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Minhas resenhas

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Para Sempre
Laaf 02/03/2010

Outra visão para o amor eterno
Gostei muito da narrativa fácil e envolvente desenvolvida pela autora. Não conhecia Alyson Nöel até me deparar com uma matéria no jornal discorrendo sobre seu trabalho. Posso dizer que sua abordagem contemporânea no livro foi muito bem estruturada e que seu aproveitamento do linguajar jovem contribuiu bastante para tornar os diálogos naturais e convincentes.

A história proposta em Para Sempre (Os Imortais) é interessante por trazer uma visão diferente de romance, tornando possível eternizá-lo de uma forma mais voltada para o lado espiritual.

Os personagens também foram muito bem construídos pela autora, e conseguem nos cativar, irritar e até atormentar dependendo da situação na história. Ever, em particular, é a que mais nos causa sensações contraditórias.

Não gostei muito das situações apresentadas como clímax da história e tampouco da forma quase banal como foram resolvidas, ainda que as pontas soltas tenham sido todas ligadas, no final das contas.

O encerramento do primeiro livro foi bastante elegante, sutil, sem nada daqueles finais triviais em que ocorre algo inesperado oferecendo um gancho para a sequência da história. Ao contrário, Alyson, por meio dos diálogos entre Damem e Ever, apenas deixa em entrelinhas que há mais conseqüências por conta do longo passado.

O livro traz um contexto espírita e talvez isso possa incomodar àqueles que não se sentem confortáveis com tais abordagens. O importante, para não perder a deliciosa aventura, é se deixar levar pela fantasia como um todo e curtir o belo trabalho apresentado pela autora.

Caçada nas Trevas
Laaf 03/03/2010

Uma inusitada disputa de energias
O livro ainda será submetido ao crivo dos revisores e copidesques, mas tive a oportunidade e o privilégio de lê-lo ainda “no carvão”, direto das mãos do autor que é também um grande amigo.

A história apresentada é muito interessante, abordando a questão das energias de poder disputadas por grandes instituições religiosas, algo que vem desde os tempos remotos e que por meio do ocultismo atravessou os séculos até os dias de hoje; são energias que nos cercam e das quais é possível fazer uso para obter domínio sobre o mundo. Na história, inclusive, para conferir-lhe certo grau de realismo, há referências a um notório alquimista que, inclusive, parece ter criado uma linha de energias que é seguida por muitas pessoas importantes nos grandes centros religiosos.

Particularmente, não estou habituado a este tipo de literatura, que traz energias místicas e divindades para o mundo terreno, mas pude observar que a história foi bem costurada e no que diz respeito ao seu conteúdo, ela é bastante envolvente.

O livro traz uma estrutura contemporânea de capítulos curtos e diálogos concisos, permitindo que a história toda possa ser lida com facilidade em praticamente dois dias.

Percebi alguns pequenos detalhes do meio para o final que não ficaram muito coerentes, bem como, identifiquei a necessidade de maior aprofundamento em muitos pontos da história para que ela ganhe densidade, mas certamente estes pontos serão todos ajustados até que se tenha a versão definitiva.

Quando eu tiver a oportunidade de ler a versão definitiva, farei uma reavaliação da obra e deixarei nova resenha.

A Hospedeira
Laaf 01/03/2010

Amor sem limites
O início do livro é confuso, afirmei isso algumas vezes quando me perguntavam sobre o que eu estava achando, mas a verdade é que não posso garantir que a confusão que senti seja, de fato, responsabilidade da autora, afinal, minha expectativa era tão grande quanto ao que encontrar neste trabalho de Stephenie Meyer, que simplesmente posso ter atropelado sua proposta com tentativas inúteis de desvendar logo do que se tratava a história.

Independentemente de o início ter sido ou não confuso, o fato é que a história demora bastante para se tornar envolvente. Foi preciso muita paciência... Acredito que a autora tenha perdido o tempo certo para mudar os acontecimentos na trama de forma a envolver seus leitores, e este, foi um dos fatores que contribuíram para tirar alguns pontos do seu trabalho.

A expectativa de encontrar um amor apaixonado e sensível como o apresentado na saga Crepúsculo foi alcançada de uma forma inesperada, porque neste novo trabalho, Stephenie não se detém no amor apaixonado entre duas pessoas, ou mesmo num triângulo amoroso, ela vai além, e nos propõe por meio de inúmeras situações dramáticas a reflexão sobre o amor em diferentes faces. Ela nos envolve da metade para o final com as muitas oportunidades de amor ao próximo.

Muitas emoções estiveram presentes em alguns pontos do meio para o final, emoções que me deixaram com os olhos cheios d’água e um nó apertado na garganta. Pensei bastante durante alguns dias sobre certas passagens tocantes do livro, estive em dúvida se o avaliei adequadamente ou se fui injusto. Ainda estou em dúvida, na verdade.

