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O Código Élfico

Leonel Caldela
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Rangel 02/01/2014

Um bom livro!
No início, confesso que não consegui me habituar com o ponto de vista que o autor descreve a narrativa, no desenvolvimento da história, ele alterna os pontos de vista entre os personagens principais (inicialmente Nicole e Astarte, depois Emanuel/Abel/felix) sem se importar muito com uma ordem cronológica. Mas, quando você se acostuma, fica fácil identificar o tempo e isso acaba se tornando um atrativo a mais para a obra. Os personagens são cativantes, Astarte, Príncipe dos elfos nascido em dois mundos, aprende a amar a imperfeição humana e vê nos olhos da Princesa das conspirações, a pessoa mais abduzida da terra(Nicole Manzini) um sentido na vida, algo em que/para que lutar.
Nicole, uma menina que perdeu a fé na raça humana devido aos devaneios de seu pai (Salomão Manzini) aprende com astarte a apostar novamente nos seres humanos, juntos, os dois desafiam os poderes da rainha da beleza, e de seu campeão na terra (Emanuel Montague) trilhando uma árdua batalha com cultistas, serial killers, e outros seres místicos e ritualísticos. Fico muito contente vendo autores brasileiros como Leonel Caldela se aventurarem nessa forma literária,magia, romance, momentos cômicos e muita aventura, formulas que foram usadas pelo autor para criar uma obra magnífica e inteligente, o código élfico e uma boa opção, para que deseja "viajar" sem sair do lugar.
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Lucy 03/11/2013

Apenas era.
"Contém informação básica, que não atrapalhará as descobertas de um futuro leitor e, portanto, não precisam ser classificadas como spoiler."


Nicole Manzini teve um passado trágico em Santo Ossário, a cidade para onde todos voltam. Ela e seu pai, Salomão Manzini, foram os únicos a sobreviverem ao massacre, ou melhor: incidente Manzini. Nicole passou a ser a musa das lendas urbanas e foi abduzida pelos médicos esqueletos várias vezes depois disso. Seu pai está internado no Manicômio Judiciário de Santo Ossário, a cidade mais pacífica que se tem conhecimento. Onde não há crimes. Ou pelo menos era o que achavam. Depois de 20 anos a cidade ainda é governada por Emanuel Montague, chefe da Strauss.
Emanuel Montague só desejava o poder. E conseguiu. Como chefe da Strauss e homem rico, ela deu início ao projeto Adônis. Emanuel queria criar um elfo em um laboratório na Terra. Mais especificamente em Santo Ossário, no Brasil. E isto, ele também conseguiu.
Astarte, pir sua vez, era um elfo. Não um elfo qualquer, mas o príncipe dos elfos e príncipe de Arcádia. Filho da Rainha da Beleza, Titânia. O príncipe estava aprendendo as disciplinas élficas cim os melhores mestres de Arcádia. Astarte tinha que ser perfeito. Perfeito como sua mãe. Perfeito como Arcádia. Perfeito como Algo.
E Algo fazia com que humanos fossem humanos, elfos fossem elfos, i mundo fosse o mundo. Algo fazia a flecha ser uma flecha. Algo fazia um alvo ser um alvo.
Então Algo mudou. As coisas aconteciam porque elas teriam que acontecer.
Nicole Manzini era Nicole Manzini porque Algo queria. E Algo dizia o quee ela precisava fazer.
Salomão Manzini era Salomão Manzini porque Algo queria.
Emanuel Montague era Emanuel Montague porque Algo queria.
Os Strauss eram Strauss porque Algo queria.
Astarte era Astarte porque algo queria. Astarte existia na Terra e em Arcádia porque Algo queria.
Felix era Felix.
E tudo existia em Santo Ossário.
Mas porque Santo Ossário?
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Beatriz Bastos. 13/10/2013

