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Precisamos Falar Sobre o Kevin

Lionel Shriver
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criscat 03/07/2014

Leitura que recompensa.
Não é um livro fácil. Tanto pela temática quanto pelas idas e vindas de Eva enquanto escreve. Mas o empenho do leitor será regiamente recompensado.

site: http://www.cafeinaliteraria.com.br/2014/07/03/precisamos-falar-sobre-o-kevin/
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Carla 24/06/2014

Olha, eu confesso que não é um dos meus livros favoritos, os capítulos são grandes demais e o livro é um pouco chatinho, eu esperava bem mais quando eu comprei, porém o livro retrata perfeitamente como a personalidade da criança se forma através da mãe e do amor materno,com um pouco de paciência da pra ler sim.
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Carla Cristina 13/06/2014

Chocante! Sombrio... fabuloso!
Adoro leituras sombrias, tristes... e este livro não apenas me surpreendeu, como meu chocou.
Este livro me deixou com o estômago contorcido, sentindo o quanto o mundo é injusto, não importe quanto vc lute há mais coisas do que vc pode prever! E sim, chorei!
Chorei como uma criancinha!
O livro vale cada pedacinho da leitura!
Não gosto de ficar contando sobre a história dos livros, acho o fim ser SPAM, contar como cada personagem cresceu ou não dentro da história... para mim, basta dizer se o livro é bom ou não. E neste caso, o livro é ótimo.
Não recomendo para cardíacos, pessoas que se impressionam com facilidade, ou pessoas que gostem de finais felizes.
Não há finais felizes!
Há um garoto chamado Kevin, com sérios problemas e distúrbios sociais, com uma inteligência muito acima da média e um foco incrível para atingir seus objetivos.
Do outro lado, uma mãe heroína. Que não tenta se iludir ou colocar panos quentes na situação. Luta pelo que é certo, justo e com muita garra tenta educar um menino problemático e aparentemente apático.
É um livro instigante e vale muito a leitura.

SUPER RECOMENDO.

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Pedro 13/06/2014

Desconstrução.
“(…) uma das coisas que me impelem a escrever é o fato de ter a cabeça entulhada com todas as pequenas histórias que nunca lhe contei.” (Pág. 22)

Desde que me entendo como leitor (leitor voraz), desde a primeira vez que ouvi falar desse livro e até mesmo quando me ouvi pronunciando esse título, senti necessidade extrema de lê-lo. Nem precisei recorrer a sinopse para saber que se tratava de um livro com grande genialidade, soube por intuito, assim, de cara que ele iria me tocar. Bem, eu o li, e se querem saber: sim, é muito bem escrito.

O livro é nada mais do que um amontoado de cartas organizados cronologicamente, iniciando em 8 de novembro de 2000 e finalizado em 8 de abril do ano de 2001. Por meio dessas cartas conhecemos Eva Khatchadourian, a mulher responsável por escrever as já mencionadas cartas, dedicadas a seu querido marido Franklin.
Sendo uma mulher bem sucedida, dona de uma empresa de viagens e também escritora de guias de viagens, Eva não se imaginava mãe, só que por ironia, decide embarcar nessa nova experiência da maternidade com o seu marido típico americano Franklin. No entanto, ela não esperaria gerar uma criança tão fria e tão avessa as demais; um psicopata.
Suas cartas vão relatar o tempo que viveu ao lado do marido, partes das experiencias de viagens e a criação dos seus filhos (Kevin e Célia), analisando os pormenores do seu relacionamento com sua família na tentativa de procurar entender quais os verdadeiros motivos levaram seu filho a cometer as atrocidades que fez.

Kevin, desde que nasceu já se mostrou ser peculiar, e com o desabrochar da adolescência, isso foi ficando cada vez mais evidente. A princípio, podemos dizer que foi a criação que os pais deram que o tornou um jovem frio e calculista, mas Eva descreve cada detalhe de maneira magistral que fica difícil achar que o garoto tenha sido influenciado por uma má crianção. Tendo uma família rica, com direito a tudo do bom e do melhor, um jovem tem tendência a seguir uma vida de acordo com os limites da lei (há excessos, como é o caso) o que nos leva a crer que esse lado macabro já veio de nascença.

