A cocanha

A cocanha José Clemente Pozenato


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A cocanha





Domênico retomou o que considerava se seu lugar na proa. Sentado no rolo de cordas, não desprendia os olhos da paisagem. Nunca vira nada mais deslumbrante, nem nas altas montanhas da Marmolada. A baía da Guanabra parecia uma enorme bacia de águas calmas, contornada pelo branco do casario espalhado em meio às montanhas muito verdes. Identificou, com alegria de ver uma imagem familiar, o morro do Pão de Açúcar dos cartões postais brasileiros. Sentia repletos de satisfação os olhos e a alma. O navio oscilava levemente, embalado pela brisa marinha, com azul por todos os lados. Se havia felicidade, era isso que estava sentindo, em cada ponto da pele.

Literatura Brasileira / Romance

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João gregorio
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Tarcine
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