A premissa do livro é incrível e os personagens são envolventes, mas desapontou no início. A história demora para prender, se resume em mesmice por páginas a fio e quando "andava" um pouco, o excesso de detalhes sobre a nova situação entediava.
A Trama: Depois de um prólogo confuso, o livro começa alternando entre o cotidiano dos protagonistas, Nicole e Astarte. Ambos vivem em mundos bem diferentes... literalmente. Nicole achava que cursando uma faculdade no exterior estaria bem longe de seu passado e da cidade natal, até receber uma carta do banco dizendo que perderia o apartamento e a bolsa de estudos e teria que sair do país com dívidas. Sem alternativa, volta para o único lugar que conhece, Santo Ossário, uma cidade fictícia mais envolvida com magia do que seus cidadãos imaginam. Enquanto deixa sua antiga casa habitável (pois quando tinha quatro anos de idade um sinistro incidente destruiu a mansão), Nicole conhece Felix, um mercenário que parece ser a única opção de amigo disponível. As poucas empresas existentes na cidade pertencem à família Strauss, tratados como realeza pelos cidadãos. O que ninguém suspeita é de seu envolvimento com culto à Rainha Titânia, citada como "A Rainha da Beleza", uma elfa sanguinária e cruel que se alimenta de sacrifícios. Porém seus planos não têm funcionado. Seu filho, Astarte, ao invés de unir-se a ela para matar os humanos, decide salvar a raça inferior, começando por ajudar Nicole.
Enquanto isso, a narrativa também acompanha o elfo Astarte. Ele treina a "arte élfica", com direito a muita filosofia profunda, em Arcádia, um mundo bem diferente da Terra. Entretanto, há um segredo importantíssimo em volta dele e algumas coisas começam a fazem sentido depois dessa revelação.
A trama é repleta de mistérios até o desastroso encontro dos protagonistas e para mim o clímax começou a partir desse ponto. Porém, depois da metade do livro, senti o ritmo ficar corrido, como se o autor quisesse se apressar, gerando furos na trama que dão um ar irreal, e não de fantasia. Quando tudo se acalma, volta o excesso de informações. Para compensar, as cenas de combate são sangrentas e pude visualizar bem as descrições, mesmo que o resultado de narrar muitas batalhas ao mesmo tempo tenha sido falho.

*Nota: Durante a narrativa, o autor explica um pouco sobre o que é a arte élfica e como tudo é movido por algo. É um conceito complicado e boa parte do livro foi de explicações sobre isso. A língua dos elfos em O Código Élfico é a mesma criada por Tolkien, o Quenya, mas Leonel transcrevia apenas a tradução direta.*

Os Protagonistas: Nicole foi ideal. Ela não desejava ser a heroína, assim como não queria ser o símbolo das conspirações, então ao invés de ficar lamentando, simplesmente seguia em frente. O autor entendeu que há um abismo entre "opinião formada" e "cabeça dura e teimosa". Nicole tem medos e recaídas, assim como pontos fortes, algo bem diferente de "coragem heroica e cega". Ao longo do livro, ela passa por uma jornada de autoconhecimento, amadurece, aprende a se importar com as pessoas e a enxergar o potencial por trás do rótulo de “Princesa das Lendas Urbanas”.
A primeira imagem que tive com a descrição do elfo Astarte foi Legolas de Senhor dos Anéis, mas isso me ajudou a imaginar os outros elfos citados, já que não há descrição da aparência deles e mesmo que seja óbvio, eu espera isso de um livro onde o autor faz questão detalhar quase tudo. Enfim, Astarte sabe muito bem qual sua "missão" e não dá uma de Sou a última esperança do mundo por causa disso. Achei interessante descobrir seu passado, totalmente diferente do que esperava. A escolha que ele toma, para a infelicidade de Arcádia e sorte dos humanos pode parecer spoiler, mas o maior divertimento do livro é o que ela acarreta.
Eu gostei de o autor não fazer da paixão dos dois protagonistas o ponto principal e sim só mais um detalhe, porém a forma como tudo é “criado”, instantâneo e óbvio, não me convenceu. Em suma, ambos os protagonistas contaram pontos positivos, pois mesmo perdidos e conturbados, se dedicaram em descobrir os planos dos cultistas ao invés de desperdiçar tempo com conflitos internos que não levariam a lugar nenhum.

