Auto da Barca do Inferno

Auto da Barca do Inferno
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Resenhas - Auto da Barca do Inferno


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Horroshow 21/06/2015

Leitura rápida e agradável
Resenha por João Pedro Mesquita

"O mesmo ano em que Lutero publicou suas 95 teses. Sabe o que isso quer dizer? Que faz muito tempo. Mesmo. Quando percebi que Auto da Barca do Inferno é um livro de 1517, me senti numa viagem maluca no tempo. Agora que voltei, posso dizer que foi uma viagem bastante curiosa.

O teatro de Gil Vicente. Me lembro perfeitamente do meu professor de literatura do ensino médio me falando sobre isso, sobre como a peça era cheia de alegorias e críticas sociais, repleta de sátiras e de moralidade. Vou pular essa parte (caso queira saber mais, procure um professor de cursinho parecido com o que tive), e dar mais atenção ao que senti durante a leitura, que por sinal foi bem rápida ─ questão de uma ou duas horas. Porém, desde a aula que tive lá atrás sobre Humanismo, fiquei com muita vontade de ler essa obra de Gil Vicente, talvez por gostar da ideia de pessoas sendo julgadas no purgatório."

(... Leia mais no link abaixo)

site: http://bloghorrorshow.blogspot.com.br/2015/01/auto-da-barca-do-inferno-gil-vicente.html
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Fabio Ross 11/06/2015

Dica de leitura: Auto da Barca do Inferno (Portugal. 1516).
Sinopse: Um diabo prepara sua embarcação para receber as almas penadas do dia e levá-las para o Inferno.

Nota (0-10): 7.

É estranho ler teatro. Recentemente, li “Fausto” (Goethe), e relendo AdBdI tive a mesma sensação: ficaram assuntos inacabados. Aqui, dois personagens não têm “conclusão”: o Parvo e o Judeu. Nas análises por aí, sugere-se que ambos terminaram no purgatório. Acho fraco o argumento, nada no texto dá essa ideia. Mas... quem sou eu pra questionar a FUVEST? Outro ponto é a religiosidade. Na maior parte do tempo isso não atrapalha, ao contrário, as melhores piadas surgem desse tema. Mas Vicente vai ao extremo, pareceu-me tanto radical (principalmente como ele desenvolve o Judeu). Bom, era o Séc. XVI! Tirando estas questões, AdBdI é divertidíssimo! O Parvo é, de longe, o melhor. Seus xingamentos (“entrecosto de carrapato”, “beiçudo”...) são impagáveis. O Frade é um dos melhores também, aliás, este personagem é considerado o mais polêmico da obra até hoje. Leia descompromissadamente. Garanto que você entenderá AdBdI melhor que os vestibulandos.
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Andy 16/05/2015

Razoável
Li esse livro por causa da escola e, como tal, não sei se posso realmente avaliá-lo, já que não foi um livro que li por prazer. Ainda assim, vou tentar.

Um dos maiores e mais evidentes percalços em se ler esse livro é a linguagem: Embora certamente muito melhor do que a original, muito do português arcaico é preservado. Minha sorte residiu no fato de que a versão que eu comprei ter notas de rodapé explicando o que está acontecendo e algumas "traduções" de certas expressões.

Outra coisa, e acho que aquela que mais me impediu de realmente gostar do livro, foi o fato de que, por ter sido escrito a tanto tempo atrás, muitas das piadas ou expressões que antes fariam o total sentido e me deixariam rindo ou refletindo se perderam com os anos, o que é uma pena, pois me impediu de realmente apreciar a genialidade que eu sei que Gil Vicente possui.

Apesar de tudo isso, algumas vezes ainda pude me encontrar rindo ou pensando na peça, de certa forma identificando visões que eu tenho do mundo hoje numa obra tão antiga. É claro, há muitas partes em que as visões e morais que se pregavam na época discordam totalmente das minhas, mas não acho que posso culpar o autor por isso.

O livro em si é bem curto: Das 102 páginas, 51 são tomadas por uma introdução que te leva a entrar no contexto em que a peça foi escrita e mais uma porção no final é feita de uma lista de livros que a editora publicou nessa série. Isso ajudou, de certa forma, já que um livro longo só me faria odiá-lo.

Sendo rápido, em algumas partes engraçado e não incitando meu ódio, além de educativo, acho que a leitura não foi tão ruim, e por isso dou um 2 para "Auto da Barca do Inferno".
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Glaucia Lisboa 14/05/2015

No limite entre a verdade e a mentira.
Ótimo livro para ensinar Humanismo, além de trabalhar o Teatro Vicentino.
Nathi 15/05/2015minha estante
Gil Vicente é espetacular!


Glaucia Lisboa 21/05/2015minha estante
Verdade!




