A Bibliotecária

Logan Belle



Resenhas - A Bibliotecária


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Cris 08/12/2014

Ruim demais!!!!
Só tenho uma coisa a dizer: BEM FEITO PARA MIM, pois mesmo tendo várias opiniões contrárias, quis prosseguir para depois também opinar quando perguntassem...

Eu não irei resenhar, nem gastarei meu tempo.... bom, o livro se resume em: escrita ruim, enredo fraco e personagens mal construídos. Horrível! Um dos piores que li neste ano... ‪

Não estou julgando o gênero erótico, e também nem estava esperando algo inovador, entretanto sei muito bem diferenciar o joio do trigo... e este, está bem corrompido!
Respeito quem gostou, e outra: o que não serviu para mim, pode servir para outras pessoas, essa é a mágica de tudo, porém eu nunca indicaria! Há tantos livros bons com esta mesma temática, sendo assim... não cometam essa atrocidade...
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Fogui 14/09/2014

The Librarian
A Bibliotecária
Logan Belle
Record
2013

Para que gosta de literatura erótica, como eu, e já leu dezenas de milhares de livros do gênero, pode gostar. Mostra o universo BDSM de uma forma light, segue a linha 50 tons, mas nem tanto. É gostozinho, tem um pouquinho de romance, de livros, e mais livros, de fotografia e conflitos.

Sebastian Barnes não é um Grey, ele não tem problemas emocionais como Christian. Sebastian apenas é um dominador convicto, não precisa de brinquedos ou coisa e tal. É claro que ele gosta de bater como todo dominador, mas ele estimula sua parceira de uma forma diferente. Diria que sua tara é a câmera fotográfica.

Já a belíssima Regina Finch, é virgem, inocente e totalmente inexperiente. As autoras normalmente adoram fazer um contra peso, a virgem e o libertino, parece mais romântico. E desperta a curiosidade...

Quer ler a resenha completa e muito mais, visite o blog Momentos da Fogui:


site: http://foguiii.blogspot.com.br/2014/09/a-bibliotecaria-logan-belle.html
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Moura 20/08/2014

A Bibliotecária
Antes de ler o livro, vi o que o pessoal estava comentando, alguns falaram que era parecido com 50 tons de cinza, eu achei que fosse besteira, pois para sempre sua, falaram que era parecido com 50 tons e eu não achei nada igual.

Então resolvi ler A bibliotecária mesmo com os comentários contra, mas gente que livro horrível é esse!? sério eu comecei a ler e não aguentei, tive que pular umas partes porque estava muito chato.

Eu sou o tipo de leitora que gosta de detalhes, e o que menos tem no livro é detalhe. No começo do livro eu não conseguia imaginar a Regina porque não sabia se era loira, morena ou ruiva. E quando vi que era uma copia da Ana de 50 tons fiquei mais decepcionada ainda.

Eu sei que o gênero do livro é adulto, mas os personagens passam o livro inteiro na cama! ou "se comendo em qualquer lugar"

A autora tinha um bom enredo para dar uma historia legal para o livro, mas achei que ela não soube aproveitar! Acho que é o primeiro livro que não recomendo que leiam!
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Loren 02/07/2014

Não gostei, pelo fato de eu ter achado uma historia muito parecida com 50 tons de cinza...e misturado com toda sua.
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Dalila 24/05/2014

Um livro que eu não leria novamente!!Um romance nada convencional entre uma bibliotecária e um milionário.Aquele tipo de livro que a gente lê até o final simplesmente para não deixá-lo na metade do caminho.Gostei apenas do universo das bibliotecas.Se não fosse um livro ganhado, não teria lido.
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Lara Sampaio 01/03/2014

literatura lixo
Ganhei esse livro no meu aniversário, minha colega me comprou apenas por brincadeira, p ver minha reação em ganhar um livro tipo "crepúsculo com obscenidades"...e eu vos digo, tenho é vergonha de dizer que leio essas coisas, não por ser tratar de um livro com teor sexual(até pq convenhamos, esse livro,assim como os demais disponíveis no mercado atualmente são uma porcaria, e muito mal escrito)mas sim porque penso que um leitor é aquilo que costuma ler, e não acho que esse livro seja algo grandioso ou que vá me acrescentar algum conteúdo.terminando ele, jogarei o mesmo no lixo.
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Paulinha 23/02/2014

A bibliotecária
Comprei o livro porque o título chamou minha atenção, pois trabalho em uma biblioteca, embora não seja formada em biblioteconomia. O livro não é ruim, mas não é excelente, ele é bem mediano. O livro tem toda uma pegada erótica, mas não achei nada muito vulgar.

