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Os tambores de São Luis

Josué Montello
Resenhas
Recentes
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Eduardo 11/04/2012

Impressionante.
O escritor maranhense Josué Montello é um marco em nossa literatura. Lê-lo é viajar pelo Maranhão, ver suas paisagens, seus casarões, e, enfim, ver um Brasil se formando. Recomendo todos os seus livros, já lí mais de dez obras suas, que recomendarei por aqui posteriormente.
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Katia 26/02/2012

Um dos melhores livros que já li! Através da saga de Damião, percorremos não só momentos históricos mas também a linda cidade de São Luís e seus costumes.
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Iza 30/11/2010

Fantástico !!!
Grande saga do negro brasileiro, nas suas lutas, seus dramas e tragédias. Relata, através de Damião, a história da vinda do negro para o Brasil nos navios negreiros. Fala dos horrores da escravidão, das lutas dos negros pela independência, da abolição do cativeiro no final do Império, pela princesa Isabel, dos preconceitos sofridos.
A narrativa começa em 1915, numa noite em que está para nascer o trineto de Damião. Damião está com 80 anos, e a narrativa se faz em feed-back, com seus pais fugindo do cativeiro com os dois filhos: Damião e sua irmã. E tudo que se seguiu aí, a luta de Damião contra a escravidão, contra o horror e a humilhação de apanhar e ser humilhado aleatoriamente. Consegue ir para São Luís e tenta ser padre; não consegue devido ao preconceito das classes altas. Possui uma inteligência incomum, se esforça, lê muito, torna-se um homem culto.
Casa-se, tem um casal de filhos. A filha tem seus filhos, netos e bisnetos e lhe dá um trineto. O filho vai para os EUA, some no mundo.
Damião sofre todo tipo de preconceito em sua vida, fica sem trabalho, passa dificuldades, luta ativamente contra o cativeiro, tem muitos amigos importantes e todos o admiram. É o líder dos negros, sofre e se emociona com eles.

Um grande romance, que mais uma vez mostra o amor de Josué Montello por São Luís, sua terra natal, com citações de suas ruas, becos, casarões. E a casa das Minas, com seus tambores traduzindo os anseios, alegrias e tristezas dos negros escravos...
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Talita 26/11/2009

O livro conta a hístória de Damião rapaz negro e escravo fugitivo. Toda a sua infância feliz no Quilombo de seu pai Julião. Sua luta na fazenda de seu Lustosa, após a captura e a morte de seu pai. Sua tentativa de virar padre. E a recusa diante da cor de sua pele. Mas o livro traça também um panorama da escravidão no Brasil. A luta dos negros pela liberdade e os abusos dos fazendeiros.

Um livro muito bom para quem gosta de história que prende do começo ao fim. E no qual o leitor sofre junto com os personagens.


“Óia Damião: home nenhum tem direito de fazer de outro home seu escravo, só porque nasceu branco e o outro preto Qualquer um nasce e morre do mesmo jeito. A doença que dá no preto, dá no branco. A vida é igual pra todo mundo. Ninguém quer ser escravo, tudo quer ser livre. (P. 36)”.


“Eu não desejo que vocês se limitem a decorar o texto latino que está na lousa. O que desejo, do fundo da minha alma, é que meditem sobre a significação das palavras que acabaram de escrever. Vocês são moços, amanhã serão homens, e homens responsáveis. Precisam saber, desde agora, que vivemos num país de escravos. Eu próprio fui escravo, e vocês sabem disso. Se estou aqui, como professor e homem livre, devo mais a favor da sorte que aos merecimentos pessoais. E eu sou um entre milhões. Minha mãe morreu escrava, minha irmã e meus sobrinhos ainda são escravos. Meu pai se rebelou contra o cativeiro, foi morto diante de meus olhos, quando eu tinha a idade de vocês. A escravidão é um abuso: o homem não pode explorar o homem, mantendo outros homens cativos, só porque estes têm a pele negra. A maldição da cor é uma falsidade e uma estupidez. A circunstância de ter nascido com esta pele não exclui a minha condição de homem: sou um ser humano, como vocês; tenho alma, tenho consciência de meus direitos e deveres, e também, o sentimento de minha dignidade e de minha honra. O cativeiro é crime, e crime que se pratica para com outros homens. Não há o que justifique a escravidão.(p 376)”
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Edu Trindade 24/09/2009

Um grandioso e magnífico romance histórico, que faz lembrar outros mestres do gênero, como Erico Verissimo e Tolstoi. O livro é grande (mais de 600 páginas), mas sequer se sente o seu peso, tal a fluidez com que é contada a história de Damião, negro maranhense nascido escravo. História que se entrelaça com a de toda a população negra e, por que não dizer, de toda a população brasileira.
Rosa Santana 22/08/2010minha estante
Quem é o autor? Já ouvi muitos elogios a esse livro...




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