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Killing Sarai

(In the Company of Killers #1)

J.A. Redmerski
Resenhas
Recentes
12 encontrados | exibindo 1 a 5
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Mônica 26/03/2014

Incrível
Adorei a narrativa! O livro flui e quando vc vê as 396 páginas passaram e deixaram gostinho de quero mais! Recomendadíssimo!
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Virgínia 03/03/2014

Sarai tinha apenas 14 anos quando sua mãe a levou para viver no México, em um quartel de drogas onde morte, violência e estupro fazem parte de seu dia a dia. Nossa história se passa nove anos depois disso, com Sarai ainda presa, sob as ordens de Javier. Até que um dia um homem americano aparece no complexo e ela vê sua chance de escapar. Ela foge, se esconde no carro do homem, aponta uma arma para sua cabeça a ordena a ele que dirija até os Estados Unidos. Mas seu plano dá errado e Victor - que é o nome do nosso americano - a tem como refém e vai usá-la como um objeto de troca e negociação.

"[...] você vai pelo menos me dar uma arma?" Silêncio filtra através do espaço entre nós. "Você vai?" Pergunto novamente, agitando esse silêncio. "Isso vai me dar uma chance de lutar. Ou eu vou matar Javier ou a mim mesma, mas vou morrer sabendo que eu tentei."

Como a maioria das resenhas só diz isso, eu vou dar mais alguns detalhes. Durante o livro, Victor tem que proteger Sarai para quando chegar a hora, ele a usar para negociar com Javier. E isso acaba aproximando os dois. A pergunta que eu me fiz durante boa parte do livro foi: "Qual é a tua, Victor?". Victor é um assassino profissional, que foi treinado a vida inteira para matar. No começo do livro ele me irritou bastante porque ele não falava nada e você tinha que tentar descobrir sua história e isso foi frustrante. Porém na metade você já começa a entender a história dele e preencher as lacunas. A única coisa que você não entende até as últimas páginas é o que ele quer com a Sarai. Uma hora você pensa que ele só quer usá-la para conseguir o que quer, outra hora você acha que ele realmente se importa com ela e têm horas que você não faz ideia do que pensar.

"Eu a abraço forte. Desajeitadamente. Porque eu nunca fiz isso antes. Eu nunca passei por este tipo de tristeza e dor e teria sido o único que seria esperado para me ajudar a consertar isso. Minha mãe era a única que tinha me segurado assim quando eu era um menino e não me lembro do jeito que eu senti."

O romance entre Sarai e Victor é o mais complexo que eu já li. No começo ela odeia ele, ele não se importa com ela, depois ela começa a se sentir segura com ele, e ele protege ela - ou você pensa que é isso. O jeito que o relacionamento deles se desenvolve durante o livro é incrível porque a evolução é devagar, em pequenas etapas. Se tem uma coisa que J.A. Redmerski sabe fazer é desenvolver romances. Outro fato é que nossos protagonistas não são adolescentes. Sarai tem 23 anos e Victor é até mais velho que ela, talvez 30 anos, segundo Sarai. A idade dele não é revelada nesse primeiro livro.

"Isso vai contra tudo o que eu sou, Sarai." Ele diz e, em seguida, beija-me. "Não, não vai." Eu sussurro e beijo de volta. "É você tornando-se mais quem você realmente é."

Outra coisa que eu amei é que esse livro é eletrizante, não têm como você largar ele até ter terminado aquele capítulo ou no meu caso, o livro inteiro. As cenas de ação são bem maiores que as de romance e te fazem querer gritar com os personagens.

"O que você fez comigo?" Ele diz.
"Eu ia te perguntar a mesma coisa."

Se você procura um livro com um romance fofo, um pouquinho meloso ou coisa do tipo, esse livro não é pra você. Victor é um assassino profissional e Sarai conviveu com violência e morte a vida inteira então digamos que eles não fazem um casal fofo. As poucas cenas de romance entre eles são bem mais intensas, sem diálogos melosos e isso não acontece logo no começo. Já quem gosta mais de ação, sangue, assassinato e um pouquinho de romance vai amar o livro. Eu geralmente leio romances mais melosos mas não tão melosos então foi uma mudança muito grande pra mim ler esse tipo de livro. E eu acabei descobrindo que eu amo esse tipo de livro também.

"Eu não sou seu herói. Eu não sou a outra metade de sua alma que nunca poderia deixar nada de ruim acontecer com você. Confie sempre em seus instintos primeiro, e em mim, se você escolher, por último."