A narrativa propriamente dita é bem peculiar à autora e de fácil entendimento para quem se habitou aos seus encantos na saga Crepúsculo. Embora em alguns pontos ela possa parecer similar em termos de temperamento e comportamento de um ou outro personagem, há muito pouco da forma “melosa” da qual muitas pessoas reclamaram no trabalho anterior.

Alguns pontos negativos devem ser atribuídos à Intrínseca, que não zelou por um trabalho de revisão mais profissional e em diversos pontos do livro é possível encontrar erros gritantes de concordância.

O final da história, em minha opinião, foi meio clichê, daqueles que se pode encontrar em qualquer obra mediana. Eu esperava muito mais. No fundo, acho que queria ler muito mais.

Como observação final, e um aviso aos fãs de ficção científica, não esperem encontrar detalhes científicos mirabolantes para justificar os elementos alienígenas na história, não é uma obra de Asimov, e se isso realmente importa para que consigam entrar na história, então eu nem recomendo a leitura.

A ficção científica aqui aparece praticamente de carona, para a autora explorar a essência dos sentimentos profundos e do amor.


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Horizontes - Vocação
Laaf 25/08/2009

A sequência de Revelações
A exemplo do que fiz para o primeiro volume, colocarei como resenha apenas o texto que pretendo colocar nas orelhas deste segundo volume da trilogia que dará origem à série.

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As ações de Ana Clara para proteger sua melhor amiga mostraram-se desastrosas, colocando-a em uma situação de risco que jamais poderia imaginar. Contudo, ela conseguiu influenciar em seu destino e, pela primeira vez, suas visões não anteciparam a morte de alguém.

Sentindo-se responsável por tudo o que aconteceu à amiga, Ana Clara empenhou-se para que ela pudesse superar o trauma, cuidando para que nada lhe faltasse e agindo de forma inesperada para que pudesse, inclusive, manter seu emprego na clínica veterinária.

Agora é a vez de Ana Clara receber ajuda de Clarisse, que, imaginando ser possível entender e curar as terríveis visões que atormentam sua amiga, apresenta-lhe um homem influente que talvez possa, de alguma forma, ajudá-la a desvendar o mistério com suas premonições.

No entanto, as coisas não seguem o rumo esperado e Ana Clara surpreende-se ao ter visões com o novo conhecido que lhe foi apresentado pela amiga, e por quem acaba mostrando-se sentimentalmente envolvida.

A dúvida sobre a origem de suas visões e qual o verdadeiro sentido que elas possuem voltam a atormentá-la. Sem imaginar o tipo de risco que seu novo amigo está correndo, e ainda preocupada com Clarisse, Ana Clara tentará, mais uma vez, evitar que o destino seja cruel com aqueles que lhe são caros.

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Como de costume, deixarei a avaliação por conta dos leitores...

O Jogo do Anjo
Laaf 17/09/2009

Uma trama complicada
A leitura de O Jogo do Anjo surpreendeu-me em muitos aspectos. O potencial narrativo de Carlos Ruiz Zafón impressiona uma vez mais, principalmente por conta de seu variado repertório de vocábulos requintados e escolhidos sempre de forma adequada ao texto. A construção dos personagens, embora não tenha sido tão expressiva quanto os que foram criados para o A Sombra do Vento, é outro ponto forte em seu trabalho.

Desta vez, porém, a trama deixou-me perdido. Primeiro, por conta de minha falta de atenção com as datas, acreditei que a história se passava no tempo de Daniel Sempere (protagonista de A Sombra do Vento) e seu pai, e, depois, porque achei que Zafón não esclareceu alguns pontos importantes no livro e isso me pareceu desatenção e comprometeu o entendimento de sua proposta.

Obviamente, a incompreensão pode ser atribuída a minha falta de capacidade de entendê-lo, de pescar detalhes que talvez estejam lá e eu não os tenha visto, mas alguns pontos são realmente desconexos. E, até mesmo nestes pontos, a imaginação do leitor pode levá-lo a uma explicação que lhe convenha, contudo, sem o prazer da certeza de ter interpretado corretamente a mensagem do autor.

O final é ainda mais mirabolante, em duas vertentes quanto ao fechamento da obra: a conclusão da trama em si e os elementos utilizados para sua conclusão. A conclusão da obra poderia ser comparada a um “trem descarrilhado”, porque, sinceramente, senti certo atropelo nos acontecimentos finais para justificar O Jogo do Anjo, sem as explicações adequadas no que diz respeito as peças que foram usadas. Onde estavam os elementos de ligação entre alguns personagens, para que “o jogo” tivesse se desenrolado da forma apresentada? Já quanto aos elementos usados para a conclusão da história, fiquei a ver navios, sem entender o teor espírita ou sobrenatural no contexto da narrativa.

