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A escrava Isaura

Bernardo Guimarães
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Joy* 09/04/2014

Para quem gosta do estilo...
Eu sinceramente amo a época do Romantismo na literatura brasileira. Soa piegas e muitas vezes fantasioso ao extremo. Mas, ás vezes é bom nós simplesmente sentarmos para ler um livro sem ter grandes expectativas ou julgar se aquilo é mesmo real ou não. E apesar do livro falar sobre a escravidão pela ótica dos senhores e não dos escravos, acredito que na época de lançamento o livro deve ter dado um 'empurrãozinho' a mais na causa abolicionista. E é por isso que o romance Escrava Isaura me cativa.
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Maci Novais 12/03/2014

A Escrava Branca.
A pesar da grandessíssima mentira inicial,pois não existiu escrava de pele tão clara e com uma educação semelhante a moças abastadas.O livro nos remete de certo modo a algumas características do período escravocrata do país e também apresenta criticas a leis vigentes na época(e que permanecem falhas na atualidade)tudo isso é claro com uma pitada de romance.
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Lais Denise 12/02/2014

Não fosse o melodrama...
Publicado em 1875, o romance escrito por Bernardo Guimarães gira em torno da tão conhecida escrava Isaura, que, não fosse a cor da pele e a aparência de nobre, passaria despercebida em meio à tantas outras escravas.
Isaura nasce da relação entre uma escrava negra e o feitor, de origem italiana, da fazenda do temível Leôncio. Sua mãe morre vítima de maus tratos e o pai é mandado embora, porém como um presente dado pelo destino (ou não!), a menina acaba sendo criada pela mãe de Leôncio, mulher benevolente, que vê na pobre criatura a filha que não teve.
No entanto, como é de se esperar, tendo em vista o gênero narrativo em questão, o sofrimento que aflige a moça se dá do início ao fim da história, e mesmo não vivendo na senzala como os outros escravos, os conflitos internos que a permeiam, acabam fortalecendo o fato de que aquela não é sua realidade.
Depois de muito sofrer nas mãos de Leôncio, Isaura foge com seu pai para o Recife, e lá conhece um homem nobre, bondoso e corajoso (vulgo príncipe encantado), e mesmo quando esse descobre a condição social da moça, continua a lutar por ela.
O problema é que os tais conflitos (de novo!)faz com que ela, mesmo vendo o amor verdadeiro de Álvaro, esteja o tempo todo divida entre a razão (o fato de ela, ainda que branca, ser uma escrava e não pertencer à alta classe social)e a emoção(o amor por um homem de alto escalão social, com condição totalmente contrária à sua).
E as dúvidas são tantas, que em meio à narrativa o leitor se vê ao ponto de querer dar uma "chega pra lá" nesse drama todo ( e haja drama!).
A alegria é que o autor, aliás talvez tenha sido essa a verdadeira intenção do mesmo ao escrever o livro, coloca doses de realidade em meio aos devaneios de Isaura e às falas adocicadas do casal de mocinhos.
Sobre isso, é interessante notar que Álvaro, muito mais do que o herói da história, representa uma classe que lutava em prol da libertação dos escravos, os abolicionistas, diferente de Leôncio, personagem que simboliza os senhores de escravos.
Por essa razão, "A escrava Isaura" exerce um importante papel no cenário literário brasileiro (tanto que já rendeu até novela!), justamente pelas críticas que faz à escravidão, e não fossem os excessos característicos do romantismo (é muito mimimi para um livro só), esse seria certamente um de meus livros favoritos.
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Gabi 29/01/2014

Sinceramente, do começo até a metade do livro não gostei da história, além do fato de tudo até aquele momento ser muito clichê, não gostei da inocência dos personagens, chegou realmente a me incomodar a ponto de querer parar à leitura. Porém, surpreendentemente a história foi tomando rumos desconhecidos e teve um final brilhante.
Incrivelmente, recomendo esse livro.
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Will Maxfield 05/01/2014

Amou-o com esse amor exaltado das almas elevadas, que amam pela primeira e única vez.
Lets Begin!

É o primeiro romance desse nível que leio. Bernardo Guimarães, a mais de 130 anos ainda consegue encantar ao menos um leitor (Eu) com sua obra, com uma escrita muito boa e leitura fluente e muito bem explicada, ele interage com o leitor como se nos contasse uma história ao vivo.

Em "A Escrava Isaura", nos encontramos com uma escrava que de tão bela foi criada desde o nascimento como sendo filha de "branco".

Durante a vida de sua senhora, que para ela foi como uma mãe, ela foi mimada como qualquer outra dama da alta sociedade, mas nunca esqueceu do seu lugar, nunca se tornou orgulhosa e ignorante. Ela sabia que era filha de uma escrava.

Mas um dia sua mãe de criação falece antes que possa dar para Isaura a sua liberdade, esse sempre fora o seu mais profundo desejo. Seu marido, deixando toda a fortuna nas mãos do filho Leôncio deixa a mercê do mesmo, a escrava Isaura. A mulher de Leôncio Cujo nome esqueci novamente, continua cuidando de Isaura como se fosse uma igual, respeitando assim a vontade de sua senhora.
Certo dia, Isaura conhece Álvaro, o primeiro homem por quem se apaixona em sua vida.
Álvaro sem suspeitar da posição de Isaura na sociedade também cai na graça de sua beleza, pura e angelical.

Mais que isso não quero contar, deixo para vocês o convite para a leitura de tão espetacular obra de nossa literatura.


site: http://leitornacional.blogspot.com.br/
Aline 17/01/2014minha estante
Amei este romance.




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