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Fausto

Johann Wolfgang Von Goethe
Resenhas
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Valzita 29/07/2013

frustrante...
Sinceramente, muita gente idolatra esse livro e eu achei que iria gostar, até assisti a versão de Murnau, mas achei bem cansativa... e olha que eu gosto de filmes mudos, mas a versão não me cativou... pensei que ao ler o livro, a minha opinião mudaria, mas foi ainda pior. Goethe foi um dos maiores autores da literatura alemã e eu era louca pra ter a chance de ler as obras dele. Escolhi Fausto e Os sofrimentos do jovem Werther. A oportunidade de ler Fausto surgiu numa eletiva que paguei na faculdade, sobre História da literatura gótica e de horror do século XIX. Ganhei a versão da Martin Claret de um amigo meu, e tínhamos que ler pra resenhar e entregar a professora na semana seguinte... Não sei se a pressão de ter que ler em pouco tempo, resenhar e tentar entender obra tão complexa contribuiu pra aumentar minha frustração, mas a verdade é que pensei, pela 1ª vez na vida, em desistir no caminho. A história em verso me pareceu bastante confusa, cansativa e extenuante. Se fosse em prosa, talvez eu tivesse gostado, não sei... eu não tenho hábito de leitura em verso, e com Goethe, minha experiência foi bem insatisfatória.
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F.G.M. 29/03/2013

'Para quê esperar?"
Fascinante história - recomendo mais do que posso: livro recheado de aventuras, bruxas, bêbados, bares, cenas mundanas e celestes, Deus e o diabo, o homem e sua mortalidade - o amor e o tempo, tudo isso numa mistura de clássico e contemporâneo que aprofunda nossa sensibilidade às áreas mais desconhecidas. Baseado numa lenda corrente da Europa (no qual um médico vende sua alma em troca de imortalidade), Fausto é o símbolo do homem moderno e do que Foucault chama de "desrazão". A sociedade iluminada e extremamente racional é questionada - e o primado da razão é colocado em questão - quando a loucura e a vertigem assumem o papel de frente do pensamento moderno que, antes, era renegado à degradação, ao espúrio. Essa obra é o exemplar máximo de um romantismo alemão que transcendeu suas barreiras estéticas, filosóficas e literárias. Goethe passou sua vida inteira a escrevê-la, quase desistindo, mas, graças ao seu talento e gênio, a continuou de e a finalizou de forma magistral - portanto, é uma obra que representa diversos momentos da vida do autor, do desenvolvimento do seu pensamento e também do pensamento moderno europeu. Escrita em versos, de uma forma semelhante ao drama grego - com a presença de diálogos e dos elementos de uma tragédia, o livro é dividido em duas partes. Na primeira, temos uma espécie de metáfora do primado da razão; na segunda, nota-se a presença da loucura e da vertigem do homem moderno e, por que não, do homem contemporâneo. O companheiro demoníaco de Fausto é o Mefistófeles, que faz a seguinte aposta com Deus no inicio da história: terá a alma de Fausto. O amor de Margarida, aquela em que se apaixona, muda sua vida e sua mortalidade; é aí que o demônio fará a empreitada de carregar-lhe a sua alma. O "doutor satânico", nas palavras de Rimbaud, se questiona, no início da narrativa, sobre sua vida, sobre quem é, estudou filosofia, medicina, anatomia, alquimia e, se questiona logo mais: "Pra que tanto estudo?". Portanto, vamos ler já, “pra quê esperar?”.
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Matheus 09/01/2013

Fausto foi o livro que mais me moldou. Tive o privilégio de lê-lo sob o teto do Goetheanum, obra arquitetônica de Rudolf Steiner, homem que foi guardião dos arquivos de Goethe e seu grande admirador. Steiner desenvolveu toda uma ciência humanística, a antroposofia, - que inclui pedagogia, arquitetura, agricultura, música, desenho e religião - a partir de Goethe, principalmente baseando-se na filosofia contida em Fausto, e tive o imenso prazer de ser educado em uma escola com a pedagogia criada a luz desta filosofia, a pedagogia Waldorf.

