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O Sal da Vida

O Que Faz A Vida... Valer A Pena

Françoise Héritier
Resenhas
Mais Gostaram
14 encontrados | exibindo 6 a 11
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Amy 16/12/2013

Introdução

A leitura de Sal da Vida foi um sopro de saudosismo. O livro aborda grandes motivos pelo qual viver é incrível. A autora aos poucos vai comentando sobre passagens da sua vida e de momentos que a marcaram. Alguns deles são muito universais, confesso que muitos deles pratiquei e foram experiências ótimas.

Narrativa

O formato do livro é muito prosa. Em muitas das vezes senti aquele tom informal e gostoso de ser lido em momentos de descontração. O livro pode ser considerado também um ótimo guia de dicas para ser ainda mais feliz.

A narrativa não é a tradicional, não haverá uma história. Sim uma coletânea de frases de momentos que trazem prazer e alguns itens são bem engraçados. O livro dá vazão ao leitor ousar, viver com mais intensidade e aproveitar tudo com bons olhos. Ela tem ótimos argumentos.

O que achei ainda mais interessante, é que no final do livro, você há uma lista em branco, onde o leitor poderá responder a sua representação do Sal da Vida.

O dinamismo do livro é fascinante.

Acabei por fazer o meu, aqui vai um trecho:

“Adoro poder andar na chuva, andar descalça, ter um dia ruim e no final dele se dar conta que o dia pode ter sido ruim, mas jamais anulará as minhas conquistas, viajar para lugares onde jamais imaginaria estar, viajar para lugares por onde sonhou a vida inteira e se encantar com cada rua que passa, aprender novas línguas, fazer novos amigos, aprender algo novo, tornar alguém feliz, tornar muitas pessoas felizes, sentir o cheiro de chuva, sentir o cheio da sua flor favorita, receber cartas de amigos distantes, conhecer pessoas novas através de cartas, ter o seu dia mudado por alguém distante, conseguir um sorriso, conseguir enfrentar um desafio mesmo que esteja com muito medo do que possa acontecer, se superar em algo que jamais pensou em estar fazendo, dormir bastante, passear de bicicleta ao som de Amy Winehouse, correr no mar, nadar até que seus braços não tenham mais forças, ganhar uma partida de tênis, perder uma partida de tênis sem se sentir um perdedor, andar a cavalo, estar perto de quem se ama, esquecer que está longe quando fala com alguém importante, perder a noção do tempo …”

Diagramação

A diagramação do livro é um atrativo e tanto. Inicialmente fui fisgada pela excelente capa da Valentina.

Considerações Finais

É um dos livros mais interessantes que li. É um livro indicado naquele dia em que você acha que nada está certo. Que está cansado ou preocupado por algum motivo. É impossível não abrir um sorriso, mesmo que tímido com o que o livro proporciona. O livro nos lembra do que é importante, os detalhes. Os detalhes fazem a vida cada vez mais feliz.

site: http://il-macchiato.com/?p=8580
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ricardo_22 06/01/2014

Resenha para o blog Over Shock
O Sal da Vida, Françoise Héritier, tradução de Maria Alice A. de Sampaio Dória, 1ª edição, Rio de Janeiro-RJ: Valentina, 2013, 108 páginas.

Para alguns, a correria do dia a dia não compromete o relacionamento com pessoas e coisas ao redor, no entanto a grande maioria ainda se sente afetada e se esquece de que a vida possui uma simplicidade que nos acompanha constantemente. Por isso que em O Sal da Vida a autora mostra que existem infinitas coisas que dão sentido a nossa vida.

Em sua obra, best-seller em países como França e Itália, a famosa antropóloga Françoise Héritier leva ao leitor um relato simples e cativante sobre coisas que se tornam inesquecíveis ao longo de uma vida. O interessante é que, diferente do que podemos imaginar, a autora não se foca apenas na infância ou em momentos de lazer, por exemplo, mas mostra que até o inimaginável pode reservar momentos prazerosos.

