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4.4

88 avaliações

O Barão nas Árvores

Italo Calvino
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53 / 60%

Sinopse

Este romance de Italo Calvino narra a história de Cosme Chuvasco de Rondó - o filho primogênito do barão de Rondó que, em 15 de junho de 1767 revolta-se contra seus pais e sobe às árvores, para de lá nunca mais descer. Entre carvalhos, olmos, azinheiras, oliveiras e tantas outras árvores, este simples ato de rebeldia infantil transforma-se num mundo de vida e de ser - não subira para estar mais próximo do céu, mas, ao contrário, porque aquele que pretende observar bem a terra deve manter a necessária distância . O sublime ato de rebeldia do barão inaugura um novo mundo para o protagonista que atravessa galhos, espinhos, ramos, frutos, com o mesmo ardor e facilidade de Cosme Chuvasco de Rondó.
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Pickles 15/03/2010

Sabe...
foi interessante a leitura; me foi indicado por uma pessoa que o gosto respeito, e li com espectativa. Furei toda a fila infindável de livro aqui.

O interessante é a atmosfera que causa. Não sei bem explicar, mas a expressão mais ingênua que encontrei, é "mágico".

Ingênuo, porque é como se o fosse quando criança; a algum tempo não me sentia lendo um livro assim, me senti como lendo algo como o Pequeno Príncipe a uns 15 anos atrás.

E um personagem tão cativante quanto!

É engraçado, não consigo fazer uma resenha decente, analítica. Tá sem pé nem cabeça, eu sei, mas não onde tá o ombro, não sei como colocar.


Só li, imaginei a cena como uma criança a ler uma fábula, só que com a diferença de sentir as profundidades ditas.E são algumas, um daqueles livros de pra quem gosta de roubar umas frases e anotar em algum lugar.

Uma criança travestida num adulto que interprete parábolas ao sentido e não ao pé. Puebre niño.


Sem louvar ou sem adorar, é isso; singelo, profundo, meigo e filosófico. E muito bem escrito. Muito. Não sei explicar, é viciante, vontade de engolir o livro. Só que deglutando, lendo devagar, saboreando. Tem uma serenidade no jeito que ele escreveu.


E foi a primeira experiência com Calvino por indicação, e já vou roubar mais algumas da fonte.

Já disse que tem uma inocência cativante?

Surreal.

(sentido anos 20, não 70!)

Sinceramente

Nane B. 20/01/2009

Uma das várias maestrias de Italo Calvino. O mais puro autor do realismo fantástico. Obra que tive o privilégio de também conferir nas artes cênicas. Muito bom!


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