Sleeping Beauty nos remete a um reino fictício chamado Norfolk onde nasceu a princesa Aurora herdeira do trono e filha de Estevan e Isadora. Logo que nasce é prometida ao príncipe Felipe de Weston, uma vez que o pai dele, Ricardo, e Estevan sempre sonharam em unir os reinos em Westwing uma nação justa e una governada pelos dois herdeiros, mas Aurora é amaldiçoada ainda no seu batizado/noivado e seus pais passam a ser super protetores com ela. O tempo passa e ela e o príncipe crescem, mas não são tão próximos, Edwiges, uma prima de Aurora, por outro lado é mais que próxima do príncipe. Assim sendo, Aurora não quer se casar com ele porque não o ama e segue-se uma luta contra o tempo para evitar a maldição e um casamento que ela não deseja.
O livro é inspirado em Branca de Neve e o Caçador, a história ficou bem original e tem resquícios daqueles sonhos infantis que outrora fizeram nossos sonhos de infância. A linguagem do livro é bem feita e de acordo com a época, os diálogos chamam um pouco a atenção pela linguagem eloquente ao século em questão. Para os fãs de releituras ou mesmo de romances entre o doce e o distópico vale a pena ler. Há cenas de luta, sangue e o diferencial é saber o que ocorreu na cabeça da personagem quando ela ficou desacordada que não ocorre no filme da Disney nem no conto dos Grimm.