A Garota Que Você Deixou Para Trás

A Garota Que Você Deixou Para Trás
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Resenhas - A Garota Que Você Deixou Para Trás


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day 02/06/2015

muito bom!!!
A garota que você deixou pra trás ,é aquele tipo de livro que não dá pra largar até chegar o último capítulo!!
Livro maravilhoso que entra em duas vidas: uma sofhie ,uma francesa no terror da primeira guerra mundial,e a outra a Liv,uma mulher que acabou de perder seu marido e tudo que tinha...
Onde elas se encontram? Acho que na dor,na busca ,na esperança e na força de acreditar no amor!
Um livro que me prendeu,me fez pensar e me emocionou.
Um livro onde o final é daquele modo que a gente sonha que seja.
Mais uma vez Jojo Moyes,emociona e surpreende!
super recomendo essa leitura.


site: http://escreverdayse.blogspot.com.br/2015/06/a-garota-que-voce-deixou-pra-tras.html
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Zilda Peixoto 01/06/2015

A Garota Que Você Deixou Para Trás
Toda vez que tenho que falar sobre Jojo Moyes pareço uma criança que acabou de ser alfabetizada. Sinto-me completamente insegura, minhas palavras se perdem em meio a tantas qualidades dessa talentosa autora. Jojo Moyes se tornou uma das minhas autoras favoritas desde que li Como eu era antes de você (já mencionei isso um milhão de vezes, leia a resenha aqui). Em A garota que você deixou para trás Jojo Moyes repete a receita de sucesso de seu livro anterior. Fiquei impressionada com tamanha delicadeza em descrever uma história de amor ambientada na Primeira Guerra Mundial.

O livro é dividido em duas partes. Na primeira parte somos levados ao ano de 1916 na França durante a Primeira Guerra Mundial. Sophie Lefèvre é uma jovem mulher que vive com a irmã Hélène, o irmão caçula Aurélien e o sobrinho na cidade St Péronne, ocupada pelos alemães.


A vida de Sophie era muito difícil. E se tornara ainda mais angustiante desde que seu marido Édouard partira para lutar no front. Sophie não se conformava em ficar longe do marido já que ele não tinha o perfil para tal ocupação. Édouard era um artista e ambos se conheceram em Paris quando Sophie era apenas uma atendente numa boutique. Édouard se apaixonara por Sophie rapidamente e desde então passara a cortejá-la todos os dias. Sophie era uma jovem muito bonita com seu jeito delicado e altivo. Foi por essa mulher simples, porém com um olhar marcante que Édouard se apaixonara e foi a partir dessa paixão que surgira o quadro que dá nome ao livro.

O quadro A garota que você deixou para trás é o estopim de uma história de amor e redenção que deixará marcas permanentes na vida de todos que o cercam.
Longe do grande amor da sua vida, Sophie precisa superar todas as adversidades que a vida lhe impôs. A beleza e a jovialidade são deixadas junto com sua dignidade, pois em tempos de guerra a única coisa que resta a Sophie é submeter-se aos caprichos e humilhações dos alemães.

"Atacamos aquela ave infeliz. Eu gostaria de poder lhe dizer que eu e minha irmã fomos duas damas, tirando a carne dos ossos delicadamente, como os parisienses, e parando para conversar e limpar a boca entre um bocado e outro. Mas fomos umas selvagens. Arrancávamos nacos de carne, pegávamos punhados de arroz, comíamos de boca aberta, catando como loucas os pedaços que caíam na mesa."

Herr Kommandant, comandante responsável pela ocupação em St Pérrone exige que Sophie cozinhe para seus soldados durante o período em que eles estiverem na cidade. Sem escolha e, enxergando a oportunidade de comer as sobras da refeição, Sophie aceita a ocupação sem titubear ainda que a aproximação com os alemães lhe cause arrepios.

