A Dama das Camélias

Alexandre Dumas



Resenhas - A Dama das Camélias


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John 05/12/2010

Fnatastic
A dama das Camélias conta a história de Marguerite Gautier, moça pobre do campo que vem a se tornar a maior cortesã de Paris. Apesar da vida leviana e sensual, a jovem possui uma alma pura e generosa, capaz de sacrifícios e atos que muitos não fariam.
Alexandre Dumas Filho escreveu uma das mais belas obras literárias, inspirado em uma história pessoal ele nos mostra como o amor pode ser maravilhoso e trágico, apresentando-nos ao fascínio exercido pela vida das cortesãs e de seus luxos!
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Dominique 31/07/2009

Triste, arrebatador!
Apesar da história ser meio clichê, jovem aristocrata se apaixona pela bela e inalcansável cortesã, é uma das histórias de amor mais triste e bela que já li. O amor de Armand Duval e Marguerite Gautier é tão intenso e arrebatador, que você deseja um final feliz para os dois.

A forma como o amor de Armand preencheu o vazio da vida de Marguerite, como ela lutou contra esse sentimento e quando finalmente vencida, se entregou de corpo e alma para ele, já não restava muito tempo para ela.

O ápice da história (chorei muito) foi quando Armand Duval desenterra o corpo de sua amada, enterrada como indigente, para enterrá-la na digna lápide de sua família.

Arlin 11/12/2009minha estante
Este é um dos meus livros preferidos, e vc disse em poucas linhas o que penso sobre ele.


Daniela Tiemi 23/04/2010minha estante
Nique, então vc chorou mto logo no começo do livro?! rs. Eu amei apesar de o Armand ser um tanto chorão e ciumento, e, como vc disse, a história ser meio clichê. Mas o amor de Armand e Margarida é tão genuíno, como seria possível não gostar?!


Ana 17/07/2010minha estante
Parabéns, ótima descrição! Incrível como tem gente que pode não gostar de um livro com uma história tão bonita e intensa como essa! :D




Mariana Cardoso 09/06/2013

Amor efusivo
Marguerite Gautier e Armand Duval são, mesmo antes do travamento de suas relações, intensos. A bela cortesã ostenta luxo, dívidas e um nobre coração; o mancebo, condescendente para com as mulheres amantizadas, revela sua visão romântica da vida e vaidade muitas vezes ferida durante o desenrolar da trama.
Sabe-se logo nas primeiras páginas, por meio de um narrador ainda alheio à história dos enamorados, que Marguerite morre. A trágica delícia da leitura é compreender através de memórias, declaração por declaração, ruptura por ruptura, o que a levou a tão prematura morte. O casal, após sua apresentação improvável, experimenta as mais enérgicas emoções, os sentimentos mais variados. Além de dramáticas idas a operas e passeios pela Champs Elysées, o fato de A Dama das Camélias ser uma obra autobiográfica de Dumas Filho empresta mais poesia e dor a cada vírgula.
As passagens mais emotivas são provavelmente as de maior impacto às personagens: os meses felizes em Bougival vividos longe do caos parisiense, os sacrifícios de Mlle. Gautier, sua morte dolorosa, a mórbida transferência de seu corpo a outra sepultura. Paixão, desejo, amor e desgraça se confundem e aquecem também o sangue do leitor.
Rafaela 10/09/2013minha estante
Maravilhosa resenha, parabéns! :DD


Mariana Cardoso 12/09/2013minha estante
Maravilhoso é o livro, hahaha. Obrigada! (:




Marlo-kun 30/12/2009

Acima de tudo, A Dama das Camélias é um ótimo livro. Gostei bastante. Tem o caráter e a forma de uma obra de Machado de Assis - intrigas amorosas em primeiro plano - e, como todo romance europeu da primeira metade do século XIX, tem também passagens de declaração de amor efusivas e exasperadas, quase irreais.

Um bom livro. As gerações de hoje talvez não o achem interessante, mas é uma boa história, sim.

Resenha completa em: www.artigosefemeros.blogspot.com
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Daniela Tiemi 15/12/2011

O livro conta uma história de amor excessivamente sentimental e com um enredo que dá aquela sensação de "eu já ouvi esta história antes"- pelo menos assim foi para mim. Não há nada de muito surpreendente, até porque a história começa contada pelo 'fim'. Mas por alguma razão o livro me prendeu; talvez pela narração envolvente, talvez pelo amor tão genuíno entre a cortesã Margarida e o eterno enamorado Armand Duval que, vez ou outra, me dava nos nervos por ser tão melindroso e ciumento, porém o seu amor por Margarida é por demais intenso para que suas atitudes fossem diferentes. E, Margarida é uma personagem que me cativou - não logo "de cara", mas com o passar da história fui me compadecendo por ela.
"A dama das camélias" é uma daquelas histórias de amor que por mais clichê e melodramática que seja, não conseguimos largar a leitura - quer dizer, pelo menos eu não consegui; e mesmo já sabendo como tudo irá terminar não há como segurar as lágrimas pelo casal que vive uma história de amor tão terna, curta e intensa. Um clássico que vale a pena a leitura, principalmente para quem gosta de ler tristes histórias de amor!
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Nara Rios 15/01/2012