Uma coisa que me surpreendeu bastante foi o seguinte: você passa o começo inteiro do livro torcendo para acontecer tal coisa e ela acontece só que não no final como eu imaginei mas sim na metade do livro. Depois que isso aconteceu eu fiquei meio perdida, me perguntando "E agora?". Mas a outra metade acaba sendo melhor que a primeira.

"Mas você fez outra coisa que ninguém nunca poderia ter feito." Suas características amolecem e meu coração está derretendo lentamente. "Você fez-me sentir emoções reais. Você me destravou."

A evolução de Sarai durante o livro é o mais perceptível. No começo ela era uma garota indecisa, sem saber o que fazer com sua vida ou para onde ir. No final do livro, ela é decidida e sabe exatamente o que planeja fazer. Nesse pouco tempo com Victor ela cresce mais do que cresceu durante os 9 anos em que ficou presa.

"Você está errado." Ela se opõe. "Eu temo tudo. O que o amanhã irá trazer e se eu vou estar viva para ver o fim disso. Tenho medo de Javier ou de qualquer outra pessoa entrando por aquela porta e me matando enquanto eu durmo. Tenho medo de nunca ser capaz de viver uma vida normal. Eu nem ao menos sei com o que o normal se parece mais."

Sobre a escrita da autora: eu já estava acostumada com o jeito de escrever de J.A. Redmerski que é totalmente incrível. Fiquei muito feliz quando eu vi que ela usou o mesmo esquema que em Entre o Agora e o Nunca, deixando Sarai narrar algumas cenas e Victor outras. É demais poder enxergar pelo ponto de vista dos dois protagonistas. Ela escreve no presente, por exemplo: "Eu entro por aquela porta e me viro, bem à tempo de vê-lo apontar a arma para mim." (essa não é uma frase do livro). Isso te deixa ainda mais animado para ler o livro porque tanto você quanto o personagem não sabem o que vai acontecer em seguida. É como se aquela cena que você está lendo estivesse acontecendo naquele momento e você estivesse presente. Além disso a escrita dela é super simples, tem bastante palavrões e é fácil de compreender.

"Eu acho que agora eu sei o que se sente quando uma pessoa que passou metade de sua vida na prisão é libertada de volta para o mundo. Eles não sabem o que fazer com si mesmos, eles não sabem o que fazer para se adaptar à sociedade. Eles constantemente olham por cima do ombro. Eles não porem dormir por cinco horas ou acreditar que eles podem escolher o que comer e quando comer."

O livro ainda não foi lançado no Brasil mas a Suma das Letras vai lança-lo ainda esse ano, junto com a continuação, Reviving Izabel. Eu li o livro por pdf, quem quiser baixar, clique aqui. A autora disse que serão mais de dois livros (esses já lançados nos eua), então talvez seja uma saga grande, para minha alegria.

site: http://morethanbooksbr.blogspot.com.br/2014/03/resenha-killing-sarai.html
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Camille 30/01/2014

Fora do comum, difícil de largar, série impossível de não acompanhar. - Beletristas.com
Sarai não teve uma vida fácil. Até os 14 anos, ela precisava lidar com uma mãe drogada que sempre levava homens estranhos para casa e o fato de não ter em quem confiar – exceto a senhora que a acolhia quando tudo ficava insuportável.

Livro Killing Sarai, de J.A. Redmerski Entretanto, isso era o paraíso comparado ao lugar para onde sua mãe a levou. Foram nove anos em um ambiente que abuso sexual e psicológico faziam parte do cotidiano, assim como mortes de pessoas inocentes e culpadas. Foi impossível, para Sarai, não se tornar imune a essas situações.

Mas, quando a oportunidade de fugir aparece, ela não pensa duas vezes antes de arriscar sua vida para se ver longe daquela realidade. É assim que conhece Victor, um americano assassino que não tem a menor pretensão de ajudá-la.

Não é surpresa que virei fã de J.A. Redmerski após Entre o Agora e o Nunca, um dos primeiros e melhores new adults que li. Apesar de ser um gênero até bem diferente, Killing Sarai continua com a narrativa incrível e desenvolvimento impecável.

A autora sabe trabalhar bem todas as personagens que apresenta, criando uma personalidade para cada uma delas e não entrando em contradição ao longo de todo o livro. É o que ela faz, de forma brilhante, com Victor e Sarai.