Precisamos Falar Sobre Kevin é um livro de grande sensibilidade. Temos uma mãe que lutou do seu jeito para melhorar o comportamento do filho, mas que não conseguiu sustentar sua família como deveria ser. Podemos até achar ela egoísta, mas em suma, notamos que ela abriu mão de muito em nome da família, e eu não acho isso nem um pouco egoísta.

Lionel Shriver me pegou de jeito com esse livro, em momentos fique esbabacado e me senti esbofeteado por sua escrita rebuscada e crua. Às vezes com palavras que não costumam está em meu vocabulário, mas que de forma alguma tirou o brilho da obra, pelo contrário, fez reluzir mais deixando a narrativa lindamente encantadora e com um desejo incessante de quero mais, tanto é que ao findar o livro, já senti a necessidade de o reler.

O livro nos mostrar o quão pode ser difícil lidar com problemas que estão dentro de nossa própria casa, mesmo que não sejam nas mesmas circunstâncias (com massacres e crimes). Nem sempre podemos segurar o inevitável, mesmo assim, ficamos com aquele velho pensamento "E se tivéssemos cruzado a esquerda ao invés da direta, será que chegaríamos em outro lugar?" Fica difícil responder quando não conhecemos esse lugar, pois bem sabemos que vários caminhos podem dá em um mesmo lugar se tivermos conhecimento da região, porém, como Eva era mãe de primeira viagem, ela não tinha tanto conhecimento assim, será que ela poderia ter feito diferente?

A diagramação do livro está perfeita, fonte de tamanho agradável e o papel utilizado é o chambil avena (amarelado), um os melhores. Não encontrei nenhum erro, ou seja, os revisores estão de parabéns.

Esse livro está mais do que recomendado, mas eu dou um pequeno conselho: tenha paciência com ele, leia com carinho, calma e, acima de tudo, sem pressa. Deguste-o como um prato delicioso que você não quer que acabe nunca e aproveite cada detalhe.

site: http://decaranasletras.blogspot.com.br
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Vitor 08/06/2014

Vamos falar sobre o Kevin?
Lionel Shriver conseguiu trazer do fundo de sua imaginação distorcida e realística, uma história tão cruelmente comovente que me senti na obrigação de me entregar a essa narrativa assim que li as primeiras páginas.

Shriver nos leva aos Khatchadourian e a terrível “quinta-feira”, onde o filho do casal cometeu uma chacina em sua escola. O livro não passa de uma pilha de cartas que Eva escrevia para Franklin lhe dizendo tudo o que deveria ter dito antes de ser tarde de mais. Sou obrigado a ressaltar a habilidade notável da autora em mostrar o lado ruim do que pode acontecer quando se pensa em ter um filho.

“Lembro-me sim de uma montoeira de medos, todos do tipo errado. Caso eu tivesse enumerado as desvantagens da procriação, ‘filho pode acabar sendo assassino’ jamais teria aparecido na lista”.

Com um vocabulário rico e complicado, Lionel nos mostra a vida de um pequeno psicopata do ponto de vista da mãe dele. Este é um daqueles livros que te mudam. Após ler Precisamos Falar Sobre o Kevin, você nunca se esquecerá do nome Khatchadourian, sempre que ver um KK irá se lembrar desta incrível obra, toda vez que ouvir falar de assassinato em escolas irá ter uma rápida lembrança de Kevin. Entretanto, após ler as últimas palavras de Eva, você entrará em uma depressão literária. Ansiará por mais. E em tudo o que ler, vai buscar um pouco de Lionel.

Polêmico. Angustiante. Comovente. Impressionante e solitário. Este é Kevin Khatchadourian.

“E será que um feto tem sentimentos? Eu não podia antever que continuaria fazendo essa mesma pergunta a respeito de Kevin quinze anos depois.”
Jonathas 09/06/2014minha estante
Nada é bom o bastante depois de Shriver...




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