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João Victor 06/03/2015

Ler, ou não? Eis a Questão! #2 Auto da Barca do Inferno – Gil Vicente
Auto da Barca do Inferno é uma peça teatral portuguesa, escrita na parte final do período medieval quase quase, pegando a renascença na Europa. O Drama é considerado por vários críticos como uma Peça de Moralidade, que era um tipo de história contada com um fim educativo sobre algum determinado valor moral (comumente utilizadas pela igreja). Entretanto, Gil Vicente não deixou as coisas tão “preto no branco” em relação a construção da obra, e o Auto acaba criticando partículas da igreja, levando-nos a assumir que caso essa obra seja, de fato, uma peça de moralidade, o é de uma forma singular.

A peça se desenvolve de forma bastante simples. Em apenas um ato, diversos personagens, um após o outro, vão chegando a um porto que contém duas barcas, cada uma com um navegante. Na primeira barca temos um Diabo, que conduzirá a barca para o inferno. Na segunda, um anjo, que conduzirá a barca para o paraíso. A mecânica das cenas é sempre a mesma, o personagem entra em ação, dirige-se à barca do inferno, recusa-se a embarcar, pede para entrar na barca do paraíso, é negado, volta para a barca do inferno e adentra nela. Só há duas exceções, o personagem Parvo, que entra na barca do céu por falta de culpas quaisquer em vida, e os Quatro Cavaleiros, pois lutaram ao lado da cruz de Cristo.

A questão é: - vale realmente a pena, para os jovens (ou não tão jovens) seguidores do nosso blog ler um drama lisboeta do século XVI?

Aqui vão algumas considerações a esse respeito.

Um primeiro ponto que impulsiona uma leitura é a questão da importância da obra/autor para a literatura de língua portuguesa. Se os gregos tiveram Sófocles, Eurípedes, Ésquilo e cia. ltda. Se Roma teve Sêneca. Se a Inglaterra teve Shakespeare. Pode-se dizer que Portugal teve Gil Vicente. É claro que qualquer comparação aqui tem de ser feita segundo suas devidas proporções de época, idioma e cultura, mas no quesito de ser um ícone do drama, sim podemos colocá-los na mesma estante.

Num segundo momento, podemos avaliar a importância dessa obra junto aos célebres Contos da Cantuária de Geofrey Chaucer, pois ambas fazem um pequena dissecação da sociedade de suas respectivas épocas. Ao ler o Auto da Barca do Inferno é possível enxergar com clareza quais eram os “personagens sociais” daquela época e quais seriam os juízos de valor mais comuns sobre eles. É claro, tudo sob o visão do autor e também da corte do rei para o qual a peça foi escrita e representada.

Também, através dessa leitura (e aqui uma dica para quem escreve), é possível extrair várias lições de “como construir personagens”. Aqui, os seres que Gil Vicente criou, como já dito, carregam uma ideia muito maior do a que de meros indivíduos com características singulares. Eles têm a função de representar classes inteiras de pessoas, o pobre, o rico, a igreja, e por aí vai.

Se os três argumentos acima não te convencerem, o último argumento é bem bobo, mas funciona. A peça é muito, muito, (muiiiiiiiiito) pequenininha. E por causa da forma como ela foi organizada fica ainda mais fácil de se ler. É claro, que para fazer uma leitura bacana do Auto é preciso escolher uma edição que venha com um bom glossário, porque português do século XVI não é exatamente como o atual e isso pode acarretar uma dificuldade de compreensão de algumas partes.

(AH! Detalhe importante, a organização da última cena de O Auto da Compadecida, célebre filme nacional, na minha opinião um marco, é toda baseada nessa história.)

E aí, ler, ou não ler? Eis a questão!

site: https://resenhaspontojao.wordpress.com/2015/03/06/ler-ou-nao-eis-a-questao-2-auto-da-barca-do-inferno-gil-vicente/
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Rods 19/07/2014

Homens
Analogia aos pecados; As diferenças; O modo homem de pensar.
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Wanne 11/07/2014

O livro auto da barca do inferno, escrito por Gil Vicente, é um teatro, que conta uma história de pessoas que depois da morte davam sempre de cara com a barca do inferno, eles primeiro a conheciam para depois buscar a barca da salvação, mas quando chegavam lá o anjo não os aceitavam, pois ele já sabia quem merecia ir para a barca da salvação, depois de muitos ter passado por eles, certo dia chegou os cavaleiros por quem tanto o anjo os esperavam, passaram pela barca do inferno e não deixaram-se convencer-se por ele (Diabo). Onde o fim foi sensacional.
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Jaine 19/06/2014