Por último, o protagonista David Martín, em minha opinião, teve uma transição incomum e pouco convincente quanto a sua personalidade no decorrer da história. Não me convenceu mesmo.

Apesar disso tudo, a obra tem seus encantos, seus momentos marcantes e penso que vale muito a pena ser lida, sobretudo por quem já leu A Sombra do Vento.

Eu daria uma nota regular, mas não posso fazer isso com Zafón, depois de ter classificado em minha estante tantas obras regulares piedosamente com 3 estrelas. Com toda confusão que encontrei, seu trabalho merece ser considerado por mim, no mínimo, como bom.


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Horizontes - Revelações
Laaf 04/12/2009

Proposta dinâmica e ambiciosa
A proposta de Horizontes é oferecer uma leitura rápida e instigante, com capítulos curtos, porém intensos, de forma a garantir o desejo contínuo ao leitor em devorar suas páginas.

A ambição, no título desta resenha, tem a ver com o objetivo de tornar Horizontes uma série em livros. A trilogia que dá origem a série traz os volumes: Revelações, Vocação e Processo Seletivo.

Deixo aqui, a pedido de alguns leitores que tiveram a oportunidade de ler Horizontes - Revelações ainda em formato PDF, o cadastro da obra que será lançada em abril de 2010.

A criação da capa é da designer Larissa Ventura e a modelo selecionada para sua composição é a catarinense Vânia Tolardo.

Por razões já explicadas em minhas resenhas para Virgo e Demetrius, não atribuirei classificação ao livro, essa tarefa fica a cargo de meus queridos leitores.

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O texto a seguir é o que entrará nas orelhas do livro.
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Ana Clara é uma jovem e bem-sucedida médica veterinária que trabalha em uma das maiores clínicas do Rio de Janeiro, cidade onde mora. A mesma cidade violenta que lhe tirou os pais quando ainda era apenas uma criança.

Em sua infância, fora capaz de antever os assassinatos de seus pais, de forma confusa em sua cabeça, sem saber que possuía um raro dom de premonição.

Acreditava que as visões não passavam de pesadelos, até perder seu pai e, em seguida, passar a ter as terríveis premonições também com sua mãe.

Suas visões permitiram-lhe identificar o assassino no dia em que ele chegou à sua casa. Ana Clara teve tempo de avisar a um amigo da família que acionou as autoridades, provocando a prisão do criminoso.

Ela jamais imaginaria que, depois de tantos anos de sofrimento pela violência que lhe privara da família, um dia pudesse ver-se tão perto da mesma violência novamente.

No entanto, o assassino de seus pais conquistou a liberdade e agora deseja vingar-se por todos os anos em que ficou encarcerado.

Sem imaginar que sua própria vida corre perigo, Ana Clara desespera-se diante do retorno de seu antigo dom, no qual antevê o assassinato de sua melhor amiga, a quem tentará salvar a todo custo.

Boa leitura!


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Arestas
Laaf 09/07/2009

Tocante e profundo
Um livro encantador, onde a cada poesia a sensibilidade de Wender Montenegro é tangível de forma comovente. Amei conhecer suas belas poesias! A introdutória, não deixa dúvidas quanto ao que se pode esperar. Fiquei emocionado como em algumas o delicado assunto “morte” é sutilmente entrelaçado. Em outras, mais angustiadas, e ousadas, absorvem todo o seu peso transformando tristeza em um belo lamento.

Gostei de muitas poesias na antologia Arestas, dentre as quais, minhas preferidas foram Post-mortem, Breves palavras, Da vida e Deuses-varridos.

Qual Prometeu às avessas
o poeta rouba o fogo
e o restitui aos deuses!
(Trecho de Deuses-varridos, Wender Montenegro)

Considero Arestas uma antologia perfeita para todas as pessoas que admiram a poesia, que conseguem absorver as palavras organizadas poeticamente e com elas permitem-se viajar nas asas da sensibilidade.

Imperdível para os amantes da poesia!


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Demetrius - Um coração grego
Laaf 26/05/2009

Um épico inesperado
Quando resolvi escrever Demétrius – Um coração grego, durante o verão de 2004, ainda estava entorpecido pelo prazer de publicar o primeiro volume da trilogia Virgo ao final do ano anterior, e, então, resolvi criar a nova obra de forma rápida, com poucas páginas, para que a publicasse naquele mesmo ano. Cheguei a imaginar um livro de 200 a 220 páginas... Incrível como construir uma obra nos absorve de maneira tão irresistível...

Há algum tempo eu já pensava em escrever um romance histórico, e queria produzir algo que fosse apaixonante, que pudesse mostrar às pessoas o lado humano de um homem com trajetória de herói, seus medos, dissabores, conquistas, derrotas e toda a sorte de acontecimentos que faz parte da vida de uma pessoa sonhadora.

