Capitães da Areia

Capitães da Areia
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Resenhas - Capitães da Areia


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José Ricardo 25/07/2015

Luta de Classes

Capitães da Areia, publicado em 1937, é um dos livros mais vendidos da obra de Jorge Amado. O enredo traz as aventuras e desventuras de menores abandonados, conhecidos como “Capitães da Areia”, os quais sobrevivem de furtos em Salvador, motivo pelo qual são considerados perigosos pela sociedade local, aspecto que é fomentado pela imprensa, como se percebe já no início do livro.

Os “Capitães da Areia” são formados por cerca de 100 crianças e adolescentes, todos órfãos entre 9 e 16 anos, os quais moram em um armazém abandonado, conhecido como “trapiche”, local também considerado esconderijo e sede do grupo.

Na verdade, mais do que mero grupo de crianças e adolescentes deixados à própria sorte no mundo, os “Capitães da Areia” formam uma “irmandade”; uma espécie de família. Entre seus membros se destacam Pedro Bala, o líder; Professor, o leitor compulsivo; João Grande, o negro, alto e forte; Gato, o galã, bonito e sedutor; Pirulito, com forte vocação religiosa; Volta Seca, que sonha em ser cangaceiro, além de Sem Pernas, que tem limitações para andar, daí o apelido.

O livro é uma espécie de denúncia social, tanto que não agradou a diversos segmentos da sociedade por ocasião de sua publicação, vindo a ser queimado em praça pública. De um lado, expõe o preconceito social em relação aos menores abandonados, os quais para muitos devem ser “extirpados” da sociedade, pois incomodam. De outro, mostra o lado dos órfãos, ou seja, evidencia que tais crianças e adolescentes não são coisas, e sim pessoas, dotadas de sentimento, em que cada qual tem seus temores, fraquezas, aspirações e sonhos.

Como se vê, Jorge Amado, comunista de carteirinha, não perdeu a oportunidade de exibir uma forma de luta de classes, bem ao estilo Marx, na qual os “Capitães da Areia” figuram como vítimas do sistema e, ao mesmo tempo, conseguem, com resiliência, promover entre si um modo de Justiça Social, uma vez que tudo o que eles arrecadam nos ilícitos é distribuído equitativamente no trapiche. Portanto, há, a bem ver, uma forma de redistribuição de renda, tudo sob a liderança de Pedro Bala.

Há, ainda, forte crítica às instituições. Isto fica nítido quando se observa que o reformatório infanto-juvenil para onde os adolescentes são encaminhados quando detidos, na prática, não “reforma” ninguém. Pelo contrário, ali só há espaço para a opressão e diversas formas de agressão contra os infantes, não sem uma elevada dose de frieza e crueldade por parte dos responsáveis pelo estabelecimento.

Jorge Amado também enfoca a divergência interna de posições entre certos segmentos da sociedade em relação aos menores abandonados. Os “Capitães da Areia”, por exemplo, têm a compreensão e o apoio do Padre José Pedro, não obstante este não tenha a aprovação de seus superiores na Igreja.

Em meio a tudo isso, não falta espaço para o lirismo. Isto se dá quando ingressa no grupo, de modo casual, a adolescente Dora, igualmente uma órfã. Dora aos poucos se torna a mãe, irmã e amiga de todos os “Capitães da Areia”, além de viver um romance com um deles.

Ao longo da narrativa, os “Capitães da Areia” crescem e se tornam adultos, mediante um processo de transformação e construção de si próprios. Cada um busca a seu modo e como consegue seu lugar no mundo. Muitos conseguem a ruptura com o determinismo social. Nem todos, porém.



site: http://www.jrav.com.br/capitaes-da-areia-jorge-amado/
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Cacau 23/07/2015

Areia de pedro bala
O livro aborda ,indiretamente, o atual contexto político que estamos enfrentando,a polêmica da redução da maioridade penal. O livro relata a história de crianças e adolescentes que formavam um grupo,liderado por pedro bala,cujo roubava para sobreviver. Embora o livro seja ficticio,o grupo existiu,demonstrando o problema dos menores infratores já na década de 90. Jorge amado,poe os fatos sobre a mesa,mostrando a realidade desse grupo,a causa e a consequencia que os levaram a tal. Capitães da areia mostra uma parcela da sociedade marginalizada e frágil,sai em defesa dos pobres e oprimidos,geral revolta social e ao mesmo tempo vontade de mudar. Esse livro é aconselhável para todas as idades,embora indique aqueles que possuem uma mente completamente conservadora,defendendo as prisões como solução para a violência nacional.
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euzebio 23/07/2015

Robin Hood Brasileiro
Versão de Jorge Amado para o clássica lenda de Robin Hood.
Tive o grande privilegio de pegar o autografo dele neste livro. É uma de meus tesouros literários.
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Rafa 09/07/2015

Achei este livro muito bom é incrível como o autor trabalha este tema que continua sendo atual de forma tão maravilhosa .
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Jenn 02/07/2015

Companheiros
Capitães da Areia é pura poesia. Toca o coração e a mente.
O livro retrata crianças com tanto ódio, solidão, falta de carinho, amor e cuidado, mas cheia de cumplicidade e aquela alegria só deles. Você não quer ser um dos capitães, mas você com toda certeza quer fazer algo para eles, por eles.