Regina se muda para NYC, pois seu sonho era trabalhar na biblioteca publica - que realmente é deslumbrante, até eu teria este sonho! - lá ela conhece Sebastian e ele é dominante e lindo claro! Começa o fascínio por ele e ele apresenta para ela um lado todo selvagem do sexo, ela nem preciso comentar que é virgem!

A mente é seu próprio lar, e sozinha pode tornar o paraíso um inferno, e o inferno, um paraíso. Milton - Paraíso Perdido
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Elaine 23/02/2014

Lixo
Se 50 tons era ruim, esse ganhou!
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Loki 20/02/2014

Minha Opinião
Bom, antes de mais nada eu li 50 Tons de cinza. Não quero comparar os dois, mas não vejo como não fazê-lo.
A bibliotecária cita algumas das idéias e características da historia de 50 tons e por isso não achei o livro original. A história é fraca assim como o romance. O foco são apenas as cenas de sexo, onde o romance se perde em meio a isso.
Terminei de ler apenas porque não gosto de parar um livro pela metade, pois achei o livro cansativo.
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Débora 10/02/2014

Regina & Christian Grey e 50 livros cinzas.
Sugiro uma troca de casais entre os personagens Anastasia Steele com Sebastian Barnes e Regina com o famoso Christian Grey, do livro 50 tons de cinza de E L James, e acredito que não haverá a menor diferença. As semelhanças são inúmeras entre os dois romances de estilo erótico. Para uma bibliotecária de verdade, este romance é broxante! Apresenta uma profissional apagada e incompetente, e o romance totalmente clichê, o ambiente da biblioteca é um detalhe, que é administrada por pessoas deses preparadas e está quase falindo, a família de Sebastian Barnes que sustenta a biblioteca. O filantrópico se apaixona pela bibliotecária Regina, seu serviço na biblioteca qualquer pessoa de ensino médio faria. Mas este romance entediante, pode trazer reflexões interessantes, faz parte da literatura retratar a moral de seu tempo, a liberdade sexual que vemos expostas nas músicas e novelas, agora aparece na literatura um novo conceito de romance, o romance erótico. Não se espera pelo beijo no final do livro, no segundo capítulo já se ler os detalhes picantes de uma transa. Até o momento o estilo tem agradado mas só o tempo dirá se o estilo romântico de Belle e James viverá durante os séculos, como os romances de Jane Austen.
Elaine 23/02/2014minha estante
"Para uma bibliotecária de verdade, este romance é broxante!"
Exatamente o que pensei!




Joice 23/01/2014

Contraditório, porém...
A bibliotecária,
Confesso que esperava um romance suave com a cara do verdadeiro profissional da área, mas o contexto foi além do esperado.
Não trata só da imagem, mas do ponto de vista de alguns associados a ela.De um lado; uma pessoa inteligente e séria, do outro; uma revelação da natureza humana pelos prazeres condicionais.
Uma moça que se torna mulher entre oscilações do pensar e do fazer, sendo certo ou errado.
Gostei do livro, mas achei a imagem associada um pouco pejorativa mas, como a moda agora é sadomasoquismo,...quem curte isto, vai curtir o conteúdo do livro.
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Moniky 20/01/2014