Os Personagens Secundários: São tantos personagens que se eu fosse citá-los a lista seria infinita, mas são três os mais importantes.
Félix deu mais humor à trama. No começo, ele parecia apenas mais um fã obcecado por Nicole, mas depois conhecemos melhor seu passado, qual sua visão do mundo e motivos para buscar vingança, me fazendo vê-lo de uma maneira mais tangível e classificá-lo como importantíssimo no livro.
Agora os vilões! No começo, Emanuel Montague era apenas um dos muitos personagens “ocupando espaço”, mas ele foi subindo de cargo e o meu nível de compreensão da sua vilania também. Emanuel desde pequeno é tão manipulador que fez uma cidade inteira o ver como exemplo e com admiração. Entretanto, por trás de todo esse carisma, Emanuel brinca com a mente das pessoas, como se todos fossem peças de jogo, além de ser responsável pelas cenas de luta mais agonizantes!
Já Salomão Manzisi foi considerado o último Dragão na época em que sua filha Nicole era pequena, porém o resultado da derrota acabou com sua vida, mas não com sua fama ou espírito assassino. Salomão acreditava que a Rainha falava com ele através de detalhes aleatórios, portanto sempre caçou mensagens subliminares em tudo e novas vítimas para praticar sacrifícios e cultos à Rainha na própria casa.

Capa, Diagramação e Escrita: As cores mórbidas da capa e seu interior
combinam com a história, estranha e anormal, no melhor sentido. Não me atrairia numa livraria, mas seu tamanho contorna isso. A diagramação está muito boa, as letras são maiores que o habitual e ocupam boa parte da página. Um arco e flecha é a divisão na mudança de foco na narrativa. No geral, Leonel faz várias comparações com uma trama de horror clássico hollywoodiano, talvez porque seu livro se assemelha a uma em vários aspectos e ele quis fazer um humor por cima disso. Não nego que foi uma leitura difícil, mas quando conseguiu me prender, analisei melhor a escrita do autor e falo com sinceridade que Caldela escreve muito bem quando não exagera na minuciosidade das descrições e merece palmas por fazer bons personagens. O que mais me fixou na leitura foram os seus diálogos, pois percebi diferenças no modo de falar dos personagens.

Concluindo: Gostei da inovação da mitologia sobre os elfos, pois geralmente são serem pacíficos, mas neste livro eles usam sua artilharia para um propósito cruel e sanguinário. Eu não achei o final satisfatório. Depois de encarar um tijolo desses, o livro tinha de ter um final, mesmo havendo possibilidades de uma continuação, porém o autor encerra o volume sem definir nada, não é exatamente um gancho, eu achei que ficou muito vago. O livro tinha potencial, mas apenas perto do fim me envolvi realmente e esse foi o maior ponto fraco: os detalhes se estendem demais, muitos deles são desnecessários e alguns não convenceram.
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Newton Nitro 19/09/2013

Uma obra de peso de fantasia e horror!
Leonel Caldeia é fantástico. Pronto. Minha resenha acabou, pegue e leia o Código Élfico. Se você curte escrever, e sonha em algum dia virar escritor profissional, leia o Código Élfico.

Mas eu tenho que falar alguma coisa do livro, não? Vamos lá.

O “Código Élfico” é uma obra de peso, daquelas que o escritor encara uma tarefa épica de criar um mundo do nada, complexo e interessante, chamar o leitor para dentro dele em uma jornada. É uma obra impressionante em seu escopo, um exemplar do New Weird, ou a Nova Literatura Estranha ou Fantástica, autores que a partir da segunda metade dos anos 90 começaram a mistura gêneros literários como a ficção científica, a fantasia e o terror em uma nova roupagem. Em “Código Élfico” a mistura é da fantasia clássica de inspiração tolkeana, os elfos da história, com o gênero de horror contemporâneo.

