29% (118 de 410) - "Bovary sendo manipulada por alguém que conhece bastante bem as regras românticas e as finge de forma a seduzir ingênuas. Isso achei interessante. Também andei pensando: ouvi dizer que Flaubert disse: "Madame Bovary sou eu". Como é que essa relação se dá? É ele o ingênuo também? Ele o enganado? Ele o frustrado no cotidiano da pronvíncia?"
41% (47 de 115) - "Razoavelmente interessante até aqui. Às vezes se lança a mergulhos na subjetividade; e retrata o amo, nessa primeira parte, de uma certa forma voraz que me agrada. Mas as comparações da orelha desse livro com 'A Paixão Segundo GH', de Clarice, são demasiado lisonjeiras."