Como proposta adicional, queria sair dos grilhões da trilogia, onde eu mesmo aprisionei-me quando decidi criar Virgo, mas ao mesmo tempo queria manter um elo entre personagens fortes com outras obras e decidi que dentro de Demetrius usaria um personagem sobre o qual eu faria seu próprio livro, onde, de forma independente, contaria sua própria história.

Com isso, do projeto inicialmente imaginado “rápido”, a obra conclui-se após três anos e meio, entre inúmeras pesquisas de época, criação propriamente dita e incansáveis revisões. De uma aventura, o romance acabou se tornando um épico, nas palavras das pouquíssimas pessoas que tiveram a oportunidade de saborear suas páginas ainda inéditas no mercado literário.

De Mantinéia a Esparta, Demetrius cresce à sombra do jugo romano enquanto em seu coração cresce o desejo de restaurar a glória de sua pátria. Como perioikoi, o destino o leva para Esparta, onde imagina galgar os primeiros passos em busca do sonho de se tornar um herói como Aquiles, Alcibíades ou mesmo Leônidas.

Apaixona-se por mulheres que marcam inevitavelmente sua vida, como a escrava Niradja, as romanas Flávia e Júlia, a primeira, esposa de um senador romano, e Jezebel, a bela, fria e impiedosa guerreira fenícia, mercenária contratada pelos helenos para aturdir e frustrar as caravanas romanas no Peloponeso.

Demetrius luta pelo que acredita ser certo e desilude-se com a dureza do mundo ao seu redor, e com seus próprios compatriotas. Vive intensamente cada momento de sua vida com o coração conduzindo-o até mesmo por lugares além da Hélade, como Cartago e Siracusa, até decidir, sozinho, criar seu próprio exército e desafiar os romanos, mesmo colocando-se contra os éforos espartanos.

Misturando personagens do romance a personalidades históricas da época em que ocorreram as primeiras Guerras Púnicas, a obra não se apresenta com a pretensão de ser uma referência histórica, mas bem ambientada, vem antes, com pretensão de emocionar seus leitores.

A exemplo de como procedi com Virgo – A era dos homens, não avaliei aqui minha própria obra, deixo como atividade opcional para seus leitores.

Amanhecer
Laaf 10/07/2009

Ansiedade e amor ilimitado!
Nem que eu pudesse imaginar e organizar todas as palavras que conheço, seria capaz de expressar a emoção e o prazer que senti ao ler a saga maravilhosamente criada por Stephenie Meyer. Ouso dizer que é a história de amor das mais lindas que tive a oportunidade de ler em toda a minha vida.

Neste último volume, Stephenie ainda nos presenteou com sua excelente narrativa em primeira pessoa, a partir de Jacob, o que, em minha opinião, consagrou-a neste estilo, de forma inquestionável. Foi perfeita na acepção da personalidade do jovem quileute, enriquecendo a obra com sua capacidade de alternar o foco narrativo entre dois personagens, sem comprometer o encadeamento dos acontecimentos.

Os detalhes da obra, em minúcias, sua sensibilidade, as conexões impecáveis com os volumes de toda a saga e a delicadeza com que foi preparando o leitor para os momentos mais intensos do último livro foram de uma criatividade e inteligência louváveis!

Stephenie Meyer entrou para o seleto grupo de meus autores favoritos.

Aqui no Skoob, independentemente de uma obra ser ótima ou excelente, adotei o critério de conferir cinco estrelas apenas para os livros que tocaram-me o coração, que me emocionaram, arrancaram sorrisos, suspiros e lágrimas, e, assim, fecho Amanhecer consagrando toda a saga com cinco estrelas.

Mais uma vez eu recomendo a leitura da saga para todas as pessoas românticas, sensíveis e que conseguem enxergar no amor, além do poder, toda a sua beleza.


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Os Contos de Beedle, o Bardo
Laaf 09/07/2009

Contos encantadores, um mundo de magia
Rowling criou um incrível mundo de magia e bruxaria intrinsecamente ligado à nossa realidade. É de nos deixar pasmos o quanto essa excelente autora nos presenteia com sua deliciosa narrativa, envolvendo-nos em um relacionamento tão bem elaborado quanto rico em detalhes fazendo suas estórias parecerem reais.

A forma como ela estruturou o livro, com comentários de Alvo Dumbledore, conferiu-lhe um peso de realismo fora do comum. Achei bem interessante a criação dela nesse aspecto.

Os contos em si, com sutis toques de fábula, também ficaram muito bem construídos, e, alguns, também nos permitem momentos de reflexão sobre moral. São bem interessantes.

Fico admirado com a facilidade que esse mundo de bruxos e trouxas foi tão bem elaborado pela autora.

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