Victor, acredito, foi mais difícil de desenvolver. Afinal, assassino a sangue frio, a princípio é totalmente desprovido de sentimentos. Claro que conhecer Sarai faz dessa realidade um pouco diferente, ainda que em momento algum ele se mostre um homem totalmente apaixonado.

Sarai, por sua vez, é extremamente sensível. Ela não costuma gritar, xingar, brigar. Ela chora e, tendo isso claro, é óbvio que muitas cenas dela são com lágrimas. E, apesar do que possa parecer, isso não é irritante ou chato. É, na verdade, totalmente cabível diante do contexto.

Gostei de encarar uma história que não há inocentes. Não há um lado bom e o ruim. Existe uma realidade assustadora, repleta de interesses, tráfico, drogas, assassinatos e passados que definitivamente condenam. E é nela que nos apaixonamos e criamos expectativas para um possível romance e, sem sombra de dúvidas, para o próximo livro. Que venha Reviving Izabel!

site: http://beletristas.com/resenha-killing-sarai-de-j-a-redmerski/
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Jéssica 17/12/2013

Uma Boa Leitura
O livro traz um romance bem diferente e me surpreendeu por não foca em certos dramas e virar clichê. Sarai mostra-se uma personagem de varias faces no começo um pensei nela como uma menina frágil marcada pela violência e que simplesmente abaixava a cabeça a atos cruéis para sobreviver, mas com o continuar da leitura pude perceber que ela era mais complexa do que parece.
Logo no começo eu percebi que teríamos um romance, primeiramente eu imaginei essa garoto como alguma síndrome de abandono, pois ela conseguiu se apaixonar pelo "primeiro" americano que ela viu em tempo, claro que ela não percebeu isso, oque sempre acontece, mas não conseguia se desgrudar dele e por mais estranho que pareça ela resolver que não iria abandona-lo mesmo ele sendo um assassino de aluguel, que não é bem um assassino de aluguel já que trabalha em um organização. E como não poderia faltar isso ele também se apaixonou por ela.
No livro também vamos encontrar dramas familiares envolvendo tanto Sarai quanto Vitor e o dele dará uma pitadinha a mais para o livro. Bom é melhor eu parar por aqui antes que eu acabe contando tudo que acontece no livro...
E por fim apesar de sim o livro ter algumas partes que para mim não são tão originais o livro se mostro como um todo bem supri endente.

site: http://meumundo-meuestilo.blogspot.com.br/
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Juliana 27/10/2013

Killing Sarai
Aos quatorze anos Sarai foi levada por sua mãe a um lugar onde nenhuma criança deveria estar, crescer no meio de drogas, abuso sexual e assassinatos não foi uma opção, mas ela sobreviveu. Nove anos se passaram e quando um americano aparece, ela vê nele sua chance de escapar e viver normalmente. Porém Victor é um assassino desde criança, treinado para não ter sentimentos, e quando Sarai decide colocar uma arma em sua cabeça, ele não sabe se quer matá-la de uma forma lenta e dolorosa ou rápida.

Com esse livro J. A. Redmerski mostrou que veio para ficar, com uma trama extremamente envolvente ela me ganhou, mas se vocês acham que vão encontrar flores e corações nesse livro estão totalmente enganados.

Sarai aprendeu a ser forte da pior maneira e deixou de lado seus sentimentos tornando-se uma pessoa fria, quando vê a sua chance de escapar e ser normal ela aproveita, o problema é que Victor não quer salvar ninguém e é tão frio quanto Sarai.

- Eu não sou seu herói. Eu não sou a outra metade de sua alma que nunca poderia deixar nada de ruim acontecer com você. Confie sempre em seus instintos primeiro, e em mim, se você escolher, por último.

O que me impressionou nessa leitura é que tudo acontece em seu tempo, sentimentos ocorrem naturalmente sem pressa. O casal se completa, ambos quebrados e com uma bagagem bem pesada para carregar, mas quando estão juntos algo acontece, uma mudança na alma! Apesar de a leitura ser forte - e te deixar com os nervos a flor da pele – a autora consegue sim colocar o romance na trama, e minha gente quando isso acontece é algo inexplicável.

Com o tempo Victor percebe que quer arriscar tudo, e manter Sarai segura se torna sua missão. Num mundo onde as pessoas podem matar e sentimento é sinônimo de fraqueza, eles precisam tomar decisões difíceis para sobreviver.

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