o Rapaz que não era de liverpool

Caio Riter



Resenhas - O rapaz que não era de Liverpool


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Juliana R 10/09/2013

Os Beatles São Mesmo Só Quatro
No mês de Agosto, eu li o livro O Rapaz Que Não Era De Liverpool. O livro é sobre um menino que quando adolescente descobre que é adotado. A Paixão de Marcelo, O protagonista que descobre que é adotado, pela a banda ''The Beatles'' faz a história mais interessante. Eu achei o livro bem diferente porque nunca vi um livro falar sobre conflito familiares assim. É extraordinário o desanimo que um menino faz quando descobre que é adotado. Eu recomendo este livro para quem gosta de um romance e para quem é curioso e goste de saber coisas da vida.
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Willem H 10/09/2013

O Rapaz que não era de Liverpool
Este livro acontece no Brasil e ele é o garoto que não era de Liverpool porque neste livro ele compara ele e sua família com os Beatles e eles se formaram em Liverpool e ele se comparava com eles os pais os dois irmãos e ele, então ele colou uma foto da cara dele no poster dos Beatles. Quando ele soube que ele era mesmo adoptado ele arrancou a foto dele e falou que ele descobriu isso porque ele aprendeu que a teoria de Mendel é que se os seus pais são loiros e tem olhos azuis é provável que você tambêm é loiro mas ele não é então os pais e os irmãos dele tentam mudar a perspectiva dele.
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Aninha 06/06/2013

Odiei o Marcelo.
Sou adotada e achei ridícula a revolta do menino. Ele é burro?
Os pais o adotaram porque QUERIAM, ele não foi um acidente, ele foi escolhido, e se os pais não contaram provavelmente foi porque não acharam necessário, porque pai e mãe de verdade são os que criam.
E dai que ele nasceu de outras pessoas? Quem deu um lar, amor, carinho, e tudo o que ele precisava são esses que ele tanto desprezou.
Acho que o certo seria ter acostumado ele com a ideia desde muito pequeno, mas provavelmente eles adiaram isso e depois já não tivesse importância, não sei.
Achei bem escrito, mas a história é bobinha, gira em torno do umbigo de um guri mimado. Certa estava a irmã dele de se revoltar, porque perante os pais os três filhos são iguais.
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Dominique 28/05/2012

Conteúdo do livro e minha opinião
Conteúdo: O livro relata a vida de Marcelo que descobre, a partir de uma aula de biologia que não tinha como ele ser filho de pessoas com olhos azuis e possuir olhos castanhos. Ao interrogar sua mãe, descobre que é adotado e com isso se revolta contra a família. E a unica pessoa que ele realmente confiava era a DJ (Daniela Jardim).

Minha Opinião:

1-Livro muito ruim pois a história toda só fala que ele estava revoltado por ser adotado.

2-Numa parte do livro retrata acontecimentos recentes e do nada começa a falar sobre o passado do garoto.

3-Na última pagina do livro Marcelo se reconcilia com sua família, que na minha opinião, isso deveria ir acontecendo gradativamente ao longo da história.

4-O fato de sua "irmã" se revoltar contra ele só porque ele não aceitou que era adotado.

No geral, o autor deveria ter desenvolvido a história melhor, especificando o tempo em que cada etapa é ocorrida e começar a falar de Marcelo desde o inicio quando ele era pequeno, para que o leitor não se perca e nem ache a leitura cansativa.
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Lu 29/04/2012

Achei uma grande sacada o livro ter esse tipo de "final" apenas sugerido, apenas começado, mas não necessariamente definitivo. Alguns podem achar o final feliz, outros podem achar o final "sem final". O fato do livro terminar exatamente quando o "Celo" começa a tentar resolver seu conflito deixa a gente sem saber como essa estória vai se desenrolar afinal. E fica uma dica aí pros profes de Português trabalharem com os alunos dessa faixa etária... como você se sentiria no lugar do Marcelo? Como será que foi o desenrolar desta estória fora do livro? Se você tivesse que escrever a continuação deste livro, como seria? Etc, etc, etc
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Eduardo 21/11/2009

Uma história simples, mas bem contada
Vencedor da primeira edição do prêmio Barco a vapor (2005), o livro de Caio Riter conta a história de Marcelo, adolescente que numa aula de biologia descobre que é um filho adotivo. Surge então uma enxurrada de sentimentos: raiva, medo, angústia. o Adolescente desmancha em perguntas: e as suas origens? e seus pais verdadeiros? Por que seus pais (seus pais?) não contaram a verdade desde o início?
Essa revelação surge logo no início do livro. Na sequencia surgem várias cenas da vida de Marcelo. Vai-e-vens no passado: fragmentos da vida do menino. Marcelo tem pais, uma namorada e irmãos amorosos. Mas a reveleção lhe enche de conflitos.
O menino é fã dos Beatles - Herdou a paixão do pai (pai). Na parede de seu quarto, uma curiosa montagem (que é uma metáfora construída com muita felicidade por Riter): Marcelo montou um painel da famosa foto do quarteto atravessando uma rua em Londres, em fila indiana, capa do disco "Abbey Road".
Na montagem, Marcelo pôs os 5 atravessando: o pai, a mãe, ele e os 2 irmãos. Mas após o choque, a descoberta (a mãe revela a ele de forma direta, assim como foi a pergunta do jovem - "Mãe, eu sou seu filho? - Não, não é"), após essa descoberta ele recorta o quinto personagem da foto. Afinal, os Beatles sempre foram 4. Marcelo sente que sobra, que é um intruso na exatidão do quarteto composto por pai e mãe e os 2 filhos. Na foto do disco só há 4. Ele está de fora, não pertence à família: O rapaz que não era de Liverpool.
À raiva e desespero iniciais, Marcelo vai substituindo pelo silêncio e pela reflexão. Ao longo do livro, através das várias cenas da vida de Marcelo (contadas por ele mesmo), o leitor vê (e Marcelo também) o quanto ele é amado por sua família. Compreende o erro dos pais por não terem contado antes. Temos um final feliz.
Caio Riter, abordando um tema muito delicado, não ousa muito. Apresenta o baque e a inquietação esperados de todos aqueles que, de repente, descobrem isso e dá um final feliz à história. No entanto, ao optar em fazer o relato pela voz do próprio Marcelo, o autor assume o risco de soar inverossímil. Mas Riter representa muito bem a linguagem escrita do adolescente, permeada de perguntas e vazios, traduzindo bem os sentimentos de Marcelo. Trata-se de uma história simples, mas bem contada, com uma linguagem simples, mas que não é pobre. Afinal, como diz sua professora, Marcelo escreve muito bem. Por que não contar, num livro, a sua história?
Como leitor, não gosto muito de finais felizes. Mas os finais felizes acontecem, não é? E é preciso que alguém os conte.
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