O Código Élfico é muito bem escrito, o texto mostra o profissionalismo e a habilidade de Leonel Caldela, e recomendaria para quem quer escrever literatura de fantasia contemporânea. Li algumas resenhas que acharam partes do texto difícil, eu discordo delas, achei muito acessível e profundo. Os personagens são bem construídos e interessantes, com diversas camadas. A jornada interior dos personagens acontece em paralelo com os eventos épicos exteriores.

A trama é complexa e mistura de vários elementos fantásticos, conspirações, horror, magia, etc. Só para ter uma idéia, olha a sinopse oficial do livro:

A pequena cidade de Santo Ossário esconde muitos segredos. Entre os habitantes, Nicole, uma jovem corajosa, descobre estar ligada aos mistérios da cidade, o que a leva a uma investigação sobre o próprio passado. Seu pai foi um famoso assassino que pertencia à ordem de seguidores de uma deusa oculta, sacrificando inocentes em rituais. Em Arcádia, um mundo paralelo governado pela deusa, vivem os elfos. Criaturas perfeitas que há milênios sonham em recuperar o poder sobre os humanos. Finalmente veem a esperança no novo guerreiro Astarte, treinado em arquearia, que deve abrir o portal que liga os dois mundos e exercer o domínio da Rainha sobre a Terra. Astarte, no entanto, é o único que desconhece o seu destino, até o momento de cumprir com a sua sina. Avesso aos interesses do seu povo, o elfo resolve juntar-se aos mortais em Santo Ossário. Agora, Nicole e Astarte estão ligados a um mesmo propósito: reunir os habitantes da pacata cidade e derrotar os seres místicos que ameaçam dominar o mundo.

Nerd véio como eu, depois de uma sinopse dessas, eu tinha que ler esse livro.

Um dos pontos fortes de Leonel são suas cenas de ação. São cinematográficas e emocionantes, unindo as emoções internas dos personagens com o que acontece na cena. E o mais importante, Leonel usa grande parte da narrativa para conhecermos os protagonistas Nicole e Astarte, o que faz com que, quando chegam as cenas de ação, eu estava emocionalmente investido nos personagens. Gostei muito do personagem Felix, principalmente pelo elemento de humor que ele introduziu na trama.

Mas o que mais me chamou atenção foi a cidade de Santo Ossário, uma cidadezinha do Ceará, bem brasileira. Eu leio trocentos livros de fantasia gringos por ano, e ver uma cidade bem brasileira, com personagens bem brasileiros é muito bom! O livro também aborda questões filosóficas interessantes a respeito da força de vontade humana, dando uma profundidade interessante na história.

Fica a recomendação.
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Bruna Fernández 11/09/2013

Resenha para o site www.LivrosEmSerie.com.br
Os elfos são belos e imortais, a mais perfeita das raças. Mas, para que haja um povo de guerreiros e poetas, é preciso haver um povo de escravos.

Ler um livro de fantasia de um autor nacional e ficar impressionada com a narrativa está virando algo comum. Pelo menos para mim. Não sabia o que esperar de O código élfico quando o livro caiu nas minhas mãos e estava um pouco apreensiva em relação à narrativa, e também por não conhecer o estilo de escrita do autor, mas o livro me surpreendeu.

O código élfico se passa, na maior parte do tempo, na cidadezinha brasileira e fictícia de Santo Ossário – um nome escolhido a dedo pelo autor, leiam e descobrirão o porquê – e, como toda cidade pequena, é intrigante e cheia de segredos. Olhando de fora parece ser apenas uma pacata cidade, conservadora e acolhedora. Mas a cada página virada a cidade se transforma em um antro de intrigas, mentiras e obscuridade, assim como os seus moradores. A protagonista, Nicole Manzini, está ligada aos mistérios de Santo Ossário e ao voltar para a cidade precisa encarar a verdade mais cruel da sua vida: seu pai, Salomão Manzini, foi um famoso assassino, pertencente a uma ordem de seguidores que sacrificava inocentes em rituais para uma deusa.

