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Capitães da Areia

Jorge Amado
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milly 31/07/2014

Uma vida dura
Capitães da areia é um romance escrito por Jorge Amado, publicado em 1939. Teve uma nova edição em 1944 (editora Record, 231 páginas). Uma história quase crítica e de bastante reflexão, onde narra um bando de mais de cem meninos de sete a desesseies anos que vivem do roubo e matam para se defender; completamente rejeitados pela sociedade e procurados pela polícia, os capitães da areia nos mostra como é a vida sem o luxo que muitos tem.
Pedro Bala é o líder do grupo, que se esconde num trapiche perto da praia de Salvador; Gato é o mais galã do grupo e começa a vida sexual desde cedo com uma mulher da vida que ele gosta um bocado; Sem-Pernas é um menino coxo, extremamente arrogante e magoado com a vida pois sofreu traumas como fortes agressões e desonras na cadeia; João Grande, leal parceiro de Pedro, possui grande força mas não é muito inteligente; Professor, um excelente artista e leitor fanático; Pirulito, um menino religioso, com o sonho de ser padre, mas acredita que a alma dos meninos possa estar perdida pela vida de crime que são obrigados a levar para sobreviverem; Volta-Seca, acredita que Lampião é seu padrinho e que ele nasceu para o cangaço, espera a oportunidade de se juntar ao padrinho para uma nova vida.
Mesmo depois de descobrir que seu pai lutava pelo direito dos doqueiro baianos, Bala não abandona os Capitães da areia, pois sabe que eles precisam de si para liderar assaltos e fugas o tempo todo. Ao grupo se une uma recém-órfã, Dora; esta conquista todos como mãe, João como irmã e ao Professor e Bala como noiva. Dora paixona-se por Bala, mas o amor deles terão que vencer muitas provações, pricipalmente a separação, que pode até ser fatal para o casal.

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Luiz 23/07/2014

Jorge Amado leva o leitor a viver por um tempo no trapiche dos capitães da areia(grupo de crianças abandonadas que sobrevivem na cidade através de furtos e golpes)em histórias de meninos que vivem como homens uma rotina de violência, abandono, miséria e luta pela sobrevivência.

"A alegria daquela liberdade era pouca para a desgraça daquela vida"
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Nelson 22/07/2014

SIMPLES PARDAIS, IMERSOS NUMA LIBERDADE CLANDESTINA.
Apesar de pequenas falhas no enredo, o livro foi bem escrito e a leitura flui de uma forma bem prazerosa. O leitor aparenta ser transferido para Salvador dos anos 30. Sobre a escrita do autor, também vale ressaltar a clara presença de ideais marxistas e a irreverência de Jorge Amado em confrontar a definição de literatura como algo erudito utilizando-se de personagens de vocabulário coloquial e/ ou “indecente”.

Nota-se que o grupo dos Capitães da Areia é formado por garotos de várias etnias e religiões, afinal, o racismo e a discriminação entre as religiões são luxos completamente dispensáveis na situação miserável em que viviam.
Apesar de serem ensinados pelas ruas, os resquícios da inocência abortada estão presentes nos Capitães da Areia, pode-se perceber isso através do momento em que as crianças se fascinam pelas luzes e música do velho carrossel de Nhozinho França.
De fato, os personagens do livro de Jorge Amado são o ponto forte da obra. A construção dos caráteres psicológicos, dramas e traumas dos protagonistas é bem interessante e ao mesmo tempo fascinante. Uma ênfase para o drama vivido por Sem-Pernas em suas dificuldade de achar carinho e atenção.

A crítica social presente na obra pode ser responsável por diversas reflexões sobre as crianças de rua e a desigualdade social – presente de forma explícita na obra –, sendo esta última, uma grande causa para o Brasil não estar no Norte Geoeconômico.

Os Capitães da Areia são como pardais, pássaros sujos e repudiados, mas donos da maior e mais lírica liberdade: a liberdade clandestina.


“LÁ FORA É A LIBERDADE E O SOL. A CADEIA, OS PRESOS NA CADEIRA, A SURRA ENSINARAM A PEDRO BALA QUE A LIBERDADE É O BEM MAIOR DO MUNDO".
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Leticia 19/07/2014

Vestibular
Eu,apenas uma garota em pleno terceiro ano do ensino médio,tive a obrigação de ler esse livro.
Uma coisa que sinto que eu poderia fazer pro resto da vida é ler livros e vivo para a leitura. Mas confesso que nunca nenhum livro que a professora nos obrigou a ler na escola me chamou tanta a atenção como Os Capitães da Areia. Tenho um certo preconceito com livros que se estuda no ensino médio e ainda mais os que são de vestibular,isso porque nunca nenhum livro desse tipo conseguiu me tocar de uma maneira tão grande como foi com Os Capitães de Areia.
Relutante peguei o livro na biblioteca e comecei a ler mais por obrigação do que por prazer. Mas essa minha visão mudou totalmente ao longo do livro.
A forma como Jorge Amado relatou a história dos capitães de areia,o psicológico que ele usou para definir os personagens foi algo que pra mim foi uma nova descoberta. Em várias situações me colocava no lugar dos meninos e sentia uma tristeza tão grande por eles e saber que essa realidade descrita pelo Jorge Amado não é apenas ficção me fez pensar em como muitas vezes reclamo da vida atoa.
Pra mim Capitães de Areia vai ficar marcado como um dos melhores livros que já li,ate porque mesmo fugindo do meu estilo literário favorito,a história dos Capitães de Areia foi feita para ser lembrada com grande carinho por todos aqueles que tiveram a honra de ler essa obra muito bem feita pelo Jorge Amado.
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Derso 17/07/2014

Isso se chama ser inteligente
Contar a estória de um grupo de adolescentes que roubam e lutam pela sobrevivência não é fácil, mais dificil ainda é fazer o livro ter um sentido próprio, uma identidade e uma interpretação mais ampla. Este livro fala sobre amor, política, religião, destino e outras coisas.
Os personagens são muito interessantes, cada um tem um motivo para estar ali, foge muito dos assuntos desinteressantes que a maioria da literatura de hoje faz.
A narração foi feita de um modo tão penetrante, que é impossível ou dificil alguém fazer da mesma maneira ou supera-las.
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