Cada página do livro é uma lição de vida ou uma ilustração da natureza humana. Fasto é a obra que melhor descreve o ser humano em sua essência, mostrando nossas tentações, nossos desejos de grandeza, nossos pecados e nossas conquistas. Toda o obra é brilhante. Já no prólogo percebe-se sua grandeza, mas há algo de especial no último ato da peça que faz com que seja impossível não rever sua filosofia de vida ao término do livro. Meu livro de cabeceira, Fausto tourou-se meu código moral. É uma das obras mais influentes no nosso tempo.
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Gabii 12/12/2012

Em verso...
Épico alemão, “Fausto” conta a história de um médico que imprudentemente - é claro - vende a alma ao diabo, como agravante ele se apaixona e ainda ferra com a vida da amada. A edição que eu li é da Martin Claret - é eu sei, eu soube depois de comprar o livro, da série de “problemas” que essa editora tem - e ela nos é apresentada em verso, o que tornou a leitura um pouco cansativa, e às vezes sem nexo comparada a outros livros de complexidade semelhante como, por exemplo, “A Divina Comédia” que eu tive sorte de ler em prosa.
As partes mais interessantes, que são os delírios por quais ele passa, são também de difícil compreensão uma vez que você precisa possuir de antemão conhecimento sobre o folclore e cultura alemã.
Mesmo assim eu o indico por ser digamos, um “estimulante” para nos interessarmos mais pela cultura de outros países, que na maioria das vezes resultam em coisas que são apresentadas como novas, mas não são.
Eis o trailer do filme adaptado a partir do livro, e que em 2011 foi o grande vencedor do Festival de Veneza.

Visitem:
http://embuscadelivrosperdidos.blogspot.com
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Literatura 19/10/2012

Aqui está o que talvez seja a maior obra literária já vista pela humanidade, trata-se do poema grandiosamente criado por Goethe. A história assustadora e encantadora de Fausto.

Eis aqui um trabalho árduo realizado por Goethe, pois o poema começou a ser trabalhado na juventude do autor, e teve sua primeira parte publicada em 1808. Porém, a segunda parte foi ao público após a morte do poeta. Uma obra onde o grande Goethe trabalhou durante toda a sua vida, não poderia ser menos do que um grande espetáculo.

O livro é todo em versos, contado como uma peça de teatro, apesar da primeira parte ser pequena, a segunda faz com que o livro seja grande. A linguagem é extremamente rebuscada, causando muito desconforto para os que não estão familiarizados com leituras tão antigas, podendo ser necessário o uso de dicionários regularmente durante toda a história. Apesar de difícil, ninguém deveria morrer sem antes ler.

O protagonista, um brilhante homem, dotado de um conhecimento vasto e admirado, o grande Dr. Henrique Fausto. Um homem inteligentíssimo, que desperta o respeito da comunidade em que vive, devido à sua mente incrível. Apesar disso, Fausto sente um enorme vazio, se sente pequeno, sente uma insatisfação terrível com a vida e com o tempo em que vive, achando que seus conhecimentos são poucos e que nada poderá suprir o seu vazio. Certo dia, um demônio aposta com Deus que pode conquistar a alma de Fausto, que até então é tido por Deus como um servo leal. O diabo em questão é Mefistófeles, uma criatura astuta e com um senso de humor único.

O diabo se apresenta e propõe um acordo, que o doutor aceita. Uma aposta que vale a alma de Fausto. Basta que Mefistófeles lhe dê conhecimento, prazeres e tudo o mais, até suprir dele o vazio, então, assim como o demônio serviu ao homem na terra, Fausto deverá servir ao diabo assim que passar para o outro lado.

Veja a resenha completa no site:
http://www.literaturadecabeca.com.br/2012/10/literatura-cult-fausto.html
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