Ao longo da obra, diversos acontecimentos e situações são mostrados como o sal da vida de Héritier, ou seja, aquilo que dá sentido a sua vida. Construir uma maquete ou até mesmo se perguntar onde estava antes do nascimento – e não apenas o que acontecerá após a morte – são exemplos do que fazem a vida da autora valer a pena.

Mas o que é escrito por ela não necessariamente é o sal apenas de sua vida, porque ao longo da leitura, o próprio leitor se identifica e percebe, mesmo vivendo uma realidade diferente e consequentemente com sentidos diferentes, que no fim todas as pessoas são iguais e por isso a essência da vida é a mesma. Ao mesmo tempo em que essa identificação acontece, o leitor busca também encontrar o sal da própria vida, em uma experiência de muita reflexão.

site: http://www.overshockblog.com.br/2014/01/resenha-205-o-sal-da-vida.html
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Blog MDL 10/05/2014

Recordar os acontecimentos de nossas vidas é uma forma de revivê-los uma e outra vez sem jamais esquecer as alegrias, as tristezas, os sorrisos, as lágrimas, o tempero que faz a nossa vida tão peculiar e que nos torna especial em meio a uma multidão. Com relatos de seus próprios momentos a antropóloga Françoise Héritier nos mostra através de “O Sal da Vida” que cada um de nós possui tesouros que pertencem somente a nós. Sempre evocando imagens, ela traz um quê de poesia em seu livro que nos encanta, diverte e que nos faz refletir e viajar. Sua ode a vida e a existência é uma encantadora forma de não se deixar abater pela correria do dia a dia e pela mesmice que nos ronda constantemente. Apesar de curto, é um livro rico que tocará de forma muito particular a cada um de seus leitores.

E como não poderia ser diferente, deixo aqui o meu próprio registro. Espero que vocês se animem e também deixem os seus.

O Sal da Vida para mim é... sentir o cheiro da chuva e ouvir o seu gotejar, relembrar aquela partida de futebol com amigos cuja língua você não conhecia e que aconteceu em um país longínquo com pés descalços tocando a grama, admirar a grandeza criada pelo seu arquiteto favorito, sorrir de antecipação toda vez que o carteiro chega, desbravar lugares inóspitos e perceber que todo o cansaço para chegar até ali valeu a pena, beber água quando se está com muita sede, iniciar uma conversa com alguém sobre livros e notar que ao fim você fez um monólogo, magoar-se diante das injustiças feitas, ter um humor terrível quando se é acordado e ainda está com sono, saborear um café fresco em um dia particularmente frio, comemorar cada etapa conquistada no processo de aprendizagem de um novo idioma, acariciar um livro só porque gostou da sua textura, gargalhar com a forma doce que seu cachorro tem de chamar a sua atenção.

... confortar-se com o abraço apertado da sua mãe, admirar a coragem do seu pai, amar as suas irmãs de forma incondicional e apreciar suas peculiaridades, fechar os olhos para não ver o precipício pela janela do seu lado do carro, notar que finalmente sua alma achou o seu lugar quando sentiu a carícia do vento em território espanhol, ter a sensação de frio no estômago com o decolar do avião por saber que uma nova aventura lhe aguarda, tentar decorar a letra de uma música que você gosta muito, apaixonar-se por uma cidade de arquitetura encantadora e de pessoas ainda mais encantadoras, conhecer pessoas que lhe completam, brincar com as crianças de uma amiga e ter vontade de ter seus próprios bebês, dançar até o sol raiar e passar todo o dia posterior sem conseguir levantar da cama com dores pelo corpo, deliciar-se com o sabor rico do chocolate nos dias de TPM, rir de piadas que ninguém entende, ficar desesperada com o número de coisas que estão querendo sair do seu armário e ainda assim querer aquele suéter de cor bonita que viu na vitrine.

