Eles Não Usam Black-tie





Resenhas - Eles Não Usam Black-tie


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Luciano Luíz 09/08/2014

ELES NÃO USAM BLACK-TIE, é clássico!

Um livro realista, com linguagem vulgar.
Algo que não se vê em outras obras do gênero.

GIANFRANCESCO GUARNIERI, nos trouxe um mundo de pobreza (e miséria...) que nenhum outro escritor conseguiu.

Não vou me ater sobre o título, pois vale a pena procurar este livro fantástico.

O único ponto negativo, é o prefácio técnico que pode afastar alguns leitores e leitoras.
Portanto, quando pegar este livro, esqueça este texto inicial e vá direto a estória.

Se fosse colocar um defeito, com toda certeza, seria com relação ao tamanho. Pois é curto demais. Fora isso...

Nota: 10

L. L. Santos


site: https://www.facebook.com/pages/L-L-Santos/254579094626804
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Cyntia Bandeira 17/07/2014

Maravilhosa peça!
Dei 5 estrelas com muita honra, pois foram bem merecidas!
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Samuel 14/07/2014

Ótimo livro/peça, história poderia ser contada em qualquer época que ainda iria fazer sentido. O livro começa com coisas boas acontecendo aos personagens, e aos poucos tudo vai dando errado,culminando no final completamente pessimista, que você espera que tenha um próximo ato com uma resolução para a situação.
Recomendadíssimo, único defeito é ser muito curto, tirando isso é muito bom.
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Maria 24/01/2014

Traição por egoísmo
Este livro, na verdade é uma peça de teatro. Na época de seu lançamento foi aclamada pela crítica, não só pela qualidade da obra, como também pelo fato do autor ser novo, apenas 21 anos.
É uma peça/livro com uma trilha sonora: um samba que está presente em toda obra.

As personagens principais são Tião, Maria, Romana e Otávio. Maria e Tião são um casal que logo terão um filho e se apressam para noivar e assim, casarem o mais rápido possível. Romana e Otávio são os pais de Tião.

Pai e filho trabalham na mesma fábrica. Otávio, juntamente com outros operários, se configura em um sindicalista por estar organizando uma greve reivindicando o aumento dos salários. Já Tião, diferentemente de seu pai, não é a favor da greve, pois tem medo de perder sue emprego por conta disso; então resolve furar a greve em troca de um dinheiro extra.

Furando a greve, Tião é rejeitado por sua mulher, por seus colegas de trabalho e é, de certa foram, expulso de casa. Ao furar a greve, ele não traiu só seus colegas grevistas, ele traiu também sua classe, traiu sua família. Tudo isso em detrimento do dinheiro e do desejo de uma ascensão social que estava longe da realidade que vivia. Quando mais novo, morou com os padrinhos na cidade, e agora adulto, mora na casa dos pais em um morro carioca. Ou seja, não lhe é cômodo morar no morro, se ele já experimentou da cidade.

Também é possível estabelecer uma interdiscursividade com a corrente filosófica do Naturalismo, se levarmos em consideração fatores como o determinismo (homem determinado pelo meio) e lutas de classes que remete sem dúvidas a ocupação dos morros cariocas na década de 1950.

site: http://www.minhassimpressoes.blogspot.com.br/2014/01/resenha-eles-nao-usam-black-tie.html
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Guilherme Cruz 15/07/2013

Permanece atual, passadas quase 6 décadas.
Embora a peça seja uma análise da classe operária, escrita em 1955, o seu teor permanece atual. As recentes manifestações e greves só evidenciam o que, passadas quase 6 décadas, ainda faz parte do contexto da população brasileira: os constantes conflitos sociais.

"...aguda observação da classe operária brasileira; uma classe que, nos últimos tempos, está se conduzindo praticamente sem líderes, em momento histórico em que suas reivindicações e seus gritos de protesto nascem quase que diariamente como explosão inadiável, como que a demonstrar que nada está bem, e não como consequência fria de cálculos políticos."
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Ari 24/09/2012

Ludicamente político
É um bom livro, disserta sobre a causa operária e o confronto de um homem em ter de escolher entre o seu futuro ou uma ideologia.
Mesmo para quem não conhece a pessoa Guarnieri, pode entender o livro sem problemas e ver o que o autor quer transmitir.
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Line 13/07/2012

MUDAR PARA MELHOR
RETRATA MUITO BEM A REALIDADE DA CLASSE OPERÁRIA BRASILEIRA.E O DESEJO DOS TRABALHADORES DE MUDAR PARA MELHOR, E EM BUSCA DE SEUS DIREITOS VÃO A LUTA ATRAVÉS DE GREVES E PROTESTOS.
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Digão Livros 07/08/2011

O livro na verdadde é uma peça de teatro. O prefácio dele explica muitas coisas, tais como o contexto em que o autor escreveu o mesmo.

O livro retrata uma comunidade carioca, em uma favela da década de 60, suas agruras, felicidades e angústias.