A Bibliotecária
Recém-graduada, Regina Finch se muda da Filadélfia, onde vivia uma vida pacata com sua mãe, para Nova York a fim de realizar o seu maior sonho: trabalhar na biblioteca pública da cidade em meio aos clássicos da literatura.
Com poucos amigos, insegura e ansiosa, Regina divide um apartamento com uma estudante e tem uma vida social sem grandes emoções, dedicando-se inteiramente ao trabalho, não medindo esforços para agradar sua arrogante e rigorosa chefe, Sloan Caldwell.
Mas o que Regina não imaginava era que sua vida pacata, sem muitos ‘’agitos’’ ficaria para traz, assim que colocasse os pés na cidade, ou melhor, na biblioteca.
Em meio aos corredores das salas restritas da grande instituição, Regina flagra o irresistível Sebastian Barnes, ambicioso, dono de uma beleza arrebatadora, um dos homens mais cobiçados da cidade, fotógrafo e benfeitor da instituição numa cena pra lá de instigante.
Sebastian parece interessado em investir em algo a mais além dos livros. A beleza, a sensualidade e a inocência da bibliotecária passa a ser seu mais novo desejo ambicioso. Uma paixão além das palavras. Um desejo sem limites.
A meu ver:
O romance foi inspirado na famosa pin-up, Bettie Page, que largou a profissão de secretária para trabalhar como modelo fotográfica.
Lembro-me de ter lido em três dias, tendo vantagem de ser um livro fácil, sem muitos detalhes e complexidades. Classifico-o como um livro ‘’regular’’, um passa tempo válido para aqueles que procuram uma história fácil.
Quando li a sinopse, o desejei tanto que na semana seguinte eu o comprei, e confesso que esperava um pouco mais em seu desenvolvimento e mesmo não sendo, para mim, o melhor livro já lido, penso que qualquer leitura é válida. Seja ela de um folhetinho entregue nas ruas ou um grande clássico da literatura.
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Marina 11/01/2014

E mais um 50 tons de cinza
Se você é uma dessas pessoas que adora um livro BDMS, este livro é para você.Entretanto não é a minha praia.Se eu gostasse desse tipo de leitura definitivamente teria dado 4, ou até mesmo 5 estrelas para esse livro. Afinal ele é bem escrito,e te prende do começo ao fim. Entretanto, mesmo tendo engolido o livro,achei o enredo por traz de todo o BDMS muito fraco.
Tudo estava correndo como sempre tinha planejado. Após se formar Regina se vê realizando um dos seus maiores sonhos: trabalhando em uma das maiores, e incríveis bibliotecas em NY. Entretanto tal sonho toma um rumo completamente diferente ao bisbilhotar uma das salas da biblioteca, e se deparar com algo que nunca poderia ter imaginado. Sebastian, um colega do trabalho, em um momento mega intimo com uma outra funcionaria. Infelizmente, não conseguiu sair da sala a tempo de não ser vista.
Apartir de então, Sebastian passa a deseja-la, e não descansara até todos os seus desejos serem "obedecidos".
Se você gostou de 50 tons de cinza, provavelmente também gostará de A bibliotecária. As histórias fazem o mesmo estilo : uma garota de pouco experiência, mas cheia de desejo se apaixona por um cara mais rico que tem uma visão do relacionamento sexual machista, onde a mulher deve ser completamente submissa a seus desejos e vontades. E claro, tem toda a historinha do romance que nasce entre os dois, e blabla.

Se você gosta desse tipo de leitura vai em frente, devore o livro. Se não for o caso, nem perca seu tempo. É o que eu acho.
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Belle 10/01/2014

Mais do mesmo...
Os livros BDSM definitivamente estão me cansando. Pensando bem, não é bem o lance de dominação e submissão que me irritam neles, mas, sim, o fato de que todos estão absolutamente repetitivos. São sempre as mesmas meninas inocentes/pouco experientes, com o mesmo desejo louco e avassalador pelo cara mais rico, lindo e arrogante da cidade e, para completar, são sempre os mesmos caras ricos, lindos e arrogantes. Só muda mesmo as descrições físicas, os nomes e as profissões. Ainda não estou saturada, porque, a verdade é que continuo insistindo e lendo o que aparece no mercado, ou, em alguns casos, marcando como “vou ler” no Skoob, esperando que, por milagre, surja algo diferente que vá me fazer gritar: “É isso! Finalmente! Era isso que eu estava esperando…”

Bem, não foi desta vez. Regina Finch é uma jovem recém-formada em biblioteconomia (eu nunca soube o que se faz nessa profissão e, verdade seja dita, depois da leitura, continuei sem saber) e que conseguiu o emprego dos seus sonhos: trabalhar na Biblioteca Pública de Nova York. Isso mesmo, você leu certo! Esse é o sonho dela! Desculpem-me o preconceito, pessoas que sonham em trabalhar em livrarias, bibliotecas (etc) , mas, apesar de amar os livros e sonhar em ter uma biblioteca particular de respeito, eu confesso que achei bem ridículo esse ser o objetivo de vida dela. Ao menos no início.

