E com certeza, voltarei!

http://maisumapaginalivros.blogspot.com.br/
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GiselleC 24/08/2014

Cassandra Clare é uma autora genial. Acredito que até hoje nenhum livro me apresentou tantas emoções quanto Cidade do Fogo Celestial. É brilhante! Chorei em vários momentos, de felicidade, de tristeza, de alívio. Fiquei desesperada em certos momentos. O desenrolar da história é surpreendente, e o final realmente dá uma sensação de encerramento, apesar de saber que ainda veremos boa parte dos personagens na próxima saga, The Dark Artifices. Receio que se começar a entrar em detalhes posso dar spoilers, mas garanto que você terminará esse livro amando muito mais Simon, Jace, Clary, Isabelle, Alec, Magnus e até o Sebastian.
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