Em lados opostos, o pai, sindicalista convicto, lutando pelos seus direitos e de seus pares da favela, e seu filho, que não pensa em outra coisa a não ser melhorar de vida a qualquer custo.

O filho, criado fora da favela, ambiciona descer o morro, e viver os benefícios conhecidos enquanto criado fora, mesmo que de forma precária.

Ao redor do drama principal, o dia a dia de uma mulher batalhadora, os costumes, sonhos, e o código de ética de quem vive intensamente as felicidades e muitas tristezas de uma comunidade popular.

Há um link legal de um vídeo: http://www.skoob.com.br/resenha/nova/7155553/

Muito bom o livro!!!
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Behind the word 27/01/2011

Esse livro/peça teatral é bem legal, pois apresenta uma classe operária dos anos 50 no Brasil, uma classe que enfrentava os baixos salários e a vida precária no morro, algo que muitos de nós não sabemos como é. Bem, antes de dizer algo sobre a história, e o livro tenho que dizer que ele não esta escrito em prosa, é uma peça teatral, composta apenas por falas de seus personagens e suas ações no momento, como um script teatral e antes da peça tem algumas paginas de criticas e elogios, a peça se inicia na pagina 19 do livro e é dividida em três atos.
O personagem principal, Tião é um operário que não quer aderir a uma greve organizada pelo seu pai Otávio. Com um filho a vir, Tião tem medo de perder o emprego caso a greve não dê certo, e sem emprego não poder dar uma vida melhor e feliz a Maria, sua noiva.
O tema do livro não é romântico, mas no inicio da peça eles já noivam, tipo três paginas depois e eles já decidem noivar e depois se casarem, tudo bem que no contexto da peça eles já namoravam a tempos, mas até para não deixar a peça muito, digamos, politica poderiam colocar um romance, até para atrair a maioria do publico a assistir a peça, durante o livro o romance é pouco retratado, maioria das conversas são sobre a greve, a gravidez e a pobreza da família. A linguagem da peça é do tipo "nós vai" ou "tu gosta de eu?".
A história é boa e bem escrita, alem da falta de romance tem o pequeno problema do final, que na minha opinião não é feliz, é até que triste, mas não uma tragédia.
Recomendo esse livro para quem gosta de temas políticos e sociais, ou para quem quer interpretar uma peça do teatro.
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Jehelen 28/12/2010

livro maravilhoso, se voce ler apenas 1capitulo vai querer ler todos
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Welber 30/10/2010

Eles não usam "blequitai"
Texto dramático que mostra a realidade da classe operária brasileira na década de 1950, não muito diferente do que vemos hoje em dia. A história se passa num morro do Rio de Janeiro, onde Otávio, operário de fábrica, pai de Tião, encabeça uma greve que reivindica melhores salários; Tião, por sua vez, acaba furando a greve em benefício próprio, traindo a ideologia de sua classe e de seu pai. A peça fez um enorme sucesso na época, sendo aclamada pela crítica, e ainda hoje nos remete a um problema social que continua presente no nosso país. Um excelente texto!
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Luhhh ^___^ 18/02/2010

Será que a máxima: cada um cuida do seu galho é válida?

Essa é umas das questões do livro, cada um tem a sua opinião, claro.

Todavia, pessoas que pensam assim são sozinhas, porque desse jeito não é possível cultivar amigos.

Para obter uma amizade é preciso compartilhar o seu galho e para mantê-la é necessário que ambas as partes trabalhem para isto.

O que não ocorreu com o "carinha" do livro o mesmo acabou sozinho, ou melhor, acompanhado de seu orgulho.

É melhor ser humilde sim...e com ele vem muitos amigos queridos.
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Juliane 11/01/2010

Movimentos Sociais
Tião cresceu com os padrinhos ricos na cidade grande, servindo de babá para o filho deles. Ele se acostumou e gostou da situação sócio-econômica que levava enquanto morava com eles, e gostaria de tê-la para si.
Quando crescido, retornou à casa dos pais, no morro, muito simples mas limpa e organizada pela sua mãe, Dona Romena. Seu pai, Otávio, só pensava em greves e tinha uma visão esquerdista. Tanto pai quanto filho trabalhavam na mesma metalúrgica.
Tião namorava com Maria, com quem noivou, e estava carregando um filho seu - menino, ele esperava. Pensando nisso, tentava ganhar mais dinheiro, pois devaneiava que a vida que Maria deveria levar seria longe do morro e sem ter que trabalhar.
Quando a greve estoura, Tião traí por um pouco mais de dinheiro. Perde Maria, a família, credibilidade, amizades e é convidado a se retirar de sua casa, pois seu pai só o admitiria de volta quando ele enxergasse melhor a vida.
Italo 20/08/2010minha estante
agora vou poder ler o livro traquilamente sem receios.




Mirella Milk 10/10/2009

Livro-teatro de fácil compreensão
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