É uma clássico, e como todo clássico, é imortal.
Deve ter sido a primeira novela escrita.
Esse livro é esplêndido. Romântico, triste, mórbido.
A dama das camélias, um luxo dos ricos, criada para o luxo da alta sociedade, deixada sozinha depois que sua beleza murchou.
Um amor impossível pelas barreiras sociais de uma época, pela hipocresia das sociedades humanas.
Um clássico atemporal, pois o amor ainda existe e a hipocrisia social também.
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laura 19/03/2010

Sem emoção
Essa estória não conseguiu me emocionar, talvez seja a forma que foi contada, o tema tinha tudo para fazer os leitores se emocionarem, mais pelo menos comigo não aconteceu.
Esse senhor Armand Duval, pensou que conseguiria viver de amor e no caso dele um amor grudento, e de sua pouca fortuna, alem do mais ele demonstrou ser uma pessoa insegura, imatura e vingativa.
Já Marguerite Gautier realmente teve uma atitude nobre ao abdicar-se de seu amor em prol de outra pessoa.
Uma passagem que achei comovente foi quando o pai de Armand o leva pra casa, apesar de ser ele o responsável por aquela situação, mais também compreensível se considerar a época que passa a história do romance, o nome é a honra da família tinha que ser mantida acima de tudo.
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Cássia 22/12/2013

Com certeza é uma das histórias mais marcantes e puras que já li. É um livro bastante intenso e apesar de ser um tanto previsível, não deixa de ser ótimo!

Conta a história de amor de dois jovens, Armand, e uma cortesã parisiense, Marguerite, que tiveram seu romance marcado pela diferença social existente entre eles.

Amaram-se ardentemente enquanto puderam, porém, foram separados pelo capricho do pai de Armand. Não fosse a doença que a pobre Marguerite sofria na época, ela nunca teria aceitado tal separação, quanto mais evitado a presença do amado.

Quando falo que o livro é deveras intenso, é porque é fácil se colocar na história e entrar na pele dos personagens - sofri como cada um deles sofreu.
Já no começo do livro, descobrimos que Marguerite está morta, e conhecer o desenrolar do amor dos dois através das lembranças de Armand é ainda mais lindo, e triste. Um misto de amor, paixão e desgraça se fundem fazendo com que a gente não abandone a leitura até compreender o porquê de tudo.

Chorei logo assim que o livro começou, e também no final.
É um dos meus favoritos e recomendo a leitura!
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Loki_b 13/11/2009

Comovente
Uma estória recontanda em filmes e óperas, por isso até nos detalhes parece familiar. Mesmo assim a leitura não deixa de ser envolvente. Até pq : " A história de Marguerite é uma exceção, mas se fosse uma generalidade, não teria valido a pena escrevê-la" relata do narrador.
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Raquel Lima 26/01/2010

Se pensarmos em termos históricos, como um clássico da literatura, pela sua descrição de uma época, o choque da sociedade é bom. Mas o autor não escreve com graça, o romance é sofrido, mas sem beleza na escrita...Até o amor não é tão belo quanto eu imaginava...Mas como clássico vale a pena conhecer.
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Lucas 19/07/2010

``um romance lindo sincero emocionante´´
``um romance lindo sincero emocionante´´seria a frase certa para deduzir este livro.
um romance otimo descrito com lindas palavras que nos faz chorar em prantos.
otimo para ler em uma tarde chuvosa de final de semana com altos e baixos.
na metade do livro nos ja ficamos com vontade de saber o final que tem um desfecho emocionante
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Carol 16/05/2010

Tédio... tédio.
Tentei ler este livro três vezes, e nunca consegui pasar da mesma parte, o tédio mortal toma conta de mim e eu abandono o pobre livro.



A primeira vez que tentei, foi na coleção de clássicos da minha mãe, eu estava até meio empolgada, e li e li, mas o negócio tava lento, e a coisa não fluia, mas continuei insistindo e pensando 'não, logo logo o negócio fica bom e deslancha!' mas, não foi isso que aconteçeu, a leitura continuou maçante e deixei o livro de lado.



