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Crônica de uma morte anunciada

Gabriel García Márquez
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Angelo Israel 09/07/2014

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[2014] [20.8] Gabriel García Márquez [1981] Crônica de una muerte anunciada [Crônicas de uma morte anunciada].

Hoje percebo uma evolução
2012 foram 3 livros lidos
2013 foram 9 livros lidos
2014 foram 8 livros e lidos e estou no primeiro semestre.
Agora tenho metas de leitura e uns 700 livros na fila.
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Wagner 11/06/2014

UMA OBRA ATEMPORAL...
Agora entendo por que Gabriel Garcia Marquez foi (e ainda é) tão agraciado pela crítica...
A obra "Crônicas de uma morte anunciada" é, sem dúvida, uma belíssima composição, na qual salta aos olhos o realismo pelo qual ficou marcado seu autor.
Realismo esse que, diga-se, ressalta os mínimos detalhes de uma obra relativamente pequena (possui ao todo meras 157 páginas).
Ponto mais interessante, entretanto, eu diria, é o fato de o grande acontecimento do livro vir logo nas primeiras linhas: "No dia em que iam matá-lo, Santiago Nasar levantou-se às 5 e 30 da manhã para esperar o barco em que chegava o bispo. Tinha sonhado que atravessava uma mata de figueiras-bravas, onde caía uma chuva miúda e branda, e por instantes foi feliz no sono, mas ao acordar sentiu-se todo borrado de caca de pássaros."
É incrível como, apesar disso, o livro nos prende e motiva a terminá-lo (o fiz em 48h, nas quais me concedi a honra de duas sessões noturnas, entremeio ao projeto de mestrado que atualmente construo).
A conclusão a que chego, todavia, é que, apesar de publicada em 1981, a obra é uma incrível crítica a contemporaneidade (ou essa "sociedade individualizada" em quem vivemos, como diria Zygmunt Bauman), na qual, apesar de sabermos e, assim, podermos, vez que outra, evitar muitos dos males cotidianos, preferimos, em contrário, por comodismo ou indiferença, ficarmos inertes ou na posição de meros espectadores. E isso me fica bastante claro na passagem que cito, por pensar bem resume a obra: "... coitado de Santiago Nazar, morreu cruelmente sem saber o motivo, em meio a uma sociedade preconceituosa que não o ajudou, com exceção de alguns amigos."
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Emailson 17/05/2014

Um morte anunciada - Crônica
Crônica de uma morte anunciada – Gabriel García Marquez

A obra: crônica de uma morte anunciada, do já consagrado escritor colombiano Gabriel Garcia Marquez, é um romance de narrativa fantástica que mistura a descrição de estilo jornalístico com elementos de uma literatura sofisticada e sem compromissos com a linearidade temporal dos fatos. O fato trágico é anunciado no começo do livro e encerra o seu fim. A leitura da obra é instigante e nos leva a um microcosmo revelador e instigante. Os elementos naturais e os costumes do local, o modo como vivem, as crenças e hábitos ocupam um lugar de segundo plano na narrativa, mas completam a diegese provocada pelo augúrio funesto que é a morte do personagem principal (Santiago Nasar).

A morte anunciada de Santigo Nasar ocupa as linhas do romance e envolve o leitor em um conjunto de ações e testemunhos dos personagens que previam e sabiam do desejo dos irmãos vicário, que com as facas que matavam os porcos retalhariam Santiago para “recuperar” a honra da irmã supostamente perdida. Um crime de honra que não ficou a todo esclarecido. O destino trágico de Santiago Nasar é resultado de fatos e ações incompreendidas e pouco moralizantes. Qual o preço que se paga por nos deixarmos entregar e fazer parte de uma sociedade cheia de preconceitos e visões de uma moral falsa e pautada por princípios que facilmente se perdem na liquidez das regras e na irracionalidade dos homens?
O local da estória é um pequeno vilarejo mesclado por diferentes culturas e povos. Árabes, indígenas, africanos e espanhóis. A natureza é um dos elementos mais presentes na narrativa
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Henrique 08/05/2014

E como foi anunciada...
"Fatalidade, destino, o absurdo da existência humana." e mais uma vez o senhor Gabo me encanta com sua genialidade. não quero e nem vou me estender no assunto, até porque a experiência de entrar em contato com essa história sem a noção de que rumo ela tomará é simplesmente inigualável. livrinho fascinante que precisa ser lido! assim como na santa trindade distópica, esse aqui também possui críticas sociais muito pertinentes a qualquer época, sobretudo a atual da qual fazemos parte =) a escrita do autor é muito prazerosa e quando você percebe, já terminou o livro. mas a reflexão/sentimento permanecem por muito tempo (...) esse foi o meu terceiro contato com o GGMárquez (sendo o primeiro, o incrível Memória de minhas putas tristes -que é o meu favorito- e o segundo, Cem anos de solidão, que está em andamento há um bom tempo já. rs) leiamos, sim?! ;)
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Livretando 16/01/2014

Resenha: Crônicas de uma morte anunciada
O “spoiler” já é divulgado desde a primeira frase: “No dia em que o mataram, Santiago Nasar levantou-se às 5h30 da manhã [...]”. Mas o que tem esse livro pra que uma pessoa que é veemente contra descobrir o final de uma história antes do tempo, como eu, se apegue à leitura? Simples: Gabriel García Márquez.

Um destino inevitável, como sentenciado anteriormente, mas por motivos desconhecidos para o leitor. É a esse detalhe que García Márquez se apega, ele guia o expectador brilhantemente pela reconstituição dos fatos até chegar ao momento esperado. É como se, gradativamente, uma lâmpada fosse acendendo e a luz fosse aos poucos alcançando os mínimos detalhes de um cômodo e revelasse todas as peças que compõem o ambiente.

Admito que estava receoso com o meu primeiro contado com a escrita desse consagrado autor, bem como admito também estar sendo desafiador tentar descrever tal experiência. Só consigo pensar: foi diferente. Mas diferente de uma forma boa. A peculiaridade de García Márquez no trabalhar com as palavras prende o leitor, o fazendo querer mais, por mais simples que seja a trama.

Embora acredite não estar no “TOP 5” das obras escritas pelo autor, foi uma ótima experiência, responsável por atiçar ainda mais a minha vontade de ler mais algo escrito por ele. E acredito já ter uma escolha definida: “Cem anos de solidão”.

site: http://livretando.blogspot.com.br/2013/09/cronicas-de-uma-morte-anunciada-gabriel.html
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