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Auto da Barca do Inferno

Gil Vicente
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Rods 19/07/2014

Homens
Analogia aos pecados; As diferenças; O modo homem de pensar.
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Wanne 11/07/2014

O livro auto da barca do inferno, escrito por Gil Vicente, é um teatro, que conta uma história de pessoas que depois da morte davam sempre de cara com a barca do inferno, eles primeiro a conheciam para depois buscar a barca da salvação, mas quando chegavam lá o anjo não os aceitavam, pois ele já sabia quem merecia ir para a barca da salvação, depois de muitos ter passado por eles, certo dia chegou os cavaleiros por quem tanto o anjo os esperavam, passaram pela barca do inferno e não deixaram-se convencer-se por ele (Diabo). Onde o fim foi sensacional.
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Jaine 19/06/2014

Auto da barca do inferno de Gil Vicente é um teatro. A história começa quando o fidalgo chega a barca do diabo que tem como destino final o inferno só que ele acha que esse não e o destino dele e pergunta se tem outra ai o diabo responde que sim, no caso a outra barca é do anjo que tem como destino final o céu. Depois do fidalgo ainda vieram o onzeneiro, o parvo, o sapateiro, o frade, a Brízida, o judeu, o corregedor, o procurador, o enforcado e por último os quatro cavaleiros todos eles tinham acabado de morrer e a primeira barca a ser avistada era sempre a do diabo, logo após verem quem era iam em direção a barca do anjo, porém na barca do anjo só ficaram o parvo e três cavalheiros pois só eles atendiam aos requisitos para embarcarem junto ao anjo rumo a salvação. Esse livro nos mostra que o que somos aqui na terra de nada importa depois de estarmos mortos, e o que valera mesmo é o que fizemos sejam elas ações boas ou más. Nos leva a refletir do tamanho da importância que damos ao dinheiro e nos esquecemos de jesus, é tanto que entre quatorze apenas quatro pessoas se salvaram, pois somente essas viveram e morreram por jesus.
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Tiago 18/04/2014

Auto da barca do inferno - Gil Vicente

Auto da barca do inferno é um livro escrito para teatro por Gil Vicente, tendo sido encenado em 1517.
A história nós mostra alguns personagens, representando erros da sociedade. Quando os personagens morrem, vão parar em um rio,ficando entre duas barcas, a barca do inferno, do diabo e um companheiro, e a barca da salvação, comandado por um anjo.
Os personagens iniciam um diálogo muito complicado com diabo, que tenta os convence-los de entrar em sua barca. Os personagens tentam entrar na barca da salvação, mais logo são impedidos pelo anjo, que mostra para eles os motivos por quais eles não podem entrar, relembrando seus pecados e erros enquanto estavam vivos.
Alguns personagens vão para a barca do inferno, e apenas quatro cavalheiros conseguem entrar na barca da salvação, pois morreram por Jesus Cristo.

O livro e muito difícil de ler,com palavras muito complicadas, tornando difícil a compreensão.
sabris 02/05/2014minha estante
Na verdade o Parvo e TRÊS cavalheiros entram na barca da salvação.. e realmente, meio difícil de compreender, mas pelo menos o meu tinha tradução e dava pra entender pelo enredo da história.




Aninha 05/04/2014

Auto da barca do Inferno
Auto da barca do Inferno é uma das obras mais conhecidas de Gil Vicente.

Como diz June Tutikian, ” o Auto da barca do Inferno tem como propósito a sátira social, aí, a religião serve de pretexto para a sátira profana”.

Há treze pessoas: Fidalgo, Onzeneiro, Joane, Çapateiro (Sapateiro), Alcouviteira, Judeu, Corregedor, Procurador, Enforcado, quatro Cavaleiros. E todos os personagens passam por um rio, onde há dois barcos. O primeiro a ser visto é sempre o do Diabo e seu companheiro.

Os passageiros, sem saber, começam a dialogar com o Diabo. Percebendo aonde estão e com quem estão falando, tentam entrar na barca do Anjo, onde dialogam com ele para tentarem safar-se da viagem na barca do Inferno.

O Anjo critica todas atitudes ruins que os personagens fizeram durante a vida, não os deixando entrar. Só deixando, assim, os quatro Cavaleiros Templários pois diz que esses serviram Jesus e são bem-vindos a barca da Glória.

O Diabo, ironizando suas falas, também faz criticas a todos os passageiros que passam por sua barca, deixando todos entrarem, exceto um: o judeu. Mesmo tentando subornar o Anjo e o Diabo, o judeu não consegue entrar em nenhuma das duas barcas. (E eu me pergunto: aonde é que esse judeu foi parar? hahaha).

Com sua genialidade, Gil Vicente atribui a todos os passageiros alguma critica social ironizada.

No meu livro (e acho que em quase todos os livros do Auto da barca do Inferno ), em todo final de dialogo – com cada passageiro – o (a) tradutor (a), comenta sobre as ironias – os erros que o autor vira na sociedade, também faz crítica ao clero, à nobreza e a soberba – que são feitas durante a conversa entre os personagens.



DETALHES DA CONTRA-CAPA de “Auto da barca do Inferno”:

“A obra-prima do primeiro dramaturgo da lingua portuguesa

Introdução, fixação de texto e notas de Jane Tutikian

Pouco são os fatos sabidos e não controversos sobre a vida de Gil Vicente (1465?-1536?). No entanto, é consenso que ele é o fundador da dramaturgia em língua portuguesa. Estima-se que tenha escrito 46 peças. Sua obra mais conhecida é Auto da barca do Inferno, encenada pela primeira vez em 1517. Trata-se de uma alegoria dramática: duas são as barcas em que os personagens podem subir; a do Inferno, munida do Diabo, e a da Glória, encabeçada pelo Anjo. Em cena, é realizado o auto do julgamento das almas, e a maior parte delas segue na primeira barca. Entre os “réus”, um agiota, um sapateiro rico, um tolo, um alcoviteira, um usurário, quatro cavaleiros e um frade corrupto, além de outros representantes da humanidade.

Muito mais do que uma sátira da sociedade lisboeta em princípios do século XVI, mais do que uma farsa ou um auto de moralidade (embora também o seja), Auto da barca do Inferno é um bem-humorado arrazoado dos vícios que corroem o mundo e uma crítica – infelizmente ainda válida – à organização da sociedade dos homens.”



Informações:

Autor: Gil Vincente

Páginas: 71

Editora: L&PM

Há peças e um filme do livro.

Minha opnião sobre Auto da barca do Inferno:

Achei o livro bem interessante. Não sei se entendi bem a essência (e as críticas) que o autor quis passar, mas lerei novamente em breve. A leitura não é muito cansativa como muitos pensam. Vale a pena ler! Há alguns termos diferentes do que costumamos usar, mas com calma dá para entendê-los e se vocês usarem um dicionário, facilitará as coisas (hahaha). No livro da editora L&PM tem as notas de palavras antigas para facilitar ainda mais a leitura.

*uma informação que merece ser “blogada”: ” (…) Algumas dessas edições – entre elas o Auto da barca do Inferno – foram proibidas pela Iquisição. Foi em 1562 que Luís Vicente, sem filho, publicou a Copilaçam de todalas peças de Gil Vicente. Ainda que incompleta e com alterações em vários textos, essa compilação foi protegida pela viúva de D. João III.”



site: http://aninhapsd.wordpress.com/
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