Numa das visitas ao hotel onde Sophie mora com os irmãos, o Kommandant vê o quadro pintado por Édouard. Completamente hipnotizado pelo quadro de Sophie, ele passa a venerar a imagem da jovem. Sabendo da admiração que Herr Kommandant tem pelo quadro, Sophie reunirá forças para se aproximar do alemão a fim de persuadi-lo com um único interesse: reencontrar o marido Édouard.

O único problema é que Sophie não contava com o repúdio do povo da cidade, que a considera uma traidora por cozinhar para os alemães em sua própria casa. Logo eles, que lhe deviam respeito e consideração por todas as vezes que os ajudou a se alimentar. Durante o decorrer da primeira parte do livro vamos acompanhando toda a dor e humilhação a qual os franceses de St Pérrone eram submetidos.

"Essa era a história de nossas vidas: insurreições menores, vitórias miúdas, uma breve chance de ridicularizar nossos opressores, barquinhos de esperança em um mar de incertezas, privação e medo."

Já na segunda parte do livro, quase um século depois, conhecemos Liv, uma jovem que perdera o marido a quatro anos e que ainda não conseguiu superar sua perda. Liv vive numa casa muito chique conhecida como “a casa de vidro”. A casa fora projetada pelo marido e nela Liv vive solitária. Os amigos de Liv tentam lhe arranjar um namorado, mas Liv não dá a mínima para seus esforços.

Numa tentativa desesperada para lhe arranjar um namorado, sua colega Kristen marca um jantar com todos os colegas. Como era de se esperar o encontro não decola, mas a noite lhe rende outras surpresas. No restaurante Liv reencontra Mo, uma colega da época da faculdade que ela não via há muitos anos. Mo é garçonete e não tem onde morar, por isso Liv a convida para passar uma noite em sua casa. O único problema é que Liv já se acostumou a viver sozinha e, Mo é muito diferente dela. Mo é espaçosa, fala o que pensa, totalmente o posto de Liv. Mas Liv não imagina o quanto a presença de Mo fará bem a sua vida.

Numa noite Liv vai a um bar gay para afogar suas mágoas. Já embriagada, Liv percebe que teve sua bolsa roubada e Paul, um advogado gato e irmão do dono bar oferece ajuda para levá-la para casa. Paul é sócio de uma empresa responsável por recuperar obras de arte roubadas. Recém-separado e pai de um menino de nove anos, Paul está se acostumando a ficar sozinho, assim como Liv, mas a atração que ambos sentem fala mais alto.

Paul e Liv passam a flertar dali por diante. Numa das visitas de Paul a casa de Liv, Paul vê o quadro “A garota que você deixou para trás” na parede do seu quarto. Atordoado, Paul foge sem dar explicações a Liv. O destino decidira pregar uma peça nos dois. Paul havia sido contratado para recuperar tal obra. Agora, Paul não sabe como contar a Liv que ela possui um quadro roubado. O relacionamento de ambos está em jogo. Caberá a Paul escolher entre recuperar o quadro de seus clientes ou se entregar a um novo amor.

Liv sente uma ligação muito forte com o quadro e por isso não aceitará devolvê-lo de forma alguma, mesmo que para isso ela tenha que perder o pouco que ainda lhe resta. Uma guerra judicial inicia-se para provar de quem é o direito de ficar com o quadro. Para provar que ela é a dona do quadro, Liv vai em busca de informações que a leve a história da verdadeira garota do quadro. Uma história cheia de reviravoltas e de muitos segredos poderá vir à tona para descobrir tudo sobre Sophie Lefrève.

Em suas histórias Jojo Moyes sempre aborda discussões que nos levam a refletir sobre valores morais e, em A garota que você deixou para trás isso é ainda mais evidente. Ela esmiúça detalhadamente uma época tão dolorosa e vergonhosa da nossa história: a Primeira Guerra Mundial. Durante a primeira parte do livro conseguimos identificar fragmentos reais dessa época. A humilhação sofrida por Sophie é chocante. É difícil conter a emoção durante algumas passagens que denotam o quanto o ser humano pode ser perverso.

