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O Homem que Confundiu Sua Mulher com um Chapéu

Oliver Sacks
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Samantha 15/01/2012

Acho que poucos sabem que um dos meus autores favoritos é Oliver Sacks. Ele não é uma pessoa ligada às letras e às artes, não passou a vida fantasiando e pensando sobre histórias como muitos autores, apesar do que muitos acham escrever um livro não está sempre ligado ao amor pelas letras.
Oliver é um neurologista, um estudioso da ciência, e encontrou na escrita uma forma de tornar a ciência mais simples e mais acessível para o público em geral.
Dessa forma escreve em seus livros histórias reais de forma romanceada, histórias vividas por ele dentro do seu consultório nos diversos locais onde trabalhou.
Esse livro " O homem que confundiu sua mulher com um chapéu" é um livro de contos, são várias histórias reunidas onde Oliver relata casos interessantíssimos de lesões cerebrais.

Quer ler o resto? Acesse: www.bibliotecaempoeirada.blogspot.com
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Jumpin J. Flash 21/08/2009

Curiosíssimo
Esse livro, que relata vários casos clínicos de pessoas com danos no hemisfério direito do cérebro, é muito interessante. Atenção para o caso dos gêmeos que por diversão trocavam entre si números primos: quem for atento perceberá na história uma conexão com uma cena de RAIN MAN. Não é por acaso: Oliver Sacks colaborou no roteiro do filme.
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Coruja 06/03/2014

Eu provavelmente nunca teria lido esse livro se não fosse pela indicação dele pela Débora. Não necessariamente porque eu não leia livros ‘técnicos’, mas porque normalmente me concentro em História, Lingüística e Política quando me aventuro pelas estantes de não-ficção e O Homem que Confundiu sua Mulher com um Chapéu está mais relacionado à área de interesse do meu irmão, que é estudante de medicina...

Seja como for... decidi me aventurar pelas páginas da neurociência... e o resultado foi bastante surpreendente.

Oliver Sacks sabe contar uma história, sabe envolver o leitor nas narrativas dos casos com que trabalhou. Mais importante talvez seja o fato de que as ‘curiosidades’ de que ele trata nesse livro são coisas próximas de nós – abstratamente, o medo de perder a memória e a noção de si mesmo, concretamente, a relação com familiares mais idosos que podem estar passando por situações semelhantes.

Note-se ainda que não existe um distanciamento frio dos pacientes, um tratamento de ‘rato de laboratório’ – que era um dos meus receios logo que comecei a ler e me deparei com um prólogo repleto de referências a teorias e sumidades na área de neurologia.

Há, claro, a curiosidade natural em torno de situações que nos parecem quase irreais – o homem que confunde sua esposa com um chapéu por não ser mais capaz de reconhecer rostos, outro cuja memória aparentemente parou em 1945 e é incapaz de reter qualquer coisa recente -, mas existe também uma preocupação muito humana na forma como se respeita as limitações dadas pela doença e se tenta reinserir essas pessoas no convívio social.

Ao mesmo tempo, algumas das situações descritas parecem ter saído dos nossos piores pesadelos. Eu fiquei arrepiada com a história da mulher que, por conta de uma neuropatia, acabou perdendo o comando de todos os músculos do corpo, ficando com a sensação de, nas palavras dela, estar desencarnada.

Curiosamente, terminei o volume tendo me auto-diagnosticado com meia dúzia de síndromes, em especial as de manias...

A despeito de ser um livro voltado para a área de neurologia, com estudos de caso, não são tanto os termos técnicos – exceto nos capítulos introdutórios para cada uma das partes - e mesmo eles são compreensíveis dentro do contexto apresentado. É um volume bem interessante, que gostei bastante de ter conhecido.


site: http://owlsroof.blogspot.com.br/2014/02/clube-do-livro-fevereiro-o-homem-que.html
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NYS 28/12/2011

Um livro inusitado
Qualquer pessoa se estranha com o título. Acha que é uma pegadinha e que provavelmente deve contar uma história qualquer. Tem um título grande, mas que explica tudo. O homem que confundiu sua mulher com um chapéu é um livro fácil de ler, para quem tem interesse em devaneios da mente e para quem não tem também. As crônicas de um neurocirurgião e o que ele encontra em seu dia-a-dia contado de uma forma simples e carismática. São incríveis histórias realísticas com um ar da mais perfeita fantasia.

A primeira pessoa a me indicar esse livro foi um professor de Biologia que tive. Ele fez uma breve propaganda sobre ele e confesso que fiquei com vontade de lê-lo no mesmo instante. Na semana seguinte uma de minhas colegas apareceu com ele na sala. Como é um livro fácil de ler, a primeira vez que o li foi na escola mesmo, entre troca de professores e intervalos. Depois eu não consegui resistir, adquiri um. Valeu cada centavo.

Infelizmente acho que não consigo passar toda a empolgação de uma pessoa que o leu. Acho que deve-se falar com uma pessoa que tenha o livro, pois conversando, consegue-se sentir a empolgação mais do que palpável de quem leu essa e outras histórias do livro.
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Rafael 27/04/2012

Oliver Sacks e a "ciência romântica"
Este livro me agradou particularmente por ter uma proposta totalmente ampla. Nele, não se discute apenas Neurologia, mas relaciona-se todo caso num universo maior que inclui as artes em geral e a filosofia.

Como todos os livros de Oliver, a capacidade cerebral está em pauta. Ou seja, este livro é muito indicado para voce que é - assim como eu - um eterno curioso quando se trata dessa máquina que nos faz conscientes.

Neste livro, o autor parte do conceito de "ciência romântica" criado por Alexander Luria ("pai" dos neurologistas) e, portanto, faz de seus casos não meros acontecimentos não-explicados e tecnicamente interessantes, mas sim tornando essas experiências em filosofia prática, em literatura, em arte!

Oliver Sacks procura para cada paciente deste livro uma "solução", sem generalizar e sem ser fundamentalista. Enfim, vale muito a pena!
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