E ainda... passar noites de insônia na companhia de um bom livro, amar com fervor o personagem de uma história fictícia, comemorar quando encontra as palavras certas para dizer ou escrever, preocupar-se com o seu futuro, mentalizar a casa dos seus sonhos e fazer projetos arquitetônicos que nunca ganharão forma real, dormir no sofá porque não teve coragem de se levantar para ir para o quarto, fechar os olhos ao sentir a brisa do mar em seu rosto, corar ao receber um olhar de admiração de alguém que você própria admira, saber de cor todas as letras de sua banda favorita, ter poucos e bons amigos, querer fazer uma tatuagem mas nunca ter coragem de fazê-la, conservar um cabelo comprido e invejável, apertar os olhos para enxergar alguma coisa em um ambiente muito claro, fechar um livro com a certeza que ele lhe proporcionou uma experiência memorável.

site: http://www.mundodoslivros.com/2014/04/resenha-o-sal-da-vida-por-francoise.html
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Aline T.K.M. 21/07/2014

Coisinhas que fazem TODA a diferença
"Num belo dia de verão, se assim posso dizer, pois fazia um mau tempo, recebi um cartão-postal da Escócia. Alguém de quem gosto demais, o professor Jean-Charles Piette, “Monsieur Piette”, como eu o chamo intimamente, mandava-me algumas palavras da ilha de Skye. O cartão começava assim: ‘Uma semana roubada de férias na Escócia.’"

Assim começa O Sal da Vida, best-seller da antropóloga francesa Françoise Héritier. Porque a palavra “roubada” lhe salta diante dos olhos, a autora tece uma carta-resposta explicando ao amigo que, ao contrário de “roubar” suas férias, é sua própria vida o que ele rouba todos os dias. Ao se entregar exaustivamente ao trabalho, Monsieur Piette tira de si mesmo o tempo de desfrutar das pequenas coisas prazerosas da vida – ainda que o trabalho lhe seja também uma fonte de prazer.

Segue-se então uma longa lista em forma de monólogo – com duração de vários dias, inclusive –, em que a autora enumera pequenas coisas que conferem graça e leveza à vida, celebrando o existir, pura e simplesmente. Atos, acontecimentos e sentimentos diminutos que são parte do cotidiano e que, tantas vezes, não aguçamos os sentidos para percebê-los ou simplesmente não nos damos tempo de aproveitá-los de forma plena. Coisinhas que dão o tempero, o sal da vida. Que fazem toda a diferença.

Ao nos colocarmos no lugar do destinatário dessa resposta, tão simples e direta, percebemos uma verdade incontestável: o equilíbrio é o grande segredo da felicidade. Ou, pelo menos, um deles. E é com tantas coisas em tão poucas páginas que a autora nos conta isso.

Apesar da mensagem universal, O Sal da Vida pode ter um sentido particular a cada leitor. Em todos e em cada um dos casos, o livro é uma lufada de frescor. É também, e principalmente, uma intimação a repensar a maneira – e o ritmo – como temos levado nossos dias.

LEIA PORQUE...
Com uma mensagem superpositiva, o livro fala de pequenos prazeres cotidianos e, como diz na capa, do que faz a vida valer a pena. E importante: sem ser um livro de autoajuda – nada contra, mas eu não curto.

DA EXPERIÊNCIA...
Para ler numa “sentada” só e terminar as 108 páginas enxergando a vida de outra maneira. Pode não operar milagres, mas dá um colorido especial ao dia.

FEZ PENSAR EM...
Sabe os pequenos prazeres da Amélie Poulain? Então, algo mais ou menos por aí...


site: http://livrolab.blogspot.com
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Bella 15/08/2014

Esse livro é tão irritante! Qualidade literária baixíssima, é praticamente uma lista e ainda assim eu não consegui parar de ler ou tirar o sorriso do rosto!
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