A segunda parte do livro é bem mais branda. O relacionamento de Liv com Paul, a devoção que Liv tem pelo marido já falecido, a dedicação e a obstinação pelo qual Liv se propõe a lutar pelo quadro comprado pelo marido torna a narrativa mais fluida e dinâmica.
Jojo Moyes conseguiu contrabalancear duas histórias que se passam em épocas bem diferentes, mas que possuem um propósito em comum: o resgate de uma identidade.

Sophie e Liv são duas mulheres que lutam bravamente. Cada uma a sua maneira, elas demonstram lealdade, caráter e determinação em suas vidas. Ambas foram separadas de seus maridos por circunstâncias distintas, porém todas duas tiveram suas vidas alteradas pela existência do mesmo quadro.

Fiquei muito impressionada com a escolha da autora em escrever uma obra tão complexa. O enredo é grandioso, a temática e ambientação são impecáveis. Contar a história separadamente, descrevendo seus conflitos, fez com que o leitor pudesse captar a essência de cada uma.

A garota que você deixou para trás é um livro comovente sobre duas mulheres guerreiras que lutaram até o fim por seus ideais. É um livro intenso, repleto de fortes emoções e capaz de mexer com a consciência de cada um. Confesso que a primeira parte do livro foi a que mais me agradou. Adoro livros com a temática sobre guerras, mas acredito que caso a autora tivesse optado por escrever somente a história de Sophie, o livro teria se tornado denso, triste. Por isso, a existência de Liv para trazer leveza à narrativa.

Recomendo a leitura a todos que ainda não conhecem o trabalho brilhante que Jojo Moyes faz em seus livros. Só assim vocês serão capazes de entender o quanto essa mulher é magnífica. Ela não ocupa o lugar de uma das melhores escritoras do gênero da atualidade por acaso, acredite.

site: http://www.cacholaliteraria.com.br/2015/05/resenha-garota-que-voce-deixou-para.html
day 02/06/2015minha estante
sua resenha foi maravilhosa!! também amei esse livro^^
beijos^^
http://escreverdayse.blogspot.com.br/


Nani 09/06/2015minha estante
Também gostei mais da primeira parte e quando entrei na segunda fiquei confusa com a apresentação de tantos personagens, esta parte demorou a me prender e confesso que quase abandonei o livro! Ainda bem que não o fiz, gostei muito e de uma hora para outra eu me vi devorando-o. Ainda agora me pego remoendo algumas cenas e pensando na pobre Liliane, que por medo e desespero, pensando no pior, fez o que fez. Tivesse ela sido mais otimista talvez até tivesse reencontrado Edith...?




Frann 31/05/2015

Amando os livros da Jojo
Só tenho a disser que você deve ler esse livro!
Boa história, envolve o leitor e não conseguia parar de ler para saber o final!
day 02/06/2015minha estante
simplesmente maravilhoso mesmo!!




kleris 27/05/2015

Se você já teve seu coração arrancado pela autora em outro livro, aqui em A Garota ela trata de costurá-lo de volta.
Liv é uma mulher que ficou recentemente viúva, mas ainda não superou muito bem a perda, vivendo solitariamente em uma bonita construção projetada pelo finado marido arquiteto. Além da vida fria dentro da casa minimalista e impessoal, Liv precisa lidar com os problemas financeiros e sua dificuldade em desapegar das coisas que lhe trazem lembranças.

Inesperadamente, entram em sua vida uma antiga colega de faculdade, Mo, e um investigador de obras de arte desaparecidas, Paul. Em meio a isso, um quadro de passado obscuro comprado durante sua lua de mel se vê no centro de uma disputa judicial, ao mesmo tempo em que Liv começa a descobrir – muito além do valor monetário da obra – a história por trás da pintura e de que modo “A Garota” viajou pela Europa durante a Primeira Guerra Mundial, reaparecendo décadas depois nas mãos de uma jornalista americana.

