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O Homem Bicentenário

Isaac Asimov
Resenhas
Mais Gostaram
9 encontrados | exibindo 1 a 5
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Sybylla 08/08/2012

Leitura obrigatória
Uma pena que o filme ganhou um romance entre o robô e a humana, pois no livro ele conta sua jornada solitária para ser reconhecido como um ser humano após sucessivas trocas de peças por tecnologia de bioengenharia. Os humanos abusam da proteção das três leis ao fazê-lo passar por humilhações constantes que são bem descritas por Asimov. Um bom livro para mostrar os resultados do preconceito e por ser pequeno pode ser usado em sala de aula para diversas abordagens.
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Bruno Alves 24/11/2009

Estruturando o caráter
Um filme que considerei ótimo só poderia ter sido baseado em um grande livro, apesar de a historia do livro Ser bem melhor e bem mais complexa do que a abordada no filme (que na verdade se apega a apenas alguns capítulos do livro) o livro se torna um pouco cansativo e repetitivo ao passar de alguns capítulos, apesar disso foi um livro que marcou minha vida por ter uma abordagem clara, objetiva e dinâmica que faz com que não tenhamos vontade de abandonar a leitura e que repensemos o nosso modo de ver o próximo.
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JPHoppe 06/10/2012

"E, enquanto eu viver, não pararei!"
Isaac Asimov talvez seja um dos mais prolíficos escritores que já existiram. Foi um dos poucos que escreveu pelo menos uma obra em cada uma das 10 grandes categorias do Dewey Decimal Classification. Sua paixão sempre foi a ciência, e a ficção científica um de seus maiores dons, do qual foi responsável por dar rosto e forma.

O livro é uma coletânea de 12 histórias, abordando vários temas: exploração do planeta e do espaço, robôs e as Leis da Robótica, mistério, viagem no tempo, etc. Destas, dou destaque para a história que dá título ao livro, "Homem Bicentenário", para a inquietante pergunta final de "A vida e os tempos da Multivac", ao desenrolar de "Para que vos ocupeis dele". "Genocídio Seletivo" aborda questões de ética de forma monumental, e suspeito que "Antiquado" deu várias ideias para Carl Sagan.

É interessante que suas histórias de robôs frequentemente abordam suas já conhecidas Três Leis da Robótica, mas cada uma explorando cada nuance, cada palavra nelas, e levando-as ao limite. De todas as histórias de Asimov, "Para que vos ocupeis dele" é a que melhor retrata esse ponto.

Um adaptação com Robin Williams no papel principal foi feita para a história-título, mas acho-a bem bobinha, e com algumas modificações que alteram significativamente a trajetória, objetivos e papel de Andrew, a ponto de perder a identidade.

Para quem gosta de ficção científica, ou que está interessado mas não tem ideia de um bom livro para começar, este livro é uma escolha excelente!
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Fabio Shiva 27/08/2010

Como é bom ver um mestre em ação!
Essa coletânea traz histórias publicadas entre 1966 e 1976, período em que Asimov estava em excelente forma. Basta dizer que nesse arco de 10 anos o bom doutor publicou nada menos que 109 livros, entre obras de ficção e não-ficção. Isso dá uma média quase inacreditável de mais de dez livros publicados por ano (ao falecer Asimov havia publicado mais de 300 livros, incluindo obras científicas, dois volumes de sua autobiografia e também um estudo sobre a Bíblia).

Quantidade não é necessariamente sinônimo de qualidade. Menos quando se trata de Isaac Asimov. Ainda não li uma história ruim dele. Mesmo as piores são ótimas!!!

Esse livro (“The Bicentennial Man” no original), então, recomendo sem restrições para quem quiser conhecer um pouco do universo de Asimov. Duas de suas melhores histórias sobre robôs estão presentes. A primeira é a própria história-título, “O Homem Bicentenário”, onde Asimov explora magistralmente o que ele chama de “robô como pathos”, ou seja, com ênfase no drama humano. Essa história rendeu um filme bem bonitinho com Robin Williams no papel-título, vale a pena conferir. E a segunda é a poderosa “Para Que Te Lembres Dele” (“That Thou Art Mindful of Him” no original), em que o autor aceita o desafio de escrever uma história sobre robôs levada a seu limite. Só lendo.

A antologia traz ainda os deliciosos comentários do autor para cada uma das histórias, que podem ser fonte de grande interesse não apenas para os fãs de Asimov, como para qualquer um interessado no processo da escrita. Pois Asimov revela com generosidade as circunstâncias em que cada história foi escrita, como ocorreram as negociações com as editoras em cada caso, o modo como algumas das histórias foram encomendadas ou sugeridas. Esses comentários valem também como registro da singular e cativante personalidade de Isaac Asimov. Nunca vi alguém conseguir elogiar tanto a si mesmo de uma forma tão simpática. Só mesmo o bom doutor!

Viva Asimov!

(22.08.08)
rogerbeier 07/05/2011minha estante
Viva!!!




SG1 15/02/2014

Livro de contos e outros trabalhos de Isaac Asimov
As três leis da robótica:
1. Um robô não deve fazer mal a um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano sofra qualquer mal;
2. Um robô deve obedecer a qualquer ordem dada por um ser humano, desde que essa ordem não interfira com a execução da Primeira Lei;
3. Um robô deve proteger a sua existência, desde que esta proteção não interfira com a Primeira e Segunda Leis.

Surpreendi-me ao inicial a leitura do livro "O homem bicentenário", edição de 1974, e perceber que se tratava, na verdade de um livro que continha várias histórias de Issac Asimov (12, para ser mais exata), e não somente àquela dita no título.

Não sei porque, nesta edição (não sei como foi feita as outras), não foi especificado o título como "O homem bicentenário e outras histórias", como foi feito no título original (The bicentennial man and other stories).

O primeiro trabalho do autor neste livro foi um poema bem curto. Tal falava sobre o próprio Issac Asimov, o qual contou a história do surgimento do poema apresentado.

O segundo trabalho, trata-se de um conto, intitulado "Intuição Feminina". Fantástico, principalmente com relação ao final. Isaac fala que tal história surgiu por causa da sugestão de uma grande amiga sua, para qual, inclusive, foi dedicado o livro.

Neste conto eu amei a personagem Susan Calvin, que, no início da história foi descrita como insuportável, porém no fim dela, o leitor percebe que ela é insuportável aos homens, pois é feminista. O jeito como se vinga dos cientista que criaram uma robô mulher e chamaram sua inteligência de "intuição feminina" foi a mais magnífica vingança da qual já ouvi falar.

O terceiro conto, intitulado "O estrondo da água", conta a história de um cara chamado "Stephen Demerest", que mora na Lua (em Luna City), porém, como é engenheiro de segurança, viaja até a unidade da "Profundeza do Oceano" (que fica na profundeza do oceano) para entender melhor como funcionam os sistemas que segurança super eficazes que existem por lá. Bom, pelo menos é o que Demerest afirma para poder adentar no sistema deles.

Na quarta história, sob título "Para que vos ocupeis dele", narra o dilema de Keith Harriman, diretor de pesquisas da United States Robots and Machanical Men Inc., que pretende aumentar o número de robôs na terra. Para isso, Harriman necessitava criar um modo para fazer com que esses robôs soubessem como lidar com os prováveis conflitos existentes na prática das três leis da robótica. Para isso, ele decide implantar o discernimento aos robôs, sem saber ao certo, contudo, o que poderia fazer para que isso acontecesse.

[...] [...] [...]

Bom, por enquanto ainda estou lendo, mas conforme vou devorando o livro eu atualizo esta resenha! ^^
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