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A enxada e a lança

A África antes dos portugueses

Alberto da Costa e Silva
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Antonio Cesar 16/04/2013

Minhas impressões sobre a obra.
Seguramente um dos livros mais difíceis que já li. Considerando a amplitude da obra, e o pouco conhecimento que tenho sobre a historia e culturas africanas até que me sai bem. Ficou evidente para mim a influencia de nossa origem e, no geral, o quão pouco sabemos sobre a historia e culturas não europeias. Não imaginava, ou melhor, nunca havia parado para pensar o quão rica é a historia africana. A obra como já explicitado em seu subtítulo abrange o período desde as origens até o período das grandes navegações portuguesas fato que me causou surpresa ao lendo-a perceber em plena idade média, a convivência e conflitos entre o Islã, o cristianismo monofisista e copta e as religiões locais normalmente calcadas no culto aos ancestrais. Logo de inicio ao ler sobre as línguas e dialetos existentes no continente me levaram a fazer um diagrama para tentar entender/visualizar melhor a questão. Ficou também evidente que apesar de todos os trabalhos arqueológicos que vem sendo efetuado na região a historia africana como se conhece atualmente esta ancorada em hipótese por sua vez ancoradas em lenda e mitos muitos vezes contraditórios. Fica em minha estante para referencia em futuras leituras sobre o tema e que venha a sequencia “A manilha e o Libambo” Esperando não ter desanimado ninguém, termino citando as palavras do próprio autor em seu posfácio à segunda edição: “O escrever esta obra pressupôs escolha e corte. Elegi, do material que tinha ao meu dispor, o que me pareceu mais relevante e condizente com minha visão da história africana, de um passado como pode ter sido e como lembram ou imaginam os povos da África. Isto é um esforço – relembro – e não mais que um esforço. Um esforço incompleto, imperfeito e efêmero. Apenas uma introdução aos estudos africanos. E um convite a outras leituras, com as quais se chegará às amplidões de vôo e luz dos tetos afrescados do Renascimento italiano ou às minúcias de um quadro de cavalete flamengo.“
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