Faça seu login para ter acesso a todo conteúdo, participe também do sorteio de cortesias diárias. É rápido e gratuito! :) Entrar
Login
Livros | Autores | Editoras | Grupos | Trocas | Cortesias

O Menino sem Imaginação

Carlos Eduardo Novaes
Resenhas
Recentes
23 encontrados | exibindo 1 a 5
1 | 2 | 3 | 4 | 5


Mariana 12/07/2014

Resenha O menino sem imaginação
De inicio não fiquei muito atraída pelo livro então não criei nenhuma expectativa. Li por ler. Mas aos poucos o mundo de Tavinho foi me envolvendo.

Eu nunca vi uma estória de um menino sem imaginação e claro que isso me deixou pensando por horas e horas. Como é não ter imaginação? Estamos acostumados com algo tão simples no nosso dia-a-dia que nem conseguimos imaginar a vida sem ela.

A história conta a vida de Tavinho. Um menino sem imaginação. Ele só consegue imaginar coisas que já viu na TV. Mas ele não se importa com sua falta de imaginação. Ele vive feliz assim. Até que um dia um fenômeno acontece e todas as TVs do Brasil saem do ar. Claro que tudo vira uma bagunça, principalmente a vida de Tavinho. Um menino tão acostumado a viver no mundo de desenhos, propagandas, programas, filmes... E por causa disso ele foi se perguntando por que não consegue imaginar.

E fica o mistério: Será que no final das contas ele vai aprender a imaginar ou vai voltar à esperar a TV e viver às custas de suas imagens?

Eu refleti muito com esse livro. Talvez seja por isso que gostei tanto dele. E não é só a história que nos faz refletir e sim as várias imagens dentro do livro. Um livro que parece simples por fora, mas dentro de suas páginas existe um mundo diferente em que você tem que imaginar.

Outro fato curioso é que o autor escreveu a história sem dar nome para cinco personagens que aparecem do inicio ao fim.

A narração é simples em 1ª pessoa. O próprio Tavinho está contando sua história. No final do livro tem uma entrevista com o autor sobre o livro.

site: http://okaymari.blogspot.com.br/
comentários(0)comente



Jéssica R. 24/04/2014

O livro conta à história de Tavinho, um menino que adora assistir suas televisões, isso mesmo, suas televisões. Tavinho trata seus televisores como seres humanos dando a elas nome e personalidade. A mais antiga é a Babá, depois Plim-Plim e Fantástica. O menino se torna tão dependente de seus aparelhos de TV que não consegue criar imagens na “telinha interior”, ele apenas reproduz imagens que já tinha visto na TV. Que triste Tavinho :(

Certo dia Tavinho percebe que seu pior pesadelo se torna realidade, os televisores estavam fora do ar, uma pane formada por uma onda magnética faz o país todo ficar sem televisão, criando um pandemônio no país. As pessoas começam a ficar desesperada sem suas novelas, sem futebol... Manifestações estouram na porta das emissoras de TV e o stresse toma conta de todos. Os personagens são descritos pelos olhos de Tavinho e o que mais me impressionou foi o Mil Caras, um morador de rua que representa a imaginação que o garoto desconhecia.

Bem... O livro fala de como ficamos estagnados na frente da TV, mas podemos juntar a internet ao pacote. Muitas vezes ficamos tanto tempo conectados que esquecemos de passar um tempo conversado com nossa família (sem celular na mão, sem está sentado na frente do PC ou da TV), de parar para jogar conversa fora com um vizinho... O problema do Tavinho não era só a falta de imaginação, mas a falta de contato com sua família e com outras crianças.Quando comecei ler achei que o livro não teria muito efeito sobre mim, me enganei, a cada página era 1 minuto de reflexão. Uma crítica social que vem nos mostrar o quanto a televisão foi e é capaz de alienar o povo brasileiro. Indico para pessoas de todas as idades, é uma leitura rápida, de fácil entendimento e muito bem escrito. Um livro que nos faz refletir sobre nossa relação com as tecnologias em geral, a TV não pode levar a culpa sozinha srsrs

site: http://lilianejessica.blogspot.com.br/2014/04/normal-0-21-normal-0-21-normal-0-21.html#more
comentários(0)comente



Fernanda 13/01/2014

Como não se apaixonar por Tavinho?
Quando eu estava no ensino fundamental, todos os alunos eram obrigados a pegar um livro por semana na biblioteca da escola. Toda vez encontrava esse mesmo livro, mas nunca quis ler. Achava que tinham páginas de mais para ler em uma semana.
Um dia minha professora aconselhou que não escolhêssemos o livro pelo número de páginas e disse que poderíamos renovar para ter mais tempo de ler. Por causa disso, resolvi pegar O menino sem imaginação que parecia sempre me seguir pela biblioteca. É claro, não me arrependi nem um pouco e acabei lendo em menos de uma semana.

Eu amei não só a história em si, que tem um ensinamento bem grande, mas também a forma que foi escrita, os personagens... E vale lembrar de uma coisa bem diferente no livro, o fato de Tavinho e suas TVs serem os únicos cujo o nome é dito no enredo.

Eu super indico esse livro, para qualquer pessoa, de qualquer idade!
comentários(0)comente



Malva 25/11/2013

Trauma
Li esse livro quando estava na 5a série e quase abandonei os livros de vez de tão ruim que esse livro foi. De longe, o livro mais besta que eu já li na vida. Especialmente a parte da galinha e o final...
comentários(0)comente



Tiago 11/04/2013

Acho que todos gostam de uma leitura infantil. Ela é fácil, graças a linguagem rápida, e extremamente divertida, além de sempre contar com uma grande dose de nostalgia.
Esse é um dos livros que mais li e reli em minha infância. Não era o meu favorito, mas foi se dúvidas extremamente importante. Um livo muito ditádico, me marcou de uma maneira tão forte, que por um tempo me senti como o personagem principal, como um menino sem imaginação, absorvido pela tv, e tive um grande medo disso.
A obra de Carlos Eduardo, é importante para o desenvolvimento de jovens, assim como outras obras do acervo brasileiro, além de estimular a leitura, nos dá valiosas lições, fazendo da ação da leitura, algo extremamente rico.
comentários(0)comente



23 encontrados | exibindo 1 a 5
1 | 2 | 3 | 4 | 5



Publicidade


logo skoob beta
"Se você não achar um livro lá, você pode cadastrá-lo. Isso é um diferencial, porque o acervo se torna ilimitado"

Gazeta do Povo