Auto da barca do inferno de Gil Vicente é um teatro. A história começa quando o fidalgo chega a barca do diabo que tem como destino final o inferno só que ele acha que esse não e o destino dele e pergunta se tem outra ai o diabo responde que sim, no caso a outra barca é do anjo que tem como destino final o céu. Depois do fidalgo ainda vieram o onzeneiro, o parvo, o sapateiro, o frade, a Brízida, o judeu, o corregedor, o procurador, o enforcado e por último os quatro cavaleiros todos eles tinham acabado de morrer e a primeira barca a ser avistada era sempre a do diabo, logo após verem quem era iam em direção a barca do anjo, porém na barca do anjo só ficaram o parvo e três cavalheiros pois só eles atendiam aos requisitos para embarcarem junto ao anjo rumo a salvação. Esse livro nos mostra que o que somos aqui na terra de nada importa depois de estarmos mortos, e o que valera mesmo é o que fizemos sejam elas ações boas ou más. Nos leva a refletir do tamanho da importância que damos ao dinheiro e nos esquecemos de jesus, é tanto que entre quatorze apenas quatro pessoas se salvaram, pois somente essas viveram e morreram por jesus.
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Tiago 18/04/2014

Auto da barca do inferno - Gil Vicente

Auto da barca do inferno é um livro escrito para teatro por Gil Vicente, tendo sido encenado em 1517.
A história nós mostra alguns personagens, representando erros da sociedade. Quando os personagens morrem, vão parar em um rio,ficando entre duas barcas, a barca do inferno, do diabo e um companheiro, e a barca da salvação, comandado por um anjo.
Os personagens iniciam um diálogo muito complicado com diabo, que tenta os convence-los de entrar em sua barca. Os personagens tentam entrar na barca da salvação, mais logo são impedidos pelo anjo, que mostra para eles os motivos por quais eles não podem entrar, relembrando seus pecados e erros enquanto estavam vivos.
Alguns personagens vão para a barca do inferno, e apenas quatro cavalheiros conseguem entrar na barca da salvação, pois morreram por Jesus Cristo.

O livro e muito difícil de ler,com palavras muito complicadas, tornando difícil a compreensão.
sabris 02/05/2014minha estante
Na verdade o Parvo e TRÊS cavalheiros entram na barca da salvação.. e realmente, meio difícil de compreender, mas pelo menos o meu tinha tradução e dava pra entender pelo enredo da história.




Aninha 05/04/2014

Auto da barca do Inferno
Auto da barca do Inferno é uma das obras mais conhecidas de Gil Vicente.

Como diz June Tutikian, ” o Auto da barca do Inferno tem como propósito a sátira social, aí, a religião serve de pretexto para a sátira profana”.

Há treze pessoas: Fidalgo, Onzeneiro, Joane, Çapateiro (Sapateiro), Alcouviteira, Judeu, Corregedor, Procurador, Enforcado, quatro Cavaleiros. E todos os personagens passam por um rio, onde há dois barcos. O primeiro a ser visto é sempre o do Diabo e seu companheiro.

Os passageiros, sem saber, começam a dialogar com o Diabo. Percebendo aonde estão e com quem estão falando, tentam entrar na barca do Anjo, onde dialogam com ele para tentarem safar-se da viagem na barca do Inferno.

O Anjo critica todas atitudes ruins que os personagens fizeram durante a vida, não os deixando entrar. Só deixando, assim, os quatro Cavaleiros Templários pois diz que esses serviram Jesus e são bem-vindos a barca da Glória.

O Diabo, ironizando suas falas, também faz criticas a todos os passageiros que passam por sua barca, deixando todos entrarem, exceto um: o judeu. Mesmo tentando subornar o Anjo e o Diabo, o judeu não consegue entrar em nenhuma das duas barcas. (E eu me pergunto: aonde é que esse judeu foi parar? hahaha).

Com sua genialidade, Gil Vicente atribui a todos os passageiros alguma critica social ironizada.

No meu livro (e acho que em quase todos os livros do Auto da barca do Inferno ), em todo final de dialogo – com cada passageiro – o (a) tradutor (a), comenta sobre as ironias – os erros que o autor vira na sociedade, também faz crítica ao clero, à nobreza e a soberba – que são feitas durante a conversa entre os personagens.



DETALHES DA CONTRA-CAPA de “Auto da barca do Inferno”:

“A obra-prima do primeiro dramaturgo da lingua portuguesa

Introdução, fixação de texto e notas de Jane Tutikian

Pouco são os fatos sabidos e não controversos sobre a vida de Gil Vicente (1465?-1536?). No entanto, é consenso que ele é o fundador da dramaturgia em língua portuguesa. Estima-se que tenha escrito 46 peças. Sua obra mais conhecida é Auto da barca do Inferno, encenada pela primeira vez em 1517. Trata-se de uma alegoria dramática: duas são as barcas em que os personagens podem subir; a do Inferno, munida do Diabo, e a da Glória, encabeçada pelo Anjo. Em cena, é realizado o auto do julgamento das almas, e a maior parte delas segue na primeira barca. Entre os “réus”, um agiota, um sapateiro rico, um tolo, um alcoviteira, um usurário, quatro cavaleiros e um frade corrupto, além de outros representantes da humanidade.