De início, já desejo mencionar a minha admiração pela capacidade da Jojo Moyes de se reinventar. Confesso que comprei esse livro já esperando algo que seguisse a mesma linha de Como Eu Era Antes de Você, mas me enganei redondamente. Até mesmo a estruturação da narrativa é distinta.

Aqui, Jojo divide a história em duas partes, a primeira sendo como um livro independente, no qual se conta a história de Sophie, em primeira pessoa; e, a segunda, escrita em terceira pessoa, nos dias atuais, introduzindo o leitor ao mundo de Liv e Paul, intercalados com capítulos continuadores da história de Sophie.

Achei estranha, no começo, essa divisão completa das partes e posso dizer que inclusive foi difícil me adaptar, mas isso aconteceu naturalmente. É meio chocante, porque, ao terminar a primeira parte, você encontra a vida de Liv e ocorre uma espécie de quebra. São duas histórias absolutamente distintas, a priori. Porém, no decorrer da obra, a autora faz sua mágica, entrelaçando as tramas de tal maneira, que nem mesmo a distância temporal é capaz de afastar as duas protagonistas.

É interessante como o universo brinca com os caminhos das duas. Pelas quase 400 páginas as histórias paralelas dão todo um ar de suspense, ansiedade e reservas. Moyes nos arrebata a ponto de não querermos deixar nenhum personagem para pular para outra “visão”, mesmo que muitas perguntas nos suguem para outros pontos da história.

Das diversas questões que nos chamam atenção, uma que se destaca é a significância que ganha o quadro A Garota Que Você Deixou Para Trás entre essas vidas. Como poderia uma simples obra mover céus e terras?

Não é apenas um quadro e não é apenas um conflito.

Há dois pontos importantes a serem discutidos sobre a primeira parte.
A primeira delas diz respeito à impressionante ambientação feita pela Jojo Moyes de uma cidade francesa ocupada pelas tropas alemãs durante a Primeira Guerra Mundial, em meados de 1916. A autora menciona nos agradecimentos o livro que utilizou para tanto, mas, caramba, a descrição dela nos faz sentir como se estivéssemos vivendo aquele momento, em que os moradores são subjugados ao poder dos soldados alemães e obrigados a aceitar uma intrusão à cidade. E, mais que isso, às suas vidas. Para quem aprecia História, sobretudo esse corte de estudo das Guerras Mundiais, imagino que ficará bem satisfeito com o resultado conferido pelo talento da Jojo.

O relógio do avô de René Grenier começara a soar. Isso, reconhecia-se, era um desastre. O relógio estava enterrado havia meses no canteiro lateral da casa, com o bule de chá de prata, quatro moedas de ouro e o relógio de bolso do avô, para evitar que sumissem nas mãos dos alemães.

E o segundo ponto que merece destaque nesta primeira parte da obra, julgo que seja a própria Sophie e sua fé inabalável. Ela é o tipo de pessoa que vê tudo dando errado, o mundo caindo na sua cabeça e tudo indica que a coisa só piora, mas ela está lá. Firme. Confiante. Todas as pessoas ao seu redor já desistiram, sucumbiram e acham que ela só pode ter enlouquecido por acreditar tanto no melhor do futuro – e das pessoas, consequentemente. A sociedade, como sempre, é insana.

"— Você acha mesmo que nós duas podemos ir para a nossa terra? Para St. Péronne? Depois do que fizemos?
O soldado começou a se endireitar, esfregando os olhos. Parecia irritado, como se nossa conversa o tivesse acordado.
— Bem... talvez não agora – gaguejei. – Mas podemos voltar à França. Um dia. As coisas serão..."

Foi por uma matéria de revista que a família de Sophie reencontrou o quadro pendurado na casa de Liv; eles vinham há tempos reunindo os trabalhos do pintor de A Garota. Por força de um processo legal de restituição de bens, crendo que o quadro fora mais um roubado pelos alemães na época da Primeira Guerra, eles querem a obra de volta. Liv entra nesse embate porque não aceita que a vida lhe tire mais um pedaço.