Como eu disse, eu continuo sem saber direito o que faz um bibliotecônomo (ou sei lá como se chama o profissional dessa área), mas, a Regina acabou me convencendo de que valia a pena se matar de estudar para ser uma. Ela passou a adolescência e o início da juventude se dedicando de verdade para ser uma ótima estudante, se destacando em tudo o que fazia, para finalmente enfrentar os desejos da mãe e seguir para NY e trabalhar na biblioteca, só que, quando finalmente consegue, o emprego não é bem o que ela esperava. Especializada em restauração de livros, Regina, logo de cara, é colocada no balcão onde as pessoas “pegam” os livros. Até aí, tudo bem, ela leva numa boa, percebendo que poderia chegar aonde queria com o tempo. O problema mesmo é a chefe megera dela.

Logo nos primeiros dias, enquanto almoçava na escadaria da biblioteca, Regina, desastrada como só as mocinhas desses livros podem ser, derruba a bebida, faz uma lambança, e, de quebra, dá de cara com um homem lindo e simpático. O mesmo homem, aliás, que ela encontra comendo uma mulher dentro de uma das salas particulares da biblioteca. É o primeiro momento de choque na vida de Regina. O momento em que ela percebe que todo o tempo gasto com os estudos e escutando o que sua mãe dizia sobre os homens serem a escória do mundo, pode tê-la feito perder algo realmente importante.

É nesse momento que o homem que ela conheceu nas escadarias se revela ser Sebastian Barnes, o maior investidor da biblioteca e fotógrafo famoso. Ele parece enxergar em Regina algo que ninguém mais vê. Nem ela mesma. Regina se vê obrigada a trabalhar com ele, enquanto tenta evitar que ele chegue perto demais, se é que me entendem. Mas, como todas sabemos, a carne é fraca… E o Sebastian é lindo. Ela não demora muito a se render e ele é bem sincero em que tipo de relação espera dela.

Esse é o máximo de enredo que o livro tem. A criatividade acabou aí e a história não avança, simples assim. A leitura é um saco e as cenas eróticas são muito sem graça, sem nenhuma conexão com o leitor, nada que nos faça querer estar na cena ou sequer querer imaginar a cena. A Regina é uma mulher passiva, que aceita tudo calada e não dá nem pra simpatizar com a coitada. Enquanto o Sebastian é um robô sádico. Quando leio esse tipo de livro eu sempre busco uma explicação para a escolha daquele estilo de vida, não digo um trauma que levou a pessoa a querer machucar os outros, mas, apenas um motivo para isso ser o que ela gosta de fazer para ter prazer e não encontrei nada nesse livro. O único momento em que há uma ligeira dica é quando Sebastian diz a Regina que ela não precisa se preocupar com nada na vida, com a roupa que ela vai vestir, os brincos, sapatos, lingerie, nem mesmo com a maldita comida que vai comer, porque ele toma as decisões por ela. Só que ele diz como se isso fosse uma coisa maravilhosa, como se tirasse um peso das costas dela e assumisse toda a responsabilidade.

E, quando eu achava que a relação deles já tinha dado o tinha que dar, não ia pra lugar nenhum, ambos se revelam loucamente apaixonados, de um modo que transa nenhuma deles tinha revelado ser possível. Eu continuo não entendendo em que ponto o Sebastian se apaixonou, porque ele se manteve o mesmo robô sádico de sempre. Para vocês terem uma ideia, eu, uma das maiores piriguetes literárias que conheço (e olha que conheço várias), não senti nem uma fagulhinha sequer pelo cara. Não consigo me lembrar de nenhum outro que teve o mesmo destino, pois até o Sr. Grey me levou a um nível de paixonite sem cura (impossível não querer pegar aquele embrulho lindo, cheio de traumas, e colocá-lo no colo, certo?). Eu não curti a leitura, simples assim. Não foi algo que detestei, mas, não me diverti lendo. Não me trouxe sequer prazer.

site: http://www.itcultura.com.br/2014/01/a-bibliotecaria-logan-belle/
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Só Sobre Livros 06/01/2014

Mais um casal BDMS na literatura
Confira resenha no blog

site: http://sosobrelivros.blogspot.com.br/2014/01/mais-um-casal-bmds-na-literatura-aline.html
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