Muito mais do que uma sátira da sociedade lisboeta em princípios do século XVI, mais do que uma farsa ou um auto de moralidade (embora também o seja), Auto da barca do Inferno é um bem-humorado arrazoado dos vícios que corroem o mundo e uma crítica – infelizmente ainda válida – à organização da sociedade dos homens.”



Informações:

Autor: Gil Vincente

Páginas: 71

Editora: L&PM

Há peças e um filme do livro.

Minha opnião sobre Auto da barca do Inferno:

Achei o livro bem interessante. Não sei se entendi bem a essência (e as críticas) que o autor quis passar, mas lerei novamente em breve. A leitura não é muito cansativa como muitos pensam. Vale a pena ler! Há alguns termos diferentes do que costumamos usar, mas com calma dá para entendê-los e se vocês usarem um dicionário, facilitará as coisas (hahaha). No livro da editora L&PM tem as notas de palavras antigas para facilitar ainda mais a leitura.

*uma informação que merece ser “blogada”: ” (…) Algumas dessas edições – entre elas o Auto da barca do Inferno – foram proibidas pela Iquisição. Foi em 1562 que Luís Vicente, sem filho, publicou a Copilaçam de todalas peças de Gil Vicente. Ainda que incompleta e com alterações em vários textos, essa compilação foi protegida pela viúva de D. João III.”



site: http://aninhapsd.wordpress.com/
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Julia 14/03/2014

Sério que ISSO é um clássico da literatura? Mesmo mesmo?
Auto da Barca do Inferno é um livro publicado em 1517, o que explica a escrita extremamente complicada (minha leitura foi um sacrifício), portanto eu não posso criticá-lo, porque, para os padrões da época, deveria ser assim. Mas eu achei o livro um monte estrume impresso e encadernado, pronto, falei.

Contando a grosso modo, é uma história composta por personagens alegóricos que morrem, e, seja lá para onde eles foram, encontram com o Diabo e com o Anjo, cada qual com sua barca, esperando-os para levar os personagens para seu devido lugar.

Eu não sei qual foi a intensão do Gil Vicente ao escrever o livro, dei uma pesquisada e não encontrei nada, por isso não me julguem caso eu disser algo que não concordam ou algo que peque com a verdade, eu apenas vou dizer o que achei encarando como uma obra séria, sem ironias.

É complicado criticar livros deste tipo. Cada um teve uma criação, uma educação e cada um pensa e julga as pessoas da maneira que acha correta. Eu, particularmente, achei absurdo fazerem um julgamento tão raso. Cada um teve sua vida, cada um sabe o que viveu, não podemos ser julgados por simples fatos ou simples atitudes. Podemos levar uma vida toda torta, mas só nós sabemos o que nos levou a tal. Ninguém é completamente bom nem completamente mal, como diria Sirius Black: "Todos temos luz e trevas dentro de nós, o que importa é o lado no qual decidimos agir, isso é o que realmente somos.". Mas e se a pessoa nunca teve oportunidades de mudar?

Durante a aula minha professora de literatura fez uma brincadeira muito interessante conosco. Ela escreveu vários "grupos" de pessoas em papeis, como "prostitutas", "médicos" e etc, e nós tínhamos que mandá-los para o céu ou para o inferno. O primeiro pensamento que as pessoas tem é "prostituta para o inferno" e "médico para o céu, puf, é óbvio", mas eu penso diferente. E se essa prostituta apenas faz o que faz para sustentar filhos, porque não consegue dinheiro suficiente em empregos mais "dignos"? E se esse médico rouba os pacientes, for preconceituoso na hora do tratamento de, por exemplo, negros? Já vi casos assim. Da mesma maneira que existem muitas prostitutas que se prostituem por safadeza e para comprar drogas, e muitos médicos que fazem o que fazem simplesmente por amor à humanidade. Entendeu onde eu quero chegar?

É impossível julgar as pessoas por "grupos", como Gil Vicente fez. Cada um viveu a sua vida, cada um tem um coração e um cérebro diferente, e todos somos seres humanos que erram e acertam.

Não é porque é um clássico, que é um bom livro. Mas eu recomendo a leitura, não para você aprender a fazer julgamentos rasos e injustos como estes, mas para você perceber o quão pequena a mente de uma pessoa consegue ser, a ponto de escrever um livro destes, e a ponto de a mais de 400 anos ele ser famoso.
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Kaya 25/02/2014

Ótimo
Um livro excelente, li quando ainda era muito nova, mas ainda o tenho e pretendo guardar pra sempre, o livro te prende, te faz imaginar lugares incríveis descritos em forma de poesia.
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