É estranho sair do início do século XX para o início do XXI na segunda parte da narrativa, mas aos poucos vemos como essa primeira ambientação se faz necessária para a história. Moyes poderia ter omitido toda essa visão e fico feliz que não tenha feito. Me senti na pele de Liv sempre pensando na Sophie e tendo expectativas sobre seu destino. É bem sobre os valores que agregamos às coisas e como faz que não só imaginemos uma história presenciada por estas, mas também sobre como nos importemos com aqueles que também já tomaram o mesmo objeto como parte de si.

Ao nos guiar para essa segunda trama, Jojo nos envolve numa mais que acirrada briga, que vai além desse processo judicial. Liv conheceu Paul, um cara gentil, maravilhoso e honesto, quem aflora sentimentos há muito esquecidos. Mas de novo o universo brinca com o destino, pois o trabalho de Paul revela-se um real conflito, já que ele está encarregado deste caso em específico, o retorno do quadro A Garota Que Você Deixou Para Trás às mãos da família.

Mas essas pessoas realmente se importam com o quadro? Quem deve ficar com a obra? Quem merece estar com ela? Melhor: com Sophie?

O que me surpreendeu nesse livro foi a força demonstrada pelas duas personagens, que, além de bem construídas, nos mostram o que é a verdadeira perseverança. Dotadas de tamanha fé, elas permanecem com seus ideais e lutam contra o mundo desolador, mesquinho e egoísta, mesmo quando nem tudo está ao seu favor. Jojo novamente nos coloca a prova quando o assunto é a confiança e, primordialmente, a escolha.

Apesar de todo esse clima de guerra, dominação alemã, processo e julgamentos, a história não pincela um drama por completo. Há momentos de tensão sim, mas há também momentos doces, engraçados e esperançosos. Para eles existem Hélene, Herr Kommandant, Mo, Greg, o pai de Liv, e, claro, Paul. Se você já teve seu coração arrancado pela autora em outro livro, aqui em A Garota ela trata de costurá-lo de volta.

Vale aqui uma nota sobre a edição. Semelhante à Como Eu Era Antes de Você, a capa é uma delicadeza só. Não pensem, por isso, que é alguma continuação (vide nota ao fim desta resenha). Assim como a editora preservou a capa original, conservaram o título, que é desses que tem uma força de presença tremenda na história. Percebemos isso cada vez mais após a leitura assentar.

Precisamos dizer que recomendamos muitíííííííííssimo?

(resenha com corte de trechos; leia-os integralmente no link)

site: http://www.dear-book.net/2015/05/resenha-dupla-garota-que-voce-deixou.html
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Gi 22/05/2015minha estante
ufa... este demorou heim hahahahaha


Juh 25/05/2015minha estante
Nosssaaaaaa que trecho lindo *_*




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Wedson 03/05/2015

"A beleza está nos olhos de quem ver"
O que falar de um livro tão comovente? Algo que faz você querer entrar dentro da história e esclarecer as coisas. O rumo que ele toma é diferente de qualquer outro que eu já li, pode-se dizer que é um final feliz, porém, a história toda faz a gente imaginar que sempre vem o pior nas situações. Gostei bastante do livro, dos personagens da história, da cultura que ele nos passa.
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amandagcouto 20/04/2015

Uma história de amor e esperança
Sophie é uma personagem inesquecível. Forte e cheia de personalidade, ela inspira o mais puro sentimento de coragem e fé. 'A garota que você deixou para trás' é uma história de amor, esperança e confiança nas relações. Recomendo a leitura, é leve e flui de maneira deliciosa. E não desanime com a Parte II, apesar de apática, Liv dá um toque bem especial ao livro.
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Phanie 13/04/2015