Essa deusa é a Rainha Titânia de Arcádia, um mundo paralelo ao nosso onde vivem os elfos que sonham há tempos em recuperar o poder sobre os humanos e escravizar a nossa raça novamente, mas para isso eles precisam abrir o portal entre os dois mundos. Isso se torna possível com o novo guerreiro Astarte, nosso segundo protagonista. Treinado em arquearia para ser um guerreiro, Astarte desconhece seu destino e acaba por questionar os interesses de seu povo, resultando em uma parceria com Nicole para impedir que os elfos dominem nosso mundo novamente.

“- Está preparada?
- Não. Mas isso nunca me impediu. (p. 108)”


O livro tem uma quantidade absurda de personagens incríveis e eu poderia escrever páginas sobre todos eles, mas resolvi poupar vocês e falar somente dos principais. Nicole Manzini foi a que mais me surpreendeu. A personagem tem uma personalidade forte que pode ser confundida com teimosia em alguns momentos. Cética, valente e de opiniões fortíssimas, todas elas sempre muito bem explicadas pela personagem e também ao longo da narrativa que mostra alguns momentos do passado da garota. Pra mim, foi a criação mais perfeita autor. Nicole me conquistou desde o começo com suas falhas humanas e sua jornada ao longo do livro me surpreendeu.

Já o elfo Astarte traz um visão interessante pra história: sendo de um mundo diferente, existem muitos conceitos do nosso mundo que são difícil compreensão para ele. Ao mesmo tempo, muitas ideias e conceitos do elfo são complexos demais para os “limitados” humanos. Isso cria um vínculo de trocas de ensinamentos entre os dois protagonistas e o Leonel conseguiu fazer isso de uma forma envolvente e até mesmo divertida, sem tornar esses momentos em discussões filosóficas maçantes. Um detalhe curioso também é como o autor retrata o povo élfico na história: geralmente um povo pacífico, os elfos de Leonel são cruéis.

“Se você entender chocolate, entenderá a humanidade – proferiu a garota. – É gordo, cercado de propaganda, doce demais. Faz mal e domina tudo que toca. Mas qualquer um que não goste de chocolate é indigno de confiança. (p. 220)”

O destaque de personagem secundário vai, com toda certeza, para Félix, um mercenário que tem os seus próprios motivos para a sua vingança. Grande fã das mais loucas teorias conspiratórias, das quais ele acredita serem todas muito verdadeiras, o ruivo barbudo é responsável pelo alívio cômico na história, e se torna uma peça crucial para o enredo. Os vilões Salomão Manzini e Emanuel Montague são grandes manipuladores e um acaba sendo a ruína do outro, há um enorme abismo na disciplina de ambos e é interessante ver como o autor trabalha isso.

A forma como o Leonel misturou a fantasia urbana com a fantasia medieval é um dos pontos positivos do livro, ele conseguiu mesclar os dois estilos com muita leveza e naturalidade. O trabalho editorial dispensa comentários, como todos os livros lançados pela Fantasy, podemos ver o cuidado em cada detalhe, desde a capa até os detalhes internos e separações de capítulos. Com todos os elementos necessários para uma boa jornada fantástica, O código élfico é uma ótima adição para a literatura nacional. Não deixe de visitar Santo Ossário – a cidade para onde todos voltam.

“Já é o começo do aprendizado. Não existe diferença entre a metáfora e o que ela representa. (p. 438)”

site: http://livrosemserie.com.br/2013/08/05/resenha-fora-de-serie-o-codigo-elfico-de-leonel-caldela/
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