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Trem Noturno Para Lisboa

Pascal Mercier
Resenhas
Mais Comentadas
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Katita 30/03/2010

Mediano
Excelente livro para quem está pensando em dar uma “virada” em sua vida. O título do livro tornou-se na Europa um jargão para quem deseja mudar radicalmente (nem que seja apenas na maneira de ver as coisas). Um professor erudito totalmente previsível toma uma atitude totalmente imprevisível... no meio de uma aula, ele simplesmente pega um trem noturno para Lisboa, abandonando todos seus pertences. No meio dessa intrigante estória o autor introduz alguns textos do Fernando Pessoa do Livro do Desassossego e de Amadeu Inácio de Almeida Prado, intitulado como Um ourives das palavras. Daí a mudança de ver as coisas, solidão, morte, lealdade, amizade. Um bom livro com uma boa estória, entretanto um pouco cansativo no começo e eu achei a tradução dele não muito boa.
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Erik Fernandes 05/01/2014

A busca por si mesmo
Na contracapa deste livro, o comparam com A Sombra do Vento de Zafon e lógico que meu interesse por ele se despertou ai. Mas fora o fato de o cerne da historia ser a mesma – uma pessoa encontra um livro, se identifica e vai em busca de saber como era a vida do autor – eles não tem mais nada em comum. A escrita de Pascal não tem muita elegância e em minha opinião a “ação” do livro deixa a desejar. Porem durante a historia, Gregorius vai lendo e encontrando pelo caminho escritos de Amadeu Prado (o autor ficcional da historia) e estes textos são espetaculares. Trata de temas como solidão, medo, religião e são muito bem elaborados. Por mim, valem o livro. É o primeiro livro que leio de Pascal Mercier ( pseudônimo de Peter Bieri) e a sensação é meio ambígua : Quem ele é? O escritor que não soube conduzir tão bem a trama ou o que escreveu tão bem e foi tão a fundo em temas complexos quando se “vestia” de Amadeu Prado?
Primeira leitura do ano. Positivo no geral. Nota 3, numa escala de 0 a 5!
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Lucian 08/03/2014

Gregorius, um senhor com ideias fixas e intrasigentes da vida, após um encontro ocasional com uma portuguesa que sequer conhecia, parte em uma jornada tomando um trem para Lisboa, mas a verdadeira jornada se passa em seu interior ao mesmo tempo em que descobre a vida de um médico português como se a sua própria dependesse disso.
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Guarilha 31/01/2014

Raimund Gregorius é um professor de línguas antigas que vive a enfadonha rotina de ir da casa para o trabalho e vice-versa. Certo dia, essa rotina é interrompida quando ele encontra uma mulher misteriosa que, encostada à mureta de uma ponte, joga fora um papel ao perceber sua presença. Pensando que ela cometeria suicídio, aproxima-se e inicia uma conversa. Ao perguntar-lhe qual a sua língua materna, ela responde: “Português”.

A mulher misteriosa acompanha o professor até o trabalho e vai embora em seguida, deixando-o confuso e desconcentrado, tendo em mente apenas a palavra de estranha sonoridade. No meio da aula, abandona a escola e perambula pela cidade até entrar em uma livraria, onde encontra um livro escrito por um homem português e que mudará sua vida. No dia seguinte, ele embarca em um trem com destino à Lisboa.

Em “Trem Noturno para Lisboa”, Pascal Mercier conta a história surreal de um professor solitário, que abandona casa e emprego para ir atrás de um escritor em um país cuja língua ele não conhece, mas que não é nenhum empecilho para a sua “investigação”, visto que todos os portugueses que ele encontra pelo caminho falam fluentemente francês ou inglês, idiomas que ele domina muito bem apesar de sua língua materna ser o alemão.

O livro não chega a ser ruim, mas na tentativa – diga-se, sem sucesso – de filosofar, o autor escreveu uma história cansativa e arrastada, que não empolga. Muitas de suas páginas são dedicadas à narrativa do livro do português de quem o professor Raimund foi à procura e cuja personalidade é o oposto da sua. Ainda assim, continuei a leitura na esperança de um final surpreendente que valesse o esforço. Mas concluí o livro, decepcionado.
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Jumpin J. Flash 06/01/2010

Recomendável
Gostei do livro, embora admita que o achei um tanto arrastado em certos trechos. Trata-se de um BOM livro de 460 páginas, que seria ÓTIMO se tivesse apenas 350.

Destaco o interessante conteúdo filosófico dos escritos do personagem Amadeu Prado (não é de se estranhar, pois o autor é filósofo), e também a ótima escolha do lugar e do tempo (Portugal, na época de Salazar) onde os personagens principais desenvolveram suas relações.
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