Auto da Barca do Inferno

Auto da Barca do Inferno
3.4379 5652



Resenhas - Auto da Barca do Inferno


78 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6


Leandro 20/04/2016

Difícil de ler
Muitas palavras complicadas
comentários(0)comente



Naju 09/04/2016

Auto da barca do Inferno
Vocabulário complicado e história desinteressante, pelo menos pra mim. Só li pq a escola exigiu. Quanto mais eu lia, mais parecia que faltava para acabar. Apesar de todos os aspectos negativos a meu ver, gostei da mensagem que o livro passa. 1 estrela.
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Juliana 14/02/2016

Auto da barca do inferno
Uma sátira que cria diversos diálogos caracterizando inúmeros personagens da sociedade portuguesa do século XVI.
comentários(0)comente



Vitor 20/01/2016

Julgamento final
Lembram do julgamento final em "O Auto da Compadecida"? Parece um pouco com a dramaturgia de Gil Vicente. Aqui, o Diabo e o Anjo julgam quem vai pro inferno ou pro paraíso: o Fidalgo, o Agiota, o Padre, o Juiz, a Alcoviteira, o Judeu etc. O texto é acompanhado de notas que ajudam muito a compreensão. Fuja se não curte ler teatro.
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



04/09/2015

Nossa herança portuguesa e uma reflexão aos dias de hoje.
Gil Vicente através de uma sátira faz uma crítica da organização social Portuguesa do século XVI . Treze personagens representam em uma peça teatral os erros de comportamento da sociedade. Todos querem ir na barca da Glória , mas o que lhes resta é enfrentar o Diabo e embarcar para o Inferno. Isso nos leva a uma reflexão dos pecados da avareza , maldade , soberba...... Muito bom livro .
comentários(0)comente



Horroshow 21/06/2015

Leitura rápida e agradável
Resenha por João Pedro Mesquita

"O mesmo ano em que Lutero publicou suas 95 teses. Sabe o que isso quer dizer? Que faz muito tempo. Mesmo. Quando percebi que Auto da Barca do Inferno é um livro de 1517, me senti numa viagem maluca no tempo. Agora que voltei, posso dizer que foi uma viagem bastante curiosa.

O teatro de Gil Vicente. Me lembro perfeitamente do meu professor de literatura do ensino médio me falando sobre isso, sobre como a peça era cheia de alegorias e críticas sociais, repleta de sátiras e de moralidade. Vou pular essa parte (caso queira saber mais, procure um professor de cursinho parecido com o que tive), e dar mais atenção ao que senti durante a leitura, que por sinal foi bem rápida ─ questão de uma ou duas horas. Porém, desde a aula que tive lá atrás sobre Humanismo, fiquei com muita vontade de ler essa obra de Gil Vicente, talvez por gostar da ideia de pessoas sendo julgadas no purgatório."

(... Leia mais no link abaixo)

site: http://bloghorrorshow.blogspot.com.br/2015/01/auto-da-barca-do-inferno-gil-vicente.html
comentários(0)comente



Fabio Ross 11/06/2015

Dica de leitura: Auto da Barca do Inferno (Portugal. 1516).
Sinopse: Um diabo prepara sua embarcação para receber as almas penadas do dia e levá-las para o Inferno.

Nota (0-10): 7.

É estranho ler teatro. Recentemente, li “Fausto” (Goethe), e relendo AdBdI tive a mesma sensação: ficaram assuntos inacabados. Aqui, dois personagens não têm “conclusão”: o Parvo e o Judeu. Nas análises por aí, sugere-se que ambos terminaram no purgatório. Acho fraco o argumento, nada no texto dá essa ideia. Mas... quem sou eu pra questionar a FUVEST? Outro ponto é a religiosidade. Na maior parte do tempo isso não atrapalha, ao contrário, as melhores piadas surgem desse tema. Mas Vicente vai ao extremo, pareceu-me tanto radical (principalmente como ele desenvolve o Judeu). Bom, era o Séc. XVI! Tirando estas questões, AdBdI é divertidíssimo! O Parvo é, de longe, o melhor. Seus xingamentos (“entrecosto de carrapato”, “beiçudo”...) são impagáveis. O Frade é um dos melhores também, aliás, este personagem é considerado o mais polêmico da obra até hoje. Leia descompromissadamente. Garanto que você entenderá AdBdI melhor que os vestibulandos.
comentários(0)comente



Andy 16/05/2015

Razoável
Li esse livro por causa da escola e, como tal, não sei se posso realmente avaliá-lo, já que não foi um livro que li por prazer. Ainda assim, vou tentar.

Um dos maiores e mais evidentes percalços em se ler esse livro é a linguagem: Embora certamente muito melhor do que a original, muito do português arcaico é preservado. Minha sorte residiu no fato de que a versão que eu comprei ter notas de rodapé explicando o que está acontecendo e algumas "traduções" de certas expressões.

Outra coisa, e acho que aquela que mais me impediu de realmente gostar do livro, foi o fato de que, por ter sido escrito a tanto tempo atrás, muitas das piadas ou expressões que antes fariam o total sentido e me deixariam rindo ou refletindo se perderam com os anos, o que é uma pena, pois me impediu de realmente apreciar a genialidade que eu sei que Gil Vicente possui.