Encantadora
Comprei este livro especialmente porque uma parte dele era narrada por uma personagem que viveu no tempo da Primeira Guerra Mundial. Sophie. Eu amo histórias que retratem uma outra época. E amei a visão e a emoção que a personagem Sophie passava sobre tudo o que acontecia ao seu redor; como o seu mundo havia mudado num piscar de olhos. Toda a narração dela era empolgante e encantadora. Eu amei essa personagem e sua história. E, por isso, quando fui transportada para o presente de Liv no tempo atual me senti muito orfã da visão de Sophie. Liv e Paul são bons personagens, mas confesso que não me senti tão presa a sua narrativa, a não ser quando envolvia a busca pela história da Sophie. Ainda sim, recomendo o livro. A Jojo Moyes construiu muito bem seus personagens, e escreveu uma história com elementos singulares que consegue emocionar e transportar o leitor para dentro dela.
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lizmilhomem 07/04/2015

espetacular
Basicamente o livro conta a historia de um presente que o marido deixa para a esposa durante a primeira guerra mundial, o desenrolar do livro eh muito interessante, me prendeu a história toda.
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nosso livro de cada dia 22/03/2015

Sophie é uma linda francesa casada, mas que nos tempos da Primeira Guerra Mundial teve que sair de Paris para voltar para sua cidade natal, para cuidar do hotel e restaurante da família e ficar com sua irmã e irmão. Eduard Lefevre, esposo de Sophie foi convocado para a guerra, mas deixou lembranças para ela, para que não se esqueça dele durante os momentos dificieis. Eduard era um pintor que não alcançou o sucesso, mas que fazia quadros adimiráveis, como o quadro por nome de A Garota Que Você Deixou Para Trás.
Sophie tenta ser forte em todos os momentos, mas a saudade de Eduard a deixa maluca, ainda mais quando vê o seu restaurante tomado por alemães. Ela é capaz de tudo para ter o seu amado de volta.

Liv é viúva e mora na casa que seu esposo criou, uma casa de vidro, linda e totalmente admirável. Ela tenta viver com a ausencia dele, mas também não se esforça tanto assim. No aniversário de morte do seu esposo, ela definitivamente não quer ficar em casa sozinha, mas não quer ir em algum lugar onde homens irão dar em cima dela. Por isso entra em um bar gay. Passa a noite bebedo, e quandoc os donos do bar a avisam que já é hora de fechar, ela percebe que foi roubada, o ajudante do bar quer ajuda-la, leva a delegacia e oferece sua casa para ela dormir, tendo em vista que a casa de Liv é muito longe. Ela se sente atraida por Paul, mas ele não quer nada com ela, porque ela estava bebada. Liv e Paul se encontram novamente, e eles começam a namorar, até que um dia, eles estão ma casa dela e Paul repara no quadro de Liv, e sai correndo para o escritório onde trabalha, um escritório que captura quadros roubados das guerras. Ele acredita, que aquele quadro deve voltar para os verdadeiros donos, mas ele sabe o quanto Liv ama aquele quadro, e o quanto ele significa pra ela. Mas sua ética de trabalho, o força a colocar na justiça. Liv fica muito abalada, tanto por ter sido enganado por Paul, quanto por perder o seu quadro de A Garota que Você Deixou Para Trás.

site: https://instagram.com/p/orObnVgrjU/?tagged=resenhanldcd
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Ruth 20/03/2015

'' Ás vezes.... a gente demora um pouco a captar a verdadeira essência de uma pessoa. ''
Terminei de ler esse livro '' A garota que você deixou para trás '' há dias. Porém, somente hoje consegui fazer uma resenha.
Jojo Moyes é inteligentíssima. Também pudera quando escreveu o livro '' Como eu era antes de você'' que vendeu milhões de cópias teria que ser inteligente o suficiente para superá-lo. E em minha opinião superou. De forma diferente, mas superou. São duas obras distintas. (Tem quem diga que ás histórias são bem parecidas. Não sei onde e não sei como acham isso. Mas opinião é opinião né?!).