Na segunda vez, uns dois ou três anos depois, eu achei de novo o livro e 'acho' que minha memória não é muito boa, e por isso não me lembrei exatamente o porque de ter parado a leitura. Cemeçei a lê-lo de novo, e o negócio continuava lento, o texto não fluia, o negócio tava errado, e depois de um tempo não aguentei mais aquela lenga-lenga e parei com o livro denovo.



Na terceira vez, uns anos depois, eu encontrei um exemplar desse livro na biblioteca do meu colégio, era uma outra edição e a capa tava mais bonitinha e aí eu tive a brilhante idéia 'mas será que nessa outra edição o livro vai ser menos chato? a capa é tão bonitinha... acho que o da minha mãe é mais chato, neh?'. Putz, só digo uma coisa, eu e minhas idéias panacas. O livro era mesma coisa, chatééééééééééééééérrimo, parei no mesmo lugar onde tinha parado das outras vezes e devolvi o dito cujo.



Conclusão dessa minha longa história? Nunca terminei de ler essa bagaça aí, acho que vou tentar de novo daqui uns cinco anos, vai saber se depois de todo esse tempo a minha resistencia ao tédio ja não aumentou considerávelmente... Enquanto a minha resistência não aumenta vou lendo coisas melhores!



Recomendo pra quem tiver uma paciência inesgotável :D (acho q vc deve ter ja que leu tudo isso ai em cima! rsrs)
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profªValéria 02/08/2009

A dama das Camélias
o livro é fascinante...como pode um amor tão puro entre um aristocrata e uma prostituta da alta sociedade francesa? Emocionante quando o amado pede pra abrir o túmulo e levá-la pra perto como forma de respeito e amor...
é lindo, todo mundo deveria ler!
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Rodiceia 18/09/2012

O sacrifício do amor verdadeiro
Texto bem escrito. Para quem já leu alguma obra de seu pai, Alexandre Dumas, o filho não deixa a desejar no dom das palavras. Tudo bem amarrado, bem escrito, texto fui deliciosamente. Só pelo texto bem escrito, já se vale a pena lê-lo.

**OPINIÃO PESSOAL**
A história de um dos romances mais ternos e puros já relatado, o amor entre Marguerite e Armand parece infinito, mesmo sobre a tragedia que os abate. Não apenas isto, mas também como o amor que despertam em todos que possam senti-lo, vê-lo e acreditá-lo. Para quem gosta de romances puros, este é um excelente livro.
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Cris Compagnoni 02/12/2011

Alexandre Dumas Filho inicia o seu romance com as seguintes palavras: “Sou da opinião de que só se pode criar personagens quando já se estudou muito os seres humanos, assim como só se pode falar uma língua na condição de tê-la aprendido a sério. Não tendo ainda atingido a idade em que se possa inventar, contento-me em relatar.” Assumindo assim sua autobiografia na obra.

A DAMA DAS CAMÉLIAS é a mais famosa história de amor por uma cortesã, onde o jovem estudante de Direito na Paris de meados do século XVX Armand Duval se apaixona e tem seu sentimento correspondido pela prostituta mais cobiçada dos salões e teatros parisienses Marguerite Gautier.

O ponto principal de distinção entre Dumas Filho e o seu protagonista é que o autor não vem de uma respeitável família burguesa interiorana como Armand, mas é filho bastardo do notável escritor Alexandre Dumas (autor de Os Três Mosqueteiros e O Conde de Monte Cristo) com uma lavadeira e só conhece o pai com sete anos de idade quando este o tira da mãe para que inscrevê-lo em um colégio interno onde se habitua a palavra bastardo.

Marguerite Gautier é inspirada na cortesã Marie Duplessis que faleceu de amor dois anos após ter sido deixada por Alexandre cujo motivo é explicitado por um trecho de uma carta: “Minha cara Marie, não sou rico o suficiente para amá-la como eu gostaria, nem pobre o suficiente para ser amado como você gostaria que eu fosse”.

O amor de Armand e Marguerite é impedido pela moral da época, os costumes e os desejos da família de Armand. Dumas Filho usa essa história para expor a hipocrisia da sociedade burguesa, que, acostumada a ver os sentimentos humanos como mercadoria, não consegue distinguir um amor sincero ao vê-lo.

É uma história muito triste, e mesmo já tendo conhecimento do final trágico da protagonista eu torci por um final feliz, coisas que só um coração romântico explica. A DAMA DAS CAMÉLIAS foi adaptada muitas vezes para o teatro e obteve êxito quando subiu ao palco pela ópera La Traviata de Giuseppe Verdi e também no cinema, quando Marguerite foi interpretada por Greta Garbo.

Bem, resumindo e usando uma linguagem chula, é uma história de fossa, dramática e que não recomendo para momentos de fossa.

http://criscompagnoni.blogspot.com/2010/03/dama-das-camelias.html
larissa 20/02/2012minha estante
boa resenha!




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