Apesar de tudo isso, algumas vezes ainda pude me encontrar rindo ou pensando na peça, de certa forma identificando visões que eu tenho do mundo hoje numa obra tão antiga. É claro, há muitas partes em que as visões e morais que se pregavam na época discordam totalmente das minhas, mas não acho que posso culpar o autor por isso.

O livro em si é bem curto: Das 102 páginas, 51 são tomadas por uma introdução que te leva a entrar no contexto em que a peça foi escrita e mais uma porção no final é feita de uma lista de livros que a editora publicou nessa série. Isso ajudou, de certa forma, já que um livro longo só me faria odiá-lo.

Sendo rápido, em algumas partes engraçado e não incitando meu ódio, além de educativo, acho que a leitura não foi tão ruim, e por isso dou um 2 para "Auto da Barca do Inferno".
comentários(0)comente



Glaucia Lisboa 14/05/2015

No limite entre a verdade e a mentira.
Ótimo livro para ensinar Humanismo, além de trabalhar o Teatro Vicentino.
Nathi 15/05/2015minha estante
Gil Vicente é espetacular!


Glaucia Lisboa 21/05/2015minha estante
Verdade!




spoiler visualizar
comentários(0)comente



João Victor 06/03/2015

Ler, ou não? Eis a Questão! #2 Auto da Barca do Inferno – Gil Vicente
Auto da Barca do Inferno é uma peça teatral portuguesa, escrita na parte final do período medieval quase quase, pegando a renascença na Europa. O Drama é considerado por vários críticos como uma Peça de Moralidade, que era um tipo de história contada com um fim educativo sobre algum determinado valor moral (comumente utilizadas pela igreja). Entretanto, Gil Vicente não deixou as coisas tão “preto no branco” em relação a construção da obra, e o Auto acaba criticando partículas da igreja, levando-nos a assumir que caso essa obra seja, de fato, uma peça de moralidade, o é de uma forma singular.

A peça se desenvolve de forma bastante simples. Em apenas um ato, diversos personagens, um após o outro, vão chegando a um porto que contém duas barcas, cada uma com um navegante. Na primeira barca temos um Diabo, que conduzirá a barca para o inferno. Na segunda, um anjo, que conduzirá a barca para o paraíso. A mecânica das cenas é sempre a mesma, o personagem entra em ação, dirige-se à barca do inferno, recusa-se a embarcar, pede para entrar na barca do paraíso, é negado, volta para a barca do inferno e adentra nela. Só há duas exceções, o personagem Parvo, que entra na barca do céu por falta de culpas quaisquer em vida, e os Quatro Cavaleiros, pois lutaram ao lado da cruz de Cristo.

A questão é: - vale realmente a pena, para os jovens (ou não tão jovens) seguidores do nosso blog ler um drama lisboeta do século XVI?

Aqui vão algumas considerações a esse respeito.

Um primeiro ponto que impulsiona uma leitura é a questão da importância da obra/autor para a literatura de língua portuguesa. Se os gregos tiveram Sófocles, Eurípedes, Ésquilo e cia. ltda. Se Roma teve Sêneca. Se a Inglaterra teve Shakespeare. Pode-se dizer que Portugal teve Gil Vicente. É claro que qualquer comparação aqui tem de ser feita segundo suas devidas proporções de época, idioma e cultura, mas no quesito de ser um ícone do drama, sim podemos colocá-los na mesma estante.

Num segundo momento, podemos avaliar a importância dessa obra junto aos célebres Contos da Cantuária de Geofrey Chaucer, pois ambas fazem um pequena dissecação da sociedade de suas respectivas épocas. Ao ler o Auto da Barca do Inferno é possível enxergar com clareza quais eram os “personagens sociais” daquela época e quais seriam os juízos de valor mais comuns sobre eles. É claro, tudo sob o visão do autor e também da corte do rei para o qual a peça foi escrita e representada.

Também, através dessa leitura (e aqui uma dica para quem escreve), é possível extrair várias lições de “como construir personagens”. Aqui, os seres que Gil Vicente criou, como já dito, carregam uma ideia muito maior do a que de meros indivíduos com características singulares. Eles têm a função de representar classes inteiras de pessoas, o pobre, o rico, a igreja, e por aí vai.

Se os três argumentos acima não te convencerem, o último argumento é bem bobo, mas funciona. A peça é muito, muito, (muiiiiiiiiito) pequenininha. E por causa da forma como ela foi organizada fica ainda mais fácil de se ler. É claro, que para fazer uma leitura bacana do Auto é preciso escolher uma edição que venha com um bom glossário, porque português do século XVI não é exatamente como o atual e isso pode acarretar uma dificuldade de compreensão de algumas partes.

(AH! Detalhe importante, a organização da última cena de O Auto da Compadecida, célebre filme nacional, na minha opinião um marco, é toda baseada nessa história.)

E aí, ler, ou não ler? Eis a questão!

site: https://resenhaspontojao.wordpress.com/2015/03/06/ler-ou-nao-eis-a-questao-2-auto-da-barca-do-inferno-gil-vicente/
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Rods 19/07/2014

Homens
Analogia aos pecados; As diferenças; O modo homem de pensar.
comentários(0)comente



78 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6