A garota que você deixou para trás é dividida em duas partes.
A primeira parte é narrada em primeira pessoa. Conta a história de sophie. Uma esposa desolada que teve que aprender a ser forte e corajosa para cuidar dos irmãos. Já que eles vivem em 1916 em meio a primeira guerra mundial. Sophie está longe do marido e tem que aturar ser maltrada por alemães que invadem St. Péronne. Sofhie se agarra as lembranças de seu amoroso marido. Lembra dos dias em que foi feliz com ele. E é esse amor que lhe dá forças para suportar a angustia e o medo e a fome que ela vem passando com a familia.
A segunda parte conta a história de Liv e de alguns outros personagens. É narrada em terceira pessoa e no ano de 2006.
Dois séculos diferentes. Que não tem nenhuma pretensão de se cruzarem. Porém, (Aqui vem a deixa para a inteligência e perspicácia de Jojo.) Ela faz com que as histórias se cruzem atráves de um quadro. E por trás desse quadro descobrimos muitas verdades com a qual apos terminar o livro ainda carregamos conosco.
Sophie é verdade rouba a cena. Embora minha paixão, minha verdadeira paixão é por Herr Kommandant.
Um livro que recomendo. Uma história envolvente, linda e mágica. Onde em meio a tantas dificuldades, a tantas crueldades o amor e a confiança em outro ser humano ainda é algo para se pensar.
#Lindissimo.

''_Não é você mademoiselle_ Insistia ele. __ Ás vezes... a gente demora um pouco a captar a verdadeira essência de uma pessoa.
Mas era isso que me pertubava mais. Eu tinha medo que ele já tivesse captado.''
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Jéssica Lim 14/03/2015

Não vale ir até o fim :/
O livro foi separado em duas partes está é a primeira: Durante a Primeira Guerra Mundial, o pintor francês Édouard Lefèvre foi obrigado a se separar de sua esposa, Sophie, para lutar. Sophie se apegou às lembranças do marido admirando um retrato seu pintado por ele. O quadro é uma linda obra e chamou a atenção do novo comandante alemão, Sophie arrisca tudo, a família, a reputação e a vida, na esperança de rever Édouard, agora prisioneiro de guerra.
Foi muito lindo o modo como a escritora descreveu como Sophie e Édouard se conheceram, o modo como ele pintou o retrato, nessas partes eu não conseguia parar de ler.
"E a segunda parte Jéssica?". Eu me apeguei a Sophie uma mulher corajosa/bondosa, enquanto ela arriscou tudo para poder ver o marido o que a escritora fez? Simplesmente começou a segunda parte e o que houve com Sophie, Édouard e o comandante? -SUMIRAM do livro! Jojo começou um novo livro dentro de um, da primeira guerra mundial voou para 2006, falando sobre outra pessoa, enfim o livro fez a minha cabeça ficar bugada e a história que estava boa ficou sem sentido.
Se a autora não tivesse sido tão radical (lado negativo) eu poderia ter ido até o fim. Me senti muito mal por ter abandonado a leitura, eu juro que me esforcei! Falei com uma amiga e ela disse que fez o mesmo.
Eu sendo uma boa pessoa indico e não indico este livro a história da Sophie é linda me fez ir entre 1914/1918, pude imaginar o quanto foi difícil viver nesta época, tendo que ver parentes apanhando, comer pão preto e duro...

site: jeehsts.wordpress.com
jenny 15/03/2015minha estante
Oi Jessica eu tbm fiquei bem chateada com o fato da Sophie sumir! Mas insisti na leitura e adivinha? Ela reaparece sim! Claro que já sabemos que ela morreu com os tempos atuais que vira a história! Mas te digo uma coisa, é emocionante saber o que houve com Sophie!


Jéssica Lim 15/03/2015minha estante
Oi... sério???
Depois vou retomar a leitura =D


Carla 17/03/2015minha estante
Termine Jéssica. Eu depois que Sophie sumiu até perdi o brilho, mas terminei e acabei por fazer uma resenha imensa rsrsrsrsrs




Carla 11/03/2015

A garota que você deixou para trás
Acabo de finalizar o livro, e confesso que estou um pouco fora do ar, ainda.