Sabe quando um livro te da um soco, mesmo você estando preparado? Eu acho que não sabia disso até ler esse livro.
Doeu muito, bateu desespero, cresceu carinho, compreensão e tristeza por esses delinquentes. Jorge Amado criou uma obra prima. Não é bonito imaginar criança na rua, sem pai, sem mãe, sem roupa e comida. Sem carinho ou amor, sem futuro; que vive caçado pelo ódio. Mas o livro é escrito de uma maneira sensacional, aquele tipo de boniteza que só a gente que não viveu isso vê, sabe? Porque na verdade mesmo, não é nada bonito.
São vidas tristes, perdidas, lutando pra continuarem vivos, pra um dia tentar viver, para serem sempre companheiros da liberdade.

"Não era como um quadro sem moldura. Era como uma moldura de inúmeros quadros."

Logo que fui chegando no final do livro entrei num dilema comigo mesmo sobre o livro ser ou não

"obrigatório" para vestibulandos. Eu, por exemplo, evitei le-lo quando mais nova exatamente por ser obrigatório e ter a ideia de que seria um livro chato, e até por isso eu acredito que não teria a maturidade de apreciar tanto esse livro naquela época. Por outro lado, é um retrato, infelizmente perfeito da nossa realidade, os jovens deveriam sim ler, mas acredito que o gosto da leitura talvez nem sempre vá surgir de livros desse cunho.

Cheguei a sonhar, um sonho triste com um dos meninos, e você lê sempre ciente de que isso pode muito bem ser (e é) o retrato de uma historia real, de uma vida real. A vontade de chorar já chega nesse ponto, quando tu vê que um livro escrito em 1937 é extremamente atual.

Bom, pra resumir tudo aquilo que tentei e não consegui dizer, ele é um dos melhores livros que já li na minha vida (e só não digo o melhor porque sempre tenho receio de nomear uma coisa como a melhor).
Tenho o costume de sempre ir criando playlist enquanto leio, e Legião Urbana teve um casamento lindo com Capitães da Areia.
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Laura 28/06/2015

Não é de hoje que eu amo o Amado. Desde que li o primeiro livro me encantei, sua escrita, seu amor pela Bahia, por cada detalhe. Neste livro não foi diferente, entretanto, preciso ressaltar que depois que Dora entrou na história, ficou ainda melhor, mais encantadora. As aventuras dos capitães da areia é capaz de fascinar qualquer um que possua gosto pela literatura. Num outro lugar, numa outra realidade, capaz de existir algum ser que não goste, não sei, mas isso, certamente, não deve ocorrer no Brasil.
Para finalizar, preciso dizer que me apaixonei pelo professor, tenho como meu personagem preferido, e que as comparações de Dora com Rosa Palmeirão me fez ficar páginas e páginas sorrindo e com saudade das duas, mulheres valentes que nos meus maiores sonhos, também sou.
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Nathi 12/06/2015

Fiquei surpresa! Muito bom!
Não li muitos livros brasileiros, principalmente os clássicos, mas dentre os que li, o que mais gostei até hoje, foi Capitães da Areia de Jorge Amado.

A história é sobre um grupo de moleques marginalizados que precisam cometer ações para sua própria sobrevivência. Há vários personagens, como Pedro Bala, Sem Pernas, Volta Seca, o Professor, Dora entre outros.

Esses garotos cometem pequenas infrações tentando obter algum conforto e estabilidade a suas vidas. E há duas visões diferentes em relação aos garotos: eles contam com ajuda de alguns (o padre, por exemplo), e o julgamento de outros (o diretor do reformatório e o jornal, por exemplo).

É interessante como o livro continua tão atual. Com essa discussão que se teve sobre a Maioridade Penal, quem já leu Capitães acredito que tem outra visão em relação a essas crianças do mundo do crime. É trabalhado no livro, o fato de que muitas crianças cometem esses atos não porque querem, mas porque não possuem oportunidades e são condicionadas pelo sistema a fazer o que fazem. É uma triste realidade.