O livro é feito em duas partes, e por mais que eu particularmente não goste de mudanças abruptas de tempo ao decorrer do livro, consegui gostar em total do volume.

A historia na primeira fase ou parte, como queiram chamar, conta a historia de uma jovem francesa, cujo marido partiu para a guerra, a deixando à mercê das tropas alemãs e da própria sorte. Sophie de pais ausentes, vive com os irmãos e com seus sobrinhos. Sua irmã e ela se dão bem, embora não possa dizer a mesma coisa sobre seu irmão mais novo. Eles tem uma convivência difícil ao decorrer do livro. Todos residem em um Hotel na França, que há um longo tempo atrás, foi considerado de luxo, mas após a chegada dos alemães, tudo se transformou em cinzas. Muito bem detalhada embora objetiva, a história me tocou de uma forma peculiar, demonstrando em detalhes explícitos a vida das pessoas durante a guerra. Chega a ser chocante em alguns pontos.

Sophie lefevre, basicamente tem uma vida de viúva desde que o marido a deixou. Após um mal entendido a beira de uma loja de pães, ela se vê com uma última lembrança dele, o quadro: A garota que você deixou para trás.

Em meio ao tormento adimensional que se tornou sua vida, sophie conhece o herr kommandant das tropas alemãs, um homem alto com postura rígida e expressivos olhos azuis. Aos poucos, e mesmo que ela não queira reconhecer de imediato, ele é sua luz no fim do túnel. Da forma que é cabível aos dois, eles se tornam amigos de certa forma, mas graças aos pés pelas mãos que em minha opinião sophie mete, eles se afastam. O caso é que mesmo lendo com paciência, não consegui entender como as coisas acabaram saindo tanto do controle, e em tão pouco tempo. Sophie como com um último tiro de misericórdia, faz uma proposta ao qual ela tem que arcar com árduas consequências.

Minha opinião embora tenha sido citada acima, vale ser ressaltada: a personagem meteu os pés pelas mãos literalmente. Até ai okay. Final da primeira parte. Me vejo desanimada para continuar a historia que agora é em 2006 e a personagem principal, tem algo que pertenceu a sophie, e acabou mudando com a vida de todo mundo.

O que eu simpatizei com sophie, deixando bem claro que até ela tomar certas decisões, não simpatizei com liv halston, que parece se repetir na história de sophie, mas muito mais cabeça dura, sem sal. Sei que muitos irão criticar meu ponto de vista, mas realmente não entendi a grande bagunça que ela faz, quando literalmente tem problemas maiores e que sem contar, "ligam" para ela com certa frequência. Também não entendi seu relacionamento com a vida em geral. A achei superficial de tudo, embora não esteja certa se esse termo é o exato. Tem um ponto da história que sua amiga Mô também entra na vida dela e Liv, é tão sem atitude. Acaba deixando as coisas acontecerem com ela, por que parece não ter forças para lutar, ou simplesmente não quer.

Por fim, dei cinco estrelas ao romance, pois me surpreendi com o final e meu querido personagem herr kommandant, acabou por ser destacando, embora não da forma como esperei totalmente. Sem dúvidas a jojo surpreendeu na história, e principalmente nos detalhes. Me peguei mais de uma vez conseguindo sentir os sentimentos de sophie. Suas angustias e medos, sem dúvida eram passados para os leitores de jojo, mas também seus momentos de descoberta e felicidade, mesmo sendo poucos. O que infelizmente não senti muito com liv.

Por mais que a história seja até certo ponto triste, em virtude da guerra e dos problemas que rodeavam as pobres pessoas daquela época, é um romance muito bom. Ele faz com que você comece a pensar, até que ponto vale arriscar certas coisas e o que é válido ou não, deixar para trás.

Se eu indico o livro? Óbvio.

Me perdoem pelos errinhos, mas não aguentei esperar e escrevi pelo celular
Marques 12/03/2015minha estante
Maravilhoso, afinal todos são!!hehe




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