A narrativa é bem leve (se comparado a outros livros de vestibular), o enredo bem legal e jovial. A linguagem é informal e os personagens são carismáticos: é fácil se identificar, sentir pena e torcer por eles.

Mesmo para quem não vai fazer vestibular, indico esse livro, é bem gostosinho de ler, e brasileiro!


site: feitico-literario.blogspot.com
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Isabella.Lubrano 08/06/2015

Sensível e corajoso
Há quase noventa anos atrás, este livro foi queimado em praça pública por disseminar o "credo vermelho". E hoje, não importa a posição política, é difícil negar que é uma obra fundamental para entender o Brasil. Sensível, relevante, corajoso. Todo brasileiro deveria ler alguma vez "Capitães da Areia".
Confira no link abaixo a resenha completa da Isabella Lubrano para o canal Ler Antes de Morrer.

site: https://www.youtube.com/watch?v=ZL6UmZw8Rbw
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Maria.Ruderleia 25/05/2015

muito bom
livro que eu gostei muito ler..
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Gabie 25/05/2015

Capitães da Areia - Capitães da Bahia.
Confesso que não esperava tanto assim do meu amado Jorge Amado, e como é querido esse fantástico escritor. Apaixonado, pode-se perceber. Um Ídolo. Que me fez acreditar mais ainda na supremacia da literatura brasileira, que me mostrou o quão ricas podem ser as palavras de um simples livro no panorama literário brasileiro. Simples ao olhar, se posso assim dizer.
Capitães da Areia é tocante, a historia que conta a tragetória de um grupo de garotos sem lar, alegres e carentes por isso, crianças que buscam abrigo junto aos outros. Além desse abrigo dá-se a cumplicidade destas crianças, o chefe Pedro Bala mostra um líder justo com todos.
As crianças que não passam disso mas já se mostram como adultos, caso de Gato, que apaixonou-se por uma prostituta e se dá por homem dela.
As crianças que se revoltam com a solidão que toda aquela liberdade lhes dá, como o Sem-Pernas.
As crianças que buscam conforto na arte, na religião, na esperança de um futuro, caso de Professor, Pirulito e Volta Seca.
O romance mostra a cultura forte do nosso país, a cultura baiana, fundida em situações supostamente despercebidas: situações de pobreza.
E é no meio da carência que as crianças vivem, é do roubo que elas sobrevivem. Pode-se dar comida à um, roupas à outro, mas não é possível sobreviver assim. Doenças, brigas, fome e medo convivendo lado a lado, num grande casarão roído por ratos com os Capitães, grandes Capitães, os mais velhos (não mais que 16 anos) cuidando dos mais novos, que carregam medos horrendos.
Mas não é o medo, nem o meio em que eles vivem que fazem todos desistirem de um futuro.
É intrigante descobrir o que cada um aguarda do futuro, e mais ainda observar o crescimento do personagem, tão real, em busca de seus sonhos.
É um livro que me marcou e que deve marcar qualquer outro bom leitor. Simplesmente fantástico, triste, emocionante.
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Wanderreis 23/05/2015

Ótimo
Jorge Amado só cochilou em um detalhe no livro: o Professor, ao receber o cartão do Dr. Dantas o jogou fora, e depois não é explicado como houve novo contato entre eles.
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Carol 15/05/2015

CAPITÃES DA AREIA
“As aventuras sinistras dos “Capitães da Areia” – a cidade enfestada por crianças que vivem do furto- urge uma providência do Juiz de Menores e do Chefe de Polícia – ontem houve mais um assalto.”

A narrativa que temos nesse livro, nos prende de uma forma totalmente desprevenida, pois, por ser um clássico, muitos não dão valor, mas quando pega pra lê, se apaixona pela história, história de cada personagem, pela esperteza deles, enfim, cria-se um afeto durante a leitura.

O livro, Capitães da Areia de Jorge Amado conta a história de um grupo de garotos (crianças e adolescentes) que vivem da malandragem encontrada nas ruas de Salvador, Bahia. São meninos órfãos, carentes de carinho, que vivem como homens, e se sustentam através de seus pequenos grandes furtos.

No livro vemos Pedro Bala, um garoto de apenas 15 anos que lidera o grupo composto por Professor, o garoto apaixonado por livros, Pirulito, o mais religioso, Sem-Pernas, que era um menino manco e que contém a história mais emocionante do livro, Gato, era o mais elegante da turma e apresenta um romance com a prostituta, Dalva,durante todo o livro, Volta-Seca, totalmente apaixonado por seu padrinho Lampião e Boa-Vida, que era mais quieto e que se sentia animado com os roubos, tinha inveja de gato por conseguir as tão fácil tantas mulheres.

O livro conta a história de cada um, até que começa a contar sobre a epidemia de varíola,(Bexiga) que atinge toda a cidade, até que um dos capitães contrai a doença. Em uma história paralela conhecemos Dora, uma menina sozinha com o irmão mais novo que perdeu os pais para a epidemia. Ela acaba conhecendo Professor e João Grande que decidem levá-la para o trapiche. Lá os outros meninos não aceitam a entrada de uma menina no grupo e brigam entre si, até Pedro Bala não aceita, mas Professor convence de que ela é apenas uma menina. E Dora acaba entrando no grupo e se entrega para aquela vida dos furtos com os outros meninos.

A história então começa a mostrar um lado mais romântico dos personagens.

Como eu disse, por ser um clássico, eu não ia dá nada para ele, mas eu me envolvi na história de uma forma.. Eu simplesmente amei esse livro. Leiam! Vocês vão gostar! Vamos começar a tirar essa de “clássicos são ruins” de nossa cabeça! Aproveitem a leitura! Beijos

Espero que tenham gostado da minha primeira resenha!

site: https://escrevendoresenhas.wordpress.com/2015/05/15/capitaes-da-areia-minha-primeira-resenha/
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Moita 09/05/2015

Simplesmente Jorge Amado.
Livro excelente, como os outros livros do Jorge que li, de leitura leve.
Jorge, mais uma vez, traz a tona a realidade da cidade de Salvador em Capitães da Areia em um romance em que os personagens são crianças de rua.
Brigas, Capoeira; amor, união, crimes e problemas sociais são alguns dos elementos explorados no livro.
Se você gosta de literatura brasileira tem que ler Capitães da Areia.

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Mila 07/05/2015

Romance com tema muito atual
"A liberdade é como o sol. É o bem maior do mundo."
É com essa afirmativa que Jorge Amado nos toca nesse romance que se passa em um trapiche no cais do Porto de Salvador. Escrito em 1937 porém sua temática é atualissima.
Viajamos pelo mundo de Pedro Bala, o líder corajoso e respeitado, Gato, mulherengo e jogador desonesto, Sem-pernas, menino coxo e triste, Boa-vida, malandro, cantador de samba, Professor, ama ler, contar histórias e pintar, João Grande, menino bom e amigo, Volta Seca, apaixonado pelo seu padrim Lampião, Pirulito, temente a Deus sonha em ser Padre, Dora, única menina do grupo aparece como uma mãe para uns, irmã para outros, noiva e esposa para Pedro Bala.
Todos unidos pelo mesmo destino, meninos abandonados, sem pais, sem carinho e sem qualquer oportunidade na vida que cuidam uns dos outros e se utilizam dos roubos para sobreviver.
O livro também traz uma dura critica a igreja católica, que acredita não ser sua obrigação amparar aquelas crianças. Padre José Pedro movido pela compaixão tenta trazer um pouco de conforto e amor aqueles meninos e muitas vezes é punido por isso. Critica também o sistema, o descaso das autoridades que ao invés de tentar recuperar as crianças e inseri-las na sociedade, as trata como meras e cruéis criminosas sem considerar todo o contexto de suas vidas.
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Steer 27/04/2015

O livro de todos os tempos
Capitães da Areia é um romance do autor Jorge Amado, que retrata o cotidiano de menores abandonados que em 1930 lutam pela sobrevivência em Salvador, na Bahia.
Os Capitães da Areia são um grupo de meninos abandonados que lutam para sobreviver sob o fardo de serem sozinhos, e ainda desprezados pela maioria dos que lhe cercam. Malandros, espertos, carentes de afeto, beberrões, de língua solta e famintos buscam sobreviver do pouco que ganham com pequenos furtos feitos por conta própria ou por encomenda. O tempo passa e nada muda, nada melhora até que uma epidemia de Bexiga (varíola) atinge a cidade matando muitas pessoas, inclusive a mãe de Dora e Zé. Órfãos, sem ter para onde ir, seus caminhos se cruzam com o de meninos que compartilham da mesma dor, os membros dos Capitães da Areia. Professor, um dos chefes do bando, submisso apenas ao Capitão Pedro Bala, os levam ao trapiche onde a princípio os outros meninos querem tomar Dora a força, mas logo a acolhem como uma mãe, exceto Pedro Bala e Professor que se apaixonam pela menina, e a transforma na primeira Capitã do grupo.
O "Capitães da Areia" é um livro fascinante, com uma incrível verossimilhança, pois o autor retrata em seu enredo uma situação presenciada não só na realidade de 1930, mas também na sociedade contemporânea, o que o torna um incrível romance atemporal, o qual irá se